Dando continuidade a um processo que existe desde sua compra pela Coca-Cola em 2006, a marca de sucos Del Valle apresentou sua nova identidade visual, melhor alinhada à identidade global de sucos da Coca-Cola. Até a metade de 2013, todo o portfólio da marca terá sido adaptado. "Com o alinhamento global, a marca ganha mais consistência e será possível reconhecê-la em qualquer país”, explica Sergio García, diretor de Marketing de sucos da Coca-Cola Brasil.
O vermelho característico da marca deu lugar ao preto, presente em produtos de países vizinhos como Andina (Chile), Frugos (Peru) e Cepita (Argentina). É uma estratégia semelhante à adotada pela Unilever nas marcas de sorvete Kibon (Brasil), Wall's (Reino Unido), Helados Holanda (México) e Frigo (Espanha), entre outras, que compartilham o mesmo símbolo gráfico e identidade visual, com um portfólio de produtos muito semelhante entre si.
Saiba mais sobre a notícia aqui .
Guardian News & Media, divisão responsável pelo Guardian.co.uk e Guardiannews.com nos EUA, anunciou um aplicativo que permite aos usuários compartilhar conteúdo diretamente com o jornal.
Essa iniciativa demonstra o quanto o consumo de informações está se transformando e, com isso, o usuário conquista um papel ativo na criação de conteúdo. Com o aplicativo GuardianWitness, o jornal passa a agir como um curador de conteúdo, assegurando que o conteúdo divulgado seja um fato, e, ao mesmo tempo, permite uma maior velocidade na descoberta de furos jornalísticos.
“Nos últimos anos nossos leitores nos ajudaram a rever os documentos de gasto da MP, seguir revoltas no Reino Unido, obter informações em tempo real sobre a Primavera Árabe como eventos no Oriente Médio se desenvolveram e desafiaram esquemas governamentais.”, diz Joanna Geary, Editora de Comunidades e Social. “GuardianWitness reforça nossa crença de que jornalismo é agora uma conversa de duas mãos e abrirá nosso serviço como nunca antes”.
Confira a reportagem completa aqui (em Inglês). A montadora alemã divulgou sua nova campanha global de marca. Destacando as características de seus carros, foram criados efeitos visuais associados a velocidade, energia e elegância. Além disso, a identidade sonora busca ressaltar valores já associados à indústria alemã: engenharia avançada, precisão e tecnologia. Com um tom um tanto quanto futurista, lembrando em muito o visual do filme "Tron: O Legado", a BMW procurou trazer novas percepções e significados para revitalizar sua marca.
"Como parte da evolução de nosso branding acústico, estamos substituindo o 'gongo duplo' utilizado nos últimos 14 anos por um novo sinal sonoro, que traz para a marca um fator de reconhecimento distintivo moderno, estético e dinâmico e que pode ser usado de diferentes maneiras no mundo todo", comentou Joachim H. Blickhäuser, diretor de Identidade Corporativa e de Marca da BMW. O novo sinal sonoro começou a ser usado em Março na França e Reino Unido, com lançamento global previsto para o segundo semestre de 2013.
Confira o vídeo aqui.
Além de usar a comunicação padrão dos eventos, a equipe do Cisco Live! queria oferecer aos participantes a programação atualizada, agendas personalizadas, mapas do local, sem que o tráfego de dados impactasse no credenciamento do evento e no processamento de sistemas.
A Globant forneceu gerenciamento de programas, design, desenvolvimento, produção e serviço de implantação. Com apenas 8 semanas para entregar uma solução pronta, com muito design, desenvolvimento e otimização de aplicação, as atividades ocorreram simultaneamente.
Manter milhares de participantes de evento informados e com suas programações personalizadas, é um tremendo desafio, especialmente em grandes conferências locais que se expandem para outras localidades. Em Junho de 2012, Cisco Live! ™ recebeu 17 mil participantes de todo o mundo em San Diego, Califórnia. Os eventos Cisco Live! oferecem uma combinação impar de educação e treinamento, junto com testes e certificações nas tecnologias e produtos Cisco. O evento também oferece oportunidades para participantes estenderem sua network profissional com novas conexões com colegas afins.
Conheça esse e outros case da Globant aqui.
A cada mês, o Studio Creative and Social da Globant traz o Inspiring Report, uma curadoria com as notícias mais importantes que ocorreram no mês nas redes sociais. Nele você encontra relatórios e dados de plataformas sociais, vídeos que bombaram na web, campanhas de sucesso, cases e outros conteúdos comentados.
Confira alguns dos destaques de Março:
Twitter comemora 7 anos com novas opções de publicidade
Em Março o Twitter comemorou 7 anos de existência.
A plataforma de mensagens de 140 caracteres acumula mais de 500 milhões de usuários registrados, no entanto, somente 140 milhões deles são ativos.
Ainda com esse número menor de usuários ativos, o Twitter tem mais buscas mensais (24 bi) do que o Yahoo (9.4 bi) e o Bing (4.1 bi) juntos.
Neste mês, o Twitter trouxe mais uma novidade para anunciantes: os tweets promocionais terão mais ferramentas de direcionamento, como lista de interesses em comum, plataforma de uso (PC, iOS, Android e outros).
A outra novidade para anunciantes a interface avançada onde podem fazer direcionamentos mais aprofundados e extrair relatórios.
Google Adidas Talking Shoes
O Google fez uma parceria com o artista Zach Lieberman e o coletivo interativo YesYesNo para explorar objetos conectados através da criação de um tênis Adidas inteligente que pode falar e compartilhar a atividade via web.
O sapato funciona de forma semelhante a um dispositivo de rastreamento de fitness, usando um acelerômetro, giroscópio, Bluetooth e outras tecnologias para analisar os movimentos do usuário e oferecem motivação e comentário em tempo real.
Veja o Inspiring Report completo em nosso Slideshare: http://www.slideshare.net/globantbr/inspiring-report-marco
Amigos e clientes da TerraForum,
Já deu pra notar que 2013 está em ritmo acelerado.
Muitos novos projetos, muitas mudanças, muitas novidades: a TerraForum agora é Globant Brasil! E só agora nos demos conta de que ainda não tínhamos parado pra comunicar e comemorar essa grande mudança neste blog.
Isso mesmo: em outubro de 2012 o namoro da TerraForum com a Globant virou casamento. A TerraForum foi adquirida pela Globant, empresa global de soluções inovadoras em tecnologia. De origem argentina, com escritórios e clientes na Argentina, Colômbia, Estados Unidos, Reino Unido e Uruguai, a Globant é uma empresa incrível. Em 10 anos conquistou clientes como Google, Disney, LinkedIn, Cisco, Coca Cola, Zynga, BBVA e muitos outros, e tornou-se uma potência com cerca de 3 mil funcionários.
Estamos orgulhosos de poder fazer parte dessa história. E orgulhosos por saber que a história da TerraForum terá continuidade em grande estilo. Agora somos parte da Globant. Além da grande afinidade entre as duas empresas – inovação, colaboração, descontração, excelência e pragmatismo, valores essenciais das duas empresas desde o início – as oportunidades e sinergias são imensas. Os clientes podem continuar contando com nossa atuação em gestão do conhecimento, inovação, portais e tecnologia. A diferença é que agora nos dividimos por estúdios: Estúdio Knowledge + Innovation (GC + Inovação), Creative & Social (Digital marketing + Redes Sociais), Enterprise Consumerization (Portais e Tecnologia) e ampliamos nossa atuação com os novos estúdios de Consumer Experience, Big Data, Mobile, Gaming, Cloud Computing e Quality Engineering. Todo um novo leque de serviços para fazer acontecer a aprendizagem, a colaboração e a inovação.
Vamos manter a conversa rolando por aqui e aos poucos contar para vocês em mais detalhe o que é cada um dos estúdios.
Deixamos nosso muito obrigado a todos que nos ajudaram a construir essa história.
Como Globant Brasil, continuaremos sendo “brilhantemente pragmáticos” – em escala. “Are you ready?” Conte conosco!
José Cláudio Terra // Beto do Valle // Carlos Franco // Ricardo Schoueri // Equipe TerraForum
A expertise da empresa brasileira em inovação em TI será somada a da Globant, permitindo expandir a presença global
São Paulo, 29 de outubro de 2012 - Globant, empresa líder em desenvolvimento de produtos de software inovadores para empresas com grandes audiências, anunciou hoje que adquiriu a empresa brasileira TerraForum, o que permitirá o fortalecimento de sua posição como líder em inovação, engenharia e design, iniciando sua operação no mercado brasileiro.
Com esta aquisição, a Globant ganha acesso a uma profunda expertise em inovação, alavancando a experiência e portfolio de clientes e equipes da TerraForum, que já atuam em mercados como São Paulo, Rio de Janeiro, Curitiba e Belo Horizonte. A aquisição também abrirá as portas do mercado nacional para novos projetos da Globant. Em conjunto com a TerraForum, a empresa iniciará a oferta de serviços às empresas locais, aproveitando as oportunidades em um dos maiores mercados do mundo.
A TerraForum foi fundada em 2002 pelo engenheiro José Cláudio Terra, um conhecido especialista em inovação, autor de vários livros e artigos sobre o tema. A empresa tem hoje ampla gama de clientes no Brasil, incluindo HSBC, Petrobras, Vale, Unilever e Pernod-Ricard, dentre outras. O portfolio de serviços e de negócios da TerraForum – que inclui consultoria em inovação e gestão do conhecimento, marketing digital e mídias sociais, e desenvolvimento de software, estão alinhados com a especialização da Globant em novas e emergentes tecnologias. Ambas as empresas reúnem competências em engenharia, inovação e design para criar produtos de software para audiências globais. TerraForum tem mais de 65 funcionários atuando em todo o Brasil e em alguns projetos na América Latina a partir dos centros de negócio e desenvolvimento alocados nas cidades onde atua.
“Estamos muito satisfeitos com a aquisição da TerraForum, uma vez que demonstra nosso compromisso com a visão global, e também abre portas para um grande mercado, ainda não explorado por nós. No Brasil, poderemos oferecer nossos serviços com o prestígio da equipe da TerraForum, construindo produtos de software inovadores e que atendem audiências globais. A aquisição trará novas oportunidades para os nossos funcionários, nossa empresa e clientes”, comentou Martin Migoya, CEO e co-fundador da Globant. E adiciona: “Desde que fundamos a Globant, tivemos a visão de criar uma organização que desafia o status-quo, oferecendo uma nova visão sobre a concepção de tecnologia. Com essa aquisição, criaremos mais oportunidades de empregos para profissionais de tecnologia, acelerando nosso objetivo de construir uma empresa multinacional, abrindo e conquistando mercados em todo o mundo”.
“Estamos muito animados em nos juntar ao time da Globant, onde encontraremos muitos desafios e oportunidades em empresas como a Coca-Cola, Electronic Arts, LinkedIn e Google. Estaremos também aptos a fornecer mais e melhores serviços para nossos cllientes, executando todo o potencial de nossos esforços combinados para produzir experiências diferenciadas para grandes audiências”, declarou José Cláudio Terra, fundador da TerraForum e, agora, diretor executivo da Globant TerraForum.
“TerraForum e Globant partilham da mesma cultura de inovação e desafio do status quo. A visão global, criatividade e crescimento da Globant, combinados com a experiência e o talendo de ambas empresas, nos permitirá ampliar a oferta e relacionamento com nossos clientes”, aponta Martin Umaram, co-fundador e Chief Corporate Business Officer. “O Brasil é um mercado altamente atraente para nós e estamos certos de que estamos aptos para enriquecer os serviços atualmente prestados pela TerraForum”.
Sobre a Globant
Globant é líder na América Latina na criação de produtos de software inovadores com apelo para audiências globais. Para nós, isto significa que somos a companhia onde os melhores engenheiros trabalham em equipe com estúdios de art design e laboratórios de inovação para entregar experiência excepcionais para os usuários. Em apenas nove anos, criamos uma empresa que:
• Tem mais de 2.500 profissionais trabalhando para empresas como LinkedIn, JWT, Google e Coca-Cola, entre muitas companhias.
• Foi selecionada como Endeavor Entrepreneur (2005)
• Foi nomeada como Top 10 entre vendors de engenharia pela Global Services (2011).
• Foi incluída em 2010 no Cool Vendor in Business Process Services Report by Gartner.
• Tornou-se case study na Harvard, MIT, Stanford e outras.
Para mais informações, acesse www.globant.com
Ao realizar diversas pesquisas, a Ballantine’s Brasil encontrou nas histórias em quadrinhos uma maneira divertida de comunicar sua política de consumo responsável. A TerraForum, que administra o conteúdo da marca no Facebook desde 2011, construiu a ação junto com a equipe da Pernod Ricard Brasil.
Desde o começo de julho, a marca vem inserindo tirinhas humorísticas em sua fanpage no Facebook. O conteúdo, produzido pela redatora Josane Beckman e pelo ilustrador Ariel Fajtlowicz, é sempre postado às quartas-feiras à tarde. "Esse é o momento que marca o início das preparações para os happy hours e drinks de fim de semana", explica Daniela Senador, consultora da TerraForum e gerente da conta Ballantine's Brasil no Facebook.
O formato tem repercutido bastante nas redes sociais, principalmente entre o público jovem, que faz comentários e compartilha os quadrinhos com seus amigos. Portais de notícia, como Exame e IG, também destacaram a ação.
Além das tirinhas, a Ballantine’s Brasil ainda publica, todas às sextas-feiras, posts sobre happy hours, baladas e festas com amigos acompanhados pela hashtag #bebacomresponsa, incentivando os usuários a consumirem bebida alcóolica com moderação.
Sobre Ballantine’s
Ballantine's é líder mundial no segmento de whiskies superpremium - o que o torna um colecionador de medalhas nas principais competições -, e ocupa posição de destaque no extenso portfólio mundial do Grupo Pernod Ricard. Duas garrafas de Ballantine’s são vendidas a cada segundo no mundo e mais de 60 milhões de litros da bebida são comercializados por ano. Os principais mercados de Ballantine´s, além do Brasil, são Espanha, França e Alemanha.As marcas que compõem a família Ballantine’s são: Ballantine’s Finest, Ballantine’s 12 anos, Ballantine’s 17 anos, Ballantine’s 21 anos e Ballantine’s 30 anos. Os produtos destacam-se pela harmonização elegante, que ganha riqueza de caráter única por meio do equilíbrio perfeito entre maltes selecionado whiskies de grãos oriundos dos quatro cantos da Escócia.
Empresas de grande porte, pautadas pelo sigilo de informação, tradicionais e que valorizam hierarquias, podem se tornar vulneráveis a crises ao marcarem presença nas redes sociais? Não raro, a resistência interna e o receio com a exposição de imagem levam gestores a recuarem e postergarem a decisão de estabelecer um relacionamento direto com seus públicos, sobretudo os clientes. Decisão acertada? É preciso levar em conta que, uma vez elaborado um diagnóstico de imagem na web e um planejamento estratégico consistente, mesmo as empresas com esse perfil tradicional ou que tendem a ele poderão encontrar oportunidades para potencializar o seu negócio por meio das redes sociais. E não se trata de uma hipótese: instituições financeiras, por exemplo, estão construindo cases nesse sentido, como o Bradesco. No evento Varejo 2.0, realizado no último dia 22 pela TerraForum e pela Microsoft, Marcelo Salgado, gerente de Redes Sociais do Bradesco, abordou a presença da instituição nesses canais. O @AloBradesco é a primeira conta de um banco brasileiro nas redes voltada para atendimento ao cliente.
Marcelo surpreendeu ao afirmar que o início da atuação do banco no Facebook e no Twitter, em 2009, foi intuitiva e baseada apenas na valorização do diálogo com o usuário, tendo em vista a própria concepção que ele faz da presença e da interação desses usuários nas redes, fundamentada em princípios da filosofia e sociologia. Hoje, esse relacionamento continua baseado no respeito da organização pelos seus consumidores e na eficiência na resolução de problemas, que preserva as diretrizes do banco, principalmente o sigilo da informação. Como se sabe, há alguns meses, o Bradesco inaugurou uma nova forma de se relacionar com clientes em redes sociais, um novo modelo de SAC 2.0: respondeu com um poema lúdico à solicitação de um cliente no Facebook. O fato viralizou na web e atingiu números muito significativos para o banco: mais de 5 mil pessoas curtiram o post, que recebeu 480 comentários elogiosos e mais de 1,3 mil citações espontâneas no Twitter. Com o buzz gerado em torno da atitude do banco, a página ganhou 11 mil novos fãs. Em outras palavras: nada limitado por processos hierárquicos, nenhum conflito com a cultura da empresa, nenhuma crise deflagrada. E, não por acaso, recentemente a Samsung usou o mesmo artifício: respondeu com um desenho de um canguru uma solicitação feita por um consumidor. O case do Bradesco, entre tantos outros, revela que é possível fortalecer o relacionamento direto com os consumidores nas redes sociais de modo transparente, ampliando o grau de influência e credibilidade da organização, sem que para isso seja necessário modificar a cultura da empresa. Não existe, porém, uma receita pronta para tornar-se bem sucedido no contato com o cliente, uma vez que cada empresa têm características, objetivos de negócio e públicos distintos gravitando em torno da sua marca. Nesse contexto, o planejamento é essencial para identificar oportunidades. E o desafio está lançado!
Daniela Pinto Senador
@danisenador
Na maioria das organizações, sejam elas privadas ou governamentais, é bastante comum que o desenvolvimento das competências dos trabalhadores se realize por meio de ações formais de educação. Esta é a abordagem mais tradicional e também mais conhecida. Mas será que esta é a única forma de alavancar o desempenho dos trabalhadores? Ou, por outro lado, será esta forma a mais eficaz realmente?
Buscando apresentar uma alternativa a esta questão, Etienne Wenger-Trayner e Beverly Wenger-Trayner, dois dos mais destacados estudiosos do mundo no campo das comunidades de prática e social learning, dirigiram um workshop na última terça-feira (25/05/2012). Clique aqui para ver o programa.
Logo no início da apresentação, fomos lembrados de que, desde os primórdios, o ser humano se organizou em “comunidades”. E que nestes grupos comunitários as pessoas se identificam como pares, membros de um mesmo grupo cultural que partilham de crenças e normas de conduta. Algo bem diferente de estruturas formais e hierarquizadas, presentes nas organizações em que atuamos.
Nestas comunidades, o conhecimento não se localiza numa fonte única, mas emerge das relações entre os membros, que contribuem de forma mais espontânea. Logo, a aprendizagem não se baseia na “transmissão” de conhecimento da “fonte oficial” para todos os membros da comunidade, porém muito mais da interação entre eles, tendo em vista que o conhecimento está distribuído entre todos e inclusive se renova por meio desta interação.
Transferindo esta reflexão para o ambiente organizacional, entende-se que os grupos comunitários devem envolver os praticantes, as pessoas que exercem o seu trabalho cotidianamente. É entre eles que o conhecimento está distribuído, mais do que nas fontes institucionais de conhecimento.
A atuação com base nestas premissas requer que a organização implemente ferramentas e práticas de aprendizagem de forma a organizar e potencializar os fluxos de interação informais já existentes entre os colaboradores, possibilitando a consolidação e a estruturação de contribuições e de conhecimentos que emergem espontaneamente destas interações, de modo bastante informal.
Isso só será possível por meio de atividades de aprendizagem diferenciadas, que procurem valorizar o conhecimento já existente nos grupos comunitários, desde aquelas mais informais e baseadas na interação entre os membros, como: estudos de caso, exploração de ideias, discussões entre pares, demonstrações, debates, leituras colaborativas. Ou até mesmo aquelas mais formais e baseadas no aprendizado com um ator de destaque, como: workshops, palestras, dinâmicas de “siga o líder”, storytelling, visitas em campo e benchmarks, dentre outras.
Para que o compartilhamento e a disseminação dos conhecimentos que emergem da interação entre as pessoas nestas atividades diferenciadas ocorram de forma eficaz, é necessário que sejam estabelecidas as responsabilidades entre os atores, desde os moderadores até as pessoas que deverão buscar o patrocínio da organização, assim como aqueles que serão responsáveis por registrar e distribuir os conhecimentos emergentes.
Mas é importante destacar que a adequada implementação destas atividades requer a observação de orientações específicas, como:
· É necessário que sejam envolvidos representantes de todos os grupos de stakeholders relacionados aos conhecimentos e que orientem às ações de aprendizagem;
· Não se trata de desestruturar a hierarquia formal da organização. Antes, é necessário conquistar o apoio dos diferentes níveis hierárquicos, o que deverá reforçar a adoção das iniciativas;
· Ao se dar início a uma atividade colaborativa é bom que seja estabelecido um problema e/ou desafio que seja parte da realidade imediata dos participantes do grupo comunitário, o que favorecerá o aporte dos conhecimentos;
· Ao se desenvolver uma iniciativa de social learning, deve-se estar atento à cultura organizacional, com a qual a iniciativa deve estar alinhada a fim de obter legitimidade dos colaboradores.
Os desafios na implementação destas iniciativas são complexos, mas os resultados têm sido bastante compensatórios. Prova disso é a crescente adesão ao uso de soluções de social learning por organizações da mais alta relevância nos seus setores, como IBM, P&G, Caterpillar, Microsoft, Shell, Delloite, Unicef, Gerdau e ONU, assim como por órgãos governamentais em todos os continentes.
A organização em que você atua já está inserida neste contexto de social learning? Que tal começar já?
Cássio Ribeiro
Mariana Tavernari
Mônica Rottmann de Biazzi |
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