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Metodologia da pesquisa de campo 

Gestão do Conhecimento
Aspectos Conceituais e Estudo Exploratório Sobre as Práticas de Empresas Brasileiras

José Cláudio C. Terra
Tese defendida na Escola Politécnica da USP para obtenção do título de Doutor em Engenharia de Produção, 26/03/1999

5. Metodologia Conceitual

5.1 MODELO CONCEITUAL

O modelo conceitual da pesquisa de campo está representado na figura 11. De acordo com este modelo, as 41 características relacionadas a uma efetiva "Gestão do Conhecimento" e que foram selecionadas ao longo da nossa revisão da literatura estão correlacionadas a melhores resultados empresariais (medidos pela posição de mercado e desempenho recente em termos de mudança no market share).

Além disso, avaliamos, em nosso estudo, em que medida as respostas sobre as práticas gerenciais relacionadas à "Gestão do Conhecimento" são afetadas pelas características dos respondentes (área de atuação, tempo de experiência e cargo), do tipo de empresa (origem do capital, tamanho e envolvimento com a atividade exportadora) e do mercado de atuação (setor empresarial, nível de concentração e impacto sofrido pela abertura econômica).

Com relação a estas variáveis, esperava-se, antes do estudo empírico, que:

  • As características dos respondentes não afetassem o perfil das respostas;
  • As maiores empresas, assim como as empresas estrangeiras e aquelas envolvidas com a atividade exportadora, tivessem mais incentivos e condições de estar adotando as práticas gerenciais mais avançadas;
  • Da mesma forma, esperava-se que empresas em setores mais intensivos em tecnologia e conhecimento, assim como aquelas que atuassem em mercados mais competitivos, medidos pelo grau de concentração e pela percepção do impacto da abertura econômica, sofressem maior pressão para adotar práticas relacionadas à inovação, aprendizado e "Gestão do Conhecimento".
Os resultados apresentados no capítulo 6 confirmam, parcialmente, estas hipóteses iniciais.

Fig. 11: Modelo conceitual do estudo de campo


Fonte: Elaborado pelo autor.


5.2 NATUREZA DO ESTUDO E MÉTODO EMPREGADO

Trata-se de um estudo de natureza exploratória, que não busca estabelecer relações de causa e efeito. Alías, a própria concepção sistêmica deste trabalho eliminaria, de certa forma, a possibilidade de realizarmos algum estudo deste tipo. Mais importante para caracterizar este estudo é o fato de ele se basear em estudo de campo com baixo poder de inferência sobre o universo total e se respaldar nas intuições e percepções das pessoas.


5.3 DESENHO DA PESQUISA DE CAMPO

5.3.1 Amostragem

Para a realização do nosso estudo de campo, contamos com a ajuda de diversas instituições voltadas ao aprimoramento gerencial de pessoas situadas no nível médio (gerentes) e na alta administração (diretores) de empresas que atuam no Brasil. O quadro 18, a seguir, lista estas instituições e o número de questionários recebidos a partir da ajuda das mesmas.

Estas instituições foram contactadas a partir de carta assinada em conjunto com o nosso Professor Orientador. Nesta carta, além de explicarmos os objetivos da pesquisa e solicitar a cooperação, comprometemo-nos a disponibilizar os dados primários desta pesquisa através da Internet (o protótipo foi apresentado no site www.mv2.com.br) para que todas as instituições e respondentes tivessem, facilmente, acesso aos resultados da mesma. Tal iniciativa, acreditamos, aumentou, significativamente, o nível de cooperação, tanto das instituições como dos respondentes, que também foram informados desta possibilidade de feedback.

Tal procedimento, embora claramente não probabilístico, nos permitiu atingir um público altamente qualificado e, provavelmente, representativo do universo das grandes e médias empresas atuantes no Brasil (na seção 6.1, discutiremos e apresentaremos o perfil final da amostra).

Quadro 18: Instituições que contribuíram para a realização deste trabalho

INSTITUIÇÕES QUESTIONÁRIOS
ANPEI - Associação Nacional de Pesquisa das Empresas Industriais 95
Business School São Paulo 51
CENEX - Centro de Excelência Empresarial - RS 22
ESPM/ITA - MBA 09
FEA- MBA/ USP 208
Fundação Dom Cabral 37
Michigan University / Amcham - MBA 19
PUC -MG/ Instituto de Estudos Avançados 23
UFMG - Centro de Pós-Graduação em Administração (Cepead) 99
Outros* 24
Total 587
*alunos de pós-gradução da Eng. de Produção (POLI-USP), e da FGV (CEAG e MBA) e contatos pessoais do autor.

5.3.2 Técnica de coleta de dados e organização do questionário

Embora reconheçamos que para tratar de temas complexos como o proposto em nosso levantamento, o método da entrevista seja melhor do que o questionário (Selltiz et alii, 1985), por permitir ao entrevistador repetir e reformular as questões para garantir melhor entendimento e também para esclarecer mais precisamente o significado de uma resposta, optamos pela segunda alternativa pelas seguintes razões:

  • É reduzido o número de pesquisas, com amostras elevadas no país, que tratam do tema deste trabalho;
  • Buscávamos encontrar relações entre diversos tipos de variáveis;
  • O uso de entrevistas pessoais em profundidade, com uma amostra elevada, exigiria recursos financeiros e tempo não disponíveis pelo autor.
  • Uma análise mais detalhada para discussão dos conceitos desta pesquisa foi realizada por meio de um trabalho preliminar na empresa WEG S.A., quando alguns insights foram, provavelmente, atingidos.

Para a coleta dos dados utilizamo-nos de questionário auto-preenchível (anexo 13):

  • Na primeira parte do questionário procuramos qualificar o perfil do respondente (3 perguntas) e da empresa (10 perguntas) com questões fechadas do tipo múltipla escolha. Estas questões se basearam, de certa forma, na intuição do autor e nas discussões realizadas no capítulo 2.
  • A segunda parte do questionário conta com 41 questões, que procuram qualificar a "Gestão do Conhecimento" na empresa. Nesta seção, foi utilizada uma escala do tipo Likert de cinco pontos (número ímpar para se ter um ponto neutro), que é recomendada, quando se busca avaliar a intensidade de um sentimento ou percepção (Churchill, 1983). Estas 41 questões foram derivadas, diretamente, da revisão da literatura, conforme conclusões parciais apresentadas ao longo do capítulo 4.

Antes de aplicarmos este questionário para o universo descrito acima, fizemos um pré-teste com 7 gerentes de empresas. Estes tiveram pouca dificuldade em compreender as questões e um pouco mais de dificuldade de saber alguns dados quantitativos que ajudam a qualificar o perfil da empresa. Neste sentido, modificamos a linguagem e redação de algumas questões até torná-las mais claras para os respondentes. Com relação aos dados quantitativos da empresa (ex: percentual das exportações), optamos por deixar tais questões como parte do questionário e, eventualmente, eliminar de nossas análises estatísticas aquelas que não fossem respondidas.

Neste pré-teste, avaliamos também o tempo de resposta. Este foi avaliado da seguinte forma: 1 a 2 minutos para a primeira parte e 8 a 12 minutos para a segunda parte.

Além do compromisso de divulgação dos resultados via Internet, outras estratégias foram utilizadas, buscando um maior nível de cooperação e autenticidade dos respondentes:

  • Não foi requisitada a identificação pessoal do respondente. Pediu-se apenas que este qualificasse sua experiência profissional (cargo, área de atuação, tempo de experiência);
  • Embora a identificação da empresa fosse uma das perguntas do questionário, esclarecemos que isto tinha apenas o propósito de levantar o número de empresas em nossa amostra (em alguns casos vários respondentes pertenciam à mesma empresa);
  • Aqueles que não se sentissem à vontade poderiam deixar em branco o nome da empresa. Dos 587 respondentes, apenas 55 não identificaram o nome de sua empresa.

Os questionários foram respondidos entre os dias 09 de novembro e 18 de dezembro de 1998, sob quatro condições distintas:

  1. Em sala de aula, com o preenchimento ocorrendo na presença do autor (casos da BSP, Cepead-UFMG e FEA);
    • Esta experiência inicial mostrou que os respondentes não tinham dificuldade em responder ao questionário, o que nos deixou mais confiantes com relação à validade das demais estratégias de coleta dos dados.
  2. Segundo conveniência dos respondentes e entregues após alguns dias, com explicação inicial do autor (casos da BSP, Cepead-UFMG, FEA e alguns alunos selecionados da POLI, FGV e contatos pessoais do autor);
  3. Segundo conveniência dos respondentes e entregues após alguns dias, com explicação inicial de professor representante do autor (casos da ESPM/ITA, Fundação Dom Cabral, Michigan, PUC-MG);
  4. Pelo correio, a partir de listas fornecidas pela ANPEI-SP e CENEX-RS. 

5.4 TÉCNICAS ESTATÍSTICAS UTILIZADAS

Para análise dos dados, utilizamos o programa Statistical Package for the Social Sciences (SPSS), versão 8.0 para M.S. Windows. Além disso, assumimos nossa escala ordinal como intervalar, considerando, no caso da segunda parte do questionário, os intervalos entre uma graduação e outra como iguais. Com isto realizamos alguns cálculos como "média" e "desvio padrão". (Green & Tull, 1975).

De acordo, então, com nossas considerações iniciais, realizamos várias análises estatísticas descritivas e multivariadas:

  1. Análise descritiva de freqüência;
  2. Análise de Agrupamentos (Cluster);
  3. Testes de Independência entre as variáveis de controle (perfil do respondente e da empresa) e os clusters formados.

O uso de análises estatísticas multivariadas, podemos argumentar, está diretamente associado ao conceito de análise sistêmica e, portanto, ao tipo de problema que nos propusemos a estudar. Isto ocorre, porque elas levam em consideração o estudo simultâneo das relações entre todas as variáveis estudadas, ou seja, a distribuição conjunta das variáveis:

To be considered truly multivariate, however, all the variables must be random and interrelated in such ways that their different effects cannot meaningfully be interpreted separately (Hair et alii, pág. 5, 1995).

A Análise de Agrupamentos é uma técnica de caráter exploratório que atende a várias necessidades básicas em qualquer área do conhecimento (Hair et alii, 1995; Sicsu, 1996), todas presentes, neste trabalho:

  • Encontrar uma forma consistente de classificar indivíduos;
  • Síntese de Informação: A informação sobre N indivíduos é reduzida de forma conveniente à informação sobre apenas k grupos;
  • Análise exploratória da população segmentada. "Entender" melhor a população em estudo;
  • Elaborar hipóteses a partir dos grupos obtidos;
  • Confirmar hipóteses;
  • Formar uma base para a classificação e previsão do comportamento de novos indivíduos.

Uma análise dos trabalhos de Hair et alii. (1995) e Sicsu (1996) nos permitiu chegar a várias conclusões e tomar algumas decisões metodológicas, a saber:

Embora tenha caráter matemático, não se trata de resultado estatístico puro, uma vez que depende da interação do pesquisador. Assim, recomenda-se que o mesmo analise os resultados obtidos com diferentes números de agrupamentos e adote aquele que lhe pareça mais conveniente em termos de simplicidade de interpretação e da importância dessa interpretação para o estudo em pauta.

Como método para a formação dos clusters utilizamos de medidas da distância de similaridade, que representam a proximidade das observações, considerando-se todas estas ao mesmo tempo. O método dos centróides70, que mede as distâncias71 entre os valores médios de cada cluster, foi o escolhido por ser o que menos é afetado por outliers72. Trata-se de um algorítimo aglomerativo que compara a distância média de todas as observações de um cluster com todas aquelas dos demais clusters.

De outro lado, como nossa amostra é relativamente grande, utilizamos o método não hierárquico para a formação dos clusters. Neste sentido, analisamos soluções com 2, 3, 4 e 5 agrupamentos e decidimos o número final de agrupamentos em função da conveniência em termos de coerência teórica, facilidade de comunicação dos resultados etc.

Uma vez estabelecidos os grupos, partimos para a avaliação do teste de independência destes com relação às variáveis que definem os perfis dos respondentes e das empresas. Para tanto, utilizamos vários testes não paramétricos (Siegel, 1975 & SPSS, 1997) aplicáveis a variáveis ordinais (tau de Kendall, Gama, Spearman) e nominais (Phi, Cramer e Coeficiente de Contingência).

5.5 DISCUSSÃO SOBRE A VALIDADE E CONFIABILIDADE DA PESQUISA

Contribui para aumentar a validade construída e satisfeita do conteúdo do questionário o fato de este ter se baseado em extensa e profunda revisão bibliográfica, ou seja, ter sido desenvolvido dentro de um claro referencial teórico (Ikeda & Gouvêa, 1995). A validade concordante e preditiva do mesmo, entretanto, não foi avaliada, o que pode ser objeto de futuras pesquisas.

Além disso, o número, de certa forma, elevado de respostas, assim com a significativa aleatoriedade na inclusão das empresas na amostra, também estariam contribuindo para a redução dos erros amostrais, sem implicações muito grandes em termos de aumento dos erros não amostrais, conforme nossa discussão sobre os procedimentos adotados na coleta dos dados.

Pode-se, por outro lado, especular que os respondentes pertencem a um grupo de elite das empresas brasileiras, seja porque são alunos de MBA-Executivos, em boa parte financiados pelas empresas, o que já denotaria algum tipo de tendência de investimento no aprimoramento de seus funcionários, seja porque são associadas a entidades que buscam o aprimoramento gerencial de seus funcionários (caso da ANPEI, CENEX e Fundação Dom Cabral).

Isto nos leva a pensar em dois tipos de conseqüências: 1. A qualidade das respostas tende a ser elevada em função do próprio perfil e da capacidade esperada de discernimento dos respondentes; 2. A amostra tende a ser menos representativa do universo das empresas brasileiras, porque privilegia empresas que estão investindo na formação de seus funcionários.

Outro fator, que parece influenciar negativamente a validade do estudo, reside no fato de as questões relativas à "Gestão do Conhecimento" (segunda parte do questionário) serem intrinsecamente subjetivas, o que faz com que diferentes pessoas da mesma empresa, em posições semelhantes, apresentem perfis de respostas distintos, o que, de fato, foi verificado, em alguns casos. Além disso, é provável que algumas questões (9, 11e 12 principalmente) pudessem ter sido respondidas com maior precisão por aqueles que as responderam imediatamente após a distribuição do questionário, em sala de aula.

A confiabilidade do instrumento de pesquisa foi verificada, entretanto, a partir de análises estatísticas parciais, ou seja, à medida que íamos recebendo os questionários, fazíamos as análises estatísticas. A primeira análise ocorreu com apenas 88 questionários, a segunda com 244 questionários, a terceira com 535 e a quarta com 587. Podemos relatar que os resultados mantiveram-se bastante semelhantes em todas as ocasiões. Tal procedimento é recomendado por Selltiz et alii (1985) e Hair et alli (1995). Não podemos mensurar, entretanto, o valor do erro amostral por não se tratar de amostra probabilística (Ikeda & Gouvêa, 1995).


70. The centroids indicate the most typical location of any individual from a particular group, and a comparison of the group centroids show how far apart the groups are along the dimension being tested (Hair et alli, 1975, pág. 182). 

71. A distância Euclidiana, o método que foi adotado, mede a distância entre as coordenadas de diferentes objetos (no caso de apenas duas variáveis, a distância euclidiana se refere à hipotenusa do triângulo formado pela ligação dos pontos e a distância entre as duas coordenadas). 

72. Observações atípicas, cujos valores são muito distantes de todas as outras obsevações.  


Índice

  1. Introdução
    1. Considerações iniciais
    2. Objetivos do trabalho
    3. Estrutura do trabalho
  2. A importância do conhecimento como recurso econômico e seu impacto sobre as organizações
    1. Transformações no ambiente econômico mundial e o avanço tecnológico
      1. Crescente importância do conhecimento como recurso econômico
      2. Impacto da indústria de informática e telecomunicações
    2. Reflexões sobre algumas estatísticas e tendências recentes no Brasil
    3. O Conhecimento e a capacidade de inovação como determinantes da competitividade empresarial
  3. Teorias e conceitos fundamentais sobre Aprendizado Conhecimento e Criatividade
    1. Perspectiva Individual
      1. Modelos do processo de aprendizado individual
      2. Processo criativo individual
      3. Conhecimento tácito e intuição
      4. Resumo sintético
    2. Perspectiva Organizacional
      1. Learning organizations e modelos de aprendizagem: a tradição teórica ocidental
      2. Modelo Japonês: "A Empresa Criadora de Conhecimento"
      3. Avaliação Crítica
  4. Características das empresas com uma gestão pró-ativa do conhecimento
    1. Cultura organizacional para a inovação e o papel da alta administração
      1. Regras e normas formais e informais, atitudes, crenças, espaços de trabalho
      2. Papel da alta administração
    2. Organização e os processos de trabalho
      1. Revisão do modelo hierárquico-burocrático
      2. Estruturas Organizacionais que se sobrepõem à estrutura hierárquica-burocrática
      3. Estruturas Organizacionais que procuram romper com a tradição hierárquica-burocrática
      4. Desafios à superação do modelo hierárquico-burocrático e a questão da participação dos trabalhadores
    3. Mecanismos de suporte à Gestão do Conhecimento
      1. Políticas para a administração de recursos humanos
        1. Recrutamento e Seleção
        2. Treinamento
        3. Carreira e Sistemas de Recompensa
      2. Sistemas de informação
      3. Práticas de mensuração de resultados
    4. Inserção no ambiente: aprendendo com outros
      1. Motivadores, tendências e experiências internacionais
      2. A experiência brasileira
      3. Gestão do aprendizado externo à empresa
  5. Metodologia da pesquisa de campo
    1. Modelo conceitual
    2. Natureza do estudo e método empregado
    3. Desenho da pesquisa de campo
      1. Amostragem
      2. Técnica de coleta de dados e organização do questionário
    4. Técnicas estatísticas utilizadas
    5. Discussão sobre a validade e confiabilidade da pesquisa
  6. Resultados
    1. Perfil da amostra
    2. Resultados descritivos sobre a avaliação da Gestão do Conhecimento
    3. Análise de Agrupamentos e testes de independência
  7. Conclusões
    1. Discussão dos resultados e considerações finais
    2. Reflexões suplementares decorrentes deste trabalho
    3. Sugestões para futuras pesquisas
  8. Anexos
    1. Evolução do faturamento e da composição da lista das 500 maiores empresas privadas do país
    2. Evolução das importações brasileiras entre 1990 e 1997
    3. Participação do capital nacional no faturamento das 500 maiores empresas privadas do país
    4. Análise da importância e composição dos setores da economia brasileira
    5. Evolução do complexo eletrônico e do setor de informática brasileiros
    6. Citações incluídas no número especial da revista Discover (Oct. 1996, págs 70, 84 e 102) sobre criatividade
    7. Questionário para avaliação da gestão tecnológica na pequena empresa (Terra et alii, 1993)
    8. Comparação das Organizações Mecanicistas e Orgânicas (Burns & Stalker, 1961)
    9. Apresentação de casos de organizações por processo
    10. Indicadores do Capital Intelectual utilizados pela empresa Skandia (Edvinsson & Malone, 1997)
    11. Crescente terceirização das atividades de P&D no setor farmacêutico
    12. Depoimentos incluídos no livro Innovation, editado por Kanter & Kao & Wiersema (1997)
    13. Questionário sobre Gestão do Conhecimento
    14. Lista das empresas participantes da amostra
  9. Bibliografia
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