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Enterprise 2.0: Direto de Boston Parte 2

23
jun
2011

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O segundo dia do evento sobre redes sociais corporativas continuou a gerar boas discussões sobre os bons e velhos temas de sempre.Destaco abaixo alguns highlights:
 
O que pode dar errado na adoção de uma estratégia de colaboração corporativa? Esta foi a pergunta que abriu a palestra de Andrew McAfee. Entre vários pontos ele destacou a liderança de "chefes fora de moda", em grandes linhas aqueles que ainda só conhecem baias, desktops e organogramas hierárquicos. O risco maior é o fato de tais chefes gostarem de tecnologia e liderarem projetos que construam ambientes digitais (intranets, portais, etc) que emulem esta estrutura de baias, organogramas e desktops. Excelente ponto!
 
E finalmente o tema gestão do conhecimento entrou em pauta. A boa sacada foi observar que social media está mais próxima de knowledge sharing (compartilhar conhecimento) do que knowledge management (gerenciar conhecimento). A diferença é sutil, mas é um ótimo início de conversa para arejar teorias e conceitos de GC.
 
Mais um ponto interessante, sobre implementação de uma cultura de colaboração e iniciativas de social media dentro de organizações: é fácil fazer a informação descer (dos executivos para o restante da empresa), difícil é fazer o conhecimento subir (e chegar aos líderes).
 

Algumas perguntas muito interessantes foram levantadas sobre métricas e social media dentro das organizações para ajudar a entender o que precisa ser feito:
1 - Porque medir?
2 - Quem irá analisar as métricas?
3 - Que tipos de métricas?
4 - Como coletar as métricas?
5 - Quando você vai precisar?

Twitter: @cesfranco

 

Enterprise 2.0: Direto de Boston Parte 1

21
jun
2011

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Boston em festa desde sábado passado. Não, não é por minha presença aqui. E nem pela Enterprise 2.0, conferência sobre social media no mundo corporativo que me trouxe até aqui. Por mais interessante (e importante) que seja discutir as oportunidades de uso de ferramentas e iniciativas de colaboração e mídias sociais dentro das empresas, os moradores de Boston estão comemorando mesmo o título de campeão de hóquei da NHL do Boston Bruins. Pelo o que entendi, é meio zebra, como se o Juventus de SP tivesse ganho o brasileirão. Ou algo do gênero.
 
Comemorações à parte, neste primeiro dia de palestras do evento uma nuvem de tags dos termos mais importantes teria mais ou menos estas palavras: comunicação unificada, métricas, governança, colaboração, mobilidade, compliance, efetividade. Ou seja, tudo aquilo que sempre queremos saber quando preparamos projetos de redes sociais corporativas. E nem sempre temos respostas.
Destaco algumas frases e ideias mais ou menos aleatórias pescadas aqui e ali no decorrer do dia:
 
  • Muito do que estão chamando de Enterprise 2.0 são, no fundo, ações de gestão do conhecimento com foco na estratégia de negócios e não em conceitos acadêmicos ou ferramentas.
  • O primeiro vetor que acaba levando uma empresa a tentar algum projeto de colaboração ou social media é apagar algum incêndio em algum processo ou departamento. Isso é uma ótima oportunidade, mas pode ser um grande tiro no pé.
  • É preciso parar de tentar fazer com o que o SharePoint se pareça com um site na intranet. O Facebook por acaso se parece com um website? E ele não funciona?
  • "Don't just retweet the revolution!". Em outras palavras: pare de ficar fazendo o papel de propagandista de aplicações e benchmarks "cool" sobre o tema e comece a fazer projetos simples e efetivos.
Amanhã mais um pouco de ideias e insights diretamente de Boston. E vocês podem seguir mais pílulas via @cesfranco ou seguindo a hashtag oficial do evento #e2conf

Diretamente de San Diego: Mobilidade é o Negócio

16
jun
2011

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Diretamente de San Diego (a cidade que se orgulha de ter o melhor clima dos EUA – praticamente a Atibaia americana), participo esta semana da Internet Retailer Conference 2011, a maior do mundo em comércio eletrônico. Entre diversas informações interessantes (não somente para o varejo, devo ressaltar), o que mais se falou aqui foi: mobile, mobile, mobile! Desde o porquê, como, qual caminho seguir e qual plataforma adotar.

 

Antes de ir para a implementação em si, é visível as pessoas se perguntando se devem entrar nessa onda. Pesquisas apresentadas falam que aqui no EUA a questão mais importante é o que chamam de conveniência na compra.

 

Mesmo que os dispositivos não levem os clientes a comprar, mais da metade deles já estão nas lojas (físicas mesmo) acessando críticas dos produtos, comparando preços com outras lojas (reais ou virtuais), entendendo qual o melhor caminho para chegar na concorrência e procurando descontos. Isso quer dizer: ofereça o máximo possível informações para seus smartphones e tablets que o leve a decidir a ficar lá e efetivar a compra no seu estabelecimento.

 

Agora, uma recomendação que todos fazem (de uma maneira ou de outra) para qualquer empresa que pensa em entrar nesse área é: primeiro entenda o seu cliente e o relacionamento com a sua oferta e com o seu negócio. Isso vai determinar o que você pretende oferecer nessa nova plataforma e como você vai viabilizar esses desejos.

 

Logo eu volto com mais!

 

Post de Carolina Almeida, consultora TerraForum, direto de San Diego

 

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