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    <title>Blog da TerraForum</title>
    <link>http://www.terraforum.com.br/blog/Lists/Postagens/AllPosts.aspx</link>
    <description>Alimentação RSS para a lista Postagens.</description>
    <lastBuildDate>Thu, 20 Jun 2013 07:13:01 GMT</lastBuildDate>
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      <title>Blog: Postagens</title>
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      <link>http://www.terraforum.com.br/blog/Lists/Postagens/AllPosts.aspx</link>
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    <item>
      <title>Del Valle muda identidade visual para seguir alinhamento global da Coca-Cola</title>
      <link>http://www.terraforum.com.br/blog/Lists/Postagens/ViewPost.aspx?ID=423</link>
      <description><![CDATA[<div><b>Corpo:</b> <div class=ExternalClass593456F47A3C490A9133E15F245C6A3F><p>Dando continuidade a um processo que existe desde sua compra pela Coca-Cola em 2006, a marca de sucos Del Valle apresentou sua nova identidade visual, melhor alinhada à identidade global de sucos da Coca-Cola. Até a metade de 2013, todo o portfólio da marca terá sido adaptado. &quot;Com o alinhamento global, a marca ganha mais consistência e será possível reconhecê-la em qualquer país”, explica Sergio García, diretor de Marketing de sucos da Coca-Cola Brasil. </p>

<p>O vermelho característico da marca deu lugar ao preto, presente em produtos de países vizinhos como Andina (Chile), Frugos (Peru) e Cepita (Argentina). É uma estratégia semelhante à adotada pela Unilever nas marcas de sorvete Kibon (Brasil), Wall's (Reino Unido), Helados Holanda (México) e Frigo (Espanha), entre outras, que compartilham o mesmo símbolo gráfico e identidade visual, com um portfólio de produtos muito semelhante entre si. </p>


<p> Saiba mais sobre a notícia <a href="http://www.administradores.com.br/noticias/marketing/del-valle-muda-identidade-visual-para-seguir-alinhamento-global-da-coca-cola/74970/"> aqui </a>. </p>
</div></div>
<div><b>Publicada:</b> 19/4/2013 11:57</div>
<div><b># Comentários:</b> 0</div>
]]></description>
      <author>TerraForum</author>
      <pubDate>Fri, 19 Apr 2013 14:57:58 GMT</pubDate>
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    </item>
    <item>
      <title>Novo aplicativo do The Guardian, GuardianWitness viabiliza reportagem em massa.</title>
      <link>http://www.terraforum.com.br/blog/Lists/Postagens/ViewPost.aspx?ID=420</link>
      <description><![CDATA[<div><b>Corpo:</b> <div class=ExternalClassFB126EA5032046508B99EA4BF826A837><p>Guardian News &amp; Media, divisão responsável pelo Guardian.co.uk e Guardiannews.com nos EUA, anunciou um aplicativo que permite aos usuários compartilhar conteúdo diretamente com o jornal. </p>
<p>Essa iniciativa demonstra o quanto o consumo de informações está se transformando e, com isso, o usuário conquista um papel ativo na criação de conteúdo. Com o aplicativo GuardianWitness, o jornal passa a agir como um curador de conteúdo, assegurando que o conteúdo divulgado seja um fato, e, ao mesmo tempo, permite uma maior velocidade na descoberta de furos jornalísticos. </p>
<p>“Nos últimos anos nossos leitores nos ajudaram a rever os documentos de gasto da MP, seguir revoltas no Reino Unido, obter informações em tempo real sobre a Primavera Árabe como eventos no Oriente Médio se desenvolveram e desafiaram esquemas governamentais.”, diz Joanna Geary, Editora de Comunidades e Social. “GuardianWitness reforça nossa crença de que jornalismo é agora uma conversa de duas mãos e abrirá nosso serviço como nunca antes”.</p>
<p>Confira a reportagem completa <a href="http://thenextweb.com/media/2013/04/16/the-guardians-new-guardianwitness-platform-opens-up-reporting-to-the-masses"> aqui </a> (em Inglês).</p></div>
<div><b>Publicada:</b> 17/4/2013 14:30</div>
<div><b># Comentários:</b> 0</div>
]]></description>
      <author>TerraForum</author>
      <pubDate>Wed, 17 Apr 2013 17:32:54 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="true">http://www.terraforum.com.br/blog/Lists/Postagens/ViewPost.aspx?ID=420</guid>
    </item>
    <item>
      <title>Nova campanha da BMW traz efeitos visuais e branding acústico</title>
      <link>http://www.terraforum.com.br/blog/Lists/Postagens/ViewPost.aspx?ID=417</link>
      <description><![CDATA[<div><b>Corpo:</b> <div class=ExternalClass894CCA7E887746D386D8A6DB014ACDA0><p>A montadora alemã divulgou sua nova campanha global de marca. Destacando as características de seus carros, foram criados efeitos visuais associados a velocidade, energia e elegância. Além disso, a identidade sonora busca ressaltar valores já associados à indústria alemã: engenharia avançada, precisão e tecnologia. Com um tom um tanto quanto futurista, lembrando em muito o visual do filme &quot;Tron: O Legado&quot;, a BMW procurou trazer novas percepções e significados para revitalizar sua marca.</p>

<p>&quot;Como parte da evolução de nosso branding acústico, estamos substituindo o 'gongo duplo' utilizado nos últimos 14 anos por um novo sinal sonoro, que traz para a marca um fator de reconhecimento distintivo moderno, estético e dinâmico e que pode ser usado de diferentes maneiras no mundo todo&quot;, comentou Joachim H. Blickhäuser, diretor de Identidade Corporativa e de Marca da BMW. O novo sinal sonoro começou a ser usado em Março na França e Reino Unido, com lançamento global previsto para o segundo semestre de 2013. </p>

<p>Confira o vídeo<a href="http://www.youtube.com/watch?v=OXAWNq4Bow4"> aqui</a>. </p>
</div></div>
<div><b>Publicada:</b> 17/4/2013 10:26</div>
<div><b># Comentários:</b> 0</div>
]]></description>
      <author>TerraForum</author>
      <pubDate>Wed, 17 Apr 2013 13:27:02 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="true">http://www.terraforum.com.br/blog/Lists/Postagens/ViewPost.aspx?ID=417</guid>
    </item>
    <item>
      <title>Case: Cisco Interactive Services Solution aprimora experiência de participantes da Cisco Live! 2012</title>
      <link>http://www.terraforum.com.br/blog/Lists/Postagens/ViewPost.aspx?ID=415</link>
      <description><![CDATA[<div><b>Corpo:</b> <div class=ExternalClassC102DA1B18094EDAA5C37AFDF78ECDF9><p>Além de usar a comunicação padrão dos eventos, a equipe do Cisco Live! queria oferecer aos participantes a programação atualizada, agendas personalizadas, mapas do local, sem que o tráfego de dados impactasse no credenciamento do evento e no processamento de sistemas. </p>
<p>A Globant forneceu gerenciamento de programas, design, desenvolvimento, produção e serviço de implantação. Com apenas 8 semanas para entregar uma solução pronta, com muito design, desenvolvimento e otimização de aplicação, as atividades ocorreram simultaneamente. </p>
<p>Manter milhares de participantes de evento informados e com suas programações personalizadas, é um tremendo desafio, especialmente em grandes conferências locais que se expandem para outras localidades. Em Junho de 2012, Cisco Live! ™ recebeu 17 mil participantes de todo o mundo em San Diego, Califórnia. Os eventos Cisco Live! oferecem uma combinação impar de educação e treinamento, junto com testes e certificações nas tecnologias e produtos Cisco. O evento também oferece oportunidades para participantes estenderem sua network profissional com novas conexões com colegas afins. </p>

<p>Conheça esse e outros case da Globant <a href="http://www.globant.com/corp/press-media/press-media-insights"><br>aqui</b></a>. </p>
</div></div>
<div><b>Publicada:</b> 16/4/2013 14:31</div>
<div><b># Comentários:</b> 0</div>
]]></description>
      <author>TerraForum</author>
      <pubDate>Tue, 16 Apr 2013 17:31:41 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="true">http://www.terraforum.com.br/blog/Lists/Postagens/ViewPost.aspx?ID=415</guid>
    </item>
    <item>
      <title>Globant Inspiring Report - Março 2013</title>
      <link>http://www.terraforum.com.br/blog/Lists/Postagens/ViewPost.aspx?ID=414</link>
      <description><![CDATA[<div><b>Corpo:</b> <div class=ExternalClassA585EE2BC10C415F9D5D931B5F2CA0C5><p>A cada mês, o Studio Creative and Social da Globant traz o Inspiring Report, uma curadoria com as notícias mais importantes que ocorreram no mês nas redes sociais. Nele você encontra relatórios e dados de plataformas sociais,  vídeos que bombaram na web, campanhas de sucesso, cases e outros conteúdos comentados. </p>
<br>
Confira alguns dos destaques de Março:
<br>
<p><b>Twitter comemora 7 anos com novas opções de publicidade</b> </p>
<p>Em Março o Twitter comemorou 7 anos de existência.<br>
A plataforma de mensagens de 140 caracteres acumula mais de 500 milhões de usuários registrados, no entanto, <b>somente 140 milhões deles são ativos.</b><br>
Ainda com esse número menor de usuários ativos, o Twitter tem mais buscas mensais (24 bi) do que o Yahoo (9.4 bi) e o Bing (4.1 bi) juntos. <br>
Neste mês, o Twitter trouxe mais uma novidade para anunciantes: os tweets promocionais terão mais ferramentas de direcionamento, como lista de interesses em comum, plataforma de uso (PC, iOS, Android e outros). <br>
A outra novidade para anunciantes a interface avançada onde podem fazer direcionamentos mais aprofundados e extrair relatórios. <br> </p>

<p><b>Google Adidas Talking Shoes</b></p>
<p>O Google fez uma parceria com o artista Zach Lieberman e o coletivo interativo YesYesNo para explorar objetos conectados através da criação de um <b>tênis Adidas </b> inteligente que pode falar e compartilhar a atividade via web.  <br>
O sapato funciona de forma semelhante a um dispositivo de rastreamento de fitness, usando um acelerômetro, giroscópio, Bluetooth e outras tecnologias para analisar os movimentos do usuário e oferecem motivação e comentário em tempo real. <br> </p>

Veja o Inspiring Report completo em nosso Slideshare: <a href="http://www.slideshare.net/globantbr/inspiring-report-marco"> http://www.slideshare.net/globantbr/inspiring-report-marco </a>
</div></div>
<div><b>Publicada:</b> 15/4/2013 11:32</div>
<div><b># Comentários:</b> 0</div>
]]></description>
      <author>TerraForum</author>
      <pubDate>Mon, 15 Apr 2013 14:33:22 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="true">http://www.terraforum.com.br/blog/Lists/Postagens/ViewPost.aspx?ID=414</guid>
    </item>
    <item>
      <title>Terra Forum agora é Globant Brasil</title>
      <link>http://www.terraforum.com.br/blog/Lists/Postagens/ViewPost.aspx?ID=412</link>
      <description><![CDATA[<div><b>Corpo:</b> <div class=ExternalClassA6BCD711E6494F268B3DF21F307AE7BE>Amigos e clientes da TerraForum, <br>

<p>Já deu pra notar que 2013 está em ritmo acelerado. 
Muitos novos projetos, muitas mudanças, muitas novidades: a TerraForum agora é Globant Brasil! E só agora nos demos conta de que ainda não tínhamos parado pra comunicar e comemorar essa grande mudança neste blog. </p>
 
<p>Isso mesmo: em outubro de 2012 o namoro da TerraForum com a Globant virou casamento. A TerraForum foi adquirida pela Globant, empresa global de soluções inovadoras  em tecnologia. De origem argentina, com escritórios e clientes na Argentina, Colômbia, Estados Unidos, Reino Unido e Uruguai, a Globant é uma empresa incrível. Em 10 anos conquistou clientes como Google, Disney, LinkedIn, Cisco, Coca Cola, Zynga, BBVA e muitos outros, e tornou-se uma potência  com cerca de 3 mil funcionários. </p>
 
<p>Estamos orgulhosos de poder fazer parte dessa história. E orgulhosos por saber que  a história da TerraForum terá continuidade em grande estilo. Agora somos parte da Globant. Além da grande afinidade entre as duas empresas – inovação, colaboração, descontração, excelência e pragmatismo, valores essenciais das duas empresas desde o início – as oportunidades e sinergias são imensas. Os clientes podem continuar contando com nossa atuação em gestão do conhecimento, inovação, portais e tecnologia. A diferença é que agora nos dividimos por estúdios: Estúdio Knowledge + Innovation (GC + Inovação), Creative &amp; Social (Digital marketing + Redes Sociais), Enterprise Consumerization (Portais e Tecnologia) e ampliamos nossa atuação com os novos estúdios de Consumer Experience, Big Data, Mobile, Gaming, Cloud Computing e Quality Engineering. Todo um novo leque de serviços para fazer acontecer a aprendizagem, a colaboração e a inovação. </p>
 
<p>Vamos manter a conversa rolando por aqui e aos poucos contar para vocês em mais detalhe o que é cada um dos estúdios. <br>
Deixamos nosso muito obrigado a todos que nos ajudaram a construir essa história. </p>
 
<p>Como Globant Brasil, continuaremos sendo “brilhantemente pragmáticos” – em escala. “Are you ready?” Conte conosco! </p>
 
José Cláudio Terra // Beto do Valle // Carlos Franco // Ricardo Schoueri // Equipe TerraForum
</div></div>
<div><b>Publicada:</b> 11/4/2013 16:06</div>
<div><b># Comentários:</b> 0</div>
]]></description>
      <author>TerraForum</author>
      <pubDate>Thu, 11 Apr 2013 19:09:55 GMT</pubDate>
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    </item>
    <item>
      <title>Globant compra a TerraForum no Brasil e expande  atuação em inovação em novos mercados </title>
      <link>http://www.terraforum.com.br/blog/Lists/Postagens/ViewPost.aspx?ID=411</link>
      <description><![CDATA[<div><b>Corpo:</b> <div class=ExternalClass2C4F603083774C609D4E93414E652021><i>A expertise da empresa brasileira em inovação em TI será somada a da Globant, permitindo expandir a presença global</i>

<p><b> São Paulo, 29 de outubro de 2012 </b> - Globant, empresa líder em desenvolvimento de produtos de software inovadores para empresas com grandes audiências, anunciou hoje que adquiriu a empresa brasileira TerraForum, o que permitirá o fortalecimento de sua posição como líder em inovação, engenharia e design, iniciando sua operação no mercado brasileiro. </p>

<p>Com esta aquisição, a Globant ganha acesso a uma profunda expertise em inovação, alavancando a experiência e portfolio de clientes  e equipes da TerraForum, que já atuam em mercados como São Paulo, Rio de Janeiro, Curitiba e Belo Horizonte. A aquisição também abrirá as portas do mercado nacional para novos projetos da Globant. Em conjunto com a TerraForum, a empresa iniciará a oferta de serviços às empresas locais, aproveitando as oportunidades em um dos maiores mercados do mundo. </p>

<p> A TerraForum foi fundada em 2002 pelo engenheiro José Cláudio Terra, um conhecido especialista em inovação, autor de vários livros e artigos sobre o tema. A empresa tem hoje ampla gama de clientes no Brasil, incluindo HSBC, Petrobras, Vale, Unilever e Pernod-Ricard, dentre outras. O portfolio de serviços e de negócios da TerraForum – que inclui consultoria em inovação e gestão do conhecimento, marketing digital e mídias sociais, e desenvolvimento de software, estão alinhados com a especialização da Globant em novas e emergentes tecnologias. Ambas as empresas reúnem competências em engenharia, inovação e design para criar produtos de software para audiências globais. TerraForum tem mais de 65 funcionários atuando em todo o Brasil e em alguns projetos na América Latina a partir dos centros de negócio e desenvolvimento alocados nas cidades onde atua. </p>

<p>“Estamos muito satisfeitos com a aquisição da TerraForum, uma vez que demonstra nosso compromisso com a visão global, e também abre portas para um grande mercado, ainda não explorado por nós. No Brasil, poderemos oferecer nossos serviços com o prestígio da equipe da TerraForum, construindo produtos de software inovadores e que atendem audiências globais. A aquisição trará novas oportunidades para os nossos funcionários, nossa empresa e clientes”, comentou Martin Migoya, CEO e co-fundador da Globant. E adiciona: “Desde que fundamos a Globant, tivemos a visão de criar uma organização que desafia o status-quo, oferecendo uma nova visão sobre a concepção de tecnologia. Com essa aquisição, criaremos mais oportunidades de empregos para profissionais de tecnologia, acelerando nosso objetivo de construir uma empresa multinacional, abrindo e conquistando mercados em todo o mundo”. </p>

<p>“Estamos muito animados em nos juntar ao time da Globant, onde encontraremos muitos desafios e oportunidades em empresas como a Coca-Cola, Electronic Arts, LinkedIn e Google. Estaremos também aptos a fornecer mais e melhores serviços para nossos cllientes, executando todo o potencial de nossos esforços combinados para produzir experiências diferenciadas para grandes audiências”, declarou José Cláudio Terra, fundador da TerraForum e, agora, diretor executivo da Globant TerraForum. </p>


<p>“TerraForum e Globant partilham da mesma cultura de inovação e desafio do status quo. A visão global, criatividade e crescimento da Globant, combinados com a experiência e o talendo de ambas empresas, nos permitirá ampliar a oferta e relacionamento com nossos clientes”, aponta Martin Umaram, co-fundador e Chief Corporate Business Officer. “O Brasil é um mercado altamente atraente para nós e estamos certos de que estamos aptos para enriquecer os serviços atualmente prestados pela TerraForum”.</p>

<br>
<br>
<p>
<b>Sobre a Globant</b> </p>

<p>Globant é líder na América Latina na criação de produtos de software inovadores com apelo para audiências globais. Para nós, isto significa que somos a companhia onde os melhores engenheiros trabalham em equipe com estúdios de art design e laboratórios de inovação para entregar experiência excepcionais para os usuários. Em apenas nove anos, criamos uma empresa que: </p>

•	Tem mais de 2.500 profissionais trabalhando para empresas como LinkedIn, JWT, Google e Coca-Cola, entre muitas companhias.<br>
•	Foi selecionada como Endeavor Entrepreneur (2005) <br>
•	Foi nomeada como Top 10 entre vendors de engenharia pela Global Services (2011). <br>
•	Foi incluída em 2010 no Cool Vendor in Business Process Services Report by Gartner. <br>
•	Tornou-se case study na Harvard, MIT, Stanford e outras.
<br>
<p>Para mais informações, acesse <a>www.globant.com </a>
</p></div></div>
<div><b>Publicada:</b> 4/4/2013 14:59</div>
<div><b># Comentários:</b> 0</div>
]]></description>
      <author>TerraForum</author>
      <pubDate>Thu, 04 Apr 2013 18:04:20 GMT</pubDate>
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    </item>
    <item>
      <title>Whisky Ballantine’s lança ação de consumo responsável usando história em quadrinhos</title>
      <link>http://www.terraforum.com.br/blog/Lists/Postagens/ViewPost.aspx?ID=410</link>
      <description><![CDATA[<div><b>Corpo:</b> <div class=ExternalClassE3396D998CE24BD4BDB0FD6C76D88539>Ao realizar diversas pesquisas, a <a href="https://www.facebook.com/ballantinesbr">Ballantine’s Brasil </a>encontrou nas histórias em quadrinhos uma maneira divertida de comunicar sua <a href="https://www.facebook.com/ballantinesbr/app_342598409158698">política de consumo responsável</a>. A TerraForum, que administra o conteúdo da marca no Facebook desde 2011, construiu a ação junto com a equipe da Pernod Ricard Brasil. </div>
<div class=ExternalClassE3396D998CE24BD4BDB0FD6C76D88539> </div>
<div class=ExternalClassE3396D998CE24BD4BDB0FD6C76D88539>Desde o começo de julho, a marca vem inserindo tirinhas humorísticas em sua <a href="http://www.facebook.com/ballantinesbr">fanpage no Facebook</a>. O conteúdo, produzido pela redatora Josane Beckman e pelo ilustrador <a href="http://arifaj.com/">Ariel Fajtlowicz</a>, é sempre postado às quartas-feiras à tarde. &quot;Esse é o momento que marca o início das preparações para os happy hours e drinks de fim de semana&quot;, explica Daniela Senador, consultora da TerraForum e gerente da conta Ballantine's Brasil no Facebook. </div>
<div class=ExternalClassE3396D998CE24BD4BDB0FD6C76D88539> </div>
<div class=ExternalClassE3396D998CE24BD4BDB0FD6C76D88539><img alt="" src="/PublishingImages/Ballantines.jpg"></div>
<div class=ExternalClassE3396D998CE24BD4BDB0FD6C76D88539> </div>
<div class=ExternalClassE3396D998CE24BD4BDB0FD6C76D88539>O formato tem repercutido bastante nas redes sociais, principalmente entre o público jovem, que faz comentários e compartilha os quadrinhos com seus amigos. Portais de notícia, como <a href="http://exame.abril.com.br/marketing/noticias/ballantines-lanca-hq-sobre-consumo-responsavel">Exame</a> e <a href="http://colunistas.ig.com.br/consumoepropaganda/2012/07/31/bebacommoderacao/">IG</a>, também destacaram a ação. </div>
<div class=ExternalClassE3396D998CE24BD4BDB0FD6C76D88539> </div>
<div class=ExternalClassE3396D998CE24BD4BDB0FD6C76D88539>Além das tirinhas, a Ballantine’s Brasil ainda publica, todas às sextas-feiras, posts sobre happy hours, baladas e festas com amigos acompanhados pela hashtag <strong>#bebacomresponsa</strong>, incentivando os usuários a consumirem bebida alcóolica com moderação. </div>
<div class=ExternalClassE3396D998CE24BD4BDB0FD6C76D88539> </div>
<div class=ExternalClassE3396D998CE24BD4BDB0FD6C76D88539><strong>Sobre Ballantine’s </strong></div>
<div class=ExternalClassE3396D998CE24BD4BDB0FD6C76D88539> </div>
<div class=ExternalClassE3396D998CE24BD4BDB0FD6C76D88539>Ballantine's é líder mundial no segmento de whiskies superpremium - o que o torna um colecionador de medalhas nas principais competições -, e ocupa posição de destaque no extenso portfólio mundial do Grupo Pernod Ricard. Duas garrafas de Ballantine’s são vendidas a cada segundo no mundo e mais de 60 milhões de litros da bebida são comercializados por ano. Os principais mercados de Ballantine´s, além do Brasil, são Espanha, França e Alemanha.As marcas que compõem a família Ballantine’s são: Ballantine’s Finest, Ballantine’s 12 anos, Ballantine’s 17 anos, Ballantine’s 21 anos e Ballantine’s 30 anos. Os produtos destacam-se pela harmonização elegante, que ganha riqueza de caráter única por meio do equilíbrio perfeito entre maltes selecionado whiskies de grãos oriundos dos quatro cantos da Escócia. </div>
<div class=ExternalClassE3396D998CE24BD4BDB0FD6C76D88539> </div>
<div class=ExternalClassE3396D998CE24BD4BDB0FD6C76D88539>
<div class=ExternalClassE3396D998CE24BD4BDB0FD6C76D88539>Caio Dib </div>
<div class=ExternalClassE3396D998CE24BD4BDB0FD6C76D88539>(@caiodib)</div></div></div>
<div><b>Categoria:</b> Web 2.0</div>
<div><b>Publicada:</b> 8/8/2012 11:28</div>
<div><b>Meta Description:</b> Whisky Ballantine’s lança ação de consumo responsável usando história em quadrinhos</div>
<div><b># Comentários:</b> 2</div>
]]></description>
      <author>TerraForum</author>
      <category>Web 2.0</category>
      <pubDate>Wed, 08 Aug 2012 14:32:33 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="true">http://www.terraforum.com.br/blog/Lists/Postagens/ViewPost.aspx?ID=410</guid>
    </item>
    <item>
      <title>SAC 2.0: ruptura de paradigmas?</title>
      <link>http://www.terraforum.com.br/blog/Lists/Postagens/ViewPost.aspx?ID=409</link>
      <description><![CDATA[<div><b>Corpo:</b> <div class=ExternalClassB563D2CDE56743EE93F4935291987DB8>
<p>Empresas de grande porte, pautadas pelo sigilo de informação, tradicionais e que valorizam hierarquias, podem se tornar vulneráveis a crises ao marcarem presença nas redes sociais? Não raro, a resistência interna e o receio com a exposição de imagem levam gestores a recuarem e postergarem a decisão de estabelecer um relacionamento direto com seus públicos, sobretudo os clientes. Decisão acertada? <br> <br>É preciso levar em conta que, uma vez elaborado um diagnóstico de imagem na web e um planejamento estratégico consistente, mesmo as empresas com esse perfil tradicional ou que tendem a ele poderão encontrar oportunidades para potencializar o seu negócio por meio das redes sociais. E não se trata de uma hipótese: instituições financeiras, por exemplo, estão construindo cases nesse sentido, como o Bradesco. <br> <br>No <a href="https://www.facebook.com/TerraForum/app_168103576649837">evento Varejo 2.0</a>, realizado no último dia 22 pela TerraForum e pela Microsoft, Marcelo Salgado, gerente de Redes Sociais do Bradesco, abordou a presença da instituição nesses canais. O <a href="http://twitter.com/#!/alobradesco">@AloBradesco </a>é a primeira conta de um banco brasileiro nas redes voltada para atendimento ao cliente. </p>
<p>Marcelo surpreendeu ao afirmar que o início da atuação do banco no Facebook e no Twitter, em 2009, foi intuitiva e baseada apenas na valorização do diálogo com o usuário, tendo em vista a própria concepção que ele faz da presença e da interação desses usuários nas redes, fundamentada em princípios da filosofia e sociologia. Hoje, esse relacionamento continua baseado no respeito da organização pelos seus consumidores e na eficiência na resolução de problemas, que preserva as diretrizes do banco, principalmente o sigilo da informação. <br> <br>Como se sabe, há alguns meses, o Bradesco inaugurou uma nova forma de se relacionar com clientes em redes sociais, um novo modelo de SAC 2.0: respondeu com um poema lúdico à solicitação de um cliente no Facebook. O fato viralizou na web e atingiu números muito significativos para o banco: mais de 5 mil pessoas curtiram o post, que recebeu 480 comentários elogiosos e mais de 1,3 mil citações espontâneas no Twitter. Com o <em>buzz</em> gerado em torno da atitude do banco, a página ganhou 11 mil novos fãs. Em outras palavras: nada limitado por processos hierárquicos, nenhum conflito com a cultura da empresa, nenhuma crise deflagrada. E, não por acaso, recentemente a Samsung usou o mesmo artifício: respondeu com um desenho de um canguru uma solicitação feita por um consumidor. <br> <br>O case do Bradesco, entre tantos outros, revela que é possível fortalecer o relacionamento direto com os consumidores nas redes sociais de modo transparente, ampliando o grau de influência e credibilidade da organização, sem que para isso seja necessário modificar a cultura da empresa. Não existe, porém, uma receita pronta para tornar-se bem sucedido no contato com o cliente, uma vez que cada empresa têm características, objetivos de negócio e públicos distintos gravitando em torno da sua marca. Nesse contexto, o planejamento é essencial para identificar oportunidades. E o desafio está lançado!</p>
<p>Daniela Pinto Senador</p>
<p>@danisenador </p></div></div>
<div><b>Categoria:</b> Web 2.0;Planejamento Estratégico</div>
<div><b>Publicada:</b> 4/6/2012 12:28</div>
<div><b>Meta Description:</b> Empresas de grande porte, pautadas pelo sigilo de informação, que são tradicionais e valorizam hierarquias, podem se tornar vulneráveis a crises ao marcarem presença nas redes sociais?</div>
<div><b># Comentários:</b> 0</div>
]]></description>
      <author>TerraForum</author>
      <category>Web 2.0;Planejamento Estratégico</category>
      <pubDate>Mon, 04 Jun 2012 15:37:13 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="true">http://www.terraforum.com.br/blog/Lists/Postagens/ViewPost.aspx?ID=409</guid>
    </item>
    <item>
      <title>Social Learning – A interação mobilizando a aprendizagem</title>
      <link>http://www.terraforum.com.br/blog/Lists/Postagens/ViewPost.aspx?ID=408</link>
      <description><![CDATA[<div><b>Corpo:</b> <div class=ExternalClass3D1B1703820D40E5A6BCDF8FDB0DA958>
<p style="text-align:justify;margin:0cm 0cm 10pt" class=MsoNormal><font face=Calibri><font size=3>Na maioria das organizações, sejam elas privadas ou governamentais, é bastante comum que o desenvolvimento das competências dos trabalhadores se realize por meio de ações formais de educação. Esta é a abordagem mais tradicional e também mais conhecida. Mas será que esta é a única forma de alavancar o desempenho dos trabalhadores? <span> </span>Ou, por outro lado, será esta forma a mais eficaz realmente?</font></font></p>
<p style="text-align:justify;margin:0cm 0cm 10pt" class=MsoNormal><font size=3 face=Calibri>Buscando apresentar uma alternativa a esta questão, Etienne Wenger-Trayner e Beverly Wenger-Trayner, dois dos mais destacados estudiosos do mundo no campo das comunidades de prática e <i>social learning</i>, dirigiram um <i>workshop</i> na última terça-feira (25/05/2012). Clique </font><a href="/Paginas/evento-aprendizagem-social.aspx"><font size=3 face=Calibri>aqui</font></a><font face=Calibri><font size=3> para ver o programa.</font></font></p>
<p style="text-align:justify;margin:0cm 0cm 10pt" class=MsoNormal><font face=Calibri><font size=3>Logo no início da apresentação, fomos lembrados de que, desde os primórdios, o ser humano se organizou em “comunidades”. E que nestes grupos comunitários as pessoas se identificam como pares, membros de um mesmo grupo cultural que partilham de crenças e normas de conduta. <span> </span>Algo bem diferente de estruturas formais e hierarquizadas, presentes nas organizações em que atuamos. </font></font></p>
<p style="text-align:justify;margin:0cm 0cm 10pt" class=MsoNormal><font face=Calibri><font size=3>Nestas comunidades, o conhecimento não se localiza numa fonte única, mas emerge das relações entre os membros, que contribuem de forma mais espontânea. <span> </span>Logo, a aprendizagem não se baseia na “transmissão” de conhecimento da “fonte oficial” para todos os membros da comunidade, porém muito mais da interação entre eles, tendo em vista que o conhecimento está distribuído entre todos e inclusive se renova por meio desta interação. </font></font></p>
<p style="text-align:justify;margin:0cm 0cm 10pt" class=MsoNormal><font face=Calibri><font size=3>Transferindo esta reflexão para o ambiente organizacional, entende-se que os grupos comunitários devem envolver os praticantes, as pessoas que exercem o seu trabalho cotidianamente.<span>  </span>É entre eles que o conhecimento está distribuído, mais do que nas fontes institucionais de conhecimento. </font></font></p>
<p style="text-align:justify;margin:0cm 0cm 10pt" class=MsoNormal><font face=Calibri><font size=3>A atuação com base nestas premissas requer que a organização implemente ferramentas e práticas de aprendizagem de forma a organizar e potencializar os fluxos de interação informais já existentes entre os colaboradores, possibilitando a consolidação e a estruturação de contribuições e de conhecimentos que emergem espontaneamente destas interações, de modo bastante informal. </font></font></p>
<p style="text-align:justify;margin:0cm 0cm 10pt" class=MsoNormal><font face=Calibri><font size=3>Isso só será possível por meio de atividades de aprendizagem diferenciadas, que procurem valorizar o conhecimento já existente nos grupos comunitários, desde aquelas mais informais e baseadas na interação entre os membros, como: estudos de caso, exploração de ideias, discussões entre pares, demonstrações, debates, leituras colaborativas. Ou até mesmo aquelas mais formais e baseadas no aprendizado com um ator de destaque, como: <i>workshops</i>, palestras, dinâmicas de “siga o líder”, <i>storytelling</i>, visitas em campo e <i>benchmark</i>s, dentre outras. </font></font></p>
<p style="text-align:justify;margin:0cm 0cm 10pt" class=MsoNormal><font face=Calibri><font size=3>Para que o compartilhamento e a disseminação dos conhecimentos que emergem da interação entre as pessoas nestas atividades diferenciadas ocorram de forma eficaz, é necessário que sejam estabelecidas as responsabilidades entre os atores, desde os moderadores até as pessoas que deverão buscar o patrocínio da organização, assim como aqueles que serão responsáveis por registrar e distribuir os conhecimentos emergentes. </font></font></p>
<p style="text-align:justify;margin:0cm 0cm 10pt" class=MsoNormal><font face=Calibri><font size=3>Mas é importante destacar que a adequada implementação destas atividades requer a observação de orientações específicas, como:</font></font></p>
<p style="text-align:justify;text-indent:-18pt;margin:0cm 0cm 0pt 36pt" class=MsoListParagraphCxSpFirst><span style="font-family:Symbol"><span><font size=3>·</font><span style="font:7pt 'Times New Roman'">         </span></span></span><font face=Calibri><font size=3>É necessário que sejam envolvidos representantes de todos os grupos de <i>stakeholders</i> relacionados aos conhecimentos e que orientem às ações de aprendizagem;</font></font></p>
<p style="text-align:justify;text-indent:-18pt;margin:0cm 0cm 0pt 36pt" class=MsoListParagraphCxSpMiddle><span style="font-family:Symbol"><span><font size=3>·</font><span style="font:7pt 'Times New Roman'">         </span></span></span><font face=Calibri><font size=3>Não se trata de desestruturar a hierarquia formal da organização. Antes, é necessário conquistar o apoio dos diferentes níveis hierárquicos, o que deverá reforçar a adoção das iniciativas;</font></font></p>
<p style="text-align:justify;text-indent:-18pt;margin:0cm 0cm 0pt 36pt" class=MsoListParagraphCxSpMiddle><span style="font-family:Symbol"><span><font size=3>·</font><span style="font:7pt 'Times New Roman'">         </span></span></span><font face=Calibri><font size=3>Ao se dar início a uma atividade colaborativa é bom que seja estabelecido um problema e/ou desafio que seja parte da realidade imediata dos participantes do grupo comunitário, o que favorecerá o aporte dos conhecimentos;</font></font></p>
<p style="text-align:justify;text-indent:-18pt;margin:0cm 0cm 10pt 36pt" class=MsoListParagraphCxSpLast><span style="font-family:Symbol"><span><font size=3>·</font><span style="font:7pt 'Times New Roman'">         </span></span></span><font size=3><font face=Calibri>Ao se desenvolver uma iniciativa de <i>social learning</i>, deve-se estar atento à cultura organizacional, com a qual a iniciativa deve estar alinhada a fim de obter legitimidade dos colaboradores.</font></font></p>
<p style="text-align:justify;margin:0cm 0cm 10pt" class=MsoNormal><font size=3><font face=Calibri>Os desafios na implementação destas iniciativas são complexos, mas os resultados têm sido bastante compensatórios. Prova disso é a crescente adesão ao uso de soluções de <i>social learning </i>por organizações da mais alta relevância nos seus setores, como IBM, P&amp;G, Caterpillar, Microsoft, Shell, Delloite, Unicef, Gerdau e ONU, assim como por órgãos governamentais em todos os continentes.</font></font></p>
<p style="text-align:justify;margin:0cm 0cm 10pt" class=MsoNormal><font size=3><font face=Calibri>A organização em que você atua já está inserida neste contexto de <i>social learning</i>? Que tal começar já?</font></font></p>
<p style="text-align:justify;margin:0cm 0cm 10pt" class=MsoNormal><font size=3 face=Calibri></font> </p>
<p style="text-align:justify;margin:0cm 0cm 10pt" class=MsoNormal><font size=3 face=Calibri>Cássio Ribeiro</font></p><font size=3 face=Calibri>
<p style="text-align:justify;margin:0cm 0cm 10pt" class=MsoNormal><font size=3 face=Calibri>Mariana Tavernari</font></p></font>
<p style="text-align:justify;margin:0cm 0cm 10pt" class=MsoNormal><font size=3 face=Calibri>Mônica Rottmann de Biazzi</font></p></div></div>
<div><b>Categoria:</b> Comunidades;Educação Corporativa;Gestão do Conhecimento</div>
<div><b>Publicada:</b> 25/5/2012 19:55</div>
<div><b>Meta Description:</b> social learning, comunidades de prática, educação corporativa, aprendizagem organizacional</div>
<div><b># Comentários:</b> 2</div>
]]></description>
      <author>TerraForum</author>
      <category>Comunidades;Educação Corporativa;Gestão do Conhecimento</category>
      <pubDate>Fri, 25 May 2012 22:53:08 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="true">http://www.terraforum.com.br/blog/Lists/Postagens/ViewPost.aspx?ID=408</guid>
    </item>
    <item>
      <title>Saber contar histórias nunca foi tão importante para sua presença digital</title>
      <link>http://www.terraforum.com.br/blog/Lists/Postagens/ViewPost.aspx?ID=407</link>
      <description><![CDATA[<div><b>Corpo:</b> <div class=ExternalClassB6E81B30AB9E46F6A49BF1EF1AABC0A1><div>Sim, é isso mesmo. Um dos hábitos mais antigos de toda e qualquer civilização sempre foi contar histórias, oralmente </div>
<div>(quando não existia escrita, desenho, fotografia, cinema, vídeo, mídia impressa, etc e etc), ou por meio de ferramentas, plataformas ou tecnologias (e aqui entenda tecnologia no sentido mais amplo, de um lápis a um tablet de última geração). Seja uma historinha para a criançada dormir mais cedo, ou uma emocionante história de como você escapou ileso daquela roubada, cada uma delas possui uma característica específica, um jeito de contar, um estilo próprio de narrativa, uma cara. E muitas vezes usamos estes estilos e jeitos sem nos dar totalmente conta de que estamos fazendo isso. Ou não, as vezes deliberadamente empregamos termos, expressões, pausas e afins para enfatizar nosso ponto. </div>
<div> </div>
<div>Em outras palavras, adaptamos a narrativa ao contexto. E, neste caso, devemos entender contexto de várias formas: pode ser o público com que estamos interagindo, o meio que estamos utilizando, o objetivo da narrativa e tantos outros.</div>
<div>Mas o que isso tem a ver com meu negócio? Muito mais do que você imagina. Principalmente se estamos falando de como sua empresa deve se relacionar com seus públicos em ambientes digitais (desde o seu site institucional até as redes sociais, evidentemente). </div>
<div> </div>
<div>A grande maioria das experiências de sucesso de uma marca nas redes sociais têm um importante ponto em comum: o cuidado e a atençao que é dada ao conteúdo. E aqui não estou falando apenas de escrever em bom português, de forma clara e direta, sem erros e parnasianismos desnecessários. Isso é básico e fundamental. Estou falando de se produzir um conteúdo contextualizado, que dialogue com os seus públicos, que estimule conversas e trocas. Não do conteúdo chapa branca que tenta o tempo todo vender algum produto ou ideia para seus seguidores (seja no Twitter, Facebook, Youtube, etc). </div>
<div> </div>
<div>Não podemos esquecer que o principal diferencial destas mídias é justamente a possibilidade da conversa, do diálogo. De estar pronto para falar e ouvir. Não tem mais espaço para discurso do &quot;compre meu tênis lindo por R$ 9,90&quot; ou &quot;Veja como meu carro é mais legal que os outros&quot;. Agora é preciso trabalhar este conteúdo, é preciso contar uma história, engajar seu público, escolher plataformas novas, ideias novas, ousar. </div>
<div> </div>
<div>Enfim, este texto é apenas uma breve provocação para jornalistas, publicitários, redatores, roteiristas, designers e toda a gama de perfis profissionais que encaram este desafio de chamar a atenção de ouvintes/leitores sedentos por uma voz, um momento para serem ouvidos. E com cada vez menos tempo e atenção para dar à sua marca. Vamos voltar a contar boas histórias?</div>
<div> </div>
<div><a href="http://twitter.com/cesfranco">@cesfranco</a></div>
<div> </div></div></div>
<div><b>Categoria:</b> Comunidades;Comunicação Interna;Web 2.0;Vídeo</div>
<div><b>Publicada:</b> 23/5/2012 17:26</div>
<div><b>Meta Description:</b> redes sociais, conteúdos, storytelling, mídia, jornalismo online, web2.0</div>
<div><b># Comentários:</b> 0</div>
]]></description>
      <author>TerraForum</author>
      <category>Comunidades;Comunicação Interna;Web 2.0;Vídeo</category>
      <pubDate>Wed, 23 May 2012 20:31:29 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="true">http://www.terraforum.com.br/blog/Lists/Postagens/ViewPost.aspx?ID=407</guid>
    </item>
    <item>
      <title>Redes Sociais | Trocando Ideia | 09 |</title>
      <link>http://www.terraforum.com.br/blog/Lists/Postagens/ViewPost.aspx?ID=406</link>
      <description><![CDATA[<div><b>Corpo:</b> <div class=ExternalClassA47EE6F014EC4AFCAC13D5F89D5E48B4>
<div>
<p class=tituloAzul>REDES SOCIAIS &amp; Varejo</p>
<p><b>Essa é a semana de falar sobre Varejo 2.0!</b><br>Temos um monte de coisas bacanas para compartilhar.</p>
<p class=imagemEsquerda><img src="http://74.81.92.123/wordpress/wp-content/uploads/2012/02/apas.jpg"></p>
<p>&gt;&gt; Entre os dias 07 a 10 de maio, Renée Almeida e Claudio Terra estarão no 28º Congresso de Gestão e Feira Internacional de Negócios em Supermercados - Feira APAS 2012 – palestrando sobre a relação Varejo e Redes Sociais. Estamos muito felizes com o convite e oportunidade discutir o tema com pessoas que participam de um dos negócios mais quentes do Varejo, os supermercadistas. Prestigiem!</p>
<p>&quot;Para entender como o surgimento das mídias sociais revolucionou o modelo de negócios do setor do varejo, é preciso uma retrospectiva pela história desse segmento, do varejo 0.0 – marcado pelo consumidor apenas como espectador e por canais únicos de venda – ao varejo 2.0, caracterizado pelo consumo colaborativo, que tem o consumidor como protagonista e no qual a compra ocorre em multicanais. Os comportamentos desse novo consumidor (o chamado shopper power), sugere que o varejo 2.0 lida de uma nova forma com as etapas de desejo, compra e satisfação. Conheça cases nacionais e internacionais que exemplificam as novas práticas do mercado.&quot;</p>
<p class=imagemEsquerda><img src="/biblioteca/Publicacoes/varejo20.jpg"></p>
<p>&gt;&gt; No dia 22 de maio, no MTC (Microsoft Techonology Center) acontecerá o evento TerraFórum Varejo 2.0: como plataformas sociais impactam negócios!</p>
<p class=acesse>Vamos reunir feras do mundo digital e grandes empresas do Varejo para conversarmos sobre a mudança na cadeia de compra sob o ponto de vista de um consumidor com maior poder de informação, benchmarkings atuais e o que o futuro nos promete. Vamos sortear 2 convites em nossas redes sociais, sugiro já começara a seguir a gente: <a href="http://www.twitter.com/terraforum" target="_blank">twitter/terraforum e <a href="http://www.facebook.com/terraforum" target="_blank">facebook.com/terraforum</a></p>
<p class=imagemEsquerda><img src="http://2.bp.blogspot.com/-ESAD18tKDbM/T2Yj_HEb74I/AAAAAAAAALY/MOLAJ4VVW-M/s1600/social-overview.png"></p>
<p>&gt;&gt; Com o papo de ROI sempre protagonizando as discussões em torno dos investimentos em plataformas sociais, era uma questão que lançassem ferramentas para facilitar a mensuração de resultados. O Google, antenado nessa necessidade, acaba de lançar um novo pacote de ferramentas para o Analytics.</p>
<p>Conforme comunicado por Phil Mui, Google Analytics Google AnalyticsGroup Product Manager, o desafio desse novo produto não é medir tráfego mas sim conversão, basicamente, o quanto as redes geraram em venda ou em interação específica, conforme objetivo de cada campanha.</p>
<p>A promessa, que estamos todos curiosos para testar, é que a ferramenta promete mapear conversões e interações relacionadas, e daí o Google extrai um valor. Por exemplo: você pesquisa um produto, clica no link, dá um like no Facebook , faz um freela e só depois você volta e compra o produto. Este processo é mapeado pela ferramenta como uma conversão por meio das redes possibilitando que o Google comece a definir valores para essas interações e de forma que empresas possam avaliar o valor de suas participações nas redes sociais.</p>
<p>Parece confuso? Achamos que parece bom demais pra ser verdade. Por isso que vamos testar muito, para que iniciativas como essa continuem no topo da lista e melhorando sempre. Bom para nós, bom para o Varejo 2.0.</p>
<p class=acesse>Leia aqui: <a href="http://analytics.blogspot.com.br/2012/03/capturing-value-of-social-media-using.html" target="_blank">http://analytics.blogspot.com.br/2012/03/capturing-value-of-social-media-using.html</a></p></div></div></div>
<div><b>Categoria:</b> Web 2.0</div>
<div><b>Publicada:</b> 30/3/2012 10:52</div>
<div><b># Comentários:</b> 2</div>
]]></description>
      <author>Tiago Martinelli</author>
      <category>Web 2.0</category>
      <pubDate>Fri, 30 Mar 2012 14:33:21 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="true">http://www.terraforum.com.br/blog/Lists/Postagens/ViewPost.aspx?ID=406</guid>
    </item>
    <item>
      <title>Intranet 2.0 - mais jardinagem, por favor</title>
      <link>http://www.terraforum.com.br/blog/Lists/Postagens/ViewPost.aspx?ID=405</link>
      <description><![CDATA[<div><b>Corpo:</b> <div class=ExternalClass43AF4BB9110B46F8BD42AF16648A093D><div>Tenho encontrado pelas redes sociais afora uma série de posts, apresentações, artigos e palpites em torno do tema que (parece) finalmente começa a na pauta de discussão de gestores de intranets e portais: a intranet social. Parece que todos concordam que a principal diferença aqui está na mudança radical do papel do funcionário/colaborador, que deixa de ser um mero consumidor (ou comentador) de notícias internas e passa a ser um ator do processo, uma fonte de informações e também crítico de outras opiniões e ideias. Estamos falando realmente de um ecossistema que tende a ficar cada vez mais complexo e complexo e complexo...</div>
<div> </div>
<div>E é justamente nesta hora que os responsáveis pela gestão destas intranets começam a arrancar os cabelos: como controlar? como administrar essa complexidade cada dia maior? A resposta não é simples e óbvia. Ou mesmo definitiva. Na verdade, nem sei ao certo se existe uma única resposta ou solução &quot;pronta-pra-usar&quot; para isso. Mas com certeza podemos (e devemos) pensar e discutir uma abordagem para esta questão. Ou pelo menos uma analogia que venha facilitar a visualização dessa situação.</div>
<div> </div>
<div>A imagem que me vem à cabeça para ilustrar este grande desafio de gestão de uma intranet corporativa no contexto de um mundo cada vez mais interconectado, fragmentado e colaborativo é justamente a de um jardineiro (ou paisagista, se preferirem). Não que eu tenha muita experiência em cuidar de jardins e plantas, mas cresci observando de perto minha mãe, essa sim uma exímia jardineira, dona e soberana de mais de uma centena de vasos espalhados pela casa de minha infância e mais cinco jardins (frente, fundos e mais três jardins de inverno da casa). Por mais que minha mãe dissesse o que ia plantar e o que esperava de cada um destes jardins (o da frente pra deixar a casa mais bonita, e o dos fundos pra deixar a casa mais fresca), eu ficava impressionado com o fato de as plantas não seguirem as ordens da minha mãe. Era um tal de planta que não &quot;pegava&quot;, outra que não se dava bem com sombra, calor ou muita água e outras que simplesmente eram rebeldes em qualquer lugar. E o mais interessante era justamente ver o quão tranquilo e natural era tudo isso para minha mãe. Nada de arrancar cabelos, de jogar tudo fora e etc. Ela simplesmente ia acompanhando, ajustando, podando, replantando, adaptando e corrigindo a rota dos jardins e vasos da casa.</div>
<div> </div>
<div>Agora, vários anos depois, penso justamente nesta atitude de jardineiro quando escuto das pessoas responsáveis pela gestão de intranets as preocupações acerca de como garantir que cada funcionalidade e pedaço da intranet seja utilizado adequadamente por todos os funcionários. Talvez eu comece a utilizar mais frequentemente esta metáfora de jardinagem para mostrar que o mais importante é ter uma visão de futuro para cada uma das áreas e funcionalidades (seja para deixar o jardim da frente mais vistoso, ou para refrescar melhor a parte de trás da casa, onde ficavam os quartos de dormir) da intranet ou portal. Que a governança destes ambientes passa cada dia mais por monitorar, avaliar, adaptar rotas e revisar continuamente conceitos e funcionalidades. Que uma abordagem engessada e totalmente inflexível pode acabar trazendo mais prejuízos do que vantagens (afinal, pode ser mais fácil pular para o gramado do vizinho) para as organizações. O que vocês acham? Um pouco mais de jardinagem virtual nos faria bem?</div>
<div> </div>
<div>twitter: @cesfranco</div>
<div> </div>
<div> </div></div></div>
<div><b>Categoria:</b> Comunicação Interna;Portais Corporativos;Planejamento Estratégico;Web 2.0</div>
<div><b>Publicada:</b> 27/3/2012 17:50</div>
<div><b>Meta Description:</b> intranet, portais, redes sociais, web 2.0, gestão, governança</div>
<div><b># Comentários:</b> 2</div>
]]></description>
      <author>TerraForum</author>
      <category>Comunicação Interna;Portais Corporativos;Planejamento Estratégico;Web 2.0</category>
      <pubDate>Tue, 27 Mar 2012 20:53:27 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="true">http://www.terraforum.com.br/blog/Lists/Postagens/ViewPost.aspx?ID=405</guid>
    </item>
    <item>
      <title>Mobilização e engajamento das pessoas – Garantindo a efetividade da gestão do conhecimento e inovação</title>
      <link>http://www.terraforum.com.br/blog/Lists/Postagens/ViewPost.aspx?ID=404</link>
      <description><![CDATA[<div><b>Corpo:</b> <div class=ExternalClass05F16A4967A641C39DD59CA26BDDD8E0><p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 10pt" class=MsoNormal><span style="color:#595959;font-size:12pt"><font face=Calibri>Implementar a gestão do conhecimento pode trazer benefícios para a organização em vários sentidos. Por meio de seus processos, canais e instrumentos os colaboradores têm oportunidade de registrar conhecimentos antes restritos à sua experiência pessoal, assim como tem acesso aos conhecimentos relativos às experiências dos outros colaboradores, o que acelera a aprendizagem organizacional e potencializa a inovação.</font></span></p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 10pt" class=MsoNormal><span style="color:#595959;font-size:12pt"><font face=Calibri>Mas a implementação destes processos, canais e instrumentos de gestão do conhecimento, ainda que seja condição <b style="">fundamental e necessária</b>, pode não ser <b style="">suficiente</b> para alavancar a geração de inovações e de valor numa perspectiva contínua. É condição básica para isso o <b style="">engajamento</b> dos stakeholders com relação a este propósito, tanto líderes quanto colaboradores e, eventualmente, até mesmo fornecedores e clientes.</font></span></p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 10pt" class=MsoNormal><span style="color:#595959;font-size:12pt"><font face=Calibri>Acontece que nem sempre a realidade organizacional favorece este engajamento. Em muitas organizações as práticas e mesmo o estilo de liderança tem implícitos pressupostos que colocam colaboradores no papel único de execução das ordens da direção, clientes como simples fornecedores de dinheiro pelos produtos e serviços, assim como fornecedores na posição única de entregadores de produtos intermediários. Abordagens como essas certamente inibem o engajamento efetivo dos profissionais, limitando a geração de resultados efetivos. </font></span></p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 10pt" class=MsoNormal><span style="color:#595959;font-size:12pt"><font face=Calibri>E essa é uma situação complexa, principalmente porque na maioria das vezes essas premissas não estão explícitas, mas são inseridas nas práticas do cotidiano como elementos inquestionáveis. Não será necessário ir muito longe na memória para nos lembrarmos de situações em que elas estejam presentes, como por exemplo na dificuldade em dar e receber feedbacks, na pouca abertura da chefia para sugestões, no ambiente intimidador, na baixa qualidade das relações interpessoais, entre tantos outros aspectos, todos eles sinalizadores da dificuldade para o estabelecimento de diálogos efetivos.</font></span></p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 10pt" class=MsoNormal><span style="color:#595959;font-size:12pt"><font face=Calibri>Nessas circunstâncias, abre-se a oportunidade para a realização de intervenções mais profundas na dinâmica organizacional. Intervenções que poderão ocorrer por meio da aplicação de técnicas vivenciais coletivas, que servirão para sensibilizar os colaboradores e líderes com relação aos padrões sistêmicos de comportamento presentes no cotidiano que não favorecem o diálogo efetivo e o engajamento, assim como as consequências possivelmente prejudiciais desses padrões à sua realização enquanto indivíduos e, consequentemente, aos resultados organizacionais.</font></span></p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 10pt" class=MsoNormal><span style="color:#595959;font-size:12pt"><font face=Calibri>Com este reconhecimento a organização, na pessoa dos líderes e dos demais colaboradores, terá oportunidade de se engajar em iniciativas específicas, direcionadas à transformação de comportamentos individuais e coletivos, práticas, procedimentos e até mesmo processos, de modo a superar àqueles padrões sistêmicos prejudiciais anteriormente identificados.</font></span></p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 10pt" class=MsoNormal><span style="color:#595959;font-size:12pt"><font face=Calibri>Tais intervenções são mais eficazes na medida em que as lideranças permitam o estabelecimento de interações livres, juntando-se como iguais aos demais colaboradores, numa perspectiva não hierarquizada. <span style=""> </span>Para que isso seja possível é necessária a observação de certas condições específicas. </font></span></p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 10pt" class=MsoNormal><span style="color:#595959;font-size:12pt"><font face=Calibri>É fundamental a preparação de um ambiente que estimule a participação de todos os stakeholders como iguais. Isso pode ser feito tanto por meio de técnicas simples, como a organização de um círculo, como por meio de técnicas mais sofisticadas, como o <i style="">design thinking</i>.</font></span></p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 10pt" class=MsoNormal><span style="color:#595959;font-size:12pt"><font face=Calibri>Outro ponto importante é a facilitação da ação, que deve garantir o estabelecimento de um campo de interação colaborativa, o qual pode ser mediado com o uso de diversas técnicas de discussão participativa, como a Investigação Apreciativa, World Café, Open Space e Círculos, entre outros. </font></span></p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 10pt" class=MsoNormal><span style="color:#595959;font-size:12pt"><font face=Calibri>O sucesso na realização dessas intervenções depende de vários fatores, entre os quais podemos destacar:</font></span></p>
<p style="line-height:normal;text-indent:-18pt;margin:0cm 0cm 0pt 36pt" class=MsoListParagraphCxSpFirst><span style="font-family:Symbol;color:#595959;font-size:12pt"><span style="">·<span style="font:7pt 'Times New Roman'">         </span></span></span><span style="color:#595959;font-size:12pt"><font face=Calibri>Consistência no diagnóstico do contexto organizacional;</font></span></p>
<p style="line-height:normal;text-indent:-18pt;margin:0cm 0cm 0pt 36pt" class=MsoListParagraphCxSpMiddle><span style="font-family:Symbol;color:#595959;font-size:12pt"><span style="">·<span style="font:7pt 'Times New Roman'">         </span></span></span><span style="color:#595959;font-size:12pt"><font face=Calibri>Clareza no propósito a ser alcançado com a intervenção;</font></span></p>
<p style="line-height:normal;text-indent:-18pt;margin:0cm 0cm 0pt 36pt" class=MsoListParagraphCxSpMiddle><span style="font-family:Symbol;color:#595959;font-size:12pt"><span style="">·<span style="font:7pt 'Times New Roman'">         </span></span></span><span style="color:#595959;font-size:12pt"><font face=Calibri>Participação efetiva de todos os stakeholders envolvidos;</font></span></p>
<p style="line-height:normal;text-indent:-18pt;margin:0cm 0cm 0pt 36pt" class=MsoListParagraphCxSpMiddle><span style="font-family:Symbol;color:#595959;font-size:12pt"><span style="">·<span style="font:7pt 'Times New Roman'">         </span></span></span><span style="color:#595959;font-size:12pt"><font face=Calibri>Entendimento prévio do perfil destes stakeholders;</font></span></p>
<p style="line-height:normal;text-indent:-18pt;margin:0cm 0cm 10pt 36pt" class=MsoListParagraphCxSpLast><span style="font-family:Symbol;color:#595959;font-size:12pt"><span style="">·<span style="font:7pt 'Times New Roman'">         </span></span></span><span style="color:#595959;font-size:12pt"><font face=Calibri>Adequação da técnica e do estilo de facilitação ao contexto específico.</font></span></p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 10pt" class=MsoNormal><span style="color:#595959;font-size:12pt"><font face=Calibri>A realização de intervenções desta natureza pode ser de fundamental importância para o estabelecimento das condições necessárias para que a organização se beneficie dos processos e fluxos de gestão de conhecimento e de inovação em todo seu potencial, alcançando desta forma a superação do seu desempenho e a geração de valor de forma contínua.</font></span></p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 10pt" class=MsoNormal><span style="color:#595959;font-size:12pt"><font face=Calibri>A organização em que você atua já dispõe das condições para o engajamento efetivo dos colaboradores?</font></span></p>
<div><span style="line-height:115%;font-family:'Calibri','sans-serif';color:#595959;font-size:12pt">Facebook: cassio.ribeiro</span></div>
<div><span style="line-height:115%;font-family:'Calibri','sans-serif';color:#595959;font-size:12pt"></span> </div></div></div>
<div><b>Categoria:</b> Comunicação Interna;Educação Corporativa;Gestão de Inovação;Gestão do Conhecimento</div>
<div><b>Publicada:</b> 21/3/2012 19:46</div>
<div><b>Meta Description:</b> Mobilização e engajamento das pessoas – Garantindo a efetividade da gestão do conhecimento e inovação</div>
<div><b># Comentários:</b> 1</div>
]]></description>
      <author>TerraForum</author>
      <category>Comunicação Interna;Educação Corporativa;Gestão de Inovação;Gestão do Conhecimento</category>
      <pubDate>Wed, 21 Mar 2012 22:48:38 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="true">http://www.terraforum.com.br/blog/Lists/Postagens/ViewPost.aspx?ID=404</guid>
    </item>
    <item>
      <title>Percepção coletiva: como potencializar a adaptabilidade da organização</title>
      <link>http://www.terraforum.com.br/blog/Lists/Postagens/ViewPost.aspx?ID=403</link>
      <description><![CDATA[<div><b>Corpo:</b> <div class=ExternalClass6B0CB8DD4ADF4C85897819CD93F72C70><div>
<p style="margin:0cm 0cm 10pt" class=MsoNormal><span style="color:#595959"><font size=3><font face=Calibri>No atual contexto mercadológico, uma das capacidades organizacionais mais demandadas é a <b style="">adaptabilidade</b>. Os tempos são de mudanças constantes e aceleradas. Deixamos de conviver com a perspectiva da mudança como possibilidade futura e passamos a operar com base neste elemento como parte da realidade do dia-a-dia. </font></font></span></p>
<p style="margin:0cm 0cm 10pt" class=MsoNormal><span style="color:#595959"><font size=3><font face=Calibri>A maioria das organizações ainda se limita a orientar estas mudanças com base somente no conhecimento dos líderes. Mas agir desta forma significa, em certa medida, diminuir voluntariamente o horizonte de visualização da realidade. Afinal, a percepção desta mesma realidade não é privilégio único destes profissionais, não é mesmo? </font></font></span></p>
<p style="margin:0cm 0cm 10pt" class=MsoNormal><span style="color:#595959"><font size=3><font face=Calibri>Mesmo que a tomada de decisões deva ser feita pela alta direção, por que não levar em conta a percepção dos colaboradores de outros níveis da organização? A percepção, que é um processo cognitivo individual, não poderia ser trabalhada no âmbito organizacional, de forma coletiva? </font></font></span></p>
<p style="margin:0cm 0cm 10pt" class=MsoNormal><span style="color:#595959"><font size=3><font face=Calibri>Nosso entendimento a este respeito é de que sim, e isso pode ser alcançado com o apoio de diversos processos de gestão do conhecimento. Mobilizar a percepção da realidade numa perspectiva coletiva pode trazer muitos benefícios, além de potencializar o efeito de diversas ações que normalmente são realizadas apenas por algumas pessoas ou áreas específicas. </font></font></span></p>
<p style="margin:0cm 0cm 10pt" class=MsoNormal><span style="color:#595959"><font size=3><font face=Calibri>Aproveitar a percepção coletiva pode contribuir para o aumento na produtividade da organização, tendo em vista que o compartilhamento de informações e conhecimentos específicos acelera a aprendizagem organizacional, assim como a resolução de problemas. Também é possível gerar benefícios para a gestão de pessoas. Os colaboradores se sentem mais valorizados quando suas contribuições passam a ser consideradas pela alta gestão da organização. Com relação à capacitação dos colaboradores, é possível acelerar a sua curva de aprendizagem e, consequentemente, otimizar seu desempenho. </font></font></span></p>
<p style="margin:0cm 0cm 10pt" class=MsoNormal><span style="color:#595959"><font size=3><font face=Calibri>Por meio das ações de gestão do conhecimento que aproveitem melhor a percepção coletiva, a organização pode ainda aprimorar sua gestão de riscos, acelerar a melhoria contínua, favorecer a antecipação a movimentos de mercado e até mesmo a geração de inovações no negócio. Entre muitos outros benefícios, que você mesmo poderia identificar na organização em que atua.</font></font></span></p>
<p style="margin:0cm 0cm 10pt" class=MsoNormal><span style="color:#595959"><font size=3><font face=Calibri>Mas avançar neste sentido requer que sejam assumidas algumas posturas. O envolvimento dos colaboradores num exercício de percepção coletiva não deve ocorrer de forma autoritária, sob o risco de não haver um comprometimento efetivo dos colaboradores. O engajamento somente acontecerá em um ambiente onde todos se sintam seguros, motivados e valorizados pela sua contribuição, condições que favorecerão a emergência de manifestações espontâneas, nas quais podem estar presentes os conhecimentos de maior valor agregado.</font></font></span></p>
<p style="margin:0cm 0cm 10pt" class=MsoNormal><span style="color:#595959"><font size=3><font face=Calibri>Para alcançar este resultado as organizações devem se empenhar no estabelecimento de relações <b style="">colaborativas</b> entre os seus múltiplos stakeholders internos e externos, considerando efetivamente a possibilidade de participação dos mesmos na <b style="">cocriação</b> dos processos internos e externos.</font></font></span></p>
<p style="margin:0cm 0cm 10pt" class=MsoNormal><span style="color:#595959"><font size=3><font face=Calibri>Assumir essa mudança pode não ser muito simples para a maioria das organizações, que ainda funciona com base na abordagem de comando e controle. A adoção de uma abordagem participativa requer a mobilização dos colaboradores também com base em outras premissas. Uma boa forma de alcançar a esta mobilização pode ser o uso de metodologias de mediação, como aquelas voltadas para a geração de inovações e para a estruturação de planejamentos numa perspectiva coletiva, como é o caso da Investigação Apreciativa. </font></font></span></p>
<p style="margin:0cm 0cm 10pt" class=MsoNormal><span style="color:#595959"><font size=3><font face=Calibri>A <b style="">Investigação Apreciativa</b> convida os participantes a identificar aquilo que há de mais vital e forte na empresa, tanto em nível individual quanto organizacional e, com base nisso, almejar uma imagem de futuro (longo prazo), de forma absolutamente livre e não limitada pelas restrições da atualidade. A partir dessa visão, constituir a estrutura necessária para o desempenho dos próximos passos (curto prazo).</font></font></span></p>
<p style="margin:0cm 0cm 10pt" class=MsoNormal><span style="color:#595959"><font size=3><font face=Calibri>Um dos pontos interessantes desta metodologia é o foco nos elementos vitais e fortalezas da organização, o que contribui para minimizar as resistências dos indivíduos à colaboração. As pessoas geralmente se sentem mais à vontade para compartilhar aquilo que consideram positivo em si mesmos e em suas organizações do que os aspectos vistos como negativos. </font></font></span></p>
<p style="margin:0cm 0cm 10pt" class=MsoNormal><span style="color:#595959"><font size=3><font face=Calibri>Diversos <b style="">métodos de Ideação</b> também podem ser aplicados para a concepção/visualização de futuros, de acordo com a identidade e contexto da organização. Para gerar ideias e propostas inovadoras, o envolvimento de grupos de colaboradores em atividades que envolvam imaginar livremente possíveis soluções para oportunidades ou desafios é uma forma poderosa de engajar as pessoas na geração de novas possibilidades – e assim aproveitar a percepção coletiva de forma construtiva. </font></font></span></p>
<p style="margin:0cm 0cm 10pt" class=MsoNormal><span style="color:#595959"><font size=3><font face=Calibri>Vale ressaltar ainda que é fundamental considerar que a percepção é um processo ininterrupto, de modo que esta mobilização deve ser tratada como o início de um processo continuado, que possibilite a contínua adaptação e transformação da organização. Além disso, quanto mais abrangente for este processo, ou seja, quanto mais atores dos diferentes níveis estejam envolvidos, melhores serão os seus resultados. </font></font></span></p>
<p style="margin:0cm 0cm 10pt" class=MsoNormal><span style="color:#595959"><font size=3><font face=Calibri>Com base neste cenário considere: a organização em que você atua sabe aproveitar a percepção coletiva?</font></font></span></p>
<p style="margin:0cm 0cm 10pt" class=MsoNormal><span style="color:#595959"><font size=3 face=Calibri> </font></span></p>
<p style="margin:0cm 0cm 10pt" class=MsoNormal><span style="color:#595959"><font size=3><font face=Calibri>Por Cassio Ribeiro</font></font></span></p>
<p style="margin:0cm 0cm 10pt" class=MsoNormal><span style="color:#595959"><font size=3><font face=Calibri>Facebook: cassio.ribeiro</font></font></span></p></div></div></div>
<div><b>Categoria:</b> Gestão do Conhecimento;Gestão de Inovação</div>
<div><b>Publicada:</b> 13/3/2012 15:46</div>
<div><b>Meta Description:</b> Percepção coletiva: como potencializar a adaptabilidade da organização. Investigação apreciativa, ideação, gestão do conhecimento, colaboração, inovação.</div>
<div><b># Comentários:</b> 0</div>
]]></description>
      <author>TerraForum</author>
      <category>Gestão do Conhecimento;Gestão de Inovação</category>
      <pubDate>Tue, 13 Mar 2012 19:00:10 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="true">http://www.terraforum.com.br/blog/Lists/Postagens/ViewPost.aspx?ID=403</guid>
    </item>
    <item>
      <title>Redes Sociais | Trocando Ideia | 08 |</title>
      <link>http://www.terraforum.com.br/blog/Lists/Postagens/ViewPost.aspx?ID=402</link>
      <description><![CDATA[<div><b>Corpo:</b> <div class=ExternalClass737C5A237DFE450F8ABB96135E9E1F2F><p>Marketing no Facebook, com direito a timeline para empresas, loja on-line que reúne jornais, revistas e livros, recorde de seguidores no Twitter e site que ajuda a descobrir novos aplicativos. Veja o que nos chamou a atenção nesta última semana.</p>

<p class=tituloAzul>REDES SOCIAIS &amp; plataformas</p>

<p><b>FACEBOOK</b><br>
Novas páginas e soluções de marketing</p>

<p class=imagemEsquerda><img src="/blog/Lists/Fotos/TI8-001.jpg"></p>
<p>Na semana passada, o Facebook realizou a primeira fMC, Facebook Marketing Conference. Com transmissão ao vivo para a web, o evento mostrou algumas novidades da rede social para empresas e marqueteiros em geral.</p>
<p>Além de ter disponiblizado para marcas e empresas o modelo de timeline até então só disponível para os usuários, o Facebook apresentou novidades para quem usa a plataforma como ferramenta de marketing.</p>
<p>Quem perdeu o fMC pode assistir ao vídeo no link <a href="http://livestre.am/1jLQ1" target="_blank">http://livestre.am/1jLQ1</a></p>
<p>Para conhecer as novas soluções de marketing do Facebook, acesse a página <a href="http://www.facebook.com/business/fmc/guides?campaign_id=250393211715997&amp;creative=guides" target="_blank">Guias para o Sucesso</a>.</p>

<p><b>TWITTER</b><br>
Como citar um <i>tweet</i> em um texto acadêmico</p>

<p class=imagemEsquerda><img src="/blog/Lists/Fotos/TI8-002.jpg"></p>
<p>Faz tempo que o Twitter deixou de ser apenas aquele espaço para dizermos o que estamos fazendo no momento ou reclamarmos de alguma empresa. O microblog é, sim, fonte de informação. E, por isso, muitos <i>tweets</i> acabam fazendo parte de monografias, artigos ou outros textos acadêmicos. Ao final do trabalho, na hora de citar a bibliografia, surge o problema: como fazer a citação correta?</p>
<p>Aqui no Brasil, quem determina as normas relativas à formatação deste tipo de publicação é a ABNT, Associação Brasileira de Normas Técnicas. Consultada pela TerraForum, a associação informou que ainda não há uma regra específica para o que se escreve no Twitter. Nos Estados Unidos, no entanto, a Modern Language Association, que estabelece as normas para os textos acadêmicos publicados lá, já se preocupou com o assunto. </p>
<p>Quer saber como os sobrinhos do Tio Sam citam um tweet em seus textos acadêmicos?</p>
<p class=acesse>Acesse: <a href="http://www.mla.org/style/handbook_faq/cite_a_tweet" target="_blank">How do I cite a tweet?</a></p>

<p><b>IBA</b><br>
Livros, jornais e revistas digitais em uma só loja <i>on-line</i></p>

<p class=imagemEsquerda><img src="/blog/Lists/Fotos/TI8-003.jpg"></p>
<p>Está sendo inaugurada hoje a primeira loja <i>on-line</i> brasileira que vai vender, no mesmo site, livros, jornais e revistas em formato digital. A iba (assim mesmo, grafada toda em letras minúsculas) já estreia com mais de 6 mil títulos de 170 editoras do país. </p>
<p>A mistura das tradicionais bancas que vemos nas esquinas com livrarias não vende apenas exemplares únicos, mas também assinaturas. Além disso, a iba disponibliza um aplicativo compatível com pc, iOS e Android.</p>
<p>Quer conhecer a novidade e já fazer umas comprinhas?</p>
<p class=acesse>Acesse: <a href="http://www.iba.com.br/" target="_blank">http://www.iba.com.br</a></p>

<p class=tituloAzul>REDES SOCIAIS &amp; celebridades</p>

<p><b>LADY GAGA</b><br>
Não basta chamar a atenção nos palcos</p>

<p class=imagemEsquerda><img src="/blog/Lists/Fotos/TI8-004.jpg"></p>
<p>Se nos palcos ou em seus videoclipes Lady Gaga chama bastante atenção, no Twitter a cantora também não fica atrás. A diferença é que em suas performances o que assusta é sua personalidade exagerada e polêmica. Já na rede, o que espanta mesmo é o seu número de seguidores: mais de 20 milhões.</p>
<p>A artista, um tanto extravagante, deixa para trás até mesmo o ídolo teen Justin Bieber, que tem &quot;apenas&quot; 18 milhões de <i>followers</i>. Também perdem para ela todos os meios de comunicação do mundo, como os gigantes CNN e The New York Times.</p>
<p>Esse recorde não é à toa. Além de tuitar com muita frequência, Lady Gaga adota um tom de conversa informal com seus seguidores - ou <i>pequenos monstrinhos</i>, como ela os chama carinhosamente... Não raro, publica fotos com eles, tiradas em bastidores de shows ou em quaisquer outros eventos. Sem dúvida, um bom exemplo de relacionamento a ser seguido.</p>

<p class=tituloAzul>REDES SOCIAIS &amp; ferramentas</p>

<p><b>GREATAPPS</b><br>
Para ficar por dentro das novidades em aplicativos móveis</p>

<p class=imagemEsquerda><img src="/blog/Lists/Fotos/TI8-005.jpg"></p>
<p>O mundo está cada vez mais móvel. <i>Tablets</i> e <i>smartphones</i> estão se proliferando em um piscar de olhos. E na mesma velocidade em que cresce o número desses dispositivos, surgem aplicativos para eles. Alguns são extremamente úteis e nos permitem tirar o maior proveito possível dos aparelhos. Outros, servem apenas para diversão. O problema é: como nos mantermos atualizados? </p>
<p>Simples: acessando o <a href="http://greatapps.com" target="_blank">GreatApps</a>. Jogos, negócios, compras. música, notícias, não importa o tema. Diariamente, o site lista, no máximo, 15 novos aplicativos, tanto para o sistema iOS como para o Android.</p>
<p>Se você quer encontrar uma novidade para turbinar seu smartphone ou seu tablet, acesse o <a href="http://greatapps.com" target="_blank">GreatApps</a></p>
<p>Mas, se você é desenvolvedor e quer ver seu aplicativo na home do site, acesse: <a href="http://greatapps.com/register" target="_blank">http://greatapps.com/register</a></p>
<p>Patricia Haddad</p></div></div>
<div><b>Categoria:</b> Web 2.0</div>
<div><b>Publicada:</b> 6/3/2012 10:19</div>
<div><b># Comentários:</b> 0</div>
]]></description>
      <author>Vivian PEREIRA</author>
      <category>Web 2.0</category>
      <pubDate>Tue, 06 Mar 2012 13:43:36 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="true">http://www.terraforum.com.br/blog/Lists/Postagens/ViewPost.aspx?ID=402</guid>
    </item>
    <item>
      <title>Redes Sociais | Trocando Ideia | 07 |</title>
      <link>http://www.terraforum.com.br/blog/Lists/Postagens/ViewPost.aspx?ID=401</link>
      <description><![CDATA[<div><b>Corpo:</b> <div class=ExternalClass9DEB762AD2E64980ACE4349736500DB7><p>Tem muita novidade surgindo todos os dias. Ou seja: dá para trocar muita ideia aqui nesse espaço! Veja alguns dos assuntos mais interessantes que selecionamos.</p>

<p class=tituloAzul>REDES SOCIAIS &amp; plataformas</p>

<p><b>FACEBOOK</b><br>
(Mais) Novidades no Facebook</p>

<p class=imagemEsquerda><img src="/blog/Lists/Fotos/TI7-001.jpg"></p>

<p>Mark Zuckerberg não sossega. Hoje, o Facebook vai realizar o primeiro fMC, evento criado especialmente para profissionais de marketing. Com transmissão ao vivo a partir das 12h (horário local), a série de apresentações promete trazer novidades da rede social. A mais aguardada é a liberação da nova timeline para as marcas.</p>

<p>O recurso já está disponível para os usuários há algum tempo e foi a grande sensação da F8, conferência anual do Facebook, realizada em setembro de 2011. Resta participar do fMC para ver o que mais a turma de Zuckerberg está aprontando.</p>

<p class=acesse>Acesse: <a href="http://www.facebook.com/business/fmc" target="_blank">Como participar do fMC</a></p>


<p><b>PINTEREST</b><br>
Ainda sem saber como encher o cofrinho</p>

<p class=imagemEsquerda><img src="/blog/Lists/Fotos/TI7-002.jpg"></p>

<p>Na semana passada, falamos aqui que o Pinterest estava sendo acusado de manipular links que levavam a sites de e-commerce, inserindo neles o seu próprio código de afiliado. A “descoberta” fez muita gente achar que a rede social que se tornou febre nos últimos tempos estava agindo de forma não muito bacana. Mas não foi bem assim.</p>

<p>De acordo com o CEO do Pinterest, Ben Silberman, o uso de um plugin chamado Skimlinks, que localizava os links que podiam ser manipulados (os que levavam a sites de comércio eletrônico, mas que não possuíam código de afiliado), foi apenas um teste. Não fazia parte dos planos de negócios e foi suspenso antes mesmo de a notícia ter se espalhado.</p>

<p>Esta volta atrás não significa que o Pinterest tenha desistido de ganhar dinheiro. Na verdade, seus criadores continuam pensando em formas de monetizar o site, e já pensam até na possibilidade de inserir anúncios nos murais. É esperar para ver.</p>
 
<p><b>GOOGLE LATITUDE x FOURSQUARE</b><br>
Demarcando o Território</p>

<p class=imagemEsquerda><img src="/blog/Lists/Fotos/TI7-003.jpg"></p>

<p>A Google não desiste de tentar dominar o mundo e se fazer onipresente. Desta vez, o alvo é o Foursquare. Sem fazer qualquer alarde, a última versão do Google Maps para o sistema Android permite fazer uma espécie de ranking de check-ins. Segundo a própria empresa, “Agora quando você ganha pontos por fazer check-in em diferentes locais, você pode ver quantos pontos tem em comparação a seus amigos usando o ranking”. O que é isso senão uma tentativa de competir com o Foursquare? Tá certo que ainda não há “prefeitos”, nem empresas fazendo promoções para quem mais frequenta determinados estabelecimentos, mas alguém duvida que, muito em breve, novas funcionalidades serão incorporadas ao Latitude?</p>
 

<p class=tituloAzul>REDES SOCIAIS &amp; ferramentas</p>

<p><b>BRANDMYMAIL</b><br>
Enviando mensagens como se fosse um email marketing</p>

<p class=imagemEsquerda><img src="/blog/Lists/Fotos/TI7-004.jpg"></p>

<p>Já pensou em transformar seus e-mails em verdadeiras newsletters? Não sabe como? Quer uma solução bem simples e de graça? BrandMyMail!</p>

<p>A ferramenta foi criada pela Inovisoft LLC, empresa americana, mas que está operando diretamente de Portugal. Funciona com o Gmail e permite incluir vários plug-ins, como seus últimos tweets, suas atualizações do Facebook, frases, fotos do Flickr, vídeos do YouTube etc. Há três layouts disponíveis e 14 papeis de parede, mas é possível customizar e criar um com o seu gosto. </p>

<p>Conheça um pouco mais do BrandMyMail no site <a href="http://www.brandmymail.com/" target="_blank">http://www.brandmymail.com/</a>. Crie o seu template, conecte o serviço com sua conta do Gmail e comece a enviar mensagens muito mais bonitas e elegantes.</p>

<p><b>AGORAPULSE</b><br>
Marketing no Facebook e CRM em um só produto</p>

<p class=imagemEsquerda><img src="/blog/Lists/Fotos/TI7-005.jpg"></p>

<p>Quem trabalha com mídias sociais sabe que a tarefa não é simples. Parece uma atividade “descolada”, mas exige muito estudo e análise, além de criatividade. É preciso estar sempre presente nas redes, postando bom conteúdo e interagindo com o público.</p>

<p>Há diversas soluções disponíveis no mercado para auxiliar o gerenciamento das redes. Algumas gratuitas, outras pagas, como o AgoraPulse. A ferramenta, específica para o Facebook, permite gerenciar páginas, promover campanhas/anúncios, analisar KPIs e ROI entre outras coisas.</p>

<p>Há cinco planos de pagamento e, claro, quanto mais se paga, mais funcionalidades se tem. É possível testar a ferramenta gratuitamente por 14 dias sem compromisso.</p>

<p class=acesse>Conheça mais: <a href="http://www.agorapulse.com/ " target="_blank">Agorapulse</a></p>

<p class=tituloAzul>REDES SOCIAIS &amp; marcas</p>

<p><b>COCA-COLA</b><br>
Cadê o rótulo?</p>
<p class=imagemEsquerda><img src="/blog/Lists/Fotos/TI7-006.jpg"></p>

<p>Alguma vez você já imaginou tomar uma Coca-Cola sem estar escrito Coca-Cola no rótulo? Não, não estamos falando dos refrigerantes de cola genéricos. Estamos nos referindo ao mais famoso, mesmo. Pois então, pela primeira vez na história a empresa removeu seu logo das garrafas.</p>

<p>A ação ocorreu na Austrália. No lugar de “Coca-Cola”, escrita na tradicional fonte, entraram os 150 nomes mais comuns no país dos cangurus. Também foi inserida a frase “Divida uma Coca com”. A ideia é que os consumidores se divirtam procurando os nomes de seus amigos nas prateleiras dos supermercados para levar o produto e beber junto com eles.</p>

<p>O sucesso foi tão grande que 50 novos nomes foram incluídos na ação. E se fosse no Brasil? Quais seriam os nomes escolhidos pela Coca-Cola? Façam suas postas!</p>

<p>Veja os vários vídeos feitos para a campanha no <a href="http://www.youtube.com/user/CocaColaAust?feature=watch" target="_blank">canal da Coca-Cola Austrália</a> no YouTube.</p>

<p>Patricia Haddad</p></div></div>
<div><b>Categoria:</b> Web 2.0</div>
<div><b>Publicada:</b> 29/2/2012 09:41</div>
<div><b># Comentários:</b> 0</div>
]]></description>
      <author>Vivian PEREIRA</author>
      <category>Web 2.0</category>
      <pubDate>Wed, 29 Feb 2012 12:42:14 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="true">http://www.terraforum.com.br/blog/Lists/Postagens/ViewPost.aspx?ID=401</guid>
    </item>
    <item>
      <title>Redes Sociais | Trocando Ideia | 06 |</title>
      <link>http://www.terraforum.com.br/blog/Lists/Postagens/ViewPost.aspx?ID=400</link>
      <description><![CDATA[<div><b>Corpo:</b> <div class=ExternalClassBA14A084F3754DAF80A7DA363A699508>
<p>Como nessa semana muita coisa rolou, taí um post fresquinho com mais bate-papo.</p>
<p class=tituloAzul>REDES SOCIAIS &amp; Varejo</p>
<p class=tituloNormal>T-Commerce</p>
<p class=imagemEsquerda><img src="http://www.wirelessduniya.com/wp-content/uploads/2012/01/twitter-money.png" width=120></p>
<p><strong>Será que vai pegar?</strong><br>Depois de o Facebook ter entrado no mundo do comércio eletrônico, criando o chamado f-commerce, era de se imaginar que outra rede de enorme sucesso também aderisse à moda. Sim, já existe o t-commerce, ou seja, compra e venda de produtos pelo Twitter. A diferença é que, neste caso, a plataforma não foi criada pela rede em si, mas por ums startup. </p>
<p>O Chirpify nasceu há um ano pelas mãos de @ChrisTeso, mas parece que só agora o mundo tomou conhecimento da invenção. O funcionamento é bem simples, utilizando palavras-chave como buy e donate, e o pagamento é feito por meio do Paypal. Quer saber mais? Visite o site <a href="http://chirpify.com/" target="_blank">http://chirpify.com/</a> e faça bons negócios!</p>
<p class=tituloAzul>REDES SOCIAIS &amp; Plataformas</p>
<p class=tituloNormal>PINTEREST</p>
<p class=imagemEsquerda><img src="http://magento.bis2bis.com.br/wp-content/uploads/2012/01/pinterest-72_o.jpg" width=120></p>
<p><strong>Pinterest: apenas um inocente mural de imagens?</strong><br>Há dois anos no ar, o Pinterest é a grande sensação do momento. Começou a ser descoberto por milhares de usuários, fazendo com que o site chegasse a receber 40 milhões de visitas em uma única semana. Considerado um grande mural onde podemos pendurar fotos e vídeos que nos interessam, o site está sendo acusado de manipular links que levam a sites de ecommerce e que tenham programa de afiliados, inserindo seu próprio código. Com isto, se o clique na imagem se converter em venda, gera receita para o Pinterest. Justo ou injusto? Tem gente contra:</p>
<p class=acesse>Acesse: <a href="http://llsocial.com/2012/02/pinterest-modifying-user-submitted-pins/" target="_blank">Pinterest is quietly generating revenue by modifying user submitted pins</a></p>
<p class=acesse>Acesse: <a href="http://gtomanagement.com/what-affiliates-and-merchants-should-know-about-pinterest-links/" target="_blank">What Affiliates and Merchants Should Know About Pinterest Links</a></p>
<p>E aqueles que até concordam:</p>
<p class=acesse>Veja em: <a href="http://www.blogworld.com/2012/02/04/why-i-dont-mind-pinterest-hijacking-my-links/" target="_blank">Why I Don't Mind Pinterest Hijacking My Links</a></p>
<p>E você? O que acha?</p>
<p class=tituloNormal>HASHONOMY</p>
<p class=imagemEsquerda><img src="http://www.odebate.com.br/arquivos/img/noticias/tecnologia_maxima/02-2012/hashonomy.jpg" width=120></p>
<p><strong>Guardando os links que são &quot;tuitados&quot;</strong><br>É bastante comum vermos um link super interessante no Twitter e termos vontade de salvá-lo em nossos bookmarks. Mas, como? Abrindo o site, pegando o link e adicionando-o aos favoritos? Favoritando o tweet para ler depois e pensar com calma em como categorizá-lo? Uma nova ferramenta promete ser de grande ajuda. É a Hashtonomy, uma junção das palavras hashtag e taxonomy. Como o próprio nome diz, a organização dos links é baseada nas hashtags. É gratuita e não requer a instalação de nenhum programa. E foi criada por um brasileiro! Quer experimentar? <a href="http://hashonomy.com/" target="_blank">http://hashonomy.com/</a></p>
<p class=tituloNormal>UNIIVERSE</p>
<p class=imagemEsquerda><img src="http://a1.twimg.com/profile_images/1668285337/logo_twitter_blue.jpg" width=120></p>
<p><strong>Interagindo offline por meio de solução online</strong><br>Já imaginaram uma rede social onde o objetivo é aumentar as interações da vida real em um mundo cada vez mais virtual? Pois esta rede já existe e chama-se Uniiverse. Nela, os usuários podem postar atividades ou serviços que desejem oferecer. Porém, você não encontra ferramentas de compra e venda no site, pois o objetivo é justamente estimular as pessoas a se encontrarem no mundo real. Para maiores informações sobre o Uniiverse, o link é: <a href="http://migre.me/7VmVu" target="_blank">http://migre.me/7VmVu</a>. Vale a pena conferir o vídeo: <a href="http://www.youtube.com/embed/fLVku4QtD6k" target="_blank">Why are we here? The Uniiverse</a></p>
<p class=tituloAzul>REDES SOCIAIS &amp; Inovação</p>
<p class=imagemEsquerda><img src="http://t1.gstatic.com/images?q=tbn:ANd9GcSrp0HUg0G59jTD2Gi3iMYYwbBHqPY9zDIPPCdopME_ucYecQhWVA" width=120></p>
<p><strong>Como ir para a Olimpíada e contribuir para o esporte sem ser atleta?</strong><br></p>
A <a href="http://www.dsm.com/en_US/cworld/public/home/pages/home.jsp" target="_blank">DSM</a> lançou o desafio para como utilizar o material Arnitel Eco de maneira inovadora nos jogos olímpicos de Londres, com foco em melhorar a performance dos atletas e times que lá competirão. Nesse desafio qualquer um pode propor um design utilizando o material da empresa em um aparato esportivo.</p>
<p>A empresa usa, ainda, grupo no LinkedIn para colaboração entre os cientistas da DSM e os proponentes. As ideias são votadas pela comunidade para eleição do vencedor, que ganha uma viagem com acompanhante para assistir os Jogos Olímpicos em Londres, este ano.</p>
<p>Dê a sua ideia, inove: <a href="http://www.dsm.com/en_US/open_innovation/public/home/pages/contest.jsp" target="_blank">DSM Open Innovation</a></p>
<p class=tituloAzul>REDES SOCIAIS &amp; Política</p>
<p class=imagemEsquerda><img src="http://american-freedom-league-voters-consumers-union.org/wp-content/uploads/2012/01/obama-state-of-the-union-2012.jpg" width=120></p>
<p>Que o presidente americano Barack Obama usou as mídias sociais como um dos pilares da sua campanha de eleição não é novidade. Mas é interessante ver como ainda insere a sociedade nas conversas por esse meio durante o seu mandato. Em 2009 realizou o Open for Questions, em que abriu a Casa Branca para qualquer pessoa poder enviar sua pergunta. Essas, por sua vez, tiveram uma fase de votação que elegeram as mais populares que foram respondidas pelo presidente num vídeo.</p>
<p>Já este ano, Obama fez diferente. Como um dos eventos oficiais de janeiro, fez o discurso ao senado chamado &quot;State of the Union&quot;, que já inovou ao ser transmitido ao vivo na internet. Mas quis ir além, ao abrir os pontos do vídeo para questionamentos (via redes sociais) e responderia as mais populares (em votação por mais de 225 mil pessoas no <a href="http://www.youtube.com/whitehouse" target="_blank">YouTube</a>) no Google +. O vídeo de resumo da semana do presidente (no mesmo canal do YouTube) mostra como foi a iniciativa, em que o presidente foi entrevistado por webcam ao vivo pelos cidadãos que formularam as perguntas.</p>
<p>A TerraForum está atualizada com as mais recentes práticas de relacionamento dos governos com seu estado, estimulando a cidadania e melhorando suas práticas pela Gestão do Conhecimento e o uso de Redes Sociais. Mais informações você poderá conferir em <a href="/blog/Lists/Postagens/governo.terraforum.com.br" target="_blank">governo.terraforum.com.br</a></p>
<p>Carolina Almeida (@almeicc)</p>
<p>Patricia Haddad</p>
<p>PH Oliveira</p>
<p>Renee Almeida (@reneealmeida)</p></div></div>
<div><b>Categoria:</b> Web 2.0</div>
<div><b>Publicada:</b> 16/2/2012 13:47</div>
<div><b># Comentários:</b> 3</div>
]]></description>
      <author>Vivian PEREIRA</author>
      <category>Web 2.0</category>
      <pubDate>Thu, 16 Feb 2012 17:05:44 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="true">http://www.terraforum.com.br/blog/Lists/Postagens/ViewPost.aspx?ID=400</guid>
    </item>
    <item>
      <title>Redes Sociais | Trocando Ideia | 05 |</title>
      <link>http://www.terraforum.com.br/blog/Lists/Postagens/ViewPost.aspx?ID=399</link>
      <description><![CDATA[<div><b>Corpo:</b> <div class=ExternalClassF6D9B42E71354EF982D82D971BFB3D9C>
<div>
<p style="margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><font size=3><font face=Cambria><strong>REDES SOCIAIS &amp; Varejo 2.0</strong></font></font></p>
<p style="margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><font size=3 face=Cambria></font> </p>
<p style="margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><font size=3><font face=Cambria>Como hoje é Valentine’s Day em alguns locais do globo, acabamos descobrindo um app no Facebook que chamou nossa atenção e mereceu o post da semana.</font></font></p>
<p style="margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><font size=3 face=Cambria></font> </p>
<p style="margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><font size=3 face=Cambria>O <a href="https://www.facebook.com/Walgreens?sk=app_192850164143915">Play Cupid</a>  da <a href="https://www.facebook.com/Walgreens?sk=wall">Walgreens</a>.</font></p>
<p style="margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal> <font size=3 face=Cambria> </font></p>
<p style="margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><font size=3><font face=Cambria>O <a href="https://www.facebook.com/Walgreens?sk=app_192850164143915">aplicativo</a> desenvolvido para fanpage da marca no Facebook encoraja os fãs a brincarem de cupido. <span class=hps><span lang=PT>Por exemplo</span></span><span lang=PT>, você pode conectar <span class=hps>duas pessoas</span><span class=hps> que</span> <span class=hps>formariam</span> <span class=hps>um ótimo casal</span> <span class=hps>ou</span> que seriam <span class=hps>potencialmente melhores amigas.</span> <span class=hps>As</span> <span class=hps>pessoas que você escolher</span> <span class=hps>podem já se conhecer ou mesmo estarem em</span> <span class=hps>um relacionamento.</span> Mas i</span></font></font><font size=3><font face=Cambria><span lang=PT><span class=hps>ndependente de quem forem, a ideia é formar uma imagem</span> <span class=hps>engraçada</span> <span class=hps>usando as fotos de seus perfis em uma das </span><span class=hps>nove</span> <span class=hps>cenas</span> <span class=hps>disponíveis (nota: </span>o app poderia ser melhor no que se refere ao ajuste da imagem).<span class=hps></span></span></font></font></p><span lang=PT>
<p style="margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal></span><span class=hps><span lang=PT><font size=3 face=Cambria></font></span></span> </p>
<p style="margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span class=hps><span lang=PT><font size=3 face=Cambria><strong>Porque curtimos?</strong></font></span></span></p>
<p style="margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span class=hps><span lang=PT><font size=3 face=Cambria></font></span></span> </p>
<p style="margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span class=hps><span lang=PT><font size=3><font face=Cambria>A ideia, apesar de simples (a brincadeira de colocar o rosto em montagens não é nova) tem muitos detalhes que são exemplo de Varejo 2.0 (vale conhecer o <a href="https://www.facebook.com/Walgreens?sk=app_192850164143915">livro Varejo 2.0</a> dos autores da TerraForum): </font></font></span></span></p>
<p style="margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span class=hps><span lang=PT><font size=3 face=Cambria></font></span></span> </p>
<p style="margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span class=hps><span lang=PT><font size=3><font face=Cambria><strong>1 – Use e abuse do efeito B2N (Business to Network): </strong>o fato de brincar com a união de dois usuários como um cupido e taggear os amigos na foto é uma excelente ideia para potencializar a brincadeira e,  consequentemente, a marca. Existem opções para diversos tipos de casais, e basta usar a criatividade para se divertir.</font></font></span></span></p>
<p style="margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span class=hps><span lang=PT><font size=3 face=Cambria></font></span></span> </p>
<p style="margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span></span><span class=hps><span lang=PT></span></span></p>
<p style="margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span class=hps><span lang=PT><font size=3 face=Cambria></font></span></span></p>
<p style="margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span class=hps><span lang=PT><font size=3 face=Cambria><img style="width:230px;height:350px" alt="" src="/blog/Lists/Fotos/_w/TrocandoIdeia05_Img1_png.jpg" width=223 height=539></font></span></span></p>
<p style="margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span class=hps><span lang=PT><font size=3 face=Cambria></font></span></span> </p>
<p style="margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span class=hps><span lang=PT><font size=3><font face=Cambria><strong>2 – Convide parceiros a participar: </strong>O app pede que você escolha um produto que acompanhará sua foto como: “For two natural beauties” – Revlon Nail Products, “For a pair that’s as sweet as chocolate” – Lindt Lindor Truffles e etc.</font></font></span></span></p>
<p style="margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span lang=PT><font size=3 face=Cambria></font></span> </p>
<p style="margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span lang=PT><font size=3><font face=Cambria>E de novo, apesar de simples, a ideia é muito pertinente pois integra não só o usuário e a Walgreens mas também marcas parceiras, que são vendidas na rede de farmácia. </font></font></span></p>
<p style="margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span lang=PT><font size=3><font face=Cambria></font></font></span> </p>
<p style="margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span lang=PT><font size=3><font face=Cambria>Estamos acostumados a ver iniciativas individuais da indústria e é muito bacana enxergar as inúmeras possibilidades de integração entre marcas e Varejo nas ações em redes sociais. </font></font></span></p>
<p style="margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span lang=PT><font size=3 face=Cambria></font></span> </p>
<p style="margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span lang=PT><font size=3 face=Cambria><img style="width:230px;height:300px" alt="" src="/blog/Lists/Fotos/_w/TrocandoIdeia05_Img2_png.jpg" width=223 height=539></font></span></p>
<p style="margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span lang=PT><font size=3 face=Cambria></font></span> </p>
<p style="margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span lang=PT><font size=3><font face=Cambria><strong>3 – Estimule a conversão:</strong> Para finalizar, não podia faltar o cupom de desconto. Afinal, redes sociais também são sobre vendas, sobre conversão, sobre resultado. Quando tudo pode estar junto é melhor ainda. Um bom cupom fecha com chave de ouro. </font></font></span></p>
<p style="margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span lang=PT><font size=3 face=Cambria></font></span><span lang=PT><font size=3><font face=Cambria><span><img style="width:230px;height:240px" alt="" src="/blog/Lists/Fotos/_w/TrocandoIdeia05_Img3_png.jpg" width=296 height=357></span></font></font></span></p>
<p style="margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span lang=PT><font size=3><font face=Cambria>É isso aí! Criatividade também é ser simples e pertinente. </font></font></span></p>
<p style="margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span lang=PT><font size=3 face=Cambria></font></span> </p>
<p style="margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span lang=PT><font size=3><font face=Cambria>@reneealmeida</font></font></span></p>
<p style="margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span lang=PT><font size=3 face=Cambria></font></span> </p>
<p style="margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span lang=PT><font size=3><font face=Cambria>. Livro Varejo 2.0: informações <a href="/institucional/Paginas/lancamentoVarejo20.aspx">aqui</a> </font></font></span></p>
<p style="margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span lang=PT></span><span lang=PT><font size=3><font face=Cambria>. Entrevista: <a href="http://www.almadonegocio.tv/2011/12/09/113-varejo-2-0-com-claudio-terra-e-renee-almeida/">Varejo 2.0 com Cláudio Terra e Renée Almeida</a></font></font></span></p>
<p style="margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span lang=PT></span><span lang=PT><font size=3><font face=Cambria>. Compre aqui: <a href="http://www.livrariacultura.com.br/scripts/resenha/resenha.asp?nitem=22858486&amp;sid=1831392171426667649458174">Livraria Cultura</a></font></font></span><span lang=PT><font size=3 face=Cambria> </font></span></p></div></div></div>
<div><b>Categoria:</b> Web 2.0</div>
<div><b>Publicada:</b> 14/2/2012 15:26</div>
<div><b># Comentários:</b> 0</div>
]]></description>
      <author>TerraForum</author>
      <category>Web 2.0</category>
      <pubDate>Tue, 14 Feb 2012 18:42:48 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="true">http://www.terraforum.com.br/blog/Lists/Postagens/ViewPost.aspx?ID=399</guid>
    </item>
    <item>
      <title>Trocando Ideia | 04 | Super Bowl Offline &amp; Online = FUN²</title>
      <link>http://www.terraforum.com.br/blog/Lists/Postagens/ViewPost.aspx?ID=398</link>
      <description><![CDATA[<div><b>Corpo:</b> <div class=ExternalClassA2707B976EFC44A4A70BEC51A51AAC94>
<p style="margin:0cm 0cm 0pt"><font color="#000000"><span style="font-family:'Helvetica','sans-serif';color:black;font-size:9pt">Por mais que o futebol americano não seja um esporte que mova a paixão brasileira, a modalidade começa a ganhar adeptos no país. Certamente no </span><span style="font-family:'Helvetica','sans-serif';color:black;font-size:9pt">mundo da publicidade, da comunicação e redes sociais o assunto Super Bowl ferveu essa semana. E foi assim que decidimos dedicar o Trocando Ideia dessa semana ao assunto.</span></font></p>
<p style="margin:0cm 0cm 0pt"><font color="#000000"><span style="font-family:'Helvetica','sans-serif';color:black;font-size:9pt"></span><span style="color:black"></span></font> </p>
<p style="margin:0cm 0cm 0pt"><span style="font-family:'Helvetica','sans-serif';color:black;font-size:9pt"><font color="#000000">Começamos a falar do Super Bowl na </font><a href="/blog/Lists/Postagens/Post.aspx?ID=397"><font color="#000000">semana passada </font></a><font color="#000000">. O intervalo do campeonato é um dos mais caros do mundo e este ano atingiu a marca de $3.5 milhões de dólares para 30s de anúncio ( 400mil dólares mais caro que 2011)! Um investimento significativo que, apesar da alta visibilidade, foi turbinado com ações em redes sociais e tecnologias baseadas na web. \o/</font></span></p>
<p style="margin:0cm 0cm 0pt"><font color="#000000"><span style="font-family:'Helvetica','sans-serif';color:black;font-size:9pt"></span><span style="color:black"></span></font> </p>
<p style="margin:0cm 0cm 0pt"><font color="#000000"><span style="font-family:'Helvetica','sans-serif';color:black;font-size:9pt">É simples assim e é isso que sempre queríamos ver acontecendo. Esse papo de online e offline é muito ano passado. Veja bem, uma estratégia de comunicação não devia ser montada a partir de soluções fora ou dentro da rede. Mas a partir da <strong>afinidade dos meios com o seu público</strong>. <strong>E aí, se o online e o offline estiverem juntos: FUN<span class=st>²</span>!</strong></span><span style="color:black"></span></font></p>
<p><span style="font-family:'Helvetica','sans-serif';color:black;font-size:9pt"><strong><font color="#000000">Portanto decidimos fazer aqui uma mega lista com os fun facts e estatísticas do Super Bowl 2012. Aproveite!</font></strong></span></p>
<ul>
<li>
<div style="margin:0cm 0cm 0pt"><span style="font-family:'Helvetica','sans-serif';color:black;font-size:9pt"><font color="#000000">O uso extensivo da web fez o Washington Post registrar o campeonato desse ano como campeonato da &quot;<strong>segunda tela</strong>&quot;</font></span></div></li></ul>
<ul>
<li>
<div style="margin:0cm 0cm 0pt"><span style="font-family:'Helvetica','sans-serif';color:black;font-size:9pt"></span><span style="font-family:'Helvetica','sans-serif';color:black;font-size:9pt"><font color="#000000">A NBC negou 4 milhões em anúncios no  Super bowl. Como faz? Contrate jogadores twitteiros para fazer uma <strong>viralização na web</strong>. E funcionou!</font></span></div></li></ul>
<ul>
<li>
<div style="margin:0cm 0cm 0pt"><span style="font-family:'Helvetica','sans-serif';color:black;font-size:9pt"></span><span style="font-family:'Helvetica','sans-serif';color:black;font-size:9pt"><font color="#000000">No mínimo, <strong>80%</strong> das propagandas veiculadas ofereciam algum tipo de <strong>componente social 2.0 ou integração com aplicativos</strong>.</font></span></div></li></ul>
<ul>
<li>
<div style="margin:0cm 0cm 0pt"><span style="font-family:'Helvetica','sans-serif';color:black;font-size:9pt"></span><span style="font-family:'Helvetica','sans-serif';color:black;font-size:9pt"><font color="#000000"><strong>20</strong> dos 36 anunciantes do Super Bowl disponibilizaram os comerciais de TV online<strong> antes do jogo no domingo</strong>. Uma mudança que deu super certo!</font></span></div></li></ul>
<ul>
<li>
<div style="margin:0cm 0cm 0pt"><span style="font-family:'Helvetica','sans-serif';color:black;font-size:9pt"></span><span style="font-family:'Helvetica','sans-serif';color:black;font-size:9pt"><font color="#000000">Você já viu hashtag em comerciais de TV? Pode ser que vire moda! 2011 &gt;  nenhuma hashtag mas… <strong>2012 &gt; hashtags em 50% dos anúncios!</strong></font></span></div></li></ul>
<ul>
<li>
<div style="margin:0cm 0cm 0pt"><span style="font-family:'Helvetica','sans-serif';color:black;font-size:9pt"><font color="#000000">O streaming on-line, <strong>o oficial</strong>, contava com 4 câmeras de ângulos diferentes. Detalhe: você podia voltar a imagem e pausar. </font></span></div></li></ul>
<ul>
<li>
<div style="margin:0cm 0cm 0pt"><span style="font-family:'Helvetica','sans-serif';color:black;font-size:9pt"></span><span style="font-family:'Helvetica','sans-serif';color:black;font-size:9pt"><font color="#000000">O Google investiu no &quot;</font><a href="http://www.google.com/insidesearch/gameday.html"><font color="#000000">Game Day with Google Search</font></a><font color="#000000">&quot;. Um monte de dicas especiais para usar em dias de jogo. Por exemplo, as informações sobre o jogo vem acompanhadas de receitas de lanches. As redes sociais não ficaram de fora, o site oferece o recurso &quot;Veja o que seus amigos estão falando&quot; além de mostrar times e jogadores que já estão no Google+.</font></span></div></li></ul>
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<div style="margin:0cm 0cm 0pt"><span style="font-family:'Helvetica','sans-serif';color:black;font-size:9pt"></span><span style="font-family:'Helvetica','sans-serif';color:black;font-size:9pt"><font color="#000000"><strong>Iniciativa VIP do Google+! </strong>Uma </font><a href="http://www.cbsnews.com/8301-501465_162-57369895-501465/super-bowl-ny-giants-to-hangout-with-fans-on-google/"><font color="#000000">videoconferência</font></a><font color="#000000"> antes do jogo entre os jogadores do Giants e 20 fãs sortudos. Bastava curtir a fanpage do time no Google+.</font></span></div></li></ul>
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<div style="margin:0cm 0cm 0pt"><span style="font-family:'Helvetica','sans-serif';color:black;font-size:9pt"></span><span style="font-family:'Helvetica','sans-serif';color:black;font-size:9pt"><font color="#000000">O Super Bowl conta este ano com uma central de mídias sociais de 2.800m2!!! O</font><a href="http://espn.go.com/espn/page2/index?id=7525171"><font color="#000000">Super Bowl Social Media Command Center</font></a><font color="#000000"> localizado na cidade de Indianápolis. Os internautas podem tirar dúvidas, receber dicas de vagas para estacionar e informações sobre a cidade. As menções são monitoradas consistentemente para que todos os internautas tenham suas perguntas, dúvidas, críticas e elogios respondidos. O objetivo: <strong>levar o turismo na cidade de Indianápolis para o próximo nível usando mídias sociais</strong>. A Copa está chegando, vamos ficar de olhos bem abertos!</font></span></div></li></ul>
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<div style="margin:0cm 0cm 0pt"><span style="font-family:'Helvetica','sans-serif';color:black;font-size:9pt"></span><span style="font-family:'Helvetica','sans-serif';color:black;font-size:9pt"><font color="#000000">A NFL (National Football League) não perdeu tempo e, dentro da estratégia de oferecer Turismo 2.0, disponibilizou um </font><a href="http://www.nfl.com/mobile/sbguide"><font color="#000000">aplicativo para iOS e Android</font></a><font color="#000000"> para quem foi ao jogo. O app oferecia  mapas do estádio e dos arredores, sugere restaurantes e empresas úteis nas proximidades além, é claro, de vídeos e informações sobre cada um dos jogadores e equipes do Super Bowl. (Vale comparar com o Brasil e como estamos preparado para Copa: </font><a href="http://biblioteca.terraforum.com.br/BibliotecaArtigo/copa_screen.pdf"><font color="#000000">Copa do Mundo 2.0</font></a><font color="#000000">)</font></span></div></li></ul>
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<div style="margin:0cm 0cm 0pt"><span style="font-family:'Helvetica','sans-serif';color:black;font-size:9pt"></span><span style="font-family:'Helvetica','sans-serif';color:black;font-size:9pt"><font color="#000000">O<strong> Twitter teve pelo menos dois records batidos</strong>: um dos picos foi durante o jogo onde foram registradas <strong>12.223 </strong>mensagens enviadas por SEGUNDO durante o evento. A Madonna foi responsável pelo show do intervalo com <strong>10.245</strong> tuítes por SEGUNDO mantendo uma média surreal de<strong> 8.000</strong> tuítes por SEGUNDO durante cinco minutos.</font></span></div></li></ul>
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<div style="margin:0cm 0cm 0pt"><span style="font-family:'Helvetica','sans-serif';color:black;font-size:9pt"></span><span style="font-family:'Helvetica','sans-serif';color:black;font-size:9pt"><font color="#000000">Em função do passe do Tebow, que garantiu um touchdown e a vitória do Denver, </font><a href="http://www.foxsportsflorida.com/01/09/12/Tebows-OT-touchdown-sets-Twitter-record/landing.html?blockID=642660"><font color="#000000">os fãs do time marcaram mais um record</font></a><font color="#000000"> com 9,420 tweets por segundo. </font></span></div></li></ul>
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<div style="margin:0cm 0cm 0pt"><span style="font-family:'Helvetica','sans-serif';color:black;font-size:9pt"></span><span style="font-family:'Helvetica','sans-serif';color:black;font-size:9pt"><font color="#000000">Nessa realidade de infocaos, o usuário pode acessar organizadamente o </font><a href="http://www.intefy.com/superbowl"><font color="#000000">Tweet Command Center</font></a><font color="#000000">, dedicado ao Super Bowl. Acesse para entender melhor.</font></span></div></li></ul>
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<div style="margin:0cm 0cm 0pt"><span style="font-family:'Helvetica','sans-serif';color:black;font-size:9pt"></span><span style="font-family:'Helvetica','sans-serif';color:black;font-size:9pt"><font color="#000000">A partida entre New York Giants e New England Patriots durou 3 horas e gerou <strong>12,2 milhões </strong>de comentários em redes sociais, segundo os dados levantados pela empresa americana Bluefin Labs. Os 12,2 milhões de comentários do Super Bowl XVI fazem da partida<strong> o evento de TV de maior impacto nas redes sociais até agora</strong>. </font></span></div></li></ul>
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<div style="margin:0cm 0cm 0pt"><span style="font-family:'Helvetica','sans-serif';color:black;font-size:9pt"></span><span style="font-family:'Helvetica','sans-serif';color:black;font-size:9pt"><font color="#000000">Interatividade reinou. Um exemplo foi a Coca-Cola que mostrou os seus ursos polares assistindo e, o mais legal, REAGINDO aos lances do jogo em tempo real no </font><a href="https://apps.facebook.com/cokepolarbowl/"><font color="#000000">CokePolarBowl.com</font></a><font color="#000000">. Os ursos inclusive conversaram com os visitantes sobre o jogo.</font></span></div></li></ul>
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<div style="margin:0cm 0cm 0pt"><span style="font-family:'Helvetica','sans-serif';color:black;font-size:9pt"></span><span style="font-family:'Helvetica','sans-serif';color:black;font-size:9pt"><font color="#000000">Você pode ver todos os anúncios milionários </font><a href="http://graphics.wsj.com/super-bowl-ads-poll-2012/#ad=superbowlmetlife"><font color="#000000">aqui</font></a><font color="#000000">. </font></span></div></li></ul>
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<div style="margin:0cm 0cm 0pt"><span style="font-family:'Helvetica','sans-serif';color:black;font-size:9pt"></span><span style="font-family:'Helvetica','sans-serif';color:black;font-size:9pt"><font color="#000000">Para terminar vamos falar de <strong>buzz</strong>! Afinal, qual é o resultado disso tudo? A Brandwatch acredita que </font><a href="http://labs.brandwatch.com/superbowl/"><font color="#000000">dá para medir a efetividade dos comerciais, em tempo real por meio das redes sociais</font></a><font color="#000000">. Transformou cada anunciante em uma minhoca no campo. Você pode ver os últimos tweets, o número totals de tweets, rankings, investimentos, buzz das últimas 4 semanas, sentimentos (positivo, negativo ou neutro) e um word cloud. Acesse e divirta-se!  </font></span><font color="#000000"><span style="font-family:'Helvetica','sans-serif';color:black;font-size:9pt"> </span><span style="color:black"></span></font></div></li></ul>
<p style="margin:0cm 0cm 0pt"><strong><span style="font-family:'Helvetica','sans-serif';color:black;font-size:9pt"><font color="#000000">Ufa. That´s all folks!</font></span></strong></p>
<p style="margin:0cm 0cm 0pt"><font color="#000000"><span style="font-family:'Helvetica','sans-serif';color:black;font-size:9pt">Até semana que vem!</span><span style="color:black"></span></font></p>
<p><font color="#000000">@reneealmeida</font></p></div></div>
<div><b>Categoria:</b> Web 2.0</div>
<div><b>Publicada:</b> 7/2/2012 10:58</div>
<div><b># Comentários:</b> 1</div>
]]></description>
      <author>TerraForum</author>
      <category>Web 2.0</category>
      <pubDate>Tue, 07 Feb 2012 13:26:09 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="true">http://www.terraforum.com.br/blog/Lists/Postagens/ViewPost.aspx?ID=398</guid>
    </item>
    <item>
      <title>Redes Sociais | Trocando Ideia | 03 |</title>
      <link>http://www.terraforum.com.br/blog/Lists/Postagens/ViewPost.aspx?ID=397</link>
      <description><![CDATA[<div><b>Corpo:</b> <div class=ExternalClassB87F9B5D26DD4330AEBC565443D16EDD>
<p class=tituloAzul>REDES SOCIAIS &amp; o SuperBowl</p>
<p class=tituloNormal>(o evento hit do momento!)</p>
<p><b>Coca-Cola</b>
<p class=imagemEsquerda><img src="http://www.firemulticom.com.br/blog/wp-content/uploads/2012/01/polarbowl-500x318.jpg" width=120 height=90></p>Poucos eventos provocam tanto burburinho no mercado publicitário quanto o jogo final do campeonato de futebol americano. Uma das razões talvez seja o fato de que o intervalo comercial no Superbowl é um dos espaços mais disputados (e consequentemente mais caros) da televisão americana. Isso faz com que as agências e anunciantes invistam em super produções para os comerciais que vão ocupar esses espaços. As peças veiculadas aí estão no spotlight da indústria e durante a semana do evento não se fala em outra coisa. Isso acaba gerando uma exposição de marca muito superior ao tempo de veiculação da peça.</p>
<p>Com a explosão das redes sociais, esse acabou se tornando um fórum em que as peças veiculadas nos intervalos da final sejam comentadas à exaustão, aumentando ainda mais a exposição das marcas e criando um efeito viral desses comerciais.</p>
<p>Esse ano algumas marcas resolveram dar um passo além: buscando potencializar o investimento (que chega a 3.5M de dólares por um espaço de 30 seg.) a Coca-Cola está criando uma campanha interativa nas redes sociais que estará no ar ao vivo no Facebook durante toda a duração da partida. Através da Fan Page da Coca-Cola, os usuários poderão interagir com os famosos ursos polares, símbolos da marca, e assistir sua reação em tempo real aos lances da partida, outros comerciais, etc. Essa é uma das iniciativas pioneiras na utilização de campanhas real-time híbridas (TV + Redes Sociais) que deve se tornar tendência num futuro bem próximo. 
<p>
<p>Se quiser participar da festa, confirme sua presença.<br> 
<p class=acesse>Acesse: <a href="http://www.cokepolarbowl.com/" target="_blank">http://www.cokepolarbowl.com</a></p>
<p><b>Honda</b></p>
<p class=imagemEsquerda><img src="http://larryfire.files.wordpress.com/2012/01/honda-super-bowl-ad.jpg" width=120 height=90></p>O público alvo do novo Honda CRV 2012 certamente estava no auge da juventude e foi a loucura com as aventuras de Matthew Broderick no filme &quot;Curtindo a Vida Adoidado&quot; (Ferris Bueller's Day Off). Ferris Bueller seria hoje um respeitável senhor de 50 anos e se encaixaria perfeitamente dentro do público alvo do remodelado SUV da marca. Pensando nisso, a Honda resgatou o personagem e se inspirou no roteiro do filme para criar o novo comercial do CRV que vai ao ar no intervalo do Superbowl 2012. A versão extendida do Ad que será veiculada só na web já se tornou um viral nas redes sociais com mais de 5M de views no Youtube.</p>
<p>Assista ao filme!<br>
<p class=acesse>Acesse: <a href="http://www.youtube.com/watch?v=VhkDdayA4iA" target="_blank">http://www.youtube.com/watch?v=VhkDdayA4iA</a></p></p>
<p><b>Hulu</b>
<p class=imagemEsquerda><img src="http://cbswsoc.files.wordpress.com/2012/02/hulu.jpg?w=385&amp;h=240&amp;crop=1" width=120 height=90></p>Várias empresas pontocom recorrem ao disputado intervalo do superbowl como uma forma de tornar suas marcas conhecidas no mainstream. Com o HULU não foi diferente. <br>Depois do sucesso do comercial veiculado durante a edição de 2009 do Superbowl com o ator Alec Baldwin, o serviço de vídeo on-demand retoma a campanha na final desse ano com o mesmo argumento: o Hulu seria comandado por aliens cuja meta principal seria usar a TV para derreter o cérebro dos seres humanos. Essa &quot;dominação&quot; extra-terrestre seria extendendo a exibição da programação da TV para computadores e dispositivos móveis: exatamente o negócio da HULU.</p>
<p>Veja o comercial original do Superbowl 2009!<br>
<p class=acesse> Acesse: <a href="http://www.youtube.com/watch?v=1m71m-LBqFQ" target="_blank">http://www.youtube.com/watch?v=1m71m-LBqFQ</a></p></p>
<p>Veja o teaser da campanha que será veiculada esse ano!<br><p class=acesse> Acesse:<a href="http://www.youtube.com/watch?v=znaa8ssdI_w" target="_blank">http://www.youtube.com/watch?v=znaa8ssdI_w</a></p></p>
<p class=tituloAzul>REDES SOCIAIS &amp; Marcas</p>
<p class=tituloNormal>Lego lançou uma plataforma social para seus fãs</p>
<p><p class=imagemEsquerda><img src="http://www.tudomudou.com/wp-content/uploads/2012/01/ReBrick.jpg" width=120 height=90></p>A marca de brinquedos LEGO acabou de lançar uma nova plataforma social para seus fãs. Chamada de &quot;ReBrick&quot; o site funciona como um grande repositório de bookmarks e links para outros sites de conteúdo relacionado com a marca. Além disso a plataforma permite que os fãs compartilhem imagens, vídeos, notícias de projetos utilizando LEGO, além de incentivar que os usuários comentem, classifiquem e compartilhem o seu amor pela marca em outras redes sociais, como o Twitter e o Facebook. O mais legal sobre o ReBrick, é que ele se conecta vários outros sites de fãs dedicados às criações Lego em todo o mundo, trabalhando em parceria com eles. </p>
<p>Além de ser extremamente útil para os fãs, a nova plataforma poderá se transofrmar num grande trunfo para a marca no sentido de facilitar a forma com que a empresa monitora o que é dito sobre ela nas redes sociais.</p>
<p class=acesse> Acesse: <a href="http://rebrick.lego.com/" target="_blank">ReBrick</a></p>
<p class=tituloAzul>REDES SOCIAIS &amp; Inovação</p>
<p class=tituloNormal>Empresas + Rede de Estudantes + Inovação = Mundo melhor</p>
<p>Você tem idéias de como tornar o mundo um lugar melhor? E se você tivesse as ferramentas para mudar o mundo? Essa foi a pergunta feita pela DELL a milhares de estudantes do mundo todo. Lançado em 2007 e expandido no início de janeiro deste ano, o Desafio de Inovação Social (DSIC) da DELL é uma competição global para jovens universitários dedicados a resolver grandes problemas mundiais por meio de ideias inovadoras. Desde o lançamento do programa da DELL, em 2007, mais de 15 mil estudantes de 90 países propuseram mais de 3 mil ideias. Buscando tornar-se a maior competição e de maior prestígio mundial para jovens empreendedores sociais, o DSIC em 2012 deve distribuir mais de 140.000 dólares em prêmios e mais de 500 mil dólares em espécie.</p>
<p>Mas a maior novidade do DSIC esse ano não são os prêmios, mas o site no qual os universitários podem criar seus perfis e projetos, mobilizar grupos e e usar a força da rede para interagir e melhorar os seus projetos. Juntando o princípio colaborativo das redes sociais à inovação nos negócios, os estudantes que competem no DSIC têm acesso a uma comunidade global de conselheiros e inovadores sociais e qualquer pessoa pode votar! No Brasil, em dos projetos mais votados chama-se Alemão For All (Projeto Alemão Para Todos) que busca trazer o turismo de preservação ambiental, geração de renda local e eventos culturais ao Morro do Alemão, no Rio de Janeiro.</p>
<p>Gostou da ideia? Então vote! Se você é estudante universitário, crie e divulgue seu projeto. 
<p class=acesse>Acesse: <a href="http://www.dellchallenge.org/" target="_blank">http://www.dellchallenge.org</a></p></p>
<p class=tituloAzul>REDES SOCIAIS &amp; Varejo</p>
<p class=tituloNormal>Marcas testam programa de fidelidade virtual</p>
<p><p class=imagemEsquerda><img src="http://www.telemoveis.com/images/stories/facebook-creditsjpg.jpg" width=120 height=90></p><p>Os créditos virtuais são hoje um mercado de 2.1B de dólares e que está em franca expansão. Redes de alimentação como Taco Bell, 7-Eleven, Dunkin ‘Donuts e Quiznos são algumas das marcas que estão testando um novo programa de fidelidade que premia as compras dos consumidores nas suas lojas com créditos do Facebook. Esses créditos podem ser gastos para comprar conteúdo adicional nos social games da plataforma como o FarmVille e o The Sims.</p>
<p class=acesse>Acesse: <a href="https://www.facebook.com/credits/">Facebook Credits</a></p>
<p class=tituloAzul>REDES SOCIAIS &amp; Plataformas</p>
<p><b>Foursquare</b><br>O Foursquare é uma rede social baseada em geo-referenciamento que surgiu em 2009 e que. O conceito por trás da ferramenta é permitir que os usuários façam &quot;check-in&quot; virtual em restaurantes, hotéis e outros tipos de estabelecimentos do mundo real e permitir que eles troquem informações e dicas sobre eles com os seus amigos.</p>
<p>Desde o seu lançamento a rede já acumula mais de 10 Milhões de usuários e está despertando a atenção de empresas de diversos portes e de vários segmentos o seu potencial de ações no mundo real. São os chamados Foursquare &quot;Specials&quot; através dos quais os estabelecimentos oferecem descontos, brindes e até mesmo facilidades extras para usuários que fizerem check-in. Alguns restaurantes oferecem por exemplo um drink complementar ou uma sobremesa grátis para cada usuário que fizer o check-in. A medida que o usuário vai acumulando check-ins ele passa a ganhar &quot;badges&quot; especiais. O usuário com o maior número de check-ins em um determinado estabelecimento se torna o seu &quot;prefeito&quot; e em alguns casos passa a ter benefícios especiais como por exemplo uma vaga exclusiva no estacionamento de um Shopping Center.</p>
<p>Veja o vídeo divertido que os criadores da rede fizeram para falar sobre as principais features da rede.</p>
<p class=acesse>Acesse: <a href="http://vimeo.com/35640651" target="_blank">Hi! I want to learn more about foursquare!</a></p>
<p><p class=tituloAzul>DESTAQUE DA SEMANA!</p><br>
<p class=imagemEsquerda><img src="http://macmagazine.com.br/wp-content/uploads/2012/02/01-wunderkit.png?cda6c1" width=120 height=90></p>Todos conhecem a startup <a href="http://www.6wunderkinder.com/" target="_blank">6Wunderkinder</a> pelo seu famoso aplicativo <a href="http://itunes.apple.com/br/app/wunderlist/id406644151?mt=8" target="_blank">Wunderlist</a>, que é um gerenciador de lista de tarefas (to-do list), que permite a sincronização entre vários disposiivos. Atualmente o app possui mais de um milhão de usuários! Agora a startup têm um novo projeto chamado <a href="http://www.6wunderkinder.com/blog/2011/10/20/the-wunderkit-show-is-about-to-start-grab-a-front-row-seat/" target="_blank">Wunderkit</a>.</p>
<p>A intenção do novo aplicativo (que tem versões para dispositivos mobile e computadores pessoais) é tornar o processo de gerenciamento de tarefas/projetos acessível a todos. Para isso, utiliza uma interface fácil e intuitiva e que permite. Para essa nova versão o desenvolvedor investiu muito em funcinalidades relacionadas à colaboarção. A idéia é ir muito além do gerenciamento de tarefas. O Wunderkit pretende ajudar você a criar, organizar e realizar suas tarefas utilizando workspaces. Cada workspace é um projeto ao qual você pode adicionar pessoas que vão colaborar com você na execução das tarefas, adicionar anotações, criar lista de tarefas e muito mais. O Wunderkit também possui um painel de controle que oferece uma visão panorâmica sobre todas as atividades recentes que acontecem nos workspaces. 
<p>
<p>Até semana que vem!</p>
<p>@guideus</p>
<p>@reneealmeida</p>
<p>@almeicc</p>
<p>@maritavernari</p>
<p>@helkiss</p>
</div>
</div>
<div><b>Categoria:</b> Web 2.0</div>
<div><b>Publicada:</b> 2/2/2012 17:47</div>
<div><b># Comentários:</b> 0</div>
]]></description>
      <author>Vivian PEREIRA</author>
      <category>Web 2.0</category>
      <pubDate>Thu, 02 Feb 2012 20:01:53 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="true">http://www.terraforum.com.br/blog/Lists/Postagens/ViewPost.aspx?ID=397</guid>
    </item>
    <item>
      <title>Redes Sociais | Trocando Ideia | 02 |</title>
      <link>http://www.terraforum.com.br/blog/Lists/Postagens/ViewPost.aspx?ID=396</link>
      <description><![CDATA[<div><b>Corpo:</b> <div class=ExternalClass0E8B1105A4784C82BA26DE45A1430758><p class=tituloAzul>Redes Sociais &amp; Mobilizações</p>
<p class=tituloNormal>Sopa/Pipa: entenda o que aconteceu</p>
<p>SOPA/PIPA. Essa sopa de letrinhas (sem trocadilho) são acrônimos para &quot;Stop Online Piracy Act&quot; e &quot;Protect IP Act&quot; nomes de dois projetos de lei que estavam tramitando no congresso americano e são fortemente apoiados pelas grandes empresas do ramo do entretenimento, como estúdios de cinema e gravadoras. Os dois projetos têm natureza bem semelhante e seu principal alvo é o combate à pirataria. Até aí, a causa é louvável. O grande problema é a forma com que os parlamentares americanos sugerem que esse combate seja feito: segundo eles, o governo americano teria o poder irrestrito de bloquear o acesso a quaisquer sites e redes sociais que fossem acusadas de publicar material pirata ou mesmo que tenham links para sites de conteúdo pirata. Além disso, eles garantem às grandes empresas de mídia e entretenimento o direito de processar qualquer site ou rede social por conteúdo inadequado publicado pelos usuários em suas páginas.</p>
<p>A restrição de acesso a esses sites seria feita através do bloqueio de acesso ao DNS (endereço digital) do servidor onde eles estão hospedados.</p>
<p>Grandes empresas da internet como Google, Yahoo, Facebook e Twitter, entre outras, criticam duramente esses projetos de lei argumentando que eles ferem os princípios básicos da liberdade de expressão e sua sanção poderá ocasionar uma censura sem precedentes na história da internet. Para tentar conter a aprovação dessas medidas, essas empresas organizaram protestos em suas páginas, esclarecendo os usuários sobre os riscos dos projetos de lei e convocando a todos a votarem uma petição online que pressionasse seus representantes no congresso a não aprová-los.</p>

<p class=acesse>Entenda aqui: <a href="http://www.youtube.com/watch?v=K3ORTCseHD8" target="_blank">Protect IP Act Breaks the Internet [legendado]</a></p>

<p>Um dos protestos mais criativos foi o do site da revista de tecnologia Wired, que cobriu seu conteúdo com tarjas pretas ocultando os textos até que o usuário passasse o mouse para descobrir o que estava encoberto.</p>

<p><img src="/blog/Lists/Fotos/wired-dont-censor-web.jpg" alt=Wired title=Wired></p>

<p>Os protestos surtiram efeito: no final da semana passada os líderes do congresso americano anunciaram o adiamento da votação de ambos os projetos alegando que eles precisam ser discutidos melhor com a população.</p>

<p class=tituloAzul>Redes Sociais &amp; Fama</p>
<p class=tituloNormal>Luiza: a instant celebrity do mês</p>
<p>Você é dono de uma agência de pequeno porte e cria para um cliente relativamente modesto um comercial de televisão que fala sobre o mais novo empreendimento imobiliário da sua cidade. O vídeo deste comercial é postado no youtube e menos de uma semana depois chega a 5M de views. Mais do que isso: uma das frases do seu roteiro vira um meme* da internet e Luiza, uma das participantes citadas no roteiro que nem aparece no comercial vira celebridade instantânea e é obrigada a voltar às pressas da sua viagem de estudos. A adolescente é recebida de volta ao Brasil como estrela, com entrevistas marcadas nos grandes telejornais e vários convites para participar de novas campanhas publicitárias.</p>
<p>O que se vê acima poderia ser o roteiro surreal de um filme de ficção científica, mas não é. O relato mostra uma situação real que aconteceu na última semana e demonstra o enorme poder de alcance das redes sociais nos dias de hoje. Se você tem conta em alguma rede social, você ficou sabendo dessa história. Se não tem, também ficou. Estamos vivenciando um fenômeno que pode ser considerado recente: as pautas que são geradas de forma espontânea nas redes sociais alcançam o mainstream ao invés de o contrário. Até então, o que se viam eram campanhas publicitárias ou temas jornalísticos polêmicos que faziam grande sucesso na mídia &quot;tradicional&quot; (TV, rádio e impressa) e acabavam repercutindo na web por meio das redes sociais.</p>
<p>Se você, por acaso, esteve isolado numa ilha virgem sem acesso à internet nos últimos 15 dias e não faz a menor ideia do que estamos falando, assista aos vídeos abaixo:</p>
<p class=acesse>Acesse: <a href="http://www.youtube.com/watch?v=BVxcWbh9HWE" target="_blank">Luiza Está No Canadá!</a></p>
<p class=acesse>Acesse: <a href="http://www.youtube.com/watch?v=9gr0IST88GI" target="_blank">&quot;Luiza está no Canadá&quot; - Jornal Hoje 19/01/2012</a></p>

<p class=tituloAzul>Redes Sociais &amp; Conceitos</p>
<p class=tituloNormal>Quem nasceu primeiro, o meme ou o viral?</p>

<p>Você nunca ouviu falar em &quot;meme&quot;? Tem que ver isso aí!</p>
<p>Os memes podem ser imagens, vídeos ou mesmo gírias ou bordões que se espalham numa velocidade muito rápida pelas redes sociais.</p>
<p>Memes são muitas vezes confundidos com &quot;virais&quot;, mas se diferenciam destes por um aspecto sutil: além de se espalharem muito rapidamente pela internet e pelas redes sociais, podem ser considerados mutantes. A cada nova citação ou utilização, essas imagens, vídeos ou bordões vão sendo adaptados, editados e empregados em diferentes situações e contextos, e isso favorece ainda mais a sua distribuição espontânea e exponencial.</p>
<p>Voltamos ao caso da Luiza para explicar: a peça publicitária deu origem a um meme, a expressão &quot;menos a Luiza, que está no Canadá&quot;. Essa expressão, que, a princípio, não fazia muito sentido no contexto do comercial, se espalhou pela internet se adaptando a diferentes situações e contextos. Quando um usuário novo ouvia a expressão e resolvia buscar o motivo pelo qual os outros usuários estavam utilizando a frase no meio das situações mais inusitadas, eles inevitavelmente chegavam ao vídeo original da campanha e o compartilhavam. Isso aumentou incrivelmente a divulgação da peça, transformando-a em um grande viral.</p>
<p>&quot;Viral&quot; é nome pelo qual são conhecidas informalmente as campanhas publicitárias sem grandes pretensões, que viram um sucesso de audiência da noite para o dia. Apesar dessa repercussão ser o sonho de qualquer criativo, esses &quot;hits&quot; não são fáceis de emplacar. Ao contrário do que pensam os clientes, 1 em cada 10 campanhas virais foram criadas com essa intenção. Os &quot;virais&quot; normalmente surgem de onde menos se espera e justamente aí está a mágica.</p>
<p>No entanto, é preciso tomar cuidado: os &quot;virais&quot; não são sempre unanimidade e garantia de sucesso. Exatamente por conta da superexposição alcançada nas redes sociais que faz com que a peça se espalhe com grande velocidade e sem fronteiras, os virais acabam se saturando e podem gerar críticas. Veja,por exemplo, como um grande jornalista comentou sobre o caso da Luiza: <a href="http://www.youtube.com/watch?v=Z7W19NBnE30" target="_blank">http://www.youtube.com/watch?v=Z7W19NBnE30</a></p>
<p>É muito comum ver as agências criativas se aproveitarem dos fenômenos dos memes e incorporá-los em suas campanhas tentando buscar o mesmo fenômeno viral para as novas peças. É a versão 2.0 do &quot;anúncio de oportunidade&quot;.</p>
<p>Vejam o mais recente exemplo criado para o Banco Itaú utilizando um meme clássico que é o vídeo de um bebê se divertindo com o pai rasgando uma folha de papel:</p>
<p class=acesse>Acesse: <a href="http://www.youtube.com/watch?v=RP4abiHdQpc" target="_blank">Meme Original</a></p>
<p class=acesse>Acesse: <a href="http://www.youtube.com/user/BancoItau?v=p9Z9n0I8Dfo" target="_blank">Campanha Itaú</a></p>
<p>Até semana que vem!</p>
<p>@guideus</p>
<p>@reneealmeida</p></div></div>
<div><b>Categoria:</b> Web 2.0</div>
<div><b>Publicada:</b> 24/1/2012 09:44</div>
<div><b># Comentários:</b> 2</div>
]]></description>
      <author>Vivian PEREIRA</author>
      <category>Web 2.0</category>
      <pubDate>Tue, 24 Jan 2012 11:45:35 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="true">http://www.terraforum.com.br/blog/Lists/Postagens/ViewPost.aspx?ID=396</guid>
    </item>
    <item>
      <title>Redes Sociais | Trocando Ideia | 01 |</title>
      <link>http://www.terraforum.com.br/blog/Lists/Postagens/ViewPost.aspx?ID=395</link>
      <description><![CDATA[<div><b>Corpo:</b> <div class=ExternalClass278D30E3128F482B83A7D6B1D374764E>
<p>Chegou nosso post semanal sobre os destaques das redes sociais. Sim, a partir de agora, toda terça, vamos compartilhar com vocês os conteúdos que mais nos chamaram a atenção na semana. Comentem. O aprendizado sempre é mais interessante quando vocês participam! :)</p>
<p class=tituloAzul>Redes Sociais #Inovação</p>
<p class=tituloNormal>Crowdsourcing</p>
<p class=imagemEsquerda><img src="http://www.crowdsourcing.org/images/resized//document_5513_120x90_crop.png?1322723948" width=120 height=90></p>
<p>Como juntar pessoas que querem ajudar a sua organização, seja dando ideias ou investindo nelas? Acionando o &quot;crowd&quot; como fonte de inovações (crowdsourcing) ou de dinheiro (crowdfunding). Ainda não se vêem muitas iniciativas baseadas nesse tipo de aglomeração de pessoas, mas as que estão em vigor tem como plataforma base para engajamento as redes sociais. O site http://www.crowdsourcing.org é uma fonte sempre atualizada e confiável de informação sobre esses temas, sendo uma associação neutra de profissionais interessados em discutir, criar e compartlhar conteúdo relevante. Um destaque são os vários infográficos que o site compartilha, em que organiza e mostra como empresas criaram seus modelos de negócios baseados no &quot;crowd&quot; e como transformam esse engajamento em dinheiro. Vale conferir!</p>
<p class=acesse>Acesse: <a href="http://www.crowdsourcing.org/" target="_blank">Crowdsourcing.org</a></p>
<p class=tituloAzul>Redes Sociais #Audiovisual</p>
<p class=tituloNormal>Vídeo é a Linguagem de 2012</p>
<p class=imagemEsquerda><img src="http://t3.gstatic.com/images?q=tbn:ANd9GcSBJJZsIw_vgENQYOsZM6oCL12In4Z_eMKrXH7Na7qR7YEcUjNayg" width=120 height=92></p>
<p>Mapear os assuntos mais interessantes da semana quando falamos de vídeo e redes sociais é um dos desafios mais difíceis. Tem muita coisa interessante rolando na web e 2012 sem dúvida é o ano do audiovisual. Fotos e vídeos baseados em interação social sem dúvida vão crescer, principalmente, com a consolidação das soluções 2.0 e o crescente investimento nessas mídias, como alternativas na comunicação de marcas. Há mais possibilidades no <a href="http://instagr.am/" target="_blank">Instagram</a>, <a href="http://viddy.com/" target="_blank">Viddy</a> e <a href="http://tout.com/" target="_blank">Tout</a> do que imaginamos, sob o ponto de vista da social media não tem nada mais interativo e engajador do que ver o mundo através dos olhos de outra pessoa. Vale linkar alguns exemplos:</p>
<p>- Aqui você pode conferir um infográfico que resume o ano de 2011. A diferença está no charme da execução em vídeo: <a href="http://vimeo.com/33788263" target="_blank">Visualizing 2011</a>;</p>
<p>- Celebridades começam a usar soluções diversas em vídeo de forma inteligente. O Ryan Seacrest, aquele do American Idol, já está antenado e usando o Tout. Conheça como funciona: <a href="http://www.tout.com/u/ryanseacrest" target="_blank">Ryan Seacrest Tout</a>;</p>
<p>- Em uma colaboração entre a Unruly e o Mashable, você consegue acompanhar quais são os brand videos mais &quot;virais&quot;ou &quot;sociais&quot;. A ferramenta classifica os de todo o mundo com base na quantidade de vezes que o conteúdo foi compartilhada no Facebook, Twitter e na blogosfera: <a href="http://viralvideochart.unrulymedia.com/chart_keyword/Mashable_Global_Ads_Chart?interval=week" target="_blank">Viral Video Chart</a>;</p>
<p class=tituloAzul>Redes Sociais #Plataformas</p>
<p class=tituloNormal>YouTube de Roupa Nova</p>
<p class=imagemEsquerda><img src="http://t0.gstatic.com/images?q=tbn:ANd9GcSfUnXLEGo6oMecon0Rk1r6RErDGR8ZO31294iEkJjdqnJnCth6" width=150 height=98></p>
<p>Para aqueles que ainda não viram mais detalhes das mudanças feitas no YouTube, vale ficar de olho. Cada vez mais o YouTube busca ter foco nas experiências sociais e claro, incentivar as pessoas a ficarem mais tempo navegando na página. A partir de agora os vídeos em destaque são aqueles compartilhados ou favoritados no Google+ e no Facebook. Para aqueles que entram com login, ao invés de mostrar os vídeos mais populares, a posição de destaque fica por conta dos &quot;Subscription Feed&quot; atualizado com conteúdos e updates dos usuários que você segue na ferramenta.</p>
<p>Lembrando que se uma imagem vale por mil palavras, no ambiente das redes sociais o YouTube tem enorme potencial para explorar seu caráter social, viral e mais além, para marcas e empresas criarem histórias concretas recheadas de storytelling. Estamos ansiosos ainda por ver os resultados dessas mudanças e as novidades que estão por vir.</p>
<p class=acesse>Acesse: <a href="http://www.socialmediaexaminer.com/3-new-youtube-changes-and-what-they-mean-for-businesses/#more-13297" target="_blank">3 New YouTube changes and what they mean for business</a></p>
<p class=tituloAzul>Redes Sociais #Leitura Recomendada</p>
<p class=tituloNormal>Sucesso nas Redes Sociais Não é Sorte</p>
<p class=imagemEsquerda><img src="http://danzarrella.com/zhc.jpg" width=140 height=110></p>
<p>Será que tudo que se torna viral é necessariamente de boa qualidade? Será que o significado de &quot;bom&quot; é comum a toda uma sociedade? É por esses motivos que recomendamos esta semana a leitura do mais recente livro, <a href="http://www.amazon.com/Zarrellas-Hierarchy-Contagiousness-Engineering-ebook/dp/B005BP1Y36/ref=tmm_kin_title_0?ie=UTF8&amp;m=AG56TWVU5XWC2" target="_blank">Hierarchy of Contagiousness</a>, de Dan Zarrella. O autor propõe um modelo para entendermos o princípio de como as ideias se espalham (e isso não dependem de serem boas ou não). A partir de uma metodologia que descreve os &quot;passos de contágio&quot;, a consciência, interesse, decisão e ação, o autor nos convida a desmistificar ideias prontas sobre as redes sociais e entender como está em nossas mãos a possibilidade de viralizar bons conteúdos.</p>
<p class=acesse>Acesse: <a href="http://www.amazon.com/Zarrellas-Hierarchy-Contagiousness-Engineering-ebook/dp/B005BP1Y36/ref=tmm_kin_title_0?ie=UTF8&amp;m=AG56TWVU5XWC2" target="_blank">Hierarchy of Contagiousness</a></p>
<p>Até semana que vem!</p>
<p>@reneealmeida</p>
<p>@almeicc</p>
<p>@phmaster</p></div></div>
<div><b>Categoria:</b> Web 2.0</div>
<div><b>Publicada:</b> 17/1/2012 14:48</div>
<div><b># Comentários:</b> 2</div>
]]></description>
      <author>TerraForum</author>
      <category>Web 2.0</category>
      <pubDate>Tue, 17 Jan 2012 16:50:14 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="true">http://www.terraforum.com.br/blog/Lists/Postagens/ViewPost.aspx?ID=395</guid>
    </item>
    <item>
      <title>Feliz 2022! (parte 2: a agenda futura do seu negócio, passo a passo)</title>
      <link>http://www.terraforum.com.br/blog/Lists/Postagens/ViewPost.aspx?ID=390</link>
      <description><![CDATA[<div><b>Corpo:</b> <div class=ExternalClass533CE46544E54C3CA44B6F6820561E8A>
<div>
<p style="line-height:normal;margin:6pt 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:gray;font-size:10pt">Agora que você já começou a pensar em suas “resoluções de ano novo” para 2022 (veja o post anterior: <u><font color="#0000ff">“</font></u><a href="/blog/Lists/Postagens/Post.aspx?ID=389"><font color="#0000ff">Feliz 2022!</font></a><u><font color="#0000ff">”</font></u>), como vai organizar as atividades para antecipar tendências e definir sua estratégia de posiocionamento futuro? Qual será o “pão quente” do seu negócio na próxima década?</span></p>
<p style="line-height:normal;margin:6pt 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:gray;font-size:10pt">Organizações que assumem o desafio de construir sua liderança pensando em um horizonte de 5 a 20 anos podem se valer de metodologias de prospecção, e com isso antecipar tendências, gerar inovações diferenciadoras e influenciar – ou mesmo definir – o futuro em que pretendem competir.</span></p>
<p style="line-height:normal;margin:6pt 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:gray;font-size:10pt">Qualquer que seja o foco principal de sua organização para a prospecção – identificar futuras necessidades, comportamentos, tecnologias, competências – algumas etapas são fundamentais para que a iniciativa realmente ajude na tomada de decisões para o sucesso do negócio em um futuro que ainda não conhecemos.</span></p>
<p style="line-height:normal;margin:6pt 0cm 0pt" class=MsoNormal><b><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:gray;font-size:10pt">#1 Definir o horizonte estratégico –</span></b><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:gray;font-size:10pt"> o exercício de prospecção é norteado por balizadores estratégicos, que definem o foco e os limites do processo. Deve-se delimitar o foco temático da prospecção: “tecnologias aplicáveis para captação e distribuição de energia eólica”, por exemplo. É importante também estabelecer um horizonte de tempo apropriado ao setor de atuação e às aspirações da empresa. Pode-se focar, por exemplo, em “tecnologias aplicáveis num horizonte de 10 anos”. Da mesma forma, deve-se delimitar um alcance geográfico e setorial para as fontes e discussões a serem promovidas: “consulta limitada a especialistas e empresas atuantes no setor de geração de energia” ou “consulta a especialistas de vários setores e representantes da sociedade civil”, entre muitas outras possibilidades.</span></p>
<p style="line-height:normal;margin:6pt 0cm 0pt" class=MsoNormal><b><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:gray;font-size:10pt">#2 Mapear os atores e selecionar os métodos de prospecção –</span></b><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:gray;font-size:10pt"> Existem diversos métodos para levantamento e agregação de informações e opiniões dispersas. O primeiro passo é selecionar as fontes certas para as consultas e discussões desse tipo. Onde está o melhor conhecimento sobre o foco temático definido? Parceiros? Universidades? Concorrentes? Institutos de pesquisa? Contar apenas com fontes internas da empresa é a receita para o continuísmo. Dependendo do foco, pode ser muito efetivo o mapeamento e seleção dos especialistas no tema em questão, seguido de um painel de discussões sobre as tendências tecnológicas (para ficar no mesmo exemplo apresentado); ou ainda aplicar técnicas como <i>crowdsourcing</i> (captação das contribuições de atores externos de forma aberta, com ferramentas típicas da web 2.0) ou Método Delphi (rodadas de discussão anônimas com especialistas buscando respostas a questões específicas).</span></p>
<p style="line-height:normal;margin:6pt 0cm 0pt" class=MsoNormal><b><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:gray;font-size:10pt">#3 Promover discussões prospectivas –</span></b><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:gray;font-size:10pt"> A criação de uma dinâmica de interação deve permitir a combinação de informações e conhecimentos capazes de gerar conhecimento novo a respeito de possibilidades, cenários e tendências no horizonte de tempo definido. Neste ponto é fundamental a participação de profissionais experimentados na condução deste tipo de discussão (que não é nada trivial). O envolvimento das pessoas certas da organização, além dos especialistas mapeados, também faz toda a diferença não só para construir um entendimento consistente dos cenários identificados, mas também para conectar as discussões ao negócio e aspirações da empresa ou instituição. </span></p>
<p style="line-height:normal;margin:6pt 0cm 0pt" class=MsoNormal><b><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:gray;font-size:10pt">#4 Elaborar os mapas e definir rotas estratégicas –</span></b><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:gray;font-size:10pt"> Gerar novos conhecimentos sobre os futuros possíveis é importante, mas não suficiente. Uma vez que se tenha massa crítica para embasar discussões estratégicas internas, é importante traduzir o conhecimento produzido em representações visuais que facilitem sua interpretação, ajudem a evidenciar correlações e possibilitem novas camadas de discussão. Nesta etapa também já foi possível identificar oportunidades e ameaças, reduzir incertezas e descortinar possíveis caminhos de atuação. Hora de promover discussões e tomar as decisões estratégicas que definam o caminho a ser trilhado – e representá-lo no mapa. Dependendo do foco definido na 1ª etapa, isso pode envolver iniciativas como: a definição de um portfólio de projetos de P&amp;D, a elaboração de um <i>balanced scorecard</i> (BSC) com horizonte de longo prazo, o desenho de um modelo de competências futuras, entre muitas outras possibilidades. Evidentemente, a conexão com o processo de planejamento estratégico da organização é essencial.</span></p>
<p style="line-height:normal;margin:6pt 0cm 0pt" class=MsoNormal><b><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:gray;font-size:10pt">#5 Transformar a prospecção em monitoramento –</span></b><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:gray;font-size:10pt"> Os ventos mudam, os fatores influenciadores do mercado são múltiplos e dinâmicos, e o horizonte identificado hoje pode não ser o mesmo amanhã. Revisões periódicas e novas discussões para atualizar o <i>roadmap</i> construído podem contribuir muito ao incorporar novas informações, corrigir rumos ou mesmo confirmar cenários, ajudando a reduzir ainda mais as incertezas e lidar melhor com a complexidade. </span></p>
<p style="line-height:normal;margin:6pt 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:gray;font-size:10pt">Além da riqueza de informações para a tomada de decisões de alta relevância para o futuro do negócio, o exercício de prospecção – seja ela tecnológica, mercadológica, de competências etc. – traz uma série de subprodutos e benefícios para as organizações que se empenham nesse tipo de processo. Identificação de novas e relevantes fontes de informação para o negócio, ampliação e fortalecimento das redes de relacionamento com especialistas, definição de linhas específicas de capacitação interna, criação de oportunidades de contribuição e visibilidade para os melhores talentos internos, melhoria da atratividade da empresa e do “employer branding” para talentos externos, desenvolvimento de novas capacidades organizacionais relacionadas à inteligência competitiva são apenas alguns dos exemplos.</span></p>
<p style="line-height:normal;margin:6pt 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:gray;font-size:10pt">A partir de agora, ao revisar suas resoluções ou metas para 2012, certifique-se de que as prioridades para 2012 fazem parte da lista!</span></p>
<p style="line-height:normal;margin:6pt 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:gray;font-size:10pt"></span> </p>
<p style="line-height:normal;margin:6pt 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:gray;font-size:10pt">Twitter: @BetoDoValleTF</span></p>
<p style="line-height:normal;margin:6pt 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:gray;font-size:10pt"></span> </p></div></div></div>
<div><b>Categoria:</b> Planejamento Estratégico;Gestão do Conhecimento;Gestão de Inovação;Inteligência Competitiva</div>
<div><b>Publicada:</b> 12/1/2012 16:32</div>
<div><b>Meta Description:</b> Qualquer que seja o foco de sua prospecção – futuras necessidades, comportamentos, tecnologias, competências – algumas etapas são fundamentais para a tomada de decisões para o sucesso do negócio no futuro</div>
<div><b># Comentários:</b> 2</div>
]]></description>
      <author>TerraForum</author>
      <category>Planejamento Estratégico;Gestão do Conhecimento;Gestão de Inovação;Inteligência Competitiva</category>
      <pubDate>Thu, 12 Jan 2012 18:37:44 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="true">http://www.terraforum.com.br/blog/Lists/Postagens/ViewPost.aspx?ID=390</guid>
    </item>
    <item>
      <title>Feliz 2022! (Ou como usar a prospecção estratégica para desenhar hoje o seu sucesso no futuro)</title>
      <link>http://www.terraforum.com.br/blog/Lists/Postagens/ViewPost.aspx?ID=389</link>
      <description><![CDATA[<div><b>Corpo:</b> <div class=ExternalClass8D115C3D3CD7497881F0B5130C27531E>
<div>
<p style="line-height:normal;margin:6pt 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:gray;font-size:10pt">Este título não é um erro de digitação. Enquanto todo mundo está fazendo previsões e “resoluções de ano novo” para 2012, algumas organizações olham para o longo prazo e tomam decisões que vão surtir efeito nos próximos 5, 10 ou 20 anos. Apoiadas por metodologias como prospecção tecnológica e <i>foresighting</i>, desenham o caminho para <strong>futuros almejados</strong>. O que elas ganham com isso? A oportunidade de antecipar tendências, gerar inovações diferenciadoras e influenciar – ou mesmo definir – o futuro em que pretendem competir. Já estão fazendo seus planos para 2022.</span></p>
<p style="line-height:normal;margin:6pt 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:gray;font-size:10pt">O conceito é simples: o que estou fazendo hoje é resultado de decisões do passado. O “<i>business as usual</i>”, o “arroz-com-feijão” de qualquer negócio hoje provavelmente já foi uma decisão ousada ou mesmo uma inovação no passado. O mercado automotivo com seu alcance e variedade? Já foi uma possibilidade remota, com uma só opção de cor de automóveis. O negócio de microcomputadores? Já foi visto como algo sem futuro. Serviços de seguros pessoais, smart phones, vendas on-line, móveis modulares, conteúdos abertos e serviços gratuitos na internet, mercados inteiros e modelos de negócio hoje amplamente difundidos já foram, em algum momento, apenas uma possibilidade futura <strong>– </strong>seguida de uma decisão. </span></p>
<p style="line-height:normal;margin:6pt 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:gray;font-size:10pt">Ou seja: <b>o que estaremos fazendo dentro de dez a quinze anos é resultado direto das decisões que tomarmos hoje</b> <b>– ou que deixarmos de tomar</b> <b>– com foco nesse horizonte estratégico ampliado</b>. </span></p>
<p style="line-height:normal;margin:6pt 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:gray;font-size:10pt">Organizações que querem ser competitivas não apenas em 2012, mas também no longo prazo, buscam responder a perguntas como:</span></p>
<p style="line-height:normal;text-indent:-18pt;margin:6pt 0cm 0pt 36pt" class=MsoListParagraphCxSpFirst><span style="font-family:Symbol;color:gray;font-size:10pt"><span>·<span style="font:7pt 'Times New Roman'">         </span></span></span><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:gray;font-size:10pt">Para que futuro estamos nos preparando? </span></p>
<p style="line-height:normal;text-indent:-18pt;margin:6pt 0cm 0pt 36pt" class=MsoListParagraphCxSpMiddle><span style="font-family:Symbol;color:gray;font-size:10pt"><span>·<span style="font:7pt 'Times New Roman'">         </span></span></span><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:gray;font-size:10pt">Quais serão as prováveis exigências do consumidor, do mercado, da legislação no horizonte de tempo “X”? Que <b>atributos e diferenciais</b> serão valorizados?</span></p>
<p style="line-height:normal;text-indent:-18pt;margin:6pt 0cm 0pt 36pt" class=MsoListParagraphCxSpMiddle><span style="font-family:Symbol;color:gray;font-size:10pt"><span>·<span style="font:7pt 'Times New Roman'">         </span></span></span><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:gray;font-size:10pt">Que <b>soluções ou tecnologias</b> têm potencial para atender a essas demandas futuras?</span></p>
<p style="line-height:normal;text-indent:-18pt;margin:6pt 0cm 0pt 36pt" class=MsoListParagraphCxSpMiddle><span style="font-family:Symbol;color:gray;font-size:10pt"><span>·<span style="font:7pt 'Times New Roman'">         </span></span></span><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:gray;font-size:10pt">Que <b>posicionamento</b> buscamos nesse futuro, e que competências, tecnologias ou soluções precisamos desenvolver para isso?</span></p>
<p style="line-height:normal;text-indent:-18pt;margin:6pt 0cm 0pt 36pt" class=MsoListParagraphCxSpLast><span style="font-family:Symbol;color:gray;font-size:10pt"><span>·<span style="font:7pt 'Times New Roman'">         </span></span></span><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:gray;font-size:10pt">Em que <b>projetos, iniciativas e relacionamentos</b> devemos investir para construir esse posicionamento futuro?</span></p>
<p style="line-height:normal;margin:6pt 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:gray;font-size:10pt">Para pensar e construir esse futuro, a análise de cenários não é suficiente. É necessário um <b>processo estruturado de prospecção ativa</b> de demandas e tendências, tecnologias e soluções, com o envolvimento de atores externos à organização. Estamos falando de mobilizar conhecimento e promover reflexões para reduzir incertezas e descortinar oportunidades em um horizonte de tempo mais longo, e assim tomar <b>decisões bem fundamentadas</b> para orientar esforços de <b>aprendizagem e inovação</b> com alcance de longo prazo. </span></p>
<p style="line-height:normal;margin:6pt 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:gray;font-size:10pt">Há diversas formas conduzir esse processo:</span></p>
<p style="line-height:normal;text-indent:-18pt;margin:6pt 0cm 0pt 36pt" class=MsoListParagraphCxSpFirst><span style="font-family:Symbol;color:gray;font-size:10pt"><span>·<span style="font:7pt 'Times New Roman'">         </span></span></span><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:gray;font-size:10pt">A <b>Prospecção Tecnológica </b>(ou<b> <i>technology roadmap</i></b>) é uma das principais metodologias utilizadas pelas organizações para esse fim. Empresas com que trabalhamos têm se valido de <i>roadmaps tecnológicos </i>para, por exemplo, mapear necessidades futuras do mercado e identificar tecnologias promissoras para atendimento a essas demandas, e assim embasar decisões sobre investimentos em pesquisa e desenvolvimento (P&amp;D) e na expansão de seus negócios. </span></p>
<p style="line-height:normal;text-indent:-18pt;margin:6pt 0cm 0pt 36pt" class=MsoListParagraphCxSpMiddle><span style="font-family:Symbol;color:gray;font-size:10pt"><span>·<span style="font:7pt 'Times New Roman'">         </span></span></span><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:gray;font-size:10pt">O <b>Método Delphi</b> é uma técnica interessante para promover discussões estruturadas entre especialistas, na busca de refinamento de cenários estratégicos já identificados. Qual destas tecnologias deve se tornar padrão de mercado? Quando estas aplicações estarão maduras para lançamento comercial? Qual a probabilidade desta competência específica se se tornar um critério decisivo de contratação de especialistas nos próximos 5 anos? Perguntas como estas são submetidas a sucessivas rodadas de discussão por especialistas previamente selecionados de forma anônima, minimizando influências e distorções indesejáveis. </span></p>
<p style="line-height:normal;text-indent:-18pt;margin:6pt 0cm 0pt 36pt" class=MsoListParagraphCxSpLast><span style="font-family:Symbol;color:gray;font-size:10pt"><span>·<span style="font:7pt 'Times New Roman'">         </span></span></span><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:gray;font-size:10pt">Outras formas de discussão semiestruturada, como o <b>painél de especialistas</b>, ou ainda o <b>crowdsourcing</b>, por exemplo, podem ser aplicados conforme o caso, ajudando nos mais diversos desafios, desde no levantamento de mudanças culturais ou tendências de regulamentação, até na identificação de tecnologias relativamente maduras de outros setores com potencial para novas aplicações no curto prazo.</span></p>
<p style="line-height:normal;margin:6pt 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:gray;font-size:10pt">Esses métodos permitem gerar insumos riquíssimos para a organização, que a partir daí inicia um processo interno de interpretação dos desafios e oportunidades. A elaboração de mapas e rotas estratégicas permite a decidir sobre o <strong>posicionamento futuro </strong>do negócio, estabelecer os conhecimentos e tecnologias a serem desenvolvidos, e as soluções a serem geradas, para se atingir esse posicionamento.</span></p>
<p style="line-height:normal;margin:6pt 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:gray;font-size:10pt">As possibilidades e combinações são muitas. Mas o mais importante é construir a suas respostas: <strong>Quais suas resoluções para 2022?</strong></span></p>
<p style="line-height:normal;margin:6pt 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:gray;font-size:10pt"></span> </p>
<p style="line-height:normal;margin:6pt 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:gray;font-size:10pt">Twitter: @BetodoValleTF</span></p>
<p style="line-height:normal;margin:6pt 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:gray;font-size:10pt"></span> </p></div></div></div>
<div><b>Categoria:</b> Planejamento Estratégico;Gestão do Conhecimento;Gestão de Inovação;Inteligência Competitiva</div>
<div><b>Publicada:</b> 4/1/2012 15:09</div>
<div><b>Meta Description:</b> Metodologias de prospecção tecnológica e foresighting para desenhar o caminho para futuros almejados. Antecipar tendências, mobilizar conhecimento, gerar inovações diferenciadoras, influenciar ou definir posicoinamento estratégico futuro para seu negócio.</div>
<div><b># Comentários:</b> 0</div>
]]></description>
      <author>TerraForum</author>
      <category>Planejamento Estratégico;Gestão do Conhecimento;Gestão de Inovação;Inteligência Competitiva</category>
      <pubDate>Wed, 04 Jan 2012 17:20:39 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="true">http://www.terraforum.com.br/blog/Lists/Postagens/ViewPost.aspx?ID=389</guid>
    </item>
    <item>
      <title>Conhecimento para Serviços de Atendimento ao Cliente (SAC)</title>
      <link>http://www.terraforum.com.br/blog/Lists/Postagens/ViewPost.aspx?ID=388</link>
      <description><![CDATA[<div><b>Corpo:</b> <div class=ExternalClass4FDECF037C0F4BF190F6DAF53D7C324D>
<div>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt">Presente no dia-a-dia, alvo de leis de regulamentação do setor e mal visto pelos consumidores, o SAC (Serviço de Atendimento ao Cliente) e todas denominações possíveis, hoje é parte fundamental da estrutura de funcionamento de uma grande empresa, porém sua ineficiência, por muitas vezes, coloca em questão a importância do consumidor para a mesma.</span></p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt"></span> </p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt">Históricamente o SAC surgiu no momento em que a tecnologia se tornou eficaz na quebra de barreiras quanto a presença física, inicialmente através de um simples telefone, um número e uma secretária, evoluiu para milhares de operadores, sobre a supervisão e monitorias de qualidade, scripts, sistemas, entre outros adventos tecnológicos e processuais, significativos para as empresas e ainda inexpressivos para o consumidor, quando a grande maioria ainda sim tem uma má experiência no uso.</span></p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt"></span> </p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt">Muitas empresas não possuem seu conhecimento mapeado, organizado e explícito, suportado sobre um sistema que agregue valor as suas atividades. Nestes casos não é também arriscado basear-se apenas na desenvoltura de um atendente na linha de frente? O quanto os sistemas, indicadores e recursos estão realmente contribuindo para a performance do atendente? Quanto do conhecimento organizacional está efetivamente à disposição do atendente?</span></p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt"></span> </p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt">Repensar o modelo de atendimento não sugere repensar cada parte de uma estrutura já montada, um bom projeto deve identificar as dificuldades primárias das equipes, porém, essa identificação só será possível se uma parte significativa do conhecimento que visa orientar como tal demanda deverá ser atendida, estiver mapeado, registrado e compreendido, e assim, transparecer as reais falhas e necessidades de melhoria. Como proposição de solução, vejamos como exemplo um sistema de base de conhecimento.</span></p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt"></span> </p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt">Uma base de conhecimento traz inúmeros benefícios para as empresas, uma vez que oferece produtividade, alinhamento quanto a decisão (evitando interpretações humanas), facilidade de treinamento e possibilidade de evolução coletiva entre atendentes e supervisores, se estruturado sobre uma plataforma colaborativa que permita contribuições, comentários e avaliação dos envolvidos, distribuindo a responsabilidade sobre a qualidade do conteúdo.</span></p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt"></span> </p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt">Um projeto de construção da base deve ser estruturado conforme necessidades dos atendentes, visando identificar as informações necessárias para o mesmo, a organização do conhecimento e a governança necessária para que a informação esteja sempre correta e atualizada.</span></p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt"></span> </p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt">Independente do contexto e setor de negócio, podemos afirmar que o universo de informação é limitado, sendo o conteúdo passível de classificação e relacionamento, através de uma arquitetura de informação e taxonomia que possibilite a informação ser encontrada facilmente e sua estrutura seja compreendida pelo atendente, além de recursos inteligentes que diminuam o tempo de procura e antecipe as soluções.</span></p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt"></span> </p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt">Sabemos que são inúmeras as dificuldades das empresas quanto ao atendimento, porém começar pela organização, registro e explicitação de seu conhecimento, contando com a colaboração de todos os envolvidos é o passo inicial e o mais importante para qualquer empresa que visa a qualidade e excelência no relacionamento com seus clientes. </span></p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt"></span> </p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt">É verdade que os serviços de atendimento evoluíram considerando, principalmente, sua estrutura técnica e o volume de atendentes. Observamos frequentemente, no entanto, falta de foco estratégico no conhecimento, sendo assim, os atendentes são treinados, muitas vezes, como autômatos, pouco importando sua capacidade de raciocínio. São vistos, com frequência, como meros replicadores de scripts e de operadores de sistemas. Pouco foco é dado ao desenvolvimento de habilidades básicas de atendimento, ao conhecimento da empresa, seus produtos e seus valores. Neste contexto, tornam-se meros sistemas humanos desprovidos de alma, empatia e totalmente desconectados dos valores organizacionais. </span></p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt"></span> </p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt">Conhecimento mais gente mais valores nos SACs: tá aí uma </span></p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt">combinação que pode dar certo!</span></p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt"></span> </p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt">Thiago Macedo<br>@tmacedo05</span></p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt"></span> </p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt">Claudio Terra</span></p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt">@claudioterra</span></p></div></div></div>
<div><b>Categoria:</b> CRM;Gestão de Competências;Gestão do Conhecimento</div>
<div><b>Publicada:</b> 26/12/2011 09:15</div>
<div><b>Meta Description:</b> Conhecimento, Serviços de Atendimento ao Cliente (SAC), valores, gestão do conhecimento</div>
<div><b># Comentários:</b> 3</div>
]]></description>
      <author>TerraForum</author>
      <category>CRM;Gestão de Competências;Gestão do Conhecimento</category>
      <pubDate>Mon, 26 Dec 2011 11:17:00 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="true">http://www.terraforum.com.br/blog/Lists/Postagens/ViewPost.aspx?ID=388</guid>
    </item>
    <item>
      <title>Os médicos nunca erram</title>
      <link>http://www.terraforum.com.br/blog/Lists/Postagens/ViewPost.aspx?ID=387</link>
      <description><![CDATA[<div><b>Corpo:</b> <div class=ExternalClass4B4DAD989A8E4229B4890D1BC127F469>
<div>Quem já não ouviu complicações e mesmo morte de pacientes em função de erros médicos? Eu já ouvi muitas vezes. Com que frequência erros são cometidos nas salas de cirurgia no Brasil? Qual o percentual de pacientes que morrem em função disso?</div>
<div> </div>
<div>Na semana passada li um ótimo livro chamado &quot;Check-list&quot; escrito por Atual Gawande, um médico de Boston, que por muitos anos vem estudando como pequenas ações baseadas em &quot;check-list&quot; podem reduzir fortemente os erros médicos.</div>
<div> </div>
<div>O autor do livro remonta boa parte da sua tese à indústria aeronáutica que desde meados da dédaca de 30 adotou a prática de check-lists para lidar com a complexidade crescente de se pilotar um avião - tanto em condições normais quanto de emergência.</div>
<div> </div>
<div>Como sabemos, no entanto, aqui no Brasil, não há erro médico. Ironias a parte, creio que é hora de aplicar práticas muito bem estabelecidas de codificação, transferência e compartilhamento de conhecimento no meio médico brasileiro.</div>
<div> </div>
<div>O aprendizado baseado no erro - lições aprendidas - não é uma novidade e deveria ser incorporado à prática médica - post mortem. Questões básicas de aprendizado e solução de problemas em grupo e em equipes de trabalho também deveriam ser fortemente discutidas no âmbito da medicina. </div>
<div> </div>
<div>Estará a classe médica preparada para tudo isso?</div>
<div> </div>
<div>Que outras práticas de gestão salvariam vidas?</div>
<div> </div>
<div>Sds</div>
<div> </div>
<div>@claudioterra</div>
<div> </div>
<div> </div>
<div> </div>
<div> </div></div></div>
<div><b>Categoria:</b> Gestão do Conhecimento;Gestão de Inovação</div>
<div><b>Publicada:</b> 26/12/2011 05:47</div>
<div><b>Meta Description:</b> check-list, gestão do conhecimento, erro médico, transferência de conhecimento</div>
<div><b># Comentários:</b> 2</div>
]]></description>
      <author>TerraForum</author>
      <category>Gestão do Conhecimento;Gestão de Inovação</category>
      <pubDate>Mon, 26 Dec 2011 08:11:50 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="true">http://www.terraforum.com.br/blog/Lists/Postagens/ViewPost.aspx?ID=387</guid>
    </item>
    <item>
      <title>BRICs: identificação de oportunidades para inovar</title>
      <link>http://www.terraforum.com.br/blog/Lists/Postagens/ViewPost.aspx?ID=386</link>
      <description><![CDATA[<div><b>Corpo:</b> <div class=ExternalClassDC23E58009B44E1395B7A7207B354045><div>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt">Quais as oportunidades de inovação e de negócio propiciadas e surgidas junto a países emergentes como Índia, Brasil, China, Rússia, África do Sul, etc. Em boa parte do mundo, inclusive nos países desenvolvidos, há um consenso acerca da rápida mudança em curso em termos do peso dos países emergentes na economia mundial.</span></p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt"></span> </p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt">As soluções inovadoras impelidas por esta grande transformação que agrega centena de milhões de pessoas ao mercado consumido não pode ser vista apenas uma solução piorada do que é feito nos países desenvolvidos. Trata-se, sobretudo, do desenvolvimento de soluções inovadoras que levam em consideração a fabulosa escala, valores, necessidades e hábitos de pessoas na faixa de renda que acabaram de se tornar consumidores. </span></p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt"></span> </p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt">Multinacionais e grandes empresas nacionais já têm investido consideráveis esforços para que seus executivos expatriados e mesmo locais entendam de forma profunda as necessidades deste público. O Brasil é um dos polos desta nova onda mundial. </span></p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt"></span> </p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt">Contudo, em um contexto global somos relativamente pequenos ainda e com pouca contribuição para modelos de inovação revolucionários direcionados para os públicos emergentes. Isto requer mudanças rápidas para aproveitamos esta nova oportunidade histórica. Algumas mudanças óbvias incluem: </span></p>
<ul>
<li>
<div style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt">Realizar mais visitas exploratórias e benchmarks em outros países emergentes para conhecer inovações e modelos de inovação;</span></div></li>
<li>
<div style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt">Capacitar nossos executivos para realmente olhar a base da pirâmide. A atração de nossos jovens executivos em continuar a mirar os EUA e Europa é por demais evidente; </span></div></li>
<li>
<div style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt">Mais pesquisa original e testes rápidos para validar ideias, conceitos e projetos;</span></div></li>
<li>
<div style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt">Foco na escala: estamos falando de necessidades não atendidas de bilhões de pessoas. </span></div></li></ul>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt">Eu acredito que a oportunidade histórica para o Brasil está aí. Se ficarmos numa posição esquizofrênica nos achando próximos dos países desenvolvidos apesar da grande maioria da nossa população ainda viver em condições muito precárias perderemos novamente outro momento histórico para nos tornarmos um Centro Mundial de Inovação.</span></p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt"> </span></p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt">Claudio Terra</span></p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt">@claudioterra</span></p></div></div></div>
<div><b>Categoria:</b> Gestão de Inovação</div>
<div><b>Publicada:</b> 19/12/2011 07:37</div>
<div><b>Meta Description:</b> BRICs, gestão de inovação, base da pirâmide</div>
<div><b># Comentários:</b> 2</div>
]]></description>
      <author>TerraForum</author>
      <category>Gestão de Inovação</category>
      <pubDate>Mon, 19 Dec 2011 09:41:16 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="true">http://www.terraforum.com.br/blog/Lists/Postagens/ViewPost.aspx?ID=386</guid>
    </item>
    <item>
      <title>Gestão do Conhecimento: perguntas simples, respostas fundamentais</title>
      <link>http://www.terraforum.com.br/blog/Lists/Postagens/ViewPost.aspx?ID=385</link>
      <description><![CDATA[<div><b>Corpo:</b> <div class=ExternalClass6A40C794A22D4DC1B71200E34ACB1EC8><div>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt">Depois de muitos (e muitos anos) trabalhando com Gestão do Conhecimento ainda fico perplexo com o desafio brutal que é colocar esta prática plenamente inserida no dia a dia das empresas. Qualquer um que falar algo diferente nunca tentou, só ficou filosofando ou teorizando.</span></p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt"> </span></p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt">Acadêmicos puros: não me levem a mal, a teoria é fundamental. Todos têm de certa maneira uma teoria sobre como as coisas funcionam. Os modelos têm vários papéis: de um lado ajudam a representar parcialmente a complexidade; de outro são uma base para qual o raciocínio e capacidade de interpretação pode agregar, evoluir ou mesmo questionar. Neste sentido são marcos. Além disso, no contexto organizar os modelos têm o crítico papel de alinhar centenas ou milhares de indivíduos segundo uma linha de pensamento, ajudando a direcionar e priorizar esforços.</span></p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt"> </span></p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt">Feitos o ponto e o contraponto, aqui vou eu propor mais um modelo simples para tratar a Gestão do Conhecimento nas organizações. Ele se baseia em <b style="">sete</b> perguntas-chave:</span></p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt"></span></p>
<blockquote style="margin-right:0px" dir=ltr>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><b style=""><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt">Por que?</span></b></p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt">As organizações não podem embarcar em esforços de gestão de conhecimento simplesmente porque está na moda ou por conta de chavões do tipo, estamos na Era do Conhecimento ou qualquer baboseira neste sentido. Porque Gestão do Conhecimento deve ser bastante prático e tangível, com respostas do tipo: estamos expandindo regionalmente e temos gaps de performance; estamos contratando muitas pessoas e não conseguimos treiná-los rapidamente, precisamos dominar tal tecnologia essencial para nossa competitividade, etc. </span></p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt"> </span></p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><b style=""><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt">Quem?</span></b></p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt">É óbvio não? Mas como tratar do assunto gestão do conhecimento sem pensar em quem são os atores envolvidos – de dentro e de fora da empresa. Quem são as pessoas que já detém parcialmente ou fortemente os conhecimentos críticos para a empresa? Quem são aqueles que deveriam dominar este conhecimento? Quais as características destes grupos de indivíduos?</span></p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt"> </span></p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><b style=""><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt">Quais?</span></b></p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt">Conhecimentos não são herméticos. As fronteiras, relacionamentos e sobreposições não são tão óbvios, nem estáticos. Apesar disso, a gestão estratégica do conhecimento resulta de um bom entendimento das disciplinas, escolas, taxonomias, ontologias e semânticas associadas a tipos de conhecimentos. Defina um conhecimento de maneira muito estreita e os resultados serão muito limitados; defina de maneira muito aberta e a ausência de foco pode gerar em enorme perda de recursos.</span></p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt"> </span></p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><b style=""><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt">Como?</span></b></p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt">Uma das coisas que muitos sabem é que o conhecimento pode estar em várias formas: tácito, implícito ou explícito. Ele pode ainda evoluir de maneira muito rápida ou ter uma dinâmica muito previsível. Quanto mais sistêmico o conhecimento, mais difícil é compreender como o mesmo evolui. À medida que a complexidade aumenta; aumenta também os mecanismos e práticas de gestão do conhecimento, assim como a incerteza quanto aos resultados que serão efetivamente obtidos.</span></p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt"> </span></p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><b style=""><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt">Quando?</span></b></p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt">Em todos os assuntos de gestão a dimensão tempo é fundamental. Em gestão do conhecimento não poderia ser diferente. Mais ainda, investir em conhecimento é sempre uma aposta no futuro, tanto do ponto de vista individual, como organizacional. Na prática significa trocar um pouco o presente e as demandas urgentes para investir na construção de um capital intelectual próprio ou da organização. Não que não estejamos aprendendo o tempo todo, pois estamos, contudo à medida que ampliamos o leque e número de pessoas envolvidas no aprendizado e transferência de conhecimento precisamos dedicar tempo específico para isso. Além disso, precisamos saber quando desejamos obter algum tipo de resultado: uma coisa é aprender algo ou transferir algum conhecimento em semanas, outra em meses e outra ainda em anos.</span></p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt"> </span></p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><b style=""><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt">Onde?</span></b></p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt">Um dos dilemas crescentes quando falamos de aprendizado e conhecimento é o quanto deveremos nos valer do presencial ou do virtual. Embora haja avanços significativos nas formas como utilizamos os ambientes virtuais como forma de acesso à informação de alto valor, assim como forma de comunicação entre indivíduos, o contato presencial ainda tem uma “largura de banda” infinitamente maior. Presencialmente aprendemos com todos os nossos sentidos e podemos influenciar no contexto entendendo de maneira mais interativa e muitas vezes subconsciente nosso aprendizado. Dentro ou fora da empresa, no nosso entorno ou alhures ou ainda com nossos pares ou pessoas de outras áreas e culturas completamente diferentes? São perguntas que também precisam de bastante reflexão em alguns casos.</span></p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt"> </span></p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><b style=""><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt">Quanto?</span></b></p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt">Finalmente o que poucos gostam de ouvir: quanto custa? Valendo-nos da conhecida expressão “there´s no free lunch” é responsável destacar logo de cara que conhecimento pode, em alguns contextos, custar muito para ser adquirido, transferido ou mantido. Não é óbvio isto quando pagamos para um curso? Por que seria diferente em outros contextos? Quanto mais raro, sofisticado ou complexo o conhecimento, maiores serão os investimentos. Isto não quer dizer que as metodologias, práticas e tecnologias relacionadas à gestão do conhecimento sejam sempre caras e difíceis de implementar. Pelo contrário, no dia a dia as organizações já suportam uma cultura organizacional e adotam uma série de práticas que permitem o conhecimento e o aprendizado fluírem como parte do próprio processo de trabalho. </span></p></blockquote>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt"> </span><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt">Vejam: é apenas mais um modelo. A realidade – quando o assunto é conhecimento – continua maravilhosamente desafiadora. Espero, no entanto, que seja mais um referencial útil. Perguntas?</span></p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt"> </span></p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt">Claudio Terra</span></p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt">@claudioterra</span></p></div></div></div>
<div><b>Categoria:</b> Educação Corporativa;Gestão de Competências;Gestão do Conhecimento</div>
<div><b>Publicada:</b> 27/11/2011 08:54</div>
<div><b>Meta Description:</b> gestão do conhecimento, aprendizado, conhecimento</div>
<div><b># Comentários:</b> 1</div>
]]></description>
      <author>TerraForum</author>
      <category>Educação Corporativa;Gestão de Competências;Gestão do Conhecimento</category>
      <pubDate>Sun, 27 Nov 2011 10:56:02 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="true">http://www.terraforum.com.br/blog/Lists/Postagens/ViewPost.aspx?ID=385</guid>
    </item>
    <item>
      <title>O Varejo não precisa estar presente nas redes sociais, o Varejo precisa ser social </title>
      <link>http://www.terraforum.com.br/blog/Lists/Postagens/ViewPost.aspx?ID=384</link>
      <description><![CDATA[<div><b>Corpo:</b> <div class=ExternalClassC8555380D09047DBA239DF7379CDBFFF><div>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt"></span></p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt">Apesar de tanto se falar em mídias sociais, em comércio social, algo parecia faltar em termos de concretizar tendências, de concretizar conceitos. Os números da web são sedutores, a moda das redes sociais é deliciosa de se acompanhar, mas vemos clientes e amigos em uma confusão e ansiedade constante frente ao que deveria ser feito nesse novo cenário. E foi assim que surgiu a ideia de escrever o livro Varejo 2.0. Saibam mais sobre o livro <a href="http://www.facebook.com/?ref=tn_tnmn#!/TerraForum?sk=app_132622530175988">aqui</a></span></p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt"> </span></p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt">Estamos convictos que realidade 2.0 não é diferente do que os empresários conhecem sobre relacionamento, planejamento e consumidor. É apenas um meio diferente e mais dinâmico. O que notamos de forma geral é que a fonte da ansiedade desses profissionais não provinha do medo do desconhecido, mas de não ter tempo para aprender e, mais ainda, para vivenciar. Enquanto todos os varejistas estão habituados a visitar lojas, a checar serviços in loco, nem todos possuem um Facebook, um Twitter ou acompanham o que seus consumidores fazem na web ou como sua loja está se posicionando nesse meio. E a notícia não é boa: a velocidade é outra mesmo. É preciso correr para alcançar o consumidor. Não a tendência. Se você não está preparado para atendê-la agora, quando você conseguir poderá haver uma nova.</span></p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt"> </span></p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt">Mas a solução é mais simples do que se imagina. Não menospreze que o mundo digital é o futuro e que as redes sociais têm um potencial enorme de contribuir para o negócio. Por outro lado, não fique hipnotizado pelos números e entusiastas, as pessoas continuarão comprando em lojas físicas. O que queremos mostrar neste livro é que sua empresa precisa continuar com foco em seu consumidor e conhecê-lo cada vez mais a fundo. E principalmente, educar equipes a entender os hábitos e atitudes do consumidor também na web e aí, sim, definir como sua empresa quer se relacionar com eles nesse meio. E incorporar esse novo meio de se relacionar aos processos cotidianos de condução do negócio.</span></p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt"> </span></p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt">Um dia essa tecnologia se tornou acessível aos cidadãos e alguns poucos começaram a produzir uma enorme quantidade de conteúdo. Grosso modo, essa é a web 1.0, onde poucos produzem muito. Nessa época, a web mesmo sem querer já começa a ter um lado comercial, afinal um clique passa a ter valor monetário mesmo que você não esteja comprando algo.</span></p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt"> </span></p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt">Com o amadurecimento da web, maior acesso e usuários engajados na produção de conteúdo surge o efeito “network”. Não só há um crescimento exponencial na produção de informação, como naturalmente as pessoas começam a interagir com o conteúdo do outro. Do “comentário” para a “edição do conteúdo de outro usuário” foi um passo natural. A ética de indicar fontes e referir sites amigos ou similares passa a ser difundida e o Google, com sua inteligência de busca baseada em relevância (onde aparecem primeiro os sites mais indicados e conectados), contribui para o surgimento dessa nova fase da web que fica conhecida como 2.0: o período da colaboração.</span></p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt"> </span></p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt">A web 2.0 é uma nova etapa caracterizada pela agilidade e redução das fronteiras. E claramente, nesse contexto, o cidadão mudou. Estamos falando de quem eventualmente consome os produtos da sua empresa e pode estar agora falando sobre isso na web. O que sua empresa pode fazer nas redes sociais não é tão diferente do que sua empresa já faz em outros canais: se relacionar com o consumidor.<span style="">  </span>O que o comprador espera de você também não é diferente do que ele hoje já espera de uma empresa: transparência. </span></p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt"> </span></p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt">No livro Varejo 2.0 procuramos estimular algumas discussões chaves para o modelo de negócios do Varejo, incluindo:</span></p>
<ul style="margin-top:0cm" type=disc>
<li style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt;color:#666666" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';font-size:10pt">Que o Varejo precisa reconhecer o shopper como protagonista da relação.</span></li>
<li style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt;color:#666666" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';font-size:10pt">Quais foram os fatos que levaram a essa mudança, mas, principalmente, como varejistas na prática reagiram a esse novo momento.</span></li>
<li style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt;color:#666666" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';font-size:10pt">Como usaram as redes sociais a favor do seu negócio, alguns de forma ativa e corajosa, outros de forma mais contida, mas abrindo espaço para o diálogo, e alguns apenas auxiliando o consumidor a fazer o que mais gosta, tornando-se um parceiro ao criar e compartilhar experiências. </span></li></ul>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt"> </span></p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt">Esperamos que curtam :) o livro e nos enviem seus comentários estamos loucos para ouvir opiniões.</span></p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt"> </span></p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt">Renée Almeida</span></p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt">Carol Almeida</span></p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt">Claudio Terra</span></p></div></div></div>
<div><b>Publicada:</b> 20/11/2011 15:24</div>
<div><b>Meta Description:</b> varejo, varejo 2.0, social media, redes sociais</div>
<div><b># Comentários:</b> 0</div>
]]></description>
      <author>TerraForum</author>
      <pubDate>Sun, 20 Nov 2011 17:26:08 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="true">http://www.terraforum.com.br/blog/Lists/Postagens/ViewPost.aspx?ID=384</guid>
    </item>
    <item>
      <title>O que fazer para minimizar as lacunas na execução da estratégia de inovação?</title>
      <link>http://www.terraforum.com.br/blog/Lists/Postagens/ViewPost.aspx?ID=383</link>
      <description><![CDATA[<div><b>Corpo:</b> <div class=ExternalClassC1670365674043DEBCBC462068451A3B><span style="line-height:115%;font-family:'Verdana','sans-serif';color:#4c4c4c;font-size:8pt">
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt"></span></p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt">“82% dos CEOs da Fortune 500 sentem que suas organizações fizeram um trabalho eficaz de planejamento estratégico. Porém, apenas 14% dos mesmos CEOs indicaram que suas organizações fizeram um trabalho eficaz na execução destas estratégias.” (Forbes Magazine)</span></p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt"> </span></p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt">O famoso gap que representa a falta de conexão ou de continuidade entre o planejado e o realizado está presente na maioria das organizações. Isso também é verdadeiro dentro do contexto da inovação, conforme destacado em relatório recente “Bridging The Innovation Execution Gap” do American Institute for Innovation Excellence.</span></p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt"> </span></p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt">O gap teria duas formas principais:</span></p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt"> </span></p>
<ul style="margin-top:0cm" type=disc>
<li style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt;color:#666666" class=MsoNormal><b style=""><span style="font-family:'Arial','sans-serif';font-size:10pt">Gap de ideias</span></b><span style="font-family:'Arial','sans-serif';font-size:10pt">: cuja principal causa é o auto-sacrifício de ideias pelos próprios colaboradores.</span></li>
<li style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt;color:#666666" class=MsoNormal><b style=""><span style="font-family:'Arial','sans-serif';font-size:10pt">Gap de execução</span></b><span style="font-family:'Arial','sans-serif';font-size:10pt">: resultado típico de falta de liderança, de sistemas de reconhecimento ou desempenho ineficientes e da falta de uma comunicação adequada. </span></li></ul>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt"></span></p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt">O <b style="">auto-sacrifício</b> ou boicote de ideias pelos colaboradores pode ocorrer devido ao receio da rejeição, da crítica, do fracasso, da punição ou, até mesmo, da perda de crédito pela autoria da ideia. Esses obstáculos emocionais que ocorrem entre o nível operacional e o nível da média gerência podem ser driblados por meio das seguintes práticas: oferecer capacitação em liderança de inovação e práticas tangíveis a fim de construir habilidades desejáveis; incentivar ou estruturar o pagamento de bônus e outras recompensas orientadas por metas alinhadas aos resultados desejados; estabelecer um programa de ideias ou um processo de gestão da inovação que permita um fluxo direto de informações e de ideias entre a alta gerência/direção e a camada operacional, “by-passando” a camada da média gerência.</span></p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt"> </span></p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt">O principal motivo para o <b style="">gap de execução</b> são as operações do dia a dia - as chamadas urgências - que levam os executivos a abandonarem o direcionamento estratégico inicialmente definido para “apagar os famosos incêndios”. Esse tipo de dificuldade pode ser superado por meio das seguintes táticas e posturas: reduzir as responsabilidades sobre as operações do dia a dia; remover obstáculos baseados em processos burocráticos; estabelecer uma comunicação frequente sobre prioridades; desenhar um roadmap ou plano de inovação e mantê-lo visível a todos; ser honesto sobre mudanças, compartilhando os benefícios e os riscos da estratégia; estabelecer um time especializado para atuar fora das rotinas operacionais do dia a dia.</span></p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt"> </span></p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt">Além disso, as lideranças das organizações precisam ter habilidade e competência para construir uma estratégia executável e lidar com a adversidade. Existem muitos modelos, frameworks e ferramentas que podem ser aplicados em atividades de planejamento estratégico ou de cenários, por exemplo: o modelo OGSM (Objectives-Goals-Strategies-Measures), a execução via disciplina de gestão de projetos e processos de execução segundo modelo BSC (Balanced Scorecard) de Kaplan/Norton. </span></p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt"> </span></p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt">Não existe uma fórmula única a aplicar ou um único caminho a escolher. É preciso saber aonde se quer chegar e, então, decidir pelo modelo mais adequado. Todavia, para obter sucesso na execução da estratégia de inovação, existem cinco práticas essenciais:</span></p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt"> </span></p>
<ol style="margin-top:0cm" type=1>
<li style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt;color:#666666" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';font-size:10pt">Assegurar que a gestão da inovação é tratada como uma disciplina genuína de negócios, com recursos adequados e engajamento dos líderes.</span></li>
<li style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt;color:#666666" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';font-size:10pt">Estabelecer um processo robusto - mas flexível - para a gestão da inovação e para a transição entre o conceito e a ação.</span></li>
<li style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt;color:#666666" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';font-size:10pt">Conectar a tomada de decisão executiva e a estratégia com a linha de frente de operação.</span></li>
<li style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt;color:#666666" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';font-size:10pt">Proporcionar um clima organizacional em que a mudança é efetivamente gerenciada e, as ideias que alavancam a execução, apoiadas.</span></li>
<li style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt;color:#666666" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';font-size:10pt">Construir estruturas organizacionais apropriadas, incluindo recursos, que suportam a execução, a motivação e a decisão.</span></li></ol>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt"> </span></p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt">A sua empresa já adota essas práticas?</span></p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt"> </span></p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt"> </span></p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt">Eduardo Severiano</span></p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt">Isabela Moraes</span></p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt">Thiago Higa</span></p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt">Claudio Terra</span></p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt"> </span></p></span></div></div>
<div><b>Categoria:</b> Gestão de Inovação;Planejamento Estratégico</div>
<div><b>Publicada:</b> 19/11/2011 08:49</div>
<div><b>Meta Description:</b> execução, estratégia, gestão de inovação</div>
<div><b># Comentários:</b> 0</div>
]]></description>
      <author>TerraForum</author>
      <category>Gestão de Inovação;Planejamento Estratégico</category>
      <pubDate>Sat, 19 Nov 2011 10:51:13 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="true">http://www.terraforum.com.br/blog/Lists/Postagens/ViewPost.aspx?ID=383</guid>
    </item>
    <item>
      <title>Movendo elefantes burocráticos e acomodados</title>
      <link>http://www.terraforum.com.br/blog/Lists/Postagens/ViewPost.aspx?ID=382</link>
      <description><![CDATA[<div><b>Corpo:</b> <div class=ExternalClass52BFBDEB95C14D1BA151A5E6931510B2>
<div>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt">A história está repleta de histórias de grandes organizações que não se adaptaram a novos contextos econômicos, tecnologias, modelos de negócio ou hábitos e que foram à falência ou foram adquiridas.<span>  </span>Isto ocorre porque algumas empresas, a princípio poderosas, têm muita rigidez embutida em seus modelos de entender as necessidades dos consumidores, a evolução da indústria e o impacto de novas tecnologias. Em geral, a resposta das mesmas é fazer cada vez melhor o que já faziam antes e não fazer as coisas e servir os clientes e novos clientes de maneira distinta. </span></p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt"></span> </p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt">Grandes organizações, particularmente em mercados maduros e tecnologias tradicionais, as ameaças parecem ser mais eficientes para gerar motivação para inovar do que a detecção de oportunidades. Além disso, em mercados maduros, há uma forte tendência para inovação nos processos ao invés da inovação nos produtos e estas tendem a ser incrementais e voltadas para a sustentação do negócio atual.</span></p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt"></span> </p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt">O que, em geral, mata as inovações mais arrojadas em organizações de grande porte quase nunca é a falta de recursos econômicos ou técnicos, mas a incapacidade da mesma para mudar ou acomodar modelos de negócios e organização distintos, que afetam a empresa em múltiplos planos e dimensões. Estamos falando da necessidade de eventualmente mudar, ao mesmo tempo, coisas como processos decisórios, patamares de volumes e margens mínimos pré-estabelecidos no negócio padrão, estratégia de vendas e distribuição, sistemas e processos, perfil, formação e forma de recompensa dos colaboradores, etc.</span></p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt"></span> </p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt">Alguns setores que vem passando por mudanças fortes nesta primeira década do século XXI ilustram de maneira muito evidente este desafio da mudança. Este é o caso, por exemplo, da indústria da música, de vídeos, das editoras, dos jornais e do varejo. Nos mercados mais avançados novos players surgem, a todo o momento, nestes segmentos enquanto os players estabelecidos, com raras exceções pouco se adaptam aos novos contextos. Quem diria que Apple, Netflix, Amazon, Huffington Post e Ebay seriam players tão poderosos levando, inclusive grandes e poderosas empresas à falência (ex: Borders e Blockbuster).</span></p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt"></span> </p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt">No contexto de empresas estabelecidas e de grande porte os dilemas entre o presente e o futuro, entre o intuitivo e analítico, entre o confiável e o flexível se apresentam de forma magnífica nas organizações. Estes dilemas, em alguns casos, são guerras surdas e duras, que assistimos constantemente. Inovação sim, mas até onde, a que preço, a que risco e com qual horizonte de recompensa. Estas são questões essencialmente humanas no contexto de organizações invariavelmente desumanas, impessoais, burocráticas e fortemente hierárquicas.</span></p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt"></span> </p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt">No contexto acima, vemos como um dos papéis fundamentais da alta administração é ajudar as pessoas a terem foco e senso de urgência, pois não é possível pensar em inovação de impacto sem pessoas desafiadas e altamente motivadas por um problema ou necessidade. É preciso criar mecanismos e perturbações para evitar a tendência natural das pessoas a buscarem um patamar de conforto e pouco voltado para mudanças. </span></p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt"></span> </p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt">Claudio Terra</span></p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt">@claudioterra</span></p></div></div></div>
<div><b>Categoria:</b> Gestão de Inovação</div>
<div><b>Publicada:</b> 15/11/2011 07:12</div>
<div><b>Meta Description:</b> gestão de inovação, inovação</div>
<div><b># Comentários:</b> 0</div>
]]></description>
      <author>TerraForum</author>
      <category>Gestão de Inovação</category>
      <pubDate>Tue, 15 Nov 2011 09:13:36 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="true">http://www.terraforum.com.br/blog/Lists/Postagens/ViewPost.aspx?ID=382</guid>
    </item>
    <item>
      <title>Engasgando com nossas histórias de inovação !!!</title>
      <link>http://www.terraforum.com.br/blog/Lists/Postagens/ViewPost.aspx?ID=381</link>
      <description><![CDATA[<div><b>Corpo:</b> <div class=ExternalClass8DFAEB0F97604F58B3EC56D757637858><div>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt"></span></p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt">Passei esta semana no MIT e Harvard, fazendo alguns cursos e conversando com alguns amigos destas universidades e consultores sobre inovação com base aqui em Boston. Quem já foi para Cambridge, onde ficam estas duas universidades, sabe que estou falando de uma pequena cidade dentro da grande Boston. É do tamanho digamos de um grande bairro da cidade de São Paulo ou Rio de Janeiro.</span></p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt"> </span></p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt">Abaixo algumas reflexões avassaladoras:</span></p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt"> </span></p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt">Poder das instituições de excelência: é incrível como apenas 2 universidades americanas Harvard e MIT têm uma produção científica de alto nível superior a todas as universidades brasileiras somadas! As duas sozinhas têm entre seus quadros dezenas de pessoas que ganharam prêmio Nobel e milhares de patentes.</span></p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt"> </span></p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt">Longo prazo e paciência: como verdadeiras potências de pesquisa vemos que nada é construído para ter resultado amanhã ou no próximo ano. Encontrei e conversei com pesquisadores que estão há 30 anos no mesmo campo de pesquisa. </span></p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt"> </span></p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt">Campus: diferentemente do Brasil, estas universidades não são delimitados por cercas, grades, etc. ficam inseridas na cidade, em um conjunto de prédios e alguns espaços de esporte. Interessantemente também é o fato de algumas empresas intensivas em pesquisa, como Novartis, construírem seus prédios ao lado, do outro lado da rua, da universidade.</span></p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt"> </span></p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt">Homenagem: interessante ver nestas universidades várias placas de homenagem a pessoas que saíram dali ou mesmo nem complementaram seus cursos para criar grandes empresas como Microsoft, Apple e Facebook. Não há nenhum preconceito, que eu vejo muitas vezes em universidades brasileiras, a pessoas que abandonam a vida acadêmica para gerar valor para a sociedade criando empresas espetaculares</span></p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt"> </span></p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt">Contribuição: A visão institucional e de contribuição para a ciência, humanidade e para o desenvolvimento econômico são motivadores de alto nível. É como se aqui eu visse o último estágio da pirâmide de Maslow na prática.</span></p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt"> </span></p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt">Bom, tem isso e muito mais...</span></p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt"> </span></p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt">Evidentemente também me perguntam sobre o Brasil e daí faço um enorme esforço para destacar nossos progressos nos últimos 20 anos, citar nossas universidades e empresas inovadoras em nível mundial.</span></p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt"> </span></p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt">Diferentemente do ufanismo ridículo de políticos que não sabem diferenciar o fato da nossa relativa bonança econômica e financeira dos últimos anos fortemente influenciada pelas compras chinesas de nossas commodities e dos investimentos em petróleo, sei da situação trágica de nossa educação, do pouco incentivo à meritocracia em nossas universidades, das teses de mestrado e doutorado que são aprovadas, mas não passariam em exames de graduação em universidade de primeira linha no mundo. </span></p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt"> </span></p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt">A quantidade até que evoluiu muito nos últimos anos, mas e a qualidade?</span></p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt"> </span></p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt">São Paulo é legal, tem bons restaurantes, excelentes shoppings, até uma universidade razoável, etc...mas temos algo no Brasil minimamente próximo a centros de excelência mundial em pesquisa e inovação?</span></p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt"> </span></p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt">Isto é aceitável para uma das maiores cidades do mundo?</span></p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt"> </span></p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt">Claudio Terra</span></p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt">@claudioterra</span></p></div></div></div>
<div><b>Categoria:</b> Educação;Educação Corporativa;Gestão do Conhecimento;Gestão de Inovação</div>
<div><b>Publicada:</b> 9/11/2011 10:02</div>
<div><b>Meta Description:</b> gestão de inovação, conhecimento, patentes, universidades</div>
<div><b># Comentários:</b> 3</div>
]]></description>
      <author>TerraForum</author>
      <category>Educação;Educação Corporativa;Gestão do Conhecimento;Gestão de Inovação</category>
      <pubDate>Wed, 09 Nov 2011 12:03:54 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="true">http://www.terraforum.com.br/blog/Lists/Postagens/ViewPost.aspx?ID=381</guid>
    </item>
    <item>
      <title>De onde vêm as (grandes) ideias? Qual a relação entre informação, conhecimento e ideias?</title>
      <link>http://www.terraforum.com.br/blog/Lists/Postagens/ViewPost.aspx?ID=380</link>
      <description><![CDATA[<div><b>Corpo:</b> <div class=ExternalClassA6EE2D006D454084A2C61F7B0C4C9DEA>
<div>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt"></span></p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt">Quase toda empresa hoje em dia tem um programa de ideias. Alguns estão bem estruturados, outros ainda relegados a um profissional em início de carreira, quase como um programa motivacional. A hipótese, em geral, é criar um canal democrático no qual as ideias de todos os funcionários são válidas. E é papel dos especialistas e níveis gerenciais avaliar a pertinência e viabilidade das ideias capturadas. Difícil ser contra tais iniciativas.</span></p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt"></span> </p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt">Além dos programas de ideias muitas empresas também estabelecem processos bastante estruturados de inovação – estes para “gente grande”, muitas vezes segundo uma lógica bem estabelecida de “stage-gates” e com toda a parafernália típica de “controle” dos PMOs corporativos. E daí fica faltando apenas as boas ideias para serem processadas no funil estabelecido. </span></p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt"></span> </p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt">O que mais me surpreende em uma grande parte de todos estes esforços é o quão pouco as pessoas realmente conhecem sobre de onde vêm as (grandes) ideias. Será que todos podem trazer grandes ideias? Será que as ideias que permitirão a empresa a mudar o rumo dos seus negócios ou posicionamento virão naturalmente? Como de fato pode a empresa facilitar o aparecimento e sobrevivência das grandes ideias?</span></p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt"></span> </p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt">Para responder estas perguntas é preciso reconhecer que toda nova ideia é uma combinação diferenciada e original de informações e conhecimentos existentes. Desta definição simples, mas precisa, segue que é difícil imaginar novas (grandes) ideias surgindo se o contexto de informação e conhecimento permanece o mesmo. Lógico, não? Sim, mas é impressionante como esta pequena sequência lógica é relegada a um segundo plano por aqui em “terras brasilis”.</span></p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt"></span> </p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt">Capturar, coletar e receber ideias parece muito mais simples e rápido. Melhor ainda, exige pouco esforço, investimento e paciência. É um “negócio da China”: investe-se muito pouco, monta-se um formulário na intranet ou mesmo no site da empresa e daí é só esperar: cedo ou tarde entre as milhares de ideias que vão surgir, uma delas trará os resultados de grande impacto esperados.</span></p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt"></span> </p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt">Cada vez que saio do Brasil volto um pouco baqueado com este negócio de inovação por aqui. É tão brutal a diferença de seriedade com que algumas economias avançadas tratam a questão da geração de informação e conhecimento como base para o processo de inovação que chego a desanimar. Mas então lembro como éramos muito mais atrasados apenas 10, 20 ou 30 anos atrás e volto a olhar o copo meio cheio ao invés de meio vazio.</span></p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt"></span> </p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt">Para gerar (grandes) ideias e nos tornarmos players mundiais no negócio de inovação, como nação, é preciso profundidade, é preciso entender que várias das grandes inovações mundiais são resultados de dezenas de anos de formação e investimento na aquisição de uma base bastante sólida de informação e conhecimento. No contexto empresarial se a paciência e visão de longo prazo não permitem que muitas empresas invistam em inovação visando resultados mais radicais, é fundamental, ao menos, que as mesmas ao desenharem seus programas de ideias, mecanismos de ideação e processos de inovação não deixem de prestar atenção à fase que antecede as ideias: a aquisição de informação e conhecimento.</span></p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt"></span> </p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt">Algumas poucas empresas nacionais já entenderam esta lógica e já unificaram ou estão fazendo esforços significativos de coordenação de seus esforços de gestão do conhecimento e de gestão de inovação segundo uma mesma direção. Vemos isto com muito bons olhos.</span></p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt"></span> </p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt">Claudio Terra</span></p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt">@claudioterra</span></p></div></div></div>
<div><b>Categoria:</b> Gestão de Competências;Gestão de Inovação;Gestão do Conhecimento</div>
<div><b>Publicada:</b> 5/11/2011 08:20</div>
<div><b>Meta Description:</b> gestão de inovação, gestão de informação, gestão do conhecimento, ideias, criatividade, originalidade</div>
<div><b># Comentários:</b> 1</div>
]]></description>
      <author>TerraForum</author>
      <category>Gestão de Competências;Gestão de Inovação;Gestão do Conhecimento</category>
      <pubDate>Sat, 05 Nov 2011 10:22:24 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="true">http://www.terraforum.com.br/blog/Lists/Postagens/ViewPost.aspx?ID=380</guid>
    </item>
    <item>
      <title>Gestão de Stakeholders 2.0: transparência, engajamento e empowerment</title>
      <link>http://www.terraforum.com.br/blog/Lists/Postagens/ViewPost.aspx?ID=379</link>
      <description><![CDATA[<div><b>Corpo:</b> <div class=ExternalClassAF72B75971B14030BF6705C18B4FB27F><div>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt"></span></p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt">Muitas empresas passaram a compreender nos últimos anos o valor de um processo estruturado de gestão de stakeholders. Em grande medida, isto significa ter muito claro como diversos atores da sociedade - clientes, fornecedores, governos, ONGs, associações de classe – são afetados e afetam os rumos e sustentabilidade dos negócios da organização. Quanto mais madura a prática de gestão de stakeholders mais proativa é a organização no fomento ao relacionamento continuado, ao desenvolvimento de respeito mútuo e à criação de mecanismos ou fóruns no qual ações efetivas tenham maior chance de sucesso.</span></p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt"> </span></p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt">Mesmo com esforços muito bem estruturados, com políticas bem definidas de ação e engajamento nenhuma empresa está imune às crises de imagem e reputação. Empresas e toda sua cadeia de valor são compostas por indivíduos que, embora orientados por políticas e normas, nunca terão seu comportamento totalmente controlado. Além disso, nem todos os projetos de negócio da empresa trazem apenas benefícios para a sociedade. Há vários contextos em que mesmo excelentes projetos podem ter como subprodutos maio tráfego, poluição, fechamento de pequenos negócios, etc.</span></p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt"> </span></p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt">Se as crises, portanto, são inevitáveis ao longo da vida de uma empresa – principalmente no caso das organizações de grande porte e grande visibilidade - me parece que a questão fundamental é como as empresas irão reagir. E particularmente como elas irão reagir num contexto de sociedade cada vez mais interligada, interdependente e 2.0!</span></p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt"> </span></p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt">O mundo 2.0 não é um mundo a parte do mundo real, mas também não é a mesma coisa. Nem todos os indivíduos e organizações que têm “poder de fogo” no mundo real terão impacto no mundo 2.0 ou nas redes sociais. De fato, algumas pessoas com muito pouca visibilidade no mundo real, oficial e das grandes mídias podem ser verdadeiros ícones no mundo das redes sociais.</span></p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt"> </span></p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt">Dito isso, não me parece ser possível qualquer empresa estruturar seu processo de gestão de stakeholders sem um excelente processo de monitoramento, compreensão e preparação para também atuar de forma incisiva nas redes sociais em momentos de crise. Acreditem: em algum momento sua empresa terá uma crise que nasce, cresce e repercute em grande medida no universo das redes sociais.</span></p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt"> </span></p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt">É preciso entender que, assim como em outros universos de interação humana, nas redes sociais elementos estranhos, que não pertencem àquele meio, serão rapidamente desmascarados. Mas o que uma organização pode fazer para “pertencer” nas redes sociais? Primeiramente ela deve abraçar a <b style="">transparência</b> porque a pior coisa que pode acontecer nas redes sociais é a mentira, pois uma vez descoberta, ela se propaga numa velocidade fantástica e sem controle. </span></p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt"> </span></p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt">Ok, a empresa é transparente, mas o que mais? A palavra seguinte que me vem à mente é <b style="">engajamento</b>. Engajamento requer envolvimento pessoal genuíno, imbuído de propósito e alinhado com os valores da corporação. Para isto é preciso de gente que sabe trabalhar na fronteira e na interligação entre a empresa e a sociedade. Não dá para se engajar nas redes sociais por meio software, automatização de respostas ou terceiros contratados para falar pela empresa nas redes sociais. </span></p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt"><span style=""> </span></span></p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt">Finalmente, e talvez o mais difícil no contexto brasileiro, é a questão do <b style="">empoderamento</b>, palavra derivada do <b style="">empowerment</b>. Empresas que tem um grande relacionamento com seus clientes e sociedade sabem que os indivíduos na linha de frente fazem toda a diferença. No mundo off-line já percebemos a nítida diferença entre organizações que sempre colocam o relacionamento, a atitude de servir e o respeito aos clientes como principal guia de ação e dão grande autonomia para a linha de frente, mesmo sabendo que, às vezes, alguns erros e abusos por parte de terceiros podem acontecer. Imaginem, por exemplo, nas redes sociais, os representantes da empresa respondendo: “vou falar com meu supervisor, por favor, aguardem”. “Por favor, leia o manual” ou ainda “meu departamento não é responsável por isso. Por favor, entre em contato com fulano no número tal”.</span></p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt"><span style=""> </span></span></p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt">Transparência, engajamento e empowerment são alguns dos pontos centrais que acredito devem, portanto, permear qualquer movimento no sentido da realização da gestão de stakeholders em um mundo cada vez mais interligado, interdependente e conectado via redes sociais.</span></p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt"> </span></p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt">Para atuar nas redes sociais é preciso fazer parte, é preciso pertencer. Corpos estranhos são muitas vezes expelidos ou atacados brutalmente, mesmo que injustamente. E aí? Como sua empresa se comporta nas redes sociais?</span></p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt"> </span></p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt">Claudio Terra</span></p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt">@claudioterra</span></p></div></div></div>
<div><b>Categoria:</b> CRM;Comunidades;Gestão de Stakeholders;Web 2.0</div>
<div><b>Publicada:</b> 2/11/2011 17:15</div>
<div><b>Meta Description:</b> gestão de stakeholders, redes sociais, social media, reputação, imagem corporativa</div>
<div><b># Comentários:</b> 2</div>
]]></description>
      <author>TerraForum</author>
      <category>CRM;Comunidades;Gestão de Stakeholders;Web 2.0</category>
      <pubDate>Wed, 02 Nov 2011 19:17:03 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="true">http://www.terraforum.com.br/blog/Lists/Postagens/ViewPost.aspx?ID=379</guid>
    </item>
    <item>
      <title>Aproxime voluntariado digital de seu home office</title>
      <link>http://www.terraforum.com.br/blog/Lists/Postagens/ViewPost.aspx?ID=378</link>
      <description><![CDATA[<div><b>Corpo:</b> <div class=ExternalClass6590344410D84F5B95426E642D21B95B>
<div>Falamos muito sobre facilidades digitais e  como podemos nos aproximar de colegas e gestores por meio da tecnologia. São aparelhos mobile, ferramentas Web 2.0 e acessos remotos que permitem conexão via home office ou quando estamos viajando, por exemplo.</div>
<div> </div>
<div>Por que não utilizar isso tudo, então, em prol da sustentabilidade? Se você não tem tempo para realizar práticas voluntárias tradicionais, como colaborar em casas e lares de assistência, ou não confia em doações financeiras, uma alternativa é aproveitar seu conhecimento para inserir instituições em um outro mundo: o virtual.</div>
<div><br>Pense em uma creche da sua cidade. Agora reflita: ela está presente no Twitter ou no Facebook? O site (se é que há um) está atualizado ou tem cara de anos 90? </div>
<div> </div>
<div>São milhares as instituições no Brasil que mal têm recursos para se sustentar, quanto mais para estar conectadas e ativas em novas mídias. São escolas, asilos, igrejas, ONGs...</div>
<div> </div>
<div>Você pode ser a pessoa responsável por incluir uma instituição nestes meios e torná-la um pouco mais conhecida e, assim, captar mais pessoas para a rede local. Consequentemente, a organização poderá receber mais atenção social e, talvez, doações ou, assim como você, ganhar novos voluntários - físicos ou digitais.  </div>
<div><br>Pense em como colaborar. As novas mídias e tecnologias não são apenas ferramentas que facilitam nossa vida profissional ou divertem a vida pessoal: elas podem ser úteis para a toda a comunidade. Seja criativo, inove e seja um voluntário digital!<br> <br>Para saber mais sobre como relacionar a Sustentabilidade com as novidades tecnológicas, leia o estudo <a href="http://biblioteca.terraforum.com.br/Paginas/estudo-sustentabilidade20.aspx">Sustentabilidade 2.0</a>, publicado pela TerraForum. Informe-se e faça a diferença!</div>
<div> </div></div></div>
<div><b>Categoria:</b> Sustentabilidade;Web 2.0</div>
<div><b>Publicada:</b> 30/10/2011 15:10</div>
<div><b>Meta Description:</b> sustentabilidade, inclusão digital, web 2.0, redes sociais, voluntariado</div>
<div><b># Comentários:</b> 0</div>
]]></description>
      <author>TerraForum</author>
      <category>Sustentabilidade;Web 2.0</category>
      <pubDate>Sun, 30 Oct 2011 17:12:52 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="true">http://www.terraforum.com.br/blog/Lists/Postagens/ViewPost.aspx?ID=378</guid>
    </item>
    <item>
      <title>Atendimento funciona só nas Redes Sociais?</title>
      <link>http://www.terraforum.com.br/blog/Lists/Postagens/ViewPost.aspx?ID=377</link>
      <description><![CDATA[<div><b>Corpo:</b> <div class=ExternalClass18CB32E44F26402EB8FD305960173021><div>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt"></span></p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt">Mais uma vez fui impactada por posts de amigos divulgando que um problema que nunca era solucionado, junto à determinada empresa, foi rapidamente concluído via Reclame Aqui. Outra recomendação recorrente é, se você tem problemas com instituições financeiras, crie um twitter e reclame por lá. Sempre funciona.</span></p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt"> </span></p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt">E as redes sociais, que estão na crista da onda, aparecem como um must have nas estratégias atuais, nas discussões de marketing, nos jobs to be done do SAC. E essas são discussões que adoro ver acontecer. Importantes. São 30 milhões de brasileiros no Facebook. Wow. Uma oportunidade cheia de possibilidades criativas, de interagir de um modo completamente diferente com o consumidor. De mudar até, a história do que entendemos como publicidade ou atendimento ao consumidor.</span></p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt"> </span></p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt">E em meio a essa sensação boa e repleta de criatividade, fico desanimada: algumas empresas estão de fato fazendo coisas diferentes e arriscando se comunicar com o consumidor. Mas a grande maioria está:</span></p>
<ul style="margin-top:0cm" type=disc>
<li style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt;color:#666666" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';font-size:10pt">Ainda fazendo publicidade</span></li>
<li style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt;color:#666666" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';font-size:10pt">Ainda focados no o que a marca quer dizer e não no que a marca tem em comum com os usuários</span></li>
<li style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt;color:#666666" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';font-size:10pt">Não estão sendo legais e leves</span></li>
<li style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt;color:#666666" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';font-size:10pt">Continuam se mantendo em sua zona de conforto e assumindo poucos riscos</span></li>
<li style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt;color:#666666" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';font-size:10pt">Continuam vendo os canais de forma separada e não otimizando esforços</span></li></ul>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt"></span></p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt">E vou parar a lista aqui porque isso é o mais espantoso. Com o tempo vamos aprender que esse é um território do usuário. O corpo estranho nas redes sociais são as empresas querendo &quot;ser amigas&quot;. Em um território que não é seu, comporte-se. Mas se toparem a sua amizade, haja de forma sociável, converse com eles. Amizade não é uma via de mão de única, convenhamos.</span></p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt"> </span></p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt">Bom, mas voltando ao tema dos canais. O que quero dizer? Que quando a empresa decide se entrar na rede social deve ter em mente que está abrindo um canal de conversas com o consumidor. Para ele, a empresa é a soma de telefone, rede social, loja física e etc. Ele não sabe como funciona o serviço de atendimento. E nem qual canal serve para o quê. &quot;Se você abriu essa janela de falarmos via rede social, porque quando tenho um problema você me pede para ligar no SAC?&quot; </span></p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt"> </span></p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt">Desde quando é bom que um usuário tenha que descobrir qual é o canal na sua empresa que resolve o problema dele? Pode parecer pequeno e esse formato atual fazer sentido para nós, profissionais da área. Mas tente olhar de fora. O mundo ideal não seria aquele que tudo estivesse integrado? Que você conseguisse conversar com a empresa em qualquer canal ou que pelo menos os canais se falassem? Desde quando é bom que o telefone não funcione, o email não funcione, o contato pessoal não funcione, mas o Twitter sim?</span></p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt"> </span></p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt">#help</span></p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt">Esse é um problema histórico do varejo e a cada nova tecnologia que surge a desculpa é sempre a mesma. &quot;É que existe uma complexidade de sistema…&quot; &quot;É muito difícil ter colaboradores bons no atendimento ao cliente…&quot; &quot;A empresa é enorme, como vamos juntar tudo isso?&quot;</span></p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt">Sim, o consumidor é compreensivo. Mas o que se espera dessa relação não é compreensão, é resultado. É troca. Compreensão não gera negócios. Bons serviços sim.</span></p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt"> </span></p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt">Há anos o varejo passa por esse problema e há anos não há solução. A sensação é de que nos conformamos, tanto consumidores quanto empresas, de que resolver a questão do atendimento é algo impossível.</span></p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt"> </span></p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt">Mas para exemplificar, veja o que hoje acontece. Este mês escrevi no site de uma empresa (estava escrito lá &quot;Fale conosco&quot;, eu então falei utilizando o campo &quot;mensagem&quot;). Importante: esta é uma multinacional que detém marcas líderes em seus segmentos. Não fiz uma reclamação, pedi auxílio na utilização de um produto. Uma semana depois recebi este email: </span></p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt"> </span></p></span>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt">&quot;</span><font face=Calibri><span style="color:#666666;font-size:10pt">Olá Renee,</span><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt"></span></font></p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt">Agradecemos seu e-mail e para melhor analisar sua manifestação, solicitamos que entre em contato com nosso SAC através do telefone: 0800-xxxxxxx de 2ª a 6ª das 8h às 20h.</span></p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt"> </span></p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt">Para agilizarmos o atendimento, forneça o seu número de chamado xxx.xxx. </span></p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt"><span style="">            </span></span></p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt">Vale ressaltar que durante o contato solicitaremos os dados do produto, desta forma é importante que esteja com o mesmo em mãos.</span></p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt"> </span></p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt">Atenciosamente&quot;</span></p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt"> </span></p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt">Bom, eu não tinha o produto em mãos (e não sei porque precisaria afinal eu tinha uma dúvida simples de como usá-lo)  mas liguei mesmo assim para tentar explicar pessoalmente, usando o blackberry onde recebi o email. E fui informada de que o 0800 não recebe ligações de celular. Peraí: primeiro, você diz que eu posso falar com você pelo site. Depois você me envia uma resposta padrão e me pede para ligar pro SAC. E depois não recebe ligação de celular? Eu não tenho mais telefone fixo! </span></p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt"> </span></p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt">Gente, isso é mais comum do que imaginamos. As empresas abrindo canais de comunicação porque &quot;precisam&quot; ter, mas não necessariamente eles se conversam. Cada um serve para uma coisa e o consumidor que se vire para descobrir.</span></p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt"> </span></p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt">Então está aqui a minha torcida para um futuro de canais integrados. Para o uso das redes sociais como parte do atendimento ao cliente. Se alguém começar sua reclamação pelo telefone e continuar por email, que não tenha que contar a história desde o começo. Que números de protocolo de reclamação tenham consistência em todos os canais: telefone, email, redes sociais e o que mais inventarem. Que o atendimento ao cliente saia da defensiva e da retaliação, para a conversa de duas vias.</span></p><span id="OLK_SRC_BODY_SECTION">
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt"> </span></p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt">Não é impossível. Falamos tanto aqui de empreendedorismo, tecnologia, inovação… Impossível não é. Certamente, difícil. Mas falta indignação. Não dá pra acharmos sucesso que UM canal funcione. Não dá para vibrar que uma empresa só resolva seu problema se você expor isso publicamente. </span></p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt"> </span></p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt">O bom atendimento só vem sob pressão? Sob o risco de manchar a imagem?</span></p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt">Resolver o problema do consumidor é sim bom. É bom saber que as redes sociais estão sendo uma ferramenta de contribuição. Mas para ser um case de sucesso ainda falta chão.</span></p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt"> </span></p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt">E falta inconformismo. Se quiser dividir ideias, fale comigo: <span style="color:#666666;text-decoration:none;text-underline:none"></span></span></p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt"><span style="color:#666666;text-decoration:none;text-underline:none"></span></span> </p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt"><span style="color:#666666;text-decoration:none;text-underline:none">Renee Almeida</span></span></p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt"><a href="mailto:renee.almeida@terraforum.com.br"><span style="color:#666666;text-decoration:none;text-underline:none">renee.almeida@terraforum.com.br</span></a></span></p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt"> </span></p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt">\o/</span></span></p></div></div></div>
<div><b>Categoria:</b> CRM;Web 2.0</div>
<div><b>Publicada:</b> 25/10/2011 04:02</div>
<div><b>Meta Description:</b> varejo, redes sociais, atendimento</div>
<div><b># Comentários:</b> 3</div>
]]></description>
      <author>TerraForum</author>
      <category>CRM;Web 2.0</category>
      <pubDate>Tue, 25 Oct 2011 06:04:42 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="true">http://www.terraforum.com.br/blog/Lists/Postagens/ViewPost.aspx?ID=377</guid>
    </item>
    <item>
      <title>Inovação aberta, aprendizados e resultados.</title>
      <link>http://www.terraforum.com.br/blog/Lists/Postagens/ViewPost.aspx?ID=376</link>
      <description><![CDATA[<div><b>Corpo:</b> <div class=ExternalClass2741ABE17AD64FD2ABE4DCCFD20B0DCA><div>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt"></span></p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt">Nos dias de hoje, com mercados cada vez mais competitivos, a inovação é pauta obrigatória em empresas de todo o tamanho. Há ainda o ambiente da colaboração e web 2.0 em constante crescimento com cada vez mais pessoas participando. Nesse contexto, estratégias de inovação aberta se encaixam perfeitamente, proporcionando para as empresas novas oportunidades para solução de problemas, captação de novas ideias e contato com redes de especialistas de todo o mundo. <span style=""> </span>Por que descobrir e desenvolver tudo internamente se existe um mundo cheio de ideias e oportunidades a ser explorado? </span></p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt"> </span></p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt">O Battle of Concepts é uma iniciativa que promove a interação de jovens universitários e empresas e governos. Através de uma plataforma virtual, as empresas podem lançar desafios que são solucionados pelos jovens através de conceitos inovadores e criativos. </span></p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt"></span> </p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt">2011 foi um ano de consolidação da plataforma Battle of Concepts. <strong>Mais de R$ 300 mil</strong> já foram distribuídos em prêmios nas 26 batalhas. Atualmente temos milhares de jovens participando de todos os cantos do Brasil. São jovens prontos para trabalharem em desafios e oferecerem soluções “fora da caixa”. Neste último ano, tivemos a participação da <strong>Samarco, Tecumseh, Grupo Ultra, com Ipiranga e Ultracargo, Editora Abril, com a Revista Exame, Maxhaus, Promon Engenharia, Vopak, Natura e Danone. </strong></span></p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt"> </span></p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt">O valor da inovação aberta foi percebido por estas empresas ao receberem as várias centenas de conceitos enviados neste ano. Desafios dos mais variados temas, como logística, marketing, engenharia, aplicativos para celular, novos mercados, relacionamento B2B, arquitetura, design <span style=""> </span>e novos produtos foram trabalhados de maneira criativa e inovadora.<span style="">  </span>A inovação aberta pode levar as empresas a direções nunca antes pensadas, estimulando-as com novas ideias, inspirações e tendências. </span></p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt"> </span></p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt">Aproveite para conhecer o <strong>Battle of Concepts</strong> e seus desafios: <a href="http://www.battleofconcepts.com.br"><span style="color:#666666;text-decoration:none;text-underline:none">www.battleofconcepts.com.br</span></a></span></p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt"> </span></p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt">O canal do youtube também é ótimo com muitos cases e depoimentos: <a href="http://www.youtube.com/battleofconceptsbr"><span style="color:#666666;text-decoration:none;text-underline:none">www.youtube.com/battleofconceptsbr</span></a></span></p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt"> </span></p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt">Fabiana Tarabal</span></p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt">@fabianatarabal</span></p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt"> </span></p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt">Claudio Terra</span></p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt">@claudioterra</span></p></div></div></div>
<div><b>Categoria:</b> Battle of Concepts;Gestão de Inovação</div>
<div><b>Publicada:</b> 24/10/2011 06:22</div>
<div><b>Meta Description:</b> inovação, battle of concepts, inovação aberta, open innovation</div>
<div><b># Comentários:</b> 0</div>
]]></description>
      <author>TerraForum</author>
      <category>Battle of Concepts;Gestão de Inovação</category>
      <pubDate>Mon, 24 Oct 2011 08:24:52 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="true">http://www.terraforum.com.br/blog/Lists/Postagens/ViewPost.aspx?ID=376</guid>
    </item>
    <item>
      <title>Inovação Aberta: sua empresa está preparada?</title>
      <link>http://www.terraforum.com.br/blog/Lists/Postagens/ViewPost.aspx?ID=375</link>
      <description><![CDATA[<div><b>Corpo:</b> <div class=ExternalClass1DC22F3FDB8B418DADE5AE9DDE14CCEA><div>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt"></span></p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt">Inovação aberta é mais uma daquelas coisas que é difícil alguém ser contra. O pensamento rápido é: “Oba: ideias fora da caixa – custando quase nada para a empresa!” Por que não? Na prática, no entanto, trabalhar com ideias de fora é muito mais difícil do que trabalhar com ideias e projetos surgidos dentro da própria organização por várias razões:</span></p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt"> </span></p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" dir=ltr class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt"><strong># Foco:</strong> quando saímos da empresa milhões de portas, parceiros e especialistas são potenciais fontes de ideias e parceiros. Mas qual deles deveríamos de fato envolver?</span></p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt"> </span></p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt"><strong># Diversidade:</strong> minha empresa é aberta para trabalhar com pessoas e organizações com diferentes modelos de gestão e mesmo comportamento dos indivíduos?</span></p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt"> </span></p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt"><strong># Propriedade Intelectual:</strong> estou disposto e, melhor ainda, preparado para compartilhar os resultados do trabalho criativo ou científico ou meu modelo é um modelo 100% ou nada?</span></p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt"> </span></p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt"><strong># Parceria:</strong> ideias e projetos são muito bons, mas tenho competência e instrumentos de gestão e legais para de fato gerir parcerias? Sou ágil neste sentido ou vou frustrar meus parceiros?</span></p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt"> </span></p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt"><strong># Radical:</strong> gente de fora normalmente pode sim pensar bem diferente e ter ideias aparentemente pouco úteis para o meu negócio. Estou preparado para ouvir ou ao primeiro sinal de ideias desconexas do meu business já paro processo de inovação aberta dizendo que é perda de tempo?</span></p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt"> </span></p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt"><strong># Abrangência:</strong> estou realmente com visão global ou vou entrar neste negócio de inovação aberta buscando sempre os mesmos parceiros (fornecedores, vizinhos, etc)?</span></p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt"> </span></p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt"><strong># Confiança:</strong> confio nos meus empregados? Ou tenho uma relação de alto nível de controle e baixo grau de autonomia? Como então pensar em inovar para fora se dentro da minha própria organização o que impera são silos organizacionais?</span></p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt"> </span></p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt"><strong># Redes Sociais:</strong> quero inovar, mas não permito aos meus funcionários acessarem seus e-mails particulares durante o período de trabalho. Estaria então aberto às oportunidades oferecidas pelas redes sociais ou redes de conhecimento?</span></p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt"> </span></p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt"><strong># Controle:</strong> o controle será sempre da minha empresa ou estou aberto também a participar como um parceiro de menor porte em parcerias?</span></p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt"> </span></p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt">Estas são apenas algumas das questões tipicamente pouco discutidas ou resolvidas em várias empresas que se manifestam a favor da inovação aberta. Na nossa experiência, inovação aberta é um processo que pode render ótimos frutos, mas que também pode ser um desastre ou uma enorme perda de recursos para aqueles que abraçam este conceito sem se preparar adequadamente.</span></p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt"> </span></p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt">Que outras questões lhes parecem ser relevantes?</span></p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt"> </span></p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt">Claudio Terra</span></p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt">@claudioterra</span></p></div></div></div>
<div><b>Categoria:</b> Gestão de Inovação;Planejamento Estratégico</div>
<div><b>Publicada:</b> 24/10/2011 06:07</div>
<div><b>Meta Description:</b> inovação, innovation, colaboração, collaboration</div>
<div><b># Comentários:</b> 0</div>
]]></description>
      <author>TerraForum</author>
      <category>Gestão de Inovação;Planejamento Estratégico</category>
      <pubDate>Mon, 24 Oct 2011 08:09:36 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="true">http://www.terraforum.com.br/blog/Lists/Postagens/ViewPost.aspx?ID=375</guid>
    </item>
    <item>
      <title>Emergência, Liderança e Inovação</title>
      <link>http://www.terraforum.com.br/blog/Lists/Postagens/ViewPost.aspx?ID=374</link>
      <description><![CDATA[<div><b>Corpo:</b> <div class=ExternalClassF94DFEC88C6143F8BE783EA680E73660><div>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt"></span></p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt">Segundo a Wikipedia (ela mesmo um resultado “emergente”),<a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Emerg%C3%AAncia">emergência </a>&quot;é um fenómeno ou processo de formação de padrões complexos a partir de uma <a title=Multiplicidade href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Multiplicidade"><span style="color:#666666;text-decoration:none;text-underline:none">multiplicidade</span></a> de <a title="Interação" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Intera%C3%A7%C3%A3o"><span style="color:#666666;text-decoration:none;text-underline:none">interações</span></a> simples&quot;. O conceito de emergência é normalmente associado às teorias dos <a title="Sistemas Complexos" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Sistemas_Complexos"><span style="color:#666666;text-decoration:none;text-underline:none">Sistemas Complexos</span></a>.</span></p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt"> </span></p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt">Em termos simples, há fenômenos físicos, biológicos, culturais, sociais e econômicos que podem ser melhor compreendidos em função de sua autoregulação e atuação em redes em grande escala, sem necessariamente que sejam direcionados por uma liderança.</span></p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt"> </span></p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt">Embora ainda não consiga ver uma empresa como uma colônia de formigas ou pássaros em formação durante o processo de migração, é bastante evidente que as organizações também operam segundo efeitos emergentes independentemente da atuação de suas lideranças. Na verdade, o que predomina é um esforço contínuo da gestão das empresas em regular a interação entre os indivíduos da organização e desta com o meio ambiente. Evidentemente estamos falando de pessoas, portanto, esta capacidade é sempre limitada dada liberdade individual de pensar, agir e se comunicar que cada indivíduo na organização sempre terá.</span></p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt"> </span></p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt">Imaginando neste sentido que muitos dos objetivos empresariais dependem fortemente destas interações incontroláveis, compreendê-las trazendo para o mundo da gestão conceitos de sociologia, antropologia e biologia me parecem fazer muito sentido. Bons líderes sabem que, embora possam exercer influência, eles procuram entender os efeitos de rede e de emergência que podem surgir em suas organizações.</span></p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt"> </span></p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt">Quando falamos então em inovação, tal discussão fica ainda mais evidente. Se acreditarmos que inovação tem a ver com descoberta, imaginação e conexões entre planos distintos não há como não pensar nos fenômenos emergentes. Na prática significa ser sistêmico, significa entender que se pode afetar um sistema complexo, mas não se pode controlá-lo nos mínimos detalhes. Bons líderes que prezam a inovação aprendem a fazer – tacitamente muitas vezes – provocações nos sistemas organizações e observam os comportamentos daí resultantes. E num processo iterativo, heurístico mesmo vão desenvolvendo uma habilidade única de liderar e conduzir rumo a um destino, sem necessariamente dirigir e controlar, que são verbos da Era Industrial.</span></p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt"> </span></p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt">Tal postura da liderança muitas vezes é confundida com falta de disciplina de gestão, mesmo anarquia. Embora a linha seja tênue, nossa observação é que liderar sistemas complexos – como as organizações – sem a falsa pretensão de que são sistema simples do tipo comando e controle é um trabalho muito mais intenso e mesmo desgastante para líderes engajados porque requer enorme atenção aos detalhes, às nuances e não dito.</span></p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt"> </span></p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt">Inovação é naturalmente um processo emergente, porém isto não quer dizer que seja um processo errático e sem qualquer tipo de direcionamento e intervenção contínua. Compreender e respeitar tais características é algo sobre o qual creio que todos ainda temos muito a aprender!</span></p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt"> </span></p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt">Claudio Terra</span></p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt">@claudioterra</span></p></div></div></div>
<div><b>Categoria:</b> Comunidades;Gestão de Inovação;Web 2.0</div>
<div><b>Publicada:</b> 21/10/2011 07:09</div>
<div><b>Meta Description:</b> gestão de inovação, emergência, sistemas complexos, liderança</div>
<div><b># Comentários:</b> 0</div>
]]></description>
      <author>TerraForum</author>
      <category>Comunidades;Gestão de Inovação;Web 2.0</category>
      <pubDate>Fri, 21 Oct 2011 09:12:20 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="true">http://www.terraforum.com.br/blog/Lists/Postagens/ViewPost.aspx?ID=374</guid>
    </item>
    <item>
      <title>O que o designer digital e o analista de redes sociais têm em comum?</title>
      <link>http://www.terraforum.com.br/blog/Lists/Postagens/ViewPost.aspx?ID=373</link>
      <description><![CDATA[<div><b>Corpo:</b> <div class=ExternalClass8CEAC4FA4B43402D99DEAA220BE06B51><div>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt">As redes sociais estão impactando os negócios de forma irreversível. As corporações estão ou estarão presentes nas mídias sociais, seja de forma ativa ou apenas como meros ouvintes. Cabe a elas determinar, de acordo com seus pilares estratégicos, quais os seus objetivos de atuação nessa nova seara. Eles podem estar relacionados às vendas (no caso de empresas de varejo, por exemplo) ou podem ser institucionais (como no caso de empresas B2B).</span></p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt;min-height:12px" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt"> </span></p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt">Para orientar a atuação dessas organizações nas redes sociais, surgem no mercado a cada dia novas empresas “especializadas” no assunto. O trabalho nessas empresas é desenvolvido pelos agora intitulados “analistas de mídias sociais”. No entanto, como estamos falando de uma área de conhecimento muito incipiente e em constante mutação, é muito comum ver esses jovens profissionais concentrando o seu trabalho em ferramentas utilizadas para análise e monitoramento de dados, deixando de lado conceitos teóricos bem mais importantes: psicologia humana, comportamento do consumidor, marketing de relacionamento, só para citar alguns.</span></p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt;min-height:12px" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt"> </span></p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt">O que vemos aqui é uma repetição do que aconteceu com os profissionais que se especializaram em design digital logo na época do surgimento da internet: por se tratar de uma área totalmente nova, muitos deles perderam o foco de suas carreiras concentrando-se no domínio de ferramentas de trabalho (Photoshop, Flash e afins) quando o fundamental era que desenvolvessem uma base sólida de conhecimentos teóricos fundamentais relacionados ao tema, tais como: história da arte, tipologia, usabilidade, entre outros.</span></p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt;min-height:12px" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt"> </span></p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt">O que os profissionais de hoje precisam entender é que as ferramentas vêm e vão com o tempo. Elas são apenas um meio para se alcançar um objetivo maior, que é oferecer serviços de comunicação no universo digital. Estes precisam ser realmente consistentes, seja na plataforma web aberta, seja nas redes sociais. O que eles precisam desenvolver é uma metodologia que possibilite diagnosticar os problemas de marketing e comunicação do cliente e recomendar as melhores soluções de acordo com cada cenário. Isso se consegue com a partir de um trabalho de planejamento bem feito e embasado conceitualmente.</span></p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt;min-height:12px" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt"> </span></p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt">Portanto fica aqui uma dica: se você quer se tornar um designer melhor, deixe o Photoshop de lado por um momento e vá ao cinema ou a uma exposição de arte. Se quiser ser um bom analista de mídias sociais, saia um pouco da frente do computador e vá para a rua, converse com as pessoas. Quando tiver tempo, também leia um bom livro, bem conceitual sobre redes, relacionamentos, confiança, afetividade, etc. Assim você entenderá melhor sobre o comportamento humano e de como as pessoas se relacionam. As redes sociais são apenas outro lugar onde tudo isso acontece.</span></p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt"> </span></p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt">Guilherme de Deus</span></p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt">@guideus</span></p></div></div></div>
<div><b>Categoria:</b> Design;Web 2.0</div>
<div><b>Publicada:</b> 20/10/2011 00:10</div>
<div><b>Meta Description:</b> social media, redes sociais, design</div>
<div><b># Comentários:</b> 0</div>
]]></description>
      <author>TerraForum</author>
      <category>Design;Web 2.0</category>
      <pubDate>Thu, 20 Oct 2011 02:11:45 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="true">http://www.terraforum.com.br/blog/Lists/Postagens/ViewPost.aspx?ID=373</guid>
    </item>
    <item>
      <title>O trabalhador 2.0 é uma postura, não uma geração</title>
      <link>http://www.terraforum.com.br/blog/Lists/Postagens/ViewPost.aspx?ID=372</link>
      <description><![CDATA[<div><b>Corpo:</b> <div class=ExternalClass724B1D8CA432489B95219FDF12AEEB42>
<div>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt">No post “<a href="/blog/Lists/Postagens/Post.aspx?ID=361">a dimensão social necessária à inovação</a>” levantamos a bola sobre um tema recorrente que envolve diversos questionamentos sobre como deve ser um modelo de gestão apropriado para o que chamamos de trabalhador 2.0.</span></p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt"></span> </p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt">Não vamos entrar no mérito comum dos segmentos baseados nas diferenças de comportamento entre gerações, x, y, z, w, e etc. Evidente que crescer conectado representa um diferencial. Mas muitas vezes este diferencial concentra-se apenas na capacidade de adaptar-se e abraçar novas ferramentas digitais independente do contexto.</span></p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt"></span> </p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt">Analisando os dados do perfil de uso das plataformas de mídia social a grande maioria da geração jovem utiliza os recursos para entretenimento. Quando pensam em formação e desenvolvimento profissional, continuam buscando os mesmos recursos da era pré-digital – educação formal, carreira orientada para o currículo – e não competência – e a busca pela mesma estabilidade e benefícios que as outras gerações. </span></p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt"></span> </p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt">O trabalhador 2.0 é aquele que compreendeu os benefícios redes sociais e plataformas emergentes que permitem a comunicação, colaboração e registro de informações de forma mais efetiva e as incorporou no seu cotidiano de trabalho. </span></p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt"></span> </p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt">Alguns princípios são fundamentais para o sucesso do trabalho 2.0:</span></p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt"></span> </p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt"><strong>Engajamento: </strong>capaz de formar suas próprias comunidades e redes de colaboração entre os outros estabelecendo relação entre os processos e objetivos do negócio. </span></p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt"></span> </p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt"><strong>Transparência:</strong> evidencia através das plataformas para os outros colaboradores suas competências, conhecimentos, atividades e projetos que desenvolve e deseja desenvolver.</span></p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt"></span> </p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt"><strong>Emergência: </strong>capaz de lidar com problemas fora dos processos formais na organização incorporando as plataformas para a solução de problemas.</span></p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt"></span> </p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt"><strong>Persistência:</strong> compreende que o amadurecimento e valor de uso dos ambientes de colaboração estão relacionados à consistência e constante atualização e direcionamento das atividades nestes ambientes.</span></p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt"></span> </p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt">Estes são algumas características individuais que caracterizam o trabalhador 2.0 e necessárias para o sucesso das redes colaborativas nas organizações. </span><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt">Atitudes que transcendem gerações e tecnologias.</span></p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt"></span> </p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt">Fabiano Caruso</span></p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt">@caruso</span></p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt"></span> </p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt">Claudio Terra</span></p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt">@claudioterra</span></p></div></div></div>
<div><b>Categoria:</b> Gestão de Inovação;Gestão de Competências;Web 2.0</div>
<div><b>Publicada:</b> 18/10/2011 10:26</div>
<div><b>Meta Description:</b> trabalhador 2.0, redes sociais, </div>
<div><b># Comentários:</b> 0</div>
]]></description>
      <author>TerraForum</author>
      <category>Gestão de Inovação;Gestão de Competências;Web 2.0</category>
      <pubDate>Tue, 18 Oct 2011 12:28:26 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="true">http://www.terraforum.com.br/blog/Lists/Postagens/ViewPost.aspx?ID=372</guid>
    </item>
    <item>
      <title>Intranet 2.0 : sua empresa está realmente preparada?</title>
      <link>http://www.terraforum.com.br/blog/Lists/Postagens/ViewPost.aspx?ID=371</link>
      <description><![CDATA[<div><b>Corpo:</b> <div class=ExternalClassE811043DF3B64D7E99E0E88E1B0A15CE><div>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt">Nos últimos anos, as intranets corporativas têm se transformado por inúmeras razões: reorganização empresarial, alianças e fusões com outras empresas, upgrade tecnológico, integração com sistemas e desenvolvimento de layouts mais atraente. A princípio todas estas transformações são justificáveis, mas o que, em geral, falta é uma visão compartilhada entre os executivos da organização sobre qual a contribuição da Intranet em termos de comunicação interna, apoio à execução eficaz dos processos de negócio, capacitação, mobilidade, etc.</span></p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt">Atualmente, o grande buzz são as redes sociais. </span></p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt"></span> </p><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt">
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt">Temos visto uma quantidade de empresas que desejam tornar sua Intranet em uma espécie de rede social interna, pela qual os funcionários podem interagir, conversar e participar de grupos de trabalho. Objetivos explícitos associados às redes sociais incluem: fortalecer o tecido social da empresa fazendo os colaboradores se sentirem parte da em­presa, facilitar a troca de conhecimento e colaborar para inovar. </span></p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt"> </span></p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt"><strong>É esse o desejo da sua empresa? </strong></span></p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt"> </span></p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt">Não há como ser contra a esta megatendência. É fácil observar, porém, que na maior parte dos casos, esta e outras transformações das intranets corporativas ocorrem sem planejamento adequado: algumas modificações visam apenas mudar a cara da página, mantendo informações com os aniversariantes do mês. São modificações que ficam aquém do potencial das intranets corporativas. Outras, pelo contrário, ocorrem para além do que a maturidade cultural da empresa poderia suportar. É o caso de uma proposta de rede social interna em uma empresa na qual nem se permite que os funcionários acessem suas próprias redes sociais! Ou mesmo seus e-mails pessoais!</span></p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt"> </span></p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt">Uma iniciativa robusta é aquela destinada a formalizar a Intranet como ferramenta corporativa estratégica. Para isso é necessário forte alinhamento entre os gestores de diversas áreas como Comunicação, Tecnologia da Informação e Recursos Humanos, assim como de líderes das áreas de negócio da empresa. E este não é um exercício trivial. Executivos destas áreas precisam estabelecer uma visão comum sobre as oportunidades associadas a uma intranet corporativa, ao mesmo tempo em que reconheçam os desafios de gestão dessa ferramenta dentro de suas empresas. </span></p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt"> </span></p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt">Voltando à questão do buzz das redes sociais: é preciso, antes de almejar a intranet em forma de rede social interna, reconhecer a maturidade da empresa para inovar nesta direção. Estão os executivos da empresa alinhados sobre tal movimento? Há regras, governança e políticas bem estabelecidas? A cultura será acolhedora ou refratária a tal movimento?</span></p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt"> </span></p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt">Estas são apenas algumas questões, mas muitas outras existem. Que as redes sociais internas vão vingar como padrão das intranets das empresas mais inovadoras não temos dúvidas! Sua empresa, no entanto, está realmente preparada para este passo? Se não, o que está fazendo nesta direção?</span></p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal> </p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal>Mariana Tavernari</p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal>@maritavernari</p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal> </p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal>Claudio Terra</p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal>@claudioterra</span></p></div></div></div>
<div><b>Categoria:</b> Web 2.0;Portais Corporativos</div>
<div><b>Publicada:</b> 18/10/2011 09:53</div>
<div><b>Meta Description:</b> intranet, portais corporativos, redes sociais, social media</div>
<div><b># Comentários:</b> 0</div>
]]></description>
      <author>TerraForum</author>
      <category>Web 2.0;Portais Corporativos</category>
      <pubDate>Tue, 18 Oct 2011 11:57:04 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="true">http://www.terraforum.com.br/blog/Lists/Postagens/ViewPost.aspx?ID=371</guid>
    </item>
    <item>
      <title>Saúde e aplicativos móveis</title>
      <link>http://www.terraforum.com.br/blog/Lists/Postagens/ViewPost.aspx?ID=370</link>
      <description><![CDATA[<div><b>Corpo:</b> <div class=ExternalClassA6EA894CA821410EA313C6CFBE1ED1A8>
<div>
<p style="margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoPlainText><font size=3><font face=Calibri>Facebook, Twitter, MySpace; redes sociais tornaram-se tão importantes quanto os sites web para quem busca informações sobre saúde, principalmente quando se trata de comparar exames, diagnósticos ou compartilhar sintomas e dúvidas. Cada vez mais, as redes são usadas como mais um meio de informação sobre saúde e bem estar. E é claro que as plataformas mobile também não iriam ficar de fora desta tendência.</font></font></p>
<p style="margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoPlainText><font size=3 face=Calibri></font> </p>
<p style="margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoPlainText><font size=3><font face=Calibri>Quem nunca sentiu alguma dor estranha e foi diretamente buscar na internet respostas e informações sobre o sintoma antes mesmo de procurar um médico? Isso é muito comum e abre importante debate sobre o papel das mídias sociais na orientação dos pacientes. Empresas viram nesse comportamento cada vez mais usual uma forma de prestar serviços e se relacionar com seus consumidores, seja animando comunidades e fóruns de discussões, seja fornecendo serviços de aconselhamento médico via redes sociais.</font></font></p>
<p style="margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoPlainText><font size=3><font face=Calibri></font></font> </p>
<p style="margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoPlainText><font size=3><font face=Calibri>Conhecida como &quot;m-health&quot; (algo como m-saúde, numa tradução livre), esta tendência está cada vez mais se afirmando e tornando-se uma ferramenta importante não só para informar e controlar doenças, mas também para a prevenir e controlar potenciais epidemias.Um bom exemplo é o Freedom HIV/AIDS, lançado em 2005 na Índia, que faz uma parceria com operadoras de celular para o envio de mensagens e jogos para a prevenção. </font></font></p>
<p style="margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoPlainText><font size=3 face=Calibri></font> </p>
<p style="margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoPlainText><font size=3><font face=Calibri>Outro exemplo de prevenção via SMS é o programa que a rede de farmácias americana Walgreens desenvolveu,<span>  </span>mensagens de texto são enviadas para clientes administrarem sua saúde: “The Refil Ready”. O serviço é gratuito para qualquer tipo de celular e os clientes podem se cadastrar para receber alertas de SMS em qualquer farmácia ou no site da empresa. O aplicativo envia mensagens<span>  </span>lembrando ao paciente que o remédio do usuário está acabando. É um jeito conveniente de manter os clientes em dia com a medicação.</font></font></p>
<p style="margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoPlainText><font size=3 face=Calibri></font> </p>
<p style="margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoPlainText><font size=3><font face=Calibri>Um aplicativo que é baseado em muitos serviços já oferecidos na web é o HealthTap<span>  </span>que ajuda usuários a conseguirem respostas de médicos licenciados. O paciente tem acesso a uma rede de cinco mil médicos, sempre disponíveis para responder as perguntas e os usuários recebem rapidamente uma resposta personalizada. As respostas ainda podem receber um “concorda” de outros médicos, mostrando assim sua confiança. Além disso, os pacientes enviam seus agradecimentos e através deles os médicos constroem suas reputações, que são visíveis a todos os usuários.</font></font></p>
<p style="margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoPlainText><font size=3 face=Calibri></font> </p>
<p style="margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoPlainText><font size=3><font face=Calibri>Até mesmo organismos não governamentais como as Nações Unidas estão investindo em saúde informativa via mobile. Em setembro foi lançado o seu primeiro aplicativo oficial, desenhado para fornecer informações vitais sobre saúde e iniciativas globais humanitárias, o UN Foundation.</font></font></p>
<p style="margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoPlainText><font size=3 face=Calibri></font> </p>
<p style="margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoPlainText><font size=3><font face=Calibri>Estamos vendo um novo conceito de difusão das informações de saúde, onde não só apenas nos consultórios médicos ou sites de fóruns, um conjunto de informações, muitas vezes vitais, estão sendo utilizadas. E você, também usa ou usaria aplicativos de saúde em seu celular?</font></font></p>
<p style="margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoPlainText> </p>
<p style="margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoPlainText><font size=3><font face=Calibri>Jorgea Figueiró</font></font></p>
<p style="margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoPlainText><font size=3 face=Calibri>@joqf</font></p>
<p style="margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoPlainText><font size=3 face=Calibri></font> </p>
<p style="margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoPlainText><font size=3 face=Calibri>Carlos Franco</font></p>
<p style="margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoPlainText><font size=3 face=Calibri>@cesfranco</font></p>
<p style="margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoPlainText><font size=3 face=Calibri></font> </p>
<p style="margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoPlainText><font size=3 face=Calibri></font> </p></div></div></div>
<div><b>Categoria:</b> Comunidades;Mobile;Web 2.0</div>
<div><b>Publicada:</b> 17/10/2011 18:25</div>
<div><b>Meta Description:</b> saúde, redes sociais, mobile, aplicativos</div>
<div><b># Comentários:</b> 0</div>
]]></description>
      <author>TerraForum</author>
      <category>Comunidades;Mobile;Web 2.0</category>
      <pubDate>Mon, 17 Oct 2011 20:28:26 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="true">http://www.terraforum.com.br/blog/Lists/Postagens/ViewPost.aspx?ID=370</guid>
    </item>
    <item>
      <title>Não entre nas redes sociais !</title>
      <link>http://www.terraforum.com.br/blog/Lists/Postagens/ViewPost.aspx?ID=369</link>
      <description><![CDATA[<div><b>Corpo:</b> <div class=ExternalClassA6DBA0ED72E54B06A709121BD62B6070>
<div>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt">Quem não se surpreende quando descobre que determinada pessoa ou empresa não está no Facebook, no Twitter, no YouTube ou no LinkedIn? Parece um contrassenso em relação a uma tendência mundial, ainda mais quando se tem conhecimento de que o Brasil está no topo do ranking dos países com maior presença nas redes sociais. No Social Media Report divulgado pela Nilsen, o Brasil ocupa o segundo lugar, depois da Austrália, o que corresponde a mais de 39 milhões de brasileiros conectados. </span></p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt"></span> </p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt">Mas por que ter presença nas redes sociais? A decisão de criar ou não um perfil deve, antes, atender os objetivos de negócio das corporações, que podem ser vários - construir uma marca, melhorar a sua reputação, dialogar com o consumidor direto, engajar os stakeholders, aumentar a conversão, solucionar uma crise etc. No entanto, para dar o primeiro passo sem comprometer a credibilidade da marca, é preciso analisar uma série de questões que interferem diretamente na estratégia de posicionamento nas redes sociais. Listamos aqui algumas que consideramos fundamentais.</span></p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt"></span> </p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt"><strong>Maturidade</strong></span></p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt">Existe maturidade na sua empresa, neste momento, para dar esse passo? Ela conhece e está preparada para lidar com os riscos inerentes a ele? Afinal, manter um canal de comunicação direta com o público também permite uma superexposição legítima de fragilidades. Por isso, é preciso estar preparado para reagir a crises, pois há grandes chances de elas acontecerem.</span></p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt"></span> </p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt"><strong>Definições de Branding</strong></span></p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt">Sua empresa tem uma estratégia de branding bem definida? Tem clareza de qual persona representa? Sabe exatamente qual o target que deseja atingir por meio das redes sociais? E qual história pretende construir para envolvê-lo? Todas essas respostas impactam o planejamento de conteúdo e, sem um conteúdo bem elaborado, dificilmente se consegue expor a marca e engajar os usuários nas redes.</span></p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt"></span> </p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt"><strong>Conhecimento prévio de reputação online</strong></span></p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt">Mesmo sem inaugurar uma presença oficial, a marca da sua empresa já está nas redes sociais, seja por iniciativas de fãs, como foi o caso da Coca-Cola, seja pelas inúmeras opiniões emitidas pelos usuários. Você sabe qual é a reputação online de sua marca? Sabe o que estão dizendo sobre ela, quais são os principais elogios e críticas? E de que forma vai transformar esse buzz em negócio? Sabe também qual é a reputação online dos seus concorrentes? Como se posicionam nas redes sociais e de que forma sua empresa pode se diferenciar deles? (Saiba mais sobre <a href="/blog/Lists/Postagens/Post.aspx?ID=352"><span style="color:#666666;text-decoration:none;text-underline:none">Reputação Online</span></a>).</span></p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt"></span> </p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt"><strong>Conhecimento prévio de cada rede social</strong></span></p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt">Por que estar presente no Facebook e não no Orkut? Para que ter um Formspring? Cada rede social tem a sua especificidade e é preciso conhecer cada uma delas, bem como o perfil demográfico de quem as frequenta para optar pela mais adequada, tendo em vista a estratégia traçada. E não apenas isto, mas também conhecer as regras de cada uma, para não ultrapassar o sinal vermelho e comprometer a imagem de sua empresa no mercado.</span></p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt"></span> </p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt">Aqui na TerraForum <span> </span>temos reunido uma série de cases antagônicos – empresas que, a partir dos diagnósticos feitos, perceberam que estavam ou não preparadas para imergir nas redes sociais. É importante saber apenas que, muitas vezes, retroceder no projeto pode ser saudável e não significa que mais adiante não possa ser implantado. O mais importante é ter respostas precisas para todas essas questões.</span></p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt"></span> </p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt">Enfim, evite entrar nas redes simplesmente porque todo mundo está presente.</span></p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt"></span> </p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt">Daniela Senador</span></p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt">@danisenador</span></p></div></div></div>
<div><b>Categoria:</b> Web 2.0</div>
<div><b>Publicada:</b> 15/10/2011 22:24</div>
<div><b>Meta Description:</b> redes sociais, social media, governança, maturidade</div>
<div><b># Comentários:</b> 0</div>
]]></description>
      <author>TerraForum</author>
      <category>Web 2.0</category>
      <pubDate>Sun, 16 Oct 2011 01:28:10 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="true">http://www.terraforum.com.br/blog/Lists/Postagens/ViewPost.aspx?ID=369</guid>
    </item>
    <item>
      <title>As redes sociais podem ajudar a baixar a taxa de juros no Brasil?</title>
      <link>http://www.terraforum.com.br/blog/Lists/Postagens/ViewPost.aspx?ID=368</link>
      <description><![CDATA[<div><b>Corpo:</b> <div class=ExternalClassB99AFCD1FFA94E6DA79CB1B2456EF31F>
<div>Acho que todos sabemos que o Brasil tem a maior taxa de juros do planeta...há muito tempo.</div>
<div> </div>
<div>Este talvez seja um dos maiores fatores que mantem o país ainda na lista dos países em desenvolvimento, pois onera fortemente o investimento produtivo e tem um efeito distributivo extremamente perverso. Discutir as razões disto é algo histórico nos círculos de economistas do país.</div>
<div> </div>
<div>
<div>Na prática é por que deveríamos obrigatoriamente usar os bancos para fazer (e ganhar muito) na intermediação? </div>
<div> </div>
<div>Vejam que uma pessoa comum se for investir em uma aplicação normal tipo CDB ou fundo de renda fixa ou algo parecido vai receber em torno de <strong>10% ao ano</strong> de rendimentos reais. Um banco ou financeira quando empresta, também para uma pessoa normal, com histórico perfeito, vai emprestar a taxas extraordinárias: <strong>100%, 200%</strong> ou mesmo <strong>300% aa</strong></div></div>
<div> </div>
<div>Sem entrar em discussões de economistas, mas a pergunta que fica é por que o tema de empréstimos P2P caminha a passos fortes longe do país onde as taxas de juros são infinitamente mais baixas para a pessoa física? A ideia é muito simples: aproximar aqueles que necessitam daqueles que estão dispostos a investir/emprestar.</div>
<div> </div>
<div>Vejam, por exemplo, o que famoso Don Tapscott tem a dizer sobre o assunto:</div>
<div><a href="http://informilo.com/20110914/social-lending-385">http://informilo.com/20110914/social-lending-385</a></div>
<div> </div>
<div>Enquanto aqui no Brasil, tentativas nesta linha tem sido bloqueadas e fechadas pelo Banco Central...</div>
<div> </div>
<div>Para quem se interessar sobre o assunto, vejam ademais o estudo da TerraForum</div>
<div><a href="http://biblioteca.terraforum.com.br/Paginas/estudo-financas20.aspx">FINANÇAS 2.0</a></div>
<div> </div>
<div>Alguém tem alguma hipótese sobre por que tais serviços não decolam no país das maiores taxas de juro do mundo?</div></div></div>
<div><b>Categoria:</b> Web 2.0</div>
<div><b>Publicada:</b> 15/10/2011 14:10</div>
<div><b>Meta Description:</b> redes sociais, finanças 2.0, empréstimos, P2P</div>
<div><b># Comentários:</b> 0</div>
]]></description>
      <author>TerraForum</author>
      <category>Web 2.0</category>
      <pubDate>Sat, 15 Oct 2011 17:24:32 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="true">http://www.terraforum.com.br/blog/Lists/Postagens/ViewPost.aspx?ID=368</guid>
    </item>
    <item>
      <title>Qual a sua “proposta de valor”? Construindo convergência para a colaboração e a inovação</title>
      <link>http://www.terraforum.com.br/blog/Lists/Postagens/ViewPost.aspx?ID=367</link>
      <description><![CDATA[<div><b>Corpo:</b> <div class=ExternalClass917B530D49D84E868AE9208A0CE27317>
<div>
<p style="line-height:normal;margin:6pt 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:gray;font-size:10pt">Recentemente tivemos a oportunidade de facilitar um workshop em um cliente, no qual toda a equipe de uma gerência foi convidada a elaborar uma proposta de valor para a área.</span></p>
<p style="line-height:normal;margin:6pt 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:gray;font-size:10pt">Por quê? É extremamente comum nas organizações investirmos tempo e esforço discutindo os “<b>comos</b>” sem nos determos nos “<b>porquês</b>”. E mais: discutimos como atuar e oferecer nossos produtos e serviços (interna ou externamente) pensando no que nós mesmos entendemos como benefícios esperados. <b>Trabalhamos a partir de nossas próprias concepções de valor sem realmente buscar entender o que de fato representa valor para o outro</b>. </span></p>
<p style="line-height:normal;margin:6pt 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:gray;font-size:10pt">O que acontece quando nos dispomos, de verdade, a entender o que representa valor para nossos públicos? Descobrimos grandes diferenças em relação a nosso ponto de vista individual. Geralmente, “o que eu pensava ser valioso para meu público é menos importante para ele do que outro aspecto que ele considera muito mais valioso, mas que eu menosprezava”. Emergem desafios e oportunidades que podem apontar para <b>transformações</b>,<b> saltos de melhoria</b> ou mesmo para <b>grandes inovações</b>.</span></p>
<p style="line-height:normal;margin:6pt 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:gray;font-size:10pt">Esse workshop com a equipe do cliente foi conduzido de forma bastante didática. Mesmo assim, o desafio de elaborar uma proposta de valor não se mostrou simples. Propostas de valor não são objetivos ou estratégias. São proposições que representam o “valor” a ser entregue por uma equipe, área ou organização, por meio de suas atividades orientadas pela estratégia do negócio.</span></p>
<p style="line-height:normal;margin:6pt 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:gray;font-size:10pt">Propostas de valor bem elaboradas comumente são representadas em enunciados que podem ser mais ou menos abstratos, mas com forte <b>significado</b>. E para que sejam efetivas, precisam ser realmente <b>compartilhadas</b> por toda a equipe. Mas por que é tão complexa a elaboração de um simples enunciado?</span></p>
<p style="line-height:normal;margin:6pt 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:gray;font-size:10pt">O fato é que todas as pessoas trabalham guiadas por alguma proposição de valor. Ao realizar o seu trabalho, cada profissional acredita estar agregando algum tipo de valor, para si e para a empresa. No entanto, muitas vezes essa concepção de valor individual não é compartilhada explicitamente. <b>Mesmo entre membros de uma equipe bem integrada, é bem provável que as “pressuposições” individuais a respeito do que constitui a proposta de valor sejam bastante distintas entre si</b>. </span></p>
<p style="line-height:normal;margin:6pt 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:gray;font-size:10pt">A superação deste obstáculo requer que a construção de <b>convergência</b> entre os membros do grupo, por meio da <b>elaboração colaborativa</b> de uma proposta de valor. Os profissionais devem se sentir seguros para expor suas pressuposições, e trabalhar juntos para construir uma proposição que seja percebida como realmente coletiva. </span></p>
<p style="line-height:normal;margin:6pt 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:gray;font-size:10pt">Este trabalho pode ser facilitado também com a explicitação dos elementos-chave de uma proposta de valor de uma equipe ou organização. Simplificadamente:</span></p>
<p style="line-height:normal;text-indent:-14.2pt;margin:6pt 0cm 0pt 14.2pt" class=MsoListParagraphCxSpFirst><span style="font-family:Symbol;color:gray;font-size:10pt"><span>·<span style="font:7pt 'Times New Roman'">       </span></span></span><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:gray;font-size:10pt">Atuação – Ação específica a que se propõe a equipe / organização;</span></p>
<p style="line-height:normal;text-indent:-14.2pt;margin:6pt 0cm 0pt 14.2pt" class=MsoListParagraphCxSpMiddle><span style="font-family:Symbol;color:gray;font-size:10pt"><span>·<span style="font:7pt 'Times New Roman'">       </span></span></span><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:gray;font-size:10pt">Produto/serviço – Por meio do qual a ação específica se realiza e se materializa;</span></p>
<p style="line-height:normal;text-indent:-14.2pt;margin:6pt 0cm 0pt 14.2pt" class=MsoListParagraphCxSpMiddle><span style="font-family:Symbol;color:gray;font-size:10pt"><span>·<span style="font:7pt 'Times New Roman'">       </span></span></span><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:gray;font-size:10pt">Público/stakeholders – Indivíduos e/ou grupos a quem se destinam os benefícios a serem buscados;</span></p>
<p style="line-height:normal;text-indent:-14.2pt;margin:6pt 0cm 0pt 14.2pt" class=MsoListParagraphCxSpLast><span style="font-family:Symbol;color:gray;font-size:10pt"><span>·<span style="font:7pt 'Times New Roman'">       </span></span></span><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:gray;font-size:10pt">Resultados/benefícios – Objetivos a serem efetivamente alcançados pela ação da área, do ponto de vista do público.</span></p>
<p style="line-height:normal;margin:6pt 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:gray;font-size:10pt">Ao longo da discussão é que os indivíduos têm a oportunidade de expor suas percepções sobre cada um destes elementos, num embate construtivo em torno de significados subjetivos, e de ações e benefícios objetivos. Mas para que seja efetivamente uma construção coletiva é importante também que este debate seja moderado de forma participativa, contando com pontos de vista dos próprios “clientes” e com soluções do próprio grupo. </span></p>
<p style="line-height:normal;margin:6pt 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:gray;font-size:10pt">O resultado obtido ao final do exercício vai muito além da proposição de valor em si, pois promove a convergência dos membros do grupo em torno de objetivos realmente compartilhados, contribuindo significativamente para a própria capacidade de realização e de entrega da equipe.</span></p>
<p style="line-height:normal;margin:6pt 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:gray;font-size:10pt">E você: tem clareza da proposta de valor da sua organização e de sua equipe?</span></p>
<p style="line-height:normal;margin:6pt 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:gray;font-size:10pt"></span></p>
<p style="line-height:normal;margin:6pt 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:gray;font-size:10pt"></span> </p>
<p style="line-height:normal;margin:6pt 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:gray;font-size:10pt">Cássio Ribeiro</span></p>
<p style="line-height:normal;margin:6pt 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:gray;font-size:10pt">@CassioRibeiro</span></p>
<p style="line-height:normal;margin:6pt 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:gray;font-size:10pt"></span> </p>
<p style="line-height:normal;margin:6pt 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:gray;font-size:10pt">Beto do Valle</span></p>
<p style="line-height:normal;margin:6pt 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:gray;font-size:10pt">@BetodoValleTF</span></p>
<p style="line-height:normal;margin:6pt 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:gray;font-size:10pt"></span> </p></div></div></div>
<div><b>Categoria:</b> Comunicação Interna;Educação Corporativa;Gestão de Inovação;Gestão do Conhecimento;Planejamento Estratégico</div>
<div><b>Publicada:</b> 14/10/2011 09:26</div>
<div><b>Meta Description:</b> A definição clara de uma proposta de valor, explicitando os benefícios esperados para cada público / stakeholder, é fundamental para a convergência entre equipes, organização e estratégia. Pode impulsionar transformações, saltos de desempenho e inovação.</div>
<div><b># Comentários:</b> 0</div>
]]></description>
      <author>TerraForum</author>
      <category>Comunicação Interna;Educação Corporativa;Gestão de Inovação;Gestão do Conhecimento;Planejamento Estratégico</category>
      <pubDate>Fri, 14 Oct 2011 12:33:31 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="true">http://www.terraforum.com.br/blog/Lists/Postagens/ViewPost.aspx?ID=367</guid>
    </item>
    <item>
      <title>Portais: Cuidado para não planejar o novo com o velho</title>
      <link>http://www.terraforum.com.br/blog/Lists/Postagens/ViewPost.aspx?ID=366</link>
      <description><![CDATA[<div><b>Corpo:</b> <div class=ExternalClassB77F17C6F5D64AC680BD25DC39D29346><div>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt">Planejar novos ambientes de informação como sites, sistemas, intranets e portais atualmente exige maior conhecimento, propriedade e forte capacidade analitica dos envolvidos frente as diferentes disciplinas que norteiam o planejamento, de forma alinhar tecnologia, conteúdo e usuário sobre as diretrizes de negócio da empresa ou foco específico e não mais somente sobre uma necessidade momentânea, entusiasmo pessoal ou modismo do mercado.</span></p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt"></span> </p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt">Conceitos e métodos ultrapassados na hora de planejar pode trazer resultados pouco expressivos, sem impacto e sem seu investimento justificado, principalmente se considerarmos a velocidade de mudança quanto as tecnologias, formas de interação e consumo de informação, o novo pode ficar velho rapidamente.</span></p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt"></span> </p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt">Porém, o que mudou? Como pensar novos ambientes, investir e colher resultados em um cenário propenso a rápidas mudanças? Apenas como exercício, podemos analisar algumas características refletindo sobre alguns pontos que cercam o planejamento de um novo ambiente, vejamos:</span></p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt"></span> </p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt"><strong>Tecnologia:</strong> Plataformas robustas de alto custo e performance, hoje competem com ferramentas escalonáveis, de baixo custo, adaptadas a necessidades específicas das empresas e de interface amigável.</span></p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt"></span> </p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt"><strong>Perfil do Usuário: </strong>Usuários com postura exploratória, dedicada, com modelo de consumo e procura de informações previsiveis, hoje se misturam a usuários dispersos, exigentes, selecionadores de conteúdo e adaptados a recursos alternativos de navegação e busca.</span></p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt"></span> </p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt"><strong>Procura por Conteúdo:</strong> Estruturas de navegação que refletiam um modelo físico de organização e rotulação são preteridas por palavras-chave, folksonomia(classificação do usuário) e disponibilidade no momento que são relacionadas(cross-content). </span></p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt"></span> </p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt"><strong>Ambiente:</strong> O site como centralizador de informações “oficiais” mistura-se com perfis e menções desejadas e indesejadas nas redes sociais. </span></p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt"></span> </p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt"><strong>Experiência do Usuário:</strong> Sites amigáveis são eficientes e satisfazem o usuário, sites amigáveis e persuasivos são efetivos e satisfazem o usuário e seu “dono”.</span></p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt"></span> </p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt">As reflexões são válidas? Alguns desses cenários já interferem na forma como pensamos novos sites, sistemas e intranets? Temos outros pontos e mudanças a considerar?</span></p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt"></span></p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt"></span> </p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt">Thiago Macedo<br>@tmacedo05</span></p></div></div></div>
<div><b>Categoria:</b> Gestão de Projetos;Portais Corporativos</div>
<div><b>Publicada:</b> 13/10/2011 19:13</div>
<div><b>Meta Description:</b> portais, usabilidade, planejamento</div>
<div><b># Comentários:</b> 0</div>
]]></description>
      <author>TerraForum</author>
      <category>Gestão de Projetos;Portais Corporativos</category>
      <pubDate>Thu, 13 Oct 2011 22:16:23 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="true">http://www.terraforum.com.br/blog/Lists/Postagens/ViewPost.aspx?ID=366</guid>
    </item>
    <item>
      <title>A computação na nuvem: Cada vez mais próxima</title>
      <link>http://www.terraforum.com.br/blog/Lists/Postagens/ViewPost.aspx?ID=365</link>
      <description><![CDATA[<div><b>Corpo:</b> <div class=ExternalClassB067775BC45F465F87D9B8467C8B4559><div>Na semana passada aconteceu na Califórnia, EUA, o maior evento sobre a tecnologia SharePoint no mundo. Ao lado do Mickey, Pato Donald e outros personagens Disney, mais de 7500 pessoas estiveram lá para interagir e ouvir as experiências uns dos outros, e também participar nas mais de 240 palestras apresentadas de diversos assuntos. O evento em si foi muito bom, e teve a participação de mais de 60 brasileiros. Não é um número pequeno. Em 2009, na versão anterior do SharePoint Conference, éramos cerca de 20. Isso é reflexo de uma economia crescente e também mostra que o SharePoint está cada vez mais se consolidando como uma ferramenta excepcional para facilitar a colaboração e comunicação nas empresas aqui no Brasil.</div>
<div><br>Eu, particularmente, estive em busca dos assuntos quentes no mundo, e que nossos clientes no Brasil poderiam adotar, gerando assim valor para suas empresas. Posso dizer que, ao contrário do que se via há alguns anos, nossas inovações tecnológicas são equiparáveis àquelas apresentadas. Temos construído modelos interessantes na TerraForum para facilitar a comunicação corporativa, construir redes sociais, implantar taxonomias corporativas. Em conversas que tive com empresas do mundo inteiro, temos servido de exemplo.</div>
<div> <br>Mas pensando em futuro e analisando o que temos a fazer e evoluir, percebi oportunidades que ainda são pouco exploradas no Brasil. Uma destas é a computação na nuvem. Em diversos países, as empresas estão colocando este assunto na agenda executiva, e tomando algumas decisões importantes. Duas ferramentas que estão na agenda da Microsoft para serem utilizadas no Brasil a partir dos próximos dias são Azure e Office 365. São tecnologias bastante conhecidas do mercado. Afinal, quem sabe o que é o SQL Server, SharePoint, Windows Server, agora já pensa em utilizar estas mesmas tecnologias sem a complexidade da instalação e manutenção. Ou seja, na nuvem.</div>
<div> <br>É fato que a maior preocupação das empresas não está em utilizar ou não recursos da nuvem, mas sim garantir que estes estejam realmente seguros e disponíveis. Estes foram tópicos bastante abordados durante a Conferência. O que se pode fazer com o SharePoint (Office 365) e com o Azure é realmente impressionante, principalmente com o uso de modelos híbridos, onde se tem serviços que estão publicados na nuvem, mas também serviços (que contém informações críticas) instalados dentro da empresa. Isso é possível com a combinação destas tecnologias.</div>
<div> <br>Acredito que a combinação de serviços na nuvem e serviços localizados em ambientes restritos possa dar às empresas um poder maior a um custo mais baixo. O uso da núvem evita a preocupação com aspectos típicos de infraestrutura, como cópias de segurança, monitoramento da disponibilidade de recursos, e outros, o que facilita a vida dos executivos de TI e diminui a necessidade de pessoal técnico. E, o mais importante, entregando às áreas de negócio um serviço de primeira linha, que irá ajuda-las a se tornarem mais produtivas e lucrativas.</div>
<div><br>Texto redigido por: <br>Rodrigo Domingues<br>@rodrigodom<br></div></div></div>
<div><b>Categoria:</b> SharePoint;TI</div>
<div><b>Publicada:</b> 13/10/2011 11:29</div>
<div><b># Comentários:</b> 0</div>
]]></description>
      <author>TerraForum</author>
      <category>SharePoint;TI</category>
      <pubDate>Thu, 13 Oct 2011 14:37:03 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="true">http://www.terraforum.com.br/blog/Lists/Postagens/ViewPost.aspx?ID=365</guid>
    </item>
    <item>
      <title>Redes Sociais: cada um no seu galho</title>
      <link>http://www.terraforum.com.br/blog/Lists/Postagens/ViewPost.aspx?ID=364</link>
      <description><![CDATA[<div><b>Corpo:</b> <div class=ExternalClass43E5C174C2514E77A2D4A68E50693D30><div><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt">
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt"></span></p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt">Qual o melhor case de gestão de redes sociais? É ótimo monitorar, saber o que acontece ao redor do mundo – tem muita coisa criativa, muitos tipos de aplicativos, muitas formas de promoção e também de relacionamento com clientes, consumidores e partes interessadas de maneira geral.</span></p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt"> </span></p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt">Tem negócio que a resposta tem que ser imediata (ex: companhia aérea). Tem outros que pode ser melhor trabalhada (ex: setor de commodities). Tem negócio que posso terceirizar parte da minha produção de conteúdo, tem negócio que toda interação só pode ser diretamente com os funcionários da empresa (ex: empresas high-tech).</span></p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt"> </span></p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt">Algumas empresas que se relacionam nas redes sociais como um mecanismo tradicional e barato de broadcasting da mensagem, outras necessitam e buscam as redes sociais como forma de engajamento ou desenvolvimento de produto e outras ainda utilizam as redes sociais como estratégia de redução de custos de suporte.</span></p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt"> </span></p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt">Em alguns casos as redes sociais fazem um enorme sentido quando associadas a vários mecanismos de localização, gps, etc (ex; varejo), em outros as redes sociais fazem um super sentido como complemento a ações de mass-media quando o foco é atingir milhões de pessoas que precisam mudar sua opinião sobre algo em pouco tempo (ex: campanhas filantrópicas para causas urgentes).</span></p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt"> </span></p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt">E como não deixar de falar do perfil dos funcionários da própria empresa? Que tal empresas que têm ações nas redes sociais, mas seus funcionários não tem acesso às redes sociais? Será que a estratégia e atuação é muito diferente quando todos os funcionários não apenas têm acesso, mas também são fortemente incentivados a serem protagonistas e defensores da marca?</span></p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt"> </span></p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt">Sua atitude nas redes sociais? É serena, cool, assertiva ou agregadora? Seu posicionamento é institucional ou favorecendo o <i style="">one-to-one</i> com pessoas que representam sua empresa?</span></p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt"> </span></p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt">Então: já pensou qual o seu galho? Já pensou qual de fato é a estratégia e contexto das redes sociais para sua empresa? Mais ainda: o que de fato sua empresa quer atingir com as redes sociais?</span></p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt"> </span></p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt">Claudio Terra</span></p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt">@claudioterra</span></span></p></div></div></div>
<div><b>Categoria:</b> Web 2.0</div>
<div><b>Publicada:</b> 13/10/2011 11:22</div>
<div><b>Meta Description:</b> redes sociais, colaboração, estratégia, etc</div>
<div><b># Comentários:</b> 0</div>
]]></description>
      <author>TerraForum</author>
      <category>Web 2.0</category>
      <pubDate>Thu, 13 Oct 2011 14:24:04 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="true">http://www.terraforum.com.br/blog/Lists/Postagens/ViewPost.aspx?ID=364</guid>
    </item>
    <item>
      <title>Inovação: gestão de forças conflitantes</title>
      <link>http://www.terraforum.com.br/blog/Lists/Postagens/ViewPost.aspx?ID=363</link>
      <description><![CDATA[<div><b>Corpo:</b> <div class=ExternalClass9786F2298B074AE9B8A735B4838DCCCE><div>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt"></span></p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt">Outro dia trabalhando com um cliente pudemos presenciar também algumas das várias forças que impulsionam a inovação: grandes tendências econômicas, regulatórias e de comportamento da sociedade, assim como tecnologias emergentes, mas ainda sem aplicações comprovadas. Somam-se a isso demandas de clientes muitas vezes ainda sem soluções técnicas ou com relação custo benefício bastante desfavoráveis. </span></p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt"> </span></p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt">E no meio de tanta informação conflitante e imprecisa pessoas de várias áreas - marketing, planejamento estratégico, vendas, industrial e P&amp;D – precisando tomar decisões muito importantes sobre a carteira de projetos da empresa:</span></p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt"> </span></p>
<ul style="margin-top:0cm" type=disc>
<li style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt;color:#666666" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';font-size:10pt">Que novas linhas de pesquisa deveriam ser iniciadas?</span></li>
<li style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt;color:#666666" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';font-size:10pt">Como priorizar projetos e temas com base de conhecimentos necessários, grau de incerteza, impacto e potencial completamente diferentes?</span></li>
<li style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt;color:#666666" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';font-size:10pt">O que fazer com projetos em curso que parecem ter perdido importância no cenário vigente atualmente?</span></li></ul>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt"> </span></p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt">Este pequeno relato reforça algo que venho discutindo nos últimos tempos: trabalhar com inovação significa trabalhar com incerteza, com informações imprecisas e com desejos de clientes nem sempre muito claros. Apenas isso já me parece o suficiente para espantar muita gente deste tipo de atividade. Não sei qual a opinião de vocês, mas a minha é que são muito poucas as pessoas realmente preparadas profissionalmente, pessoalmente e emocionalmente para trabalhar em atividades com estas características.</span></p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt"> </span></p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt">Outra observação é que as empresas precisam de métodos, práticas e algumas heurísticas para determinar o que fazer em inovação. Sem isso, algumas discussões podem adquirir um caráter pessoal, com diferentes indivíduos defendendo projetos e iniciativas que atendem mais a interesses pessoais do que da organização. </span></p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt"> </span></p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt">É preciso aceitar algumas destas características da inovação e aplicar metodologias modernas de gestão de portfólio de inovação, caso contrário o conflito, a decisão “viesada” e o jogo político podem prevalecer.</span></p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt"> </span></p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt">Você realmente está pronto para trabalhar com inovação? E sua organização? </span></p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt"> </span></p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt">Claudio Terra</span></p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt">@claudioterra</span></p></div></div></div>
<div><b>Categoria:</b> Gestão de Inovação</div>
<div><b>Publicada:</b> 13/10/2011 08:08</div>
<div><b>Meta Description:</b> gestão de inovação, inovação, p&amp;D</div>
<div><b># Comentários:</b> 0</div>
]]></description>
      <author>TerraForum</author>
      <category>Gestão de Inovação</category>
      <pubDate>Thu, 13 Oct 2011 11:08:56 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="true">http://www.terraforum.com.br/blog/Lists/Postagens/ViewPost.aspx?ID=363</guid>
    </item>
    <item>
      <title>Revolução digital: Can we think really big?</title>
      <link>http://www.terraforum.com.br/blog/Lists/Postagens/ViewPost.aspx?ID=362</link>
      <description><![CDATA[<div><b>Corpo:</b> <div class=ExternalClass9151AA2A32524D4380BA4DE746A75E5A>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt" lang=EN-US></span></p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt">Embora trabalhe com a Internet desde o seu início parece que entramos, de fato, em um novo ciclo revolucionário. Em geral sou avesso a promover mais buzz que o que já existe naturalmente quando o assunto é Internet, mas me rendi ao especial da revista “The Economist – Beyond the PC”, da edição 8 de outubro de 2011.</span></p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt"></span> </p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt">A questão são os números extraordinários ali empilhados em vários argumentos sobre a revolução digital em curso. Vejamos os mais importantes:</span></p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt"></span> </p>
<ul style="margin-top:0cm" type=disc>
<li style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt;color:#666666" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';font-size:10pt">1 bilhão de PCs em uso em 2008</span></li>
<li style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt;color:#666666" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';font-size:10pt">20 bilhões de PCs, smartphones e tablets em uso em 2020</span></li>
<li style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt;color:#666666" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';font-size:10pt">90% das pessoas já tem acesso à banda larga no Japão (no Brasil é menos de 10%)</span></li>
<li style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt;color:#666666" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';font-size:10pt">8 milhões de pessoas compraram no final do ano 2010, em menos de 60 dias, o Kinect, um aparelho que permite controlar o Xbox da Microsoft apenas com o movimento do corpo</span></li>
<li style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt;color:#666666" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';font-size:10pt">1 Gigabyte de memória custava US$ 200.000 em 1980</span></li>
<li style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt;color:#666666" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';font-size:10pt">1.024 Gigabytes (1 Terabyte) custa atualmente apenas US$ 100 </span></li>
<li style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt;color:#666666" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';font-size:10pt">400.000 pessoas trabalham em uma única fábrica da Foxconn na China (eles produzem e montam equipamentos para várias marcas, inclusive Apple)</span></li>
<li style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt;color:#666666" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';font-size:10pt">1 bilhão de TVs terão acesso direto à Internet em 2016</span></li>
<li style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt;color:#666666" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';font-size:10pt">1 Gigabit por segundo: é a velocidade que cada casa deverá ter na Coréia nos próximos anos</span></li>
<li style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt;color:#666666" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';font-size:10pt">150 empresas de telefonia, em 60 países, já estão testando ou implementando redes celulares 4G</span></li>
<li style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt;color:#666666" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';font-size:10pt">800 milhões de usuários de facebook</span></li>
<li style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt;color:#666666" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';font-size:10pt">415 mil aplicativos (apps) na Apple Store</span></li>
<li style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt;color:#666666" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';font-size:10pt">240 mil aplicativos no Android Market</span></li>
<li style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt;color:#666666" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';font-size:10pt">49 bilhões de downloads de apps até o momento</span></li>
<li style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt;color:#666666" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';font-size:10pt">170 milhões de usuários ativos de Skype todos os meses</span></li></ul>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt;color:#666666" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';font-size:10pt"></span><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt">Somem-se a estes números, buzz words, aplicações e tendências tão fascinantes como:</span></p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt"></span> </p>
<ul style="margin-top:0cm" type=disc>
<li style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt;color:#666666" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';font-size:10pt">Consumerização da TI</span></li>
<li style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt;color:#666666" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';font-size:10pt">Cloud</span></li>
<li style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt;color:#666666" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';font-size:10pt">Wifi</span></li>
<li style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt;color:#666666" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';font-size:10pt">Bluetooth</span></li>
<li style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt;color:#666666" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';font-size:10pt">3G, 4G</span></li>
<li style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt;color:#666666" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';font-size:10pt">Redes sociais corporativas</span></li>
<li style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt;color:#666666" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';font-size:10pt">PC é pessoal; Mobile é íntimo</span></li>
<li style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt;color:#666666" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';font-size:10pt">GPS em tudo</span></li>
<li style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt;color:#666666" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';font-size:10pt">In-car-systems</span></li>
<li style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt;color:#666666" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';font-size:10pt">Product social networks – relacionamento entre coisas e pessoas</span></li>
<li style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt;color:#666666" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';font-size:10pt">Ubicomp – ubiquitous computing</span></li>
<li style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt;color:#666666" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';font-size:10pt">Wearable computing – roupas com chips conectados</span></li>
<li style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt;color:#666666" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';font-size:10pt">e-health; mobile health</span></li>
<li style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt;color:#666666" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';font-size:10pt">Augmented reality</span></li>
<li style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt;color:#666666" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';font-size:10pt">Mobile payment</span></li></ul>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt">Interessante que no meio da crise financeira mundial tanta inovação e revolução estão acontecendo e provavelmente mudando consideravelmente o mundo que conhecemos e os hábitos e perspectivas – principalmente das novas gerações que já nascem com tudo isso.</span></p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt"></span> </p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt">Será que nossa fase de calmaria, sustentada por recursos finitos como minério, petróleo, soja e algumas outras grandes commodities não é o prenúncio de tempos mais difíceis no futuro? Será possível, em um país das dimensões do Brasil, não participarmos ativamente das grandes inovações e mudanças de patamar tecnológico que ocorrem principalmente nos EUA, Europa e alguns países asiáticos?</span></p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt"></span> </p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt">Estamos condenados a sermos meros consumidores e usuários de tecnologias desenvolvidas em outros países? Será que não está na hora de pensar realmente grande?</span></p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt"></span> </p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt">Claudio Terra</span></p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt">@claudioterra</span></p></div></div>
<div><b>Categoria:</b> Gestão de Inovação;Mobile;TI;Web 2.0</div>
<div><b>Publicada:</b> 12/10/2011 16:25</div>
<div><b>Meta Description:</b> mobile, redes sociais, revolução digital, smartphones, tablets</div>
<div><b># Comentários:</b> 0</div>
]]></description>
      <author>TerraForum</author>
      <category>Gestão de Inovação;Mobile;TI;Web 2.0</category>
      <pubDate>Wed, 12 Oct 2011 19:26:40 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="true">http://www.terraforum.com.br/blog/Lists/Postagens/ViewPost.aspx?ID=362</guid>
    </item>
    <item>
      <title>A dimensão social da inovação</title>
      <link>http://www.terraforum.com.br/blog/Lists/Postagens/ViewPost.aspx?ID=361</link>
      <description><![CDATA[<div><b>Corpo:</b> <div class=ExternalClassDEEB7465FDC64967A9727B2B206DAAFE><div><font size=3 face=Calibri>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt"></span></p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt">Vieram às hierarquias, em seguida os processos, agora o social. </span></p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt"> </span></p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt">Em uma organização os colaboradores vivenciam duas modalidades de experiência que norteiam suas ações e o relacionamento com as outras pessoas. A primeira é o organograma, que define de cima para baixo como as pessoas organizam-se e devem reportar-se umas as outras para o desenvolvimento de suas atividades. A segunda são os processos, que estabelecem de que forma os silos devem relacionar-se para a condução das funções de negócio. A eficiência organizacional tem relação direta em sua habilidade de relacionar adequadamente o organograma e os processos.</span></p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt"> </span></p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt">No entanto, existe outra modalidade de relacionamento que é fundamental para o sucesso do negócio. Estamos falando da dimensão social, que é a forma que as pessoas relacionam-se para a obtenção de informação, criação de sentido (<i style="">sense-making</i>) e solução de novos problemas e desafios que não foram previstos.</span></p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt"> </span></p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt">Quando a hierarquia e os processos são colocados acima desta dimensão social, incentiva-se uma cultura organizacional baseada na busca por ocupação de territórios ou focada estritamente na eficiência. Ao se considerar de maneira estratégica a dimensão social abre-se uma perspectiva que vai muito além de simplesmente cumprir as tarefas e metas estabelecidas. A dimensão social é essencial para as pessoas criarem novas tarefas, novos processos, novas metas e novas propostas de valor para clientes atuais e novos clientes.</span></p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt"> </span></p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt">Modelos de gestão que definam recompensas não apenas baseadas em como as pessoas desempenham bem suas funções na hierarquia e assumem a responsabilidade por seus processos são necessários para romper o círculo, aparentemente, racional exclusivo da eficiência. Ao considerar a dimensão social e como as pessoas colaboram com as outras e como elas co-criam novas soluções e propostas de valor são absolutamente necessárias para tornar as organizações mais inovadoras.</span></p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt"> </span></p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt">As organizações precisam de iniciativas que fomentem a criatividade e a inovação e estas, como sabemos não estão condicionadas às hierarquias e aos processos pré-definidos. Neste sentido, sua organização tem um <i style="">scorecard</i> da sua dimensão social? Quais elementos são avaliados? Ainda se limitam as velhas pesquisas de clima organizacional ou algo mais sofisticado já está em curso, como uma avalição sistemática de como as redes de conhecimento se interligam na empresa entre departamentos, unidades de negócio e localidades?</span></p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt"></span> </p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt">O que redes sociais tem a ver com tudo isso? Com inovação?</span></p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt"></span></p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt"> </span></p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt">Fabiano Caruso</span></p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt">@caruso</span></p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt"> </span></p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt">Claudio Terra</span></p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt">@claudioterra</span></font></p></div></div></div>
<div><b>Categoria:</b> Gestão de Inovação;Web 2.0</div>
<div><b>Publicada:</b> 12/10/2011 08:56</div>
<div><b>Meta Description:</b> colaboração, gestão de inovação, inovação, dimensão social, redes sociais</div>
<div><b># Comentários:</b> 3</div>
]]></description>
      <author>TerraForum</author>
      <category>Gestão de Inovação;Web 2.0</category>
      <pubDate>Wed, 12 Oct 2011 11:58:33 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="true">http://www.terraforum.com.br/blog/Lists/Postagens/ViewPost.aspx?ID=361</guid>
    </item>
    <item>
      <title>Escrevendo para mobile: o desafio do menos ser mais</title>
      <link>http://www.terraforum.com.br/blog/Lists/Postagens/ViewPost.aspx?ID=360</link>
      <description><![CDATA[<div><b>Corpo:</b> <div class=ExternalClass1382C6DD86E14A6AB8B04AEB4DA7FB55><div>Ok, todo mundo já sabe que o tempo em que a leitura de uma notícia, uma informação, se dava apenas e tão somente em jornais ou revistas já passou. Não há novidade alguma nisso.A passagem do texto para a tela do computador (e sua consequente difusão em massa via internet) já vem acontecendo desde o início dos anos 90, com sérias discussões sobre o formato deste novo texto, o papel do jornalista, os riscos e benefícios de todo este novo cenário.</div>
<div> </div>
<div>Pois bem, essa discussão agora se amplia cada vez mais por conta de um novo conjunto de novas tecnologias: redes wi-fi em locais públicos, redes 3G para celulares, smartphones cada vez mais acessíveis, etc. Ou seja: uma oferta gigantesca de possibilidades de acesso a conteúdos via aparelhos móveis (tablets e smartphones, principalmente). Mas, se a oferta de conteúdo mobile é intensa, a qualidade do mesmo não. A maioria das empresas apenas e tão somente migra seu conteúdo disponível em outros meios (internet, televisão), para o novo dispositivo mobile, sem se preocupar em como essas informações serão recebidas ou lidas.</div>
<div> </div>
<div>A questão de uma potencial natureza mobile dos conteúdos ainda não está na pauta de discussões com a mesma força e intensidade que acompanhamos discussões sobre interfaces para aplicativos móveis, sobre iOS x Android x HTML 5, por exemplo. Porém, o consumo de informações em uma situação de mobilidade é cada vez maior e não estão ligados a um uso definido, mas ao uso contínuo e rápido, evidenciando a necessidade de um conteúdo rico em informações, porém simples e atualizado, mudando a maneira do consumo de informações por parte dos usuários e a maneira de produção por parte dos jornalistas (cada vez mais chamados de &quot;conteúdistas&quot; neste contexto digital).</div>
<div> </div>
<div>Se, no meio dos anos 90, as redações se perguntavam sobre como escrever para a web, hoje, a questão começa a se voltar para o mobile. Quais formatos utilizar? É preciso pessoas formadas para esse novo formato? O que faz os usuários lerem uma informação no mobile e não esperar para ler no computador? Algumas respostas a estas perguntas já começam a se consolidar, mas ainda estamos vivendo um período onde a discussão de cunho tecnológico domina este território. Se já sabemos que os leitores de conteúdos mobile querem extratos de informações, de consumo quase instantâneo.</div>
<div> </div>
<div>Quando se escreve algo para mobile, deve-se ter em mente que esse conteúdo será lido na fila do supermercado, ou dentro do metrô, ou enquanto espera o elevador chegar. São espaços de tempo bem curtos onde as informações devem ser simples e diretas, porém agregando valor e provocando a curiosidade. A estratégia é produzir conteúdo adaptado ao mobile e, que ao mesmo tempo, leve o leitor a querer saber mais, e isso ele fará em frente ao seu computador ou mesmo no tablet (uma plataforma com certeza mais confortável para textos mais longos, com imagens e vídeos).</div>
<div> </div>
<div>Além da questão mais técnica de estilo de escrita para dispositivos móveis, temos também a questão do papel de jornalista/conteúdista em um mundo onde a produção de contéudos não está mais apenas na mão de profissionais treinados e especializados. Estamos falando do mundo das redes sociais, onde qualquer um pode ser tornar uma fonte produtora de informações de conteúdos. Mas este assunto fica para um próximo post.</div>
<div> </div>
<div>Jorgea Figueiró</div>
<div>@joqf</div>
<div> </div>
<div>Carlos Franco</div>
<div>@cesfranco</div>
<div> </div></div></div>
<div><b>Categoria:</b> Mobile;Web 2.0</div>
<div><b>Publicada:</b> 9/10/2011 12:23</div>
<div><b>Meta Description:</b> smartphones, mobile, conteúdo, redes sociais, tablets</div>
<div><b># Comentários:</b> 0</div>
]]></description>
      <author>TerraForum</author>
      <category>Mobile;Web 2.0</category>
      <pubDate>Sun, 09 Oct 2011 15:27:55 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="true">http://www.terraforum.com.br/blog/Lists/Postagens/ViewPost.aspx?ID=360</guid>
    </item>
    <item>
      <title>Reflexões a partir do Social Media Week</title>
      <link>http://www.terraforum.com.br/blog/Lists/Postagens/ViewPost.aspx?ID=359</link>
      <description><![CDATA[<div><b>Corpo:</b> <div class=ExternalClass520711A11EBC495FA5CD68507345306E>
<div>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt"> </span><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt">A TerraForum esteve presente no Social Media Week (#smwSP e #smwRJ), evento que ocorreu no final de setembro em 12 cidades do mundo. Muita coisa bacana foi dita e também muita coisa repetitiva e sem profundidade. Sinais de que existe um mercado novo onde estamos todos aprendendo juntos.</span></p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt"></span> </p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt">Depois do evento, em alguns debates internos, chegamos a algumas reflexões e destaques que compartilhamos aqui</span></p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt"></span> </p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><b><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt">Mídias sociais na área educacional </span></b></p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt">Embora destacadas diversas iniciativas para o emprego da tecnologia a favor da educação no País, como é o caso do Projeto Educarede (www.educarede.org.br), da Fundação Telefônica, existem poucos resultados concretos e, sobretudo, muitas dúvidas a respeito da capacitação dos professores para empregarem as mídias sociais nas salas de aula. Para uns, o uso é dispersivo, para outros, construtivo. &quot;Estamos vivendo a Era do professor 1.0 e o aluno 2.0&quot;, tuitou um dos ouvintes do #smwSP. O uso dessas mídias criará um hiato ainda maior entre a escola privada e a pública? Em nossa opinião esse é um debate inglório. As tecnologias vão entrar e penetrar o mundo das escolas. Escolas e professores têm um grande desafio para se preparar e fazer bom uso das novas tecnologias. Não ao obscurantismo!</span></p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt"></span> </p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><b><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt">Social production x Social media</span></b></p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt">Se a presença das empresas nas mídias sociais permite que se comuniquem diretamente com o seu target e gerem buzz para as suas ações, a social production vai além, pois promove o crescimento dessas empresas por meio da inteligência coletiva. Em outras palavras: projetos que se baseiam em social production incluem os stakeholders em todo o processo, não apenas no fim, permitindo o intercâmbio de valores e também que o produto atinja seu público-alvo. Exemplos interessantes nesse sentido são: Catarse.me, Kiva.org, Dekdu.com, Coworking.beans.net e Poptent.net.br. Seria este o prenúncio de uma revolução na maneira de conceber e viabilizar um projeto? Esta é outra tendência que vai prevalecer. A internet além de ser um meio de broadcast, passou a ser um meio efetivo de diálogo e co-construção em larga escala. Não entender isto é não entender o presente e não se preparar para o futuro.</span></p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt"></span> </p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><b><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt">Créditos virtuais x crescimento econômico</span></b></p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt">Existem diversos ambientes virtuais em que os usuários podem ter créditos - PayPal, Facebook Credits etc. - e empresas norte-americanas, europeias e asiáticas lucram com os brasileiros que investem em jogos, como FarmVille, uma vez que os créditos aplicados aqui vão diretamente para a matriz desses jogos. Mas que tipo de game leva o usuário a gastar seus créditos? Há quem acredite que seja melhor investir em experiências substanciais mais perenes, ou seja, que não se sustentem apenas pela venda de bens virtuais. Games criados no exterior vão interferir cada vez mais na economia real? E quais projetos brasileiros poderão, de fato, evitar a evasão desses créditos? Neste mundo virtual não dá mais para pensar localmente. Vencerão aqueles que partirem sempre para a perspectiva global.</span></p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt"></span> </p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><b><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt">Ser legal x preservar a essência</span></b></p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt">Se uma empresa tem presença nas mídias sociais, precisa ser legal para aumentar o índice de engajamento dos usuários. Esta premissa, tão comum, passa a ser um tanto quanto questionável. Profissionais da área dizem que é preciso preservar a essência das marcas nas redes para não descaracterizá-las. Por isso, acreditam na existência de marcas bonitas, com estilo e/ou saborosas, que não são necessariamente legais. Esse comportamento interfere na interação do público? Aqui dizemos: as pessoas não querem ser “amigas” de sua empresa, elas precisam respeitar e ter interesse em interagir e, se possível, divulgar suas mensagens e conteúdos para suas redes pessoais. Estas sim são amigas e possivelmente legais. </span></p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt"></span> </p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt">Muita coisa nova, não? E muita coisa para acontecer. Tem que ter mente aberta para aprender!</span></p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt">
<p style="margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoPlainText><font size=3><font color="#000000"><font face=Calibri></font></font></font></p></span><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt"></span></p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt">Daniela Senador</span></p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt">@danisenador</span></p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt"></span> </p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt">Claudio Terra</span></p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt">@claudioterra</span></p></div></div></div>
<div><b>Categoria:</b> Web 2.0</div>
<div><b>Publicada:</b> 9/10/2011 09:52</div>
<div><b>Meta Description:</b> social media, redes sociais, aprendizado, social production, crowdsourcing</div>
<div><b># Comentários:</b> 0</div>
]]></description>
      <author>TerraForum</author>
      <category>Web 2.0</category>
      <pubDate>Sun, 09 Oct 2011 12:54:02 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="true">http://www.terraforum.com.br/blog/Lists/Postagens/ViewPost.aspx?ID=359</guid>
    </item>
    <item>
      <title>A importância de conhecer os usuários de mobile</title>
      <link>http://www.terraforum.com.br/blog/Lists/Postagens/ViewPost.aspx?ID=358</link>
      <description><![CDATA[<div><b>Corpo:</b> <div class=ExternalClassD2CB5403970B4267AEE3BA7EFFA5B94E>
<div><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt">
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt"></span></p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt">Os navegadores internet para computadores estabeleceram a revolução que marcou o início da era digital. Hoje, a internet mobile via os aplicativos começa a se transformar nos próximos anos no modo de conexão mais utilizado. O acesso aos conteúdos via smartphones ou tablets é a segunda revolução da internet, mudando os hábitos dos usuários, mercados e estratégias das empresas.</span></p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt"></span> </p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt">Essa segunda revolução é um novo mundo a explorar, e assim como ocorreu no início da Internet, ainda é um meio desconhecido, onde conhecemos pouco sobre os hábitos e principalmente, sobre os usuários. Esse novo universo de conteúdo permite passar o tempo jogando, ler as notícias, escutar músicas, ou mesmo consultar sua conta bancária, multiplicando o uso, que pode ser bem específico e ao mesmo tempo, totalmente diverso. Essa singularidade no uso, principalmente pelo tempo que estamos conectados através dos smartphones, abre um potencial de oportunidades imenso para as marcas e empresas.</span></p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt"></span> </p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt">Se o paradigma do acesso ao computador nasceu no mundo corporativo e depois migrou para o uso pessoal, no caso do mobile a sequência é exatamente a oposta: ela nasceu no mercado consumidor e aos poucos vem migrando para o universo corporativo. E mais ainda: o mobile é por sua natureza um aparelho híbrido – nos acompanha o tempo todo – no mundo profissional e pessoal. </span></p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt"></span> </p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt">O problema específico da utilização da internet via mobile é que os dados sobre os usuários ainda são escassos. Muitos <i>players</i> dessa cadeia parecem navegar cegamente, sem possuir informações precisas sobre quem são os seus clientes, como interagem com seus aparelhos e o que fazem com as informações que recebem. As plataformas que oferecem os aplicativos tipicamente informam apenas o número de downloads, sem mais informações. Sabemos quantos usuários possuem qual tipo de smartphone, ou quantos aplicativos são baixados por mês, mas e sobre os clientes? Quem são eles, seu perfil, o que fazem, ou melhor, o que querem? Essas são questões ainda bastante desconhecidas. Tudo o que as empresas podem descobrir depende da boa vontade dos usuários enviarem um <i>feedback</i> sobre os aplicativos, mas como saber se o conteúdo proposto, a ergonomia do aplicativo e os serviços são satisfatórios?</span></p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt"></span> </p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt">Esse limite de informações acaba criando ideias erradas sobre os usuários. As empresas precisam contar com as pesquisas dos outros para descobrirem dados básicos como média de idade, horários de utilização, classes sociais dos próprios clientes. O que prejudica qualquer estratégia de marca e fazem como que as empresas tentem advinhar quem sãos seus clientes mobiles. </span></p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt"></span> </p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt">A solução é investir em pesquisas próprias, porque conhecer seus usuários é saber se a estratégia utilizada é a melhor para a ação e público esperado. É ter informações precisas sobre se todo um trabalho mobile está sendo recebido pelos clientes desejados, e também se novos clientes se interessam pelos serviços, assim como obter o retorno sobre o conteúdo e mídia.</span></p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt"></span> </p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt">Conhecer esse usuário é fundamental quando se planeja uma estratégia mobile de longo prazo. <span> </span>Só assim será possível saber se é necessária a criação de uma ação complementar em outros meios, principalmente porque o mobile não pode ser feito sem suporte de outras mídias. A maneira de repensar a estratégia de relacionamento com os usuários deve ser global, não pontual a cada meio.</span></p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt"></span> </p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt">É imperativa essa descoberta do cliente, porque mais que um novo meio, o mobile é o objeto mais pessoal do usuário, sempre perto, em todos os momentos do dia, permitindo um contato permanente da empresa com seus clientes, assim, quanto mais próximo do usuário, mais elevadas serão as taxas de retorno das empresas. O desafio agora é como as marcas farão para desvendar esse cliente e aproximar suas ofertas, aplicativos e conteúdo planejado ao esperado por ele.</span></p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt"></span> </p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt">Jorgeá Figueró</span></p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt">@joqf</span></p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt"></span> </p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt">Claudio Terra</span></p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt">@claudioterra</span></p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt"></span> </p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt"></span> </p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal></span></p></div></div></div>
<div><b>Categoria:</b> Mobile</div>
<div><b>Publicada:</b> 9/10/2011 09:28</div>
<div><b>Meta Description:</b> mobile, marketing, branding</div>
<div><b># Comentários:</b> 0</div>
]]></description>
      <author>TerraForum</author>
      <category>Mobile</category>
      <pubDate>Sun, 09 Oct 2011 12:30:09 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="true">http://www.terraforum.com.br/blog/Lists/Postagens/ViewPost.aspx?ID=358</guid>
    </item>
    <item>
      <title>Controle do acesso às mídias sociais - “I want to break free”</title>
      <link>http://www.terraforum.com.br/blog/Lists/Postagens/ViewPost.aspx?ID=357</link>
      <description><![CDATA[<div><b>Corpo:</b> <div class=ExternalClassD920E3F202DD4079AEDD459E07E69319><div>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt"></span></p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt">As organizações estão cada vez mais atentas a importância do uso de plataformas sociais para a formação de redes colaborativas internas e também na utilização da mídia social para o desenvolvimento de campanhas e relacionamento com os clientes.</span></p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt"> </span></p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt">Mas as maiores preocupações em relação à adoção de novas tecnologias obedecem a uma hierarquia em que a segurança da informação está acima do uso das soluções que tem um impacto positivo nas funções de negócio.</span></p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt"> </span></p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt">No início da utilização comercial da internet era comum que as pessoas tivessem sempre acesso aos computadores e a rede de suas empresas. Logo, um modelo de baseado em restrições de acesso tinha alguma chance de funcionar, assim como ficam enclausurados os funcionários até meados da década de 90. Talvez a geração de hoje não tenha ideia, mas quando alguns de nós começamos a trabalhar e o grande privilégio era ter um ramal na sua mesa!</span></p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt"> </span></p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt">Mas informação e acesso no mundo de hoje não podem mais ser tão cerceados como no passado. Atualmente vivenciamos uma nova fase em que a consumerização de TI é um novo desafio. Os avanços tecnológicos que antes tinham as empresas como target principal hoje estão voltados para a computação pessoal. </span></p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt"> </span></p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt">Os colaboradores que em seus locais de trabalho têm restrições de acesso à mídia social em seus computadores irão utilizar aplicações para acessá-las e comunicar-se com o ambiente externo à organização com seus tablets e smartphones.</span></p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt"> </span></p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt">O desafio em uma cultura de inovação, em que é importante a adoção de práticas de gestão centradas na autonomia criativa dos colaboradores, está em transformar a experiência positiva que a adoção das tecnologias para a computação pessoal trouxe para suas vidas e redes sociais pessoais para o ambiente de trabalho.</span></p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt"> </span></p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt">Definir uma política clara de uso – não restrições – às mídias sociais é não apenas uma questão de segurança de informação, mas uma oportunidade de manter-se competitiva e inovadora. </span></p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt"> </span></p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt">Lembrando uma passagem de uma leitura recente:</span></p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt">“Se você não confia em seus funcionários para comunicar-se com bom julgamento, você tem um problema de contratação, não um problema de mídia social.”</span></p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt"> </span></p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt">E para animar esta discussão nada como uma música clássica da fantástica banda de rock inglesa Queen: “I want to break free”</span></p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt"> </span></p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt"><a href="http://www.youtube.com/watch?v=eM8Ss28zjcE&amp;feature=related"><span style="color:black"><span style="color:black">http://www.youtube.com/watch?v=eM8Ss28zjcE&amp;feature=related</span></span></a></span></p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt"> </span></p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt">Fabiano Caruso</span></p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt">@caruso</span></p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt"> </span></p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt">Claudio Terra</span></p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt">@claudioterra</span></p></div></div></div>
<div><b>Categoria:</b> Gestão de Inovação;Gestão do Conhecimento;Mobile;Vídeo;Web 2.0</div>
<div><b>Publicada:</b> 7/10/2011 09:57</div>
<div><b>Meta Description:</b> mobile, redes sociais, mídias sociais, gestão do conhecimento, gestão de inovação, colaboração</div>
<div><b># Comentários:</b> 2</div>
]]></description>
      <author>TerraForum</author>
      <category>Gestão de Inovação;Gestão do Conhecimento;Mobile;Vídeo;Web 2.0</category>
      <pubDate>Fri, 07 Oct 2011 12:59:16 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="true">http://www.terraforum.com.br/blog/Lists/Postagens/ViewPost.aspx?ID=357</guid>
    </item>
    <item>
      <title>Mais um legado de Job - storytelling global em rede</title>
      <link>http://www.terraforum.com.br/blog/Lists/Postagens/ViewPost.aspx?ID=356</link>
      <description><![CDATA[<div><b>Corpo:</b> <div class=ExternalClassF287326DD11747E999361CE8F0DBA030><div>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt">Todo evento que tem sua fonte em sentimentos verdadeiros e compartilhados, você reconhece em uma enxurrada de manifestações nas redes sociais. E não consigo parar de me encantar com isso. Foi assim com Steve Jobs ontem a noite e certamente será hoje durante o dia. Encantam-me os que prestam homenagens, os que se irritam com o excesso, os que discutem, os que inclusive assumem as lágrimas. Mas o assunto não se esgota.</span></p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt"> </span></p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt">Toda a comoção frente a perda de Jobs, por pessoas com perfis completamente diferentes, usuários ou não da Apple, fãs ou não da Pixar é mais do que o luto pela pessoa. </span></p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt"> </span></p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt">É impressionante como Jobs personificou a inovação. Como ele se tornou ícone de suas criações. O luto por Jobs é também o luto pela perda do futuro dessas ideias. Jobs foi um visionário que de fato peitava o status quo. E essa sensação intensa de perda faz sentido, para uma pessoa que parecia mergulhar no fundo da nossa imaginação e torna-la realidade. Ele concretizava o que queríamos mesmo antes de saber o que queríamos. </span></p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt"> </span></p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt">Vivemos em um mundo onde exaltamos o passado, onde o futuro é incerto, e um presente que precisa ser “curtido”, “compartilhado”, aproveitado, vivido, enquanto há tempo. E acompanhar as criações de Jobs em nosso cotidiano era ter a inovação, o design, a criatividade presente em nossa vida cotidiana. Quem irá se preocupar em nos inspirar agora?</span></p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt"> </span></p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt">Com seu jeito corajoso de enfrentar ideias massificadas e óbvias, muitos conflitos foram adicionados a essa história cheia de arquétipos. E assim os mitos surgem. Em seu sentido etimológico mito provém do grego e quer dizer contar, narrar, falar, anunciar, conversar. Dessa vez, o mito se constrói além da narrativa, somam-se à história, conversas e tributos a olhos vistos em nossas redes. </span></p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt"> </span></p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt">E no contexto atual, com a explosão das comunidades e redes sociais, co-criaremos sua história e seu legado.<span style="">  </span>Histórias que já estão viajando o mundo de forma instantânea, onde pessoas acrescentam suas experiências pessoais e emoções ao enredo de Jobs.</span></p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt"> </span></p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt">Afinal, a história de Steve Jobs é extremamente sedutora, digna do próximo filme de Hollywood. Após sua demissão da Apple, o herói volta para salvar a empresa e transformá-la na maior marca do mundo. Filho adotado, que dormiu no chão da casa de amigos para buscar seus ideais, a desavença pública com Bill Gates, de certa forma o vilão capitalista, fazem sua história admirável. E inteligente que é sempre soube usar esse enredo a seu favor, vide seu discurso em Stanford. </span></p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt"> </span></p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt">Histórias humanas, reais, que incluem lutar, desistir, se reerguer trazem contexto e perspectiva, são reais, não fictícias. São interativas, você se espelha, se relaciona, consegue co-criar com o protagonista. Esse é o poder do storytelling. E Jobs sabia disso. Encarou a morte publicamente e dividiu conosco os aprendizados desse período.<span style="">  </span>Abriu espaço para que as pessoas conectadas pelo mundo se juntassem a ele, blogs e sites foram criados com mensagens de apoio e suporte. O mesmo acontece agora, quando sua batalha final, acabou. Estamos todos juntos agradecendo por seu legado, por ter sido parte de nossas vidas.</span></p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt"> </span></p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt">E agora, apenas a batalha acabou. Não a história. Boas histórias tem esse poder (Ver Artigo do Cláudio Terra sobre <a href="http://biblioteca.terraforum.com.br/Paginas/Storytellingcomoferramentadegestão.aspx">Storytelling</a>). O mito morre, mas não o enredo.<span style="">  </span>A promessa da Apple vai embora com o mito? Vamos nos sentir calados novamente com sua ausência? </span></p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt"> </span></p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt">Existe alguém que preencherá o vazio criativo que ele deixou?</span></p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt"></span> </p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt">Renée Danielle Almeida</span></p></div></div></div>
<div><b>Categoria:</b> Gestão de Inovação;Gestão do Conhecimento;Comunidades;Web 2.0</div>
<div><b>Publicada:</b> 6/10/2011 13:08</div>
<div><b>Meta Description:</b> Steve jobs, storytelling, inovação</div>
<div><b># Comentários:</b> 0</div>
]]></description>
      <author>TerraForum</author>
      <category>Gestão de Inovação;Gestão do Conhecimento;Comunidades;Web 2.0</category>
      <pubDate>Thu, 06 Oct 2011 16:14:25 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="true">http://www.terraforum.com.br/blog/Lists/Postagens/ViewPost.aspx?ID=356</guid>
    </item>
    <item>
      <title>Conceito de produto: onde EMBRAER e Apple se encontram</title>
      <link>http://www.terraforum.com.br/blog/Lists/Postagens/ViewPost.aspx?ID=355</link>
      <description><![CDATA[<div><b>Corpo:</b> <div class=ExternalClass4CC7BBCBC20B4D28A62CD610407C1749>
<div>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt"></span></p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt">A famosa doença holandesa tem sido uma grande realidade aqui no Brasil – puxada por muitos ciclos de commodities ao longo de nossa história. Esta nossa riqueza de recursos naturais criou no país uma cultura extrativista, exploratória e mercantilista. Apesar de termos empresas gigantescas, que faturam muitos bilhões de reais e um BNDES com recursos extraordinários mesmo para padrões das economias mais avançadas, é praticamente um sonho inatingível que um dia uma empresa brasileira crie um novo conceito de produto global – não estou falando de copiar, adaptar e eventualmente ser mais competitivo em razão de custos de produção.</span></p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt"></span> </p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt">Além da famosa doença holandesa, tenho outra hipótese: o desconhecimento do meio do caminho para inovação. O que quero dizer com isso? Dirigentes que dizem apoiar a inovação, mas na verdade, imaginam que basta criar um ambiente “mais amigável para a inovação” no qual todos os funcionários participam enviando ideias. Dá para ser contra isto? De jeito nenhum. Sou a favor, mas não nos levará a ter “produtos globalmente inovadores”.</span></p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt"></span> </p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt">E daí: o que fazer? Investir em pesquisa básica, desenvolver tecnologia de ponta? Bom...a União Soviética e agora a Rússia sempre tiveram muita ciência e tecnologia. Vocês comprariam algum produto soviético? Ou russo? Talvez um avião militar...ou míssil teleguiado...</span></p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt"></span> </p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt">Mas as coisas parecem estar mudando por aqui: atualmente toda empresa quer inovar, de maneira aberta, participativa e, mesmo, genial. Na sombra da despedida de Steve Jobs, algumas reflexões são bem pertinentes. São raras as empresas, muito menos líderes empresariais, que parecem ter uma noção muito apurada de como criar produtos que um dia possam ser referências mundiais – não me venham falar de Havaianas!</span></p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt"></span> </p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt">Talvez a EMBRAER seja o único caso...Alguém consegue lembrar de mais alguma empresa?</span></p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt"></span> </p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt">Não sei se muitos sabem, mas tanto a EMBRAER, como a Apple são grandes integradoras de tecnologia. Ambas as empresas têm cadeias mundiais de fornecimento de tecnologia – verdadeiros parceiros que co-criam seus produtos.</span></p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt"></span> </p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt">Isto não quer dizer que estas duas empresas não detenham tecnologias e mesmo patentes – embora não sejam as que mais detenham patentes em seus setores. O fato é que ambas as empresas trabalham muito fortemente o conceito de produto – por meio de pesquisas de mercado, análises de tendências, avaliação de maturidade de diferentes tecnologias e evidentemente com o molho da criatividade e ousadia de suas lideranças e equipes.</span></p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt"></span> </p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt">Quer inovar em padrões globais? Invista em conceito, monitore o mundo para saber o estado da arte das tecnologias disponíveis, seja ousado no marketing e lançamento. Simples não?</span></p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt"></span> </p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt">Dinheiro? Ajuda, mas não me parece ser o gargalo no Brasil.</span></p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt"></span> </p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt">Twitter:@claudioterra</span></p></div></div></div>
<div><b>Categoria:</b> Design;Gestão de Inovação</div>
<div><b>Publicada:</b> 6/10/2011 08:44</div>
<div><b>Meta Description:</b> embraer, apple, steve jobs, inovação, conceito, vaca holandesa</div>
<div><b># Comentários:</b> 0</div>
]]></description>
      <author>TerraForum</author>
      <category>Design;Gestão de Inovação</category>
      <pubDate>Thu, 06 Oct 2011 11:45:58 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="true">http://www.terraforum.com.br/blog/Lists/Postagens/ViewPost.aspx?ID=355</guid>
    </item>
    <item>
      <title>Não ao compartilhamento! Sim à socialização do trabalho</title>
      <link>http://www.terraforum.com.br/blog/Lists/Postagens/ViewPost.aspx?ID=354</link>
      <description><![CDATA[<div><b>Corpo:</b> <div class=ExternalClassFA90D198D308487CA9CA80D2A8EF3783>
<div>
<p style="line-height:10.5pt;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt"></span></p>
<p style="line-height:10.5pt;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt">As pessoas nas organizações em seu fluxo de trabalho precisam produzir e compartilhar conteúdo dos seus processos em vários ambientes na organização. Uma estrutura de diretórios organizada de acordo com as tarefas e projetos é um lugar comum nos desktops.</span></p>
<p style="line-height:10.5pt;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt"></span> </p>
<p style="line-height:10.5pt;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt">Com a importância das redes sociais e a possibilidade de facilitar e fortalecer a troca de informações entre as pessoas utilizando ambientes na web várias organizações começaram a implementar plataformas de colaboração aos moldes do facebook e twitter integrando-as em suas estruturas e fluxos de trabalho, processos e responsabilidades.</span></p>
<p style="line-height:10.5pt;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt"></span> </p>
<p style="line-height:10.5pt;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt">Simplesmente disponibilizando as plataformas sem investimento em uma abordagem de gestão orientada para a colaboração a pressão acaba sendo voltada para o uso das soluções para publicação de conteúdos como justificativa para a sua implementação. E os colaboradores as inserem como mais uma ferramenta que não substitui as suas práticas.</span></p>
<p style="line-height:10.5pt;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt"></span> </p>
<p style="line-height:10.5pt;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt">Ou seja, ao invés de implementar uma plataforma nova e ensinar às pessoas a utilizarem é mais importante uma abordagem de gestão que estimule a colaboração e definir que a partir deste ponto todo o trabalho deverá ser realizado utilizando a plataforma. </span></p>
<p style="line-height:10.5pt;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt"></span> </p>
<p style="line-height:10.5pt;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt">O benefício real das ferramentas está associado ao impacto que elas têm diretamente no negócio. É preciso saber, por exemplo, onde a colaboração – dentro da empresa e com agentes externos – é mais necessária. Isto não quer dizer que toda a colaboração deve ser direcionada top-down, mas não saber pelo menos onde há maior necessidade e probabilidade disto acontecer significa não conhecer o próprio negócio. </span></p>
<p style="line-height:10.5pt;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt"><span></span></span> </p>
<p style="line-height:10.5pt;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt">Plataformas de colaboração na web que permitem a comunicação, a troca de informações e publicação de conteúdos não deveriam ser apenas uma alternativa a estrutura de diretórios. Durante o planejamento da adoção de plataformas de colaboração em sua organização pense em primeiro lugar em seus processos e em que nível eles permitem a colaboração entre as pessoas de diversos setores da organização sem a mediação direta dos gestores. Se não, teremos apenas uma nova alternativa para a estrutura de diretórios e as pessoas continuarão trabalhando em seus silos. </span></p>
<p style="line-height:10.5pt;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt"></span> </p>
<p style="line-height:10.5pt;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt">Ao longo dos anos aprendemos que colaboração sem propósito, sem direcionamento pode ser tão improdutiva quanto a não colaboração. Aliás, ninguém gosta de perder tempo com coisas irrelevantes e sem foco. Se as redes internas e externas podem gerar conexões inesperadas, a colaboração efetiva no contexto de uma organização demanda – em geral – esforço, objetivos compartilhados e reconhecimento.</span></p>
<p style="line-height:10.5pt;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt"></span> </p>
<p style="line-height:10.5pt;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt">Cuidado! Nem tudo que cai na rede é peixe!</span></p>
<p style="line-height:10.5pt;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt"></span> </p>
<p style="line-height:10.5pt;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt">Fabiano Caruso</span></p>
<p style="line-height:10.5pt;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt">@caruso</span></p>
<p style="line-height:10.5pt;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt"></span> </p>
<p style="line-height:10.5pt;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt">Claudio Terra</span></p>
<p style="line-height:10.5pt;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt">@claudioterra</span></p></div></div></div>
<div><b>Categoria:</b> Educação Corporativa;Comunidades;Web 2.0;Gestão do Conhecimento</div>
<div><b>Publicada:</b> 6/10/2011 07:29</div>
<div><b>Meta Description:</b> colaboração, gestão do conhecimento, compartilhamento, redes sociais, social media</div>
<div><b># Comentários:</b> 0</div>
]]></description>
      <author>TerraForum</author>
      <category>Educação Corporativa;Comunidades;Web 2.0;Gestão do Conhecimento</category>
      <pubDate>Thu, 06 Oct 2011 10:31:12 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="true">http://www.terraforum.com.br/blog/Lists/Postagens/ViewPost.aspx?ID=354</guid>
    </item>
    <item>
      <title>Vídeos Corporativos: Quer dar um show de produtividade?</title>
      <link>http://www.terraforum.com.br/blog/Lists/Postagens/ViewPost.aspx?ID=353</link>
      <description><![CDATA[<div><b>Corpo:</b> <div class=ExternalClassD32A7F09855040FEBCB8B2FD84FAABC9>
<div>
<p style="margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt">Quer dar um show de produtividade? Veja como o conceito de vídeo-on-demand se aplica ao mundo dos negócios.</span></p>
<p style="margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt"></span> </p>
<p style="margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt">Vejamos:</span></p>
<p style="margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt"></span> </p>
<p style="margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt">Em era de TV Digital e Pay-per-view, VoD parece ser um termo high-tech e very fancy reservado aos cinéfilos de plantão. Mas embora seja um conceito já consolidado no universo do entretenimento e um mercado em expansão nesse setor, trocando em miúdos, VoD ou Video-on-demand é nada mais é que um serviço de disponibilização de vídeo sob demanda em tecnologia streaming, permitindo a visualização sem o download. E isso, em última instância, inclui o Youtube. </span></p>
<p style="margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt"></span> </p>
<p style="margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt">O que os holofotes estão esquecendo-se de destacar é que o VoD pode ir muito além da oferta de séries e filmes americanos em uma opção à la carte. Estamos falando de um instrumento capaz de disponibilizar conteúdo estratégico a uma audiência corporativa com linguagem rápida e acessível.</span></p>
<p style="margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt"></span> </p>
<p style="margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt">Ou seja? Há todo um mercado negligenciado nesse cenário, sufocado nos bastidores do mercado aberto de consumo, marketing e entretenimento.</span></p>
<p style="margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt"><span></span></span> </p>
<p style="margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt">As opções de uso do vídeo como ferramenta de negócios são diversas e ainda novas possibilidades devem surgir. A internet está se tornando cada vez mais um meio audiovisual amigável e a audiência está cada vez mais habituada com esse tipo de mídia. </span></p>
<p style="margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt"></span> </p>
<p style="margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt">E por isso mesmo, é fato que a relação tanto com consumidores como com colaboradores pode se beneficiar dessa ferramenta. Em termos de produtividade, o vídeo disponibilizado em sistema VoD pode fornecer treinamento, informações institucionais, tutoriais para solução rápida de problemas, alinhamento de processos e objetivos de negócio, entre outros conteúdos.</span></p>
<p style="margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt"></span> </p>
<p style="margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt">Certamente, como toda outra ferramenta de negócios, não basta saber filmar e editar. É preciso desenvolver uma estratégia de comunicação – entender o público alvo! – além de um bom planejamento de produção e uso que contemple as metas empresariais para que o retorno seja visível no aumento de produtividade e lucratividade.</span></p>
<p style="margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt"></span> </p>
<p style="margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt">No mundo dos negócios, o VoD não é uma questão de entreter, mas de otimizar. Mensagens rápidas, assertivas e eficientes. Já pensou em colocar os principais pontos daquelas 100 páginas de manual num vídeo de 3 minutos pros problemas mais frequentes da equipe? Pois pense nisso e em muito mais!</span></p>
<p style="margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt"></span> </p>
<p style="margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt">Uma foto vale por quantas palavras mesmo? E um filme então?</span></p>
<p style="margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt"></span> </p>
<p style="margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt">Nós apostamos mais e mais em vídeo como linguagem universal e acessível de comunicação – e transferência de conhecimento. Estamos só começando...imaginem quando o Brasil deixar de ter uma das <strong>piores bandas largas do mundo</strong>!!</span></p>
<p style="margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt"></span> </p>
<p style="margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt">Ana Isabel Siano</span></p>
<p style="margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt">@isasiano</span></p>
<p style="margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt"></span> </p>
<p style="margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt">Claudio Terra</span></p>
<p style="margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666;font-size:10pt">@claudioterra</span></p></div></div></div>
<div><b>Categoria:</b> Educação Corporativa;Gestão do Conhecimento</div>
<div><b>Publicada:</b> 5/10/2011 20:19</div>
<div><b>Meta Description:</b> video, transferencia de conhecimento, gestão do conhecimento</div>
<div><b># Comentários:</b> 2</div>
]]></description>
      <author>TerraForum</author>
      <category>Educação Corporativa;Gestão do Conhecimento</category>
      <pubDate>Wed, 05 Oct 2011 23:22:59 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="true">http://www.terraforum.com.br/blog/Lists/Postagens/ViewPost.aspx?ID=353</guid>
    </item>
    <item>
      <title>Reputação nas redes sociais: muito além do “curtir” </title>
      <link>http://www.terraforum.com.br/blog/Lists/Postagens/ViewPost.aspx?ID=352</link>
      <description><![CDATA[<div><b>Corpo:</b> <div class=ExternalClassFDB868CA69E14275B2B2AA02E4022549>
<div>
<p style="margin:0cm 0cm 10pt" class=MsoNormal><span style="line-height:115%;font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666"><font size=2>Vejamos algumas tendências:</font></span></p>
<ul>
<li>
<div style="margin:0cm 0cm 10pt" class=MsoNormal><span style="line-height:115%;font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666"><font size=2>A produção cultural massiva convive, em um processo de convergência, com a indústria da personalização. </font></span></div></li>
<li>
<div style="margin:0cm 0cm 10pt" class=MsoNormal><span style="line-height:115%;font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666"><font size=2>Crescentemente as pessoas se definem nas redes sociais. </font></span></div></li>
<li>
<div style="margin:0cm 0cm 10pt" class=MsoNormal><span style="line-height:115%;font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666"><font size=2>O conhecimento passa a ser, além de instrumento do progresso, o ativo intangível com o qual se desloca o modelo tradicional da comunicação emissor &gt;&gt; receptor.</font></span></div></li>
<li>
<div style="margin:0cm 0cm 10pt" class=MsoNormal><span style="line-height:115%;font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666"><font size=2>No mundo do “prosumer”, a autoria adquire um novo sentido com as produções colaborativas.</font></span></div></li>
<li>
<div style="margin:0cm 0cm 10pt" class=MsoNormal><span style="line-height:115%;font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666"><font size=2>Para além das discussões deterministas da tecnologia, a conexão se torna uma nova forma de vida. </font></span></div></li>
<li>
<div style="margin:0cm 0cm 10pt" class=MsoNormal><span style="line-height:115%;font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666"><font size=2>A visibilidade – em grande escala – não é mais território exclusivo das grandes empresas e marcas renomadas.</font></span></div></li></ul>
<p style="margin:0cm 0cm 10pt" class=MsoNormal><span style="line-height:115%;font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666"><font size=2>No entanto, como usar esse conhecimento e essa visibilidade a seu favor? Ou mesmo a favor do seu negócio? Muito se fala sobre o poder das mídias sociais para alavancar sua imagem online, ou mesmo a imagem da sua marca. Mas, como isso pode ser feito? Mais do que isso, como pode ser medido? Que indicadores utilizar para comprovar os benefícios de ações nas mídias sociais? </font></span></p>
<p style="margin:0cm 0cm 10pt" class=MsoNormal><span style="line-height:115%;font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666"><font size=2>Tudo não pode ser resumido à <strong>reputação online</strong>? Se sim como medi-la?</font></span></p>
<p style="margin:0cm 0cm 10pt" class=MsoNormal><span style="line-height:115%;font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666"><font size=2>As estratégias para medir a reputação online passam pelo uso de ferramentas para quantificar cliques dos indivíduos dentro de sites, entre outros dados. Exemplos dessas ferramentas são:<span>  </span>Radian6, Postling, Vitrue, Social Talk, CoreMaterics, WebTrends, Omniture, Twitalyzer e Klout. As metodologias para fazer essas avaliações devem, no entanto, acompanhar a evolução da Web, na qual os tipos de dados disponíveis se diversificam e se expandem. </font></span></p>
<p style="margin:0cm 0cm 10pt" class=MsoNormal><span style="line-height:115%;font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666"><font size=2>As reputações online passam, ademais, por prestígio, fama e por ser aceito como legítimo pelos outros. Alguns dos aspectos que são cada vez mais utilizados para essa mensuração incluem:</font></span></p>
<ul>
<li>
<div style="margin:0cm 0cm 10pt" class=MsoNormal><span style="line-height:115%;font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666"><font size=2>Impacto</font></span></div></li>
<li>
<div style="margin:0cm 0cm 10pt" class=MsoNormal><span style="line-height:115%;font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666"><font size=2>Influência</font></span></div></li>
<li>
<div style="margin:0cm 0cm 10pt" class=MsoNormal><span style="line-height:115%;font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666"><font size=2>Generosidade</font></span></div></li>
<li>
<div style="margin:0cm 0cm 10pt" class=MsoNormal><span style="line-height:115%;font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666"><font size=2>Velocidade</font></span></div></li>
<li>
<div style="margin:0cm 0cm 10pt" class=MsoNormal><span style="line-height:115%;font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666"><font size=2>Autoridade</font></span></div></li></ul>
<p style="margin:0cm 0cm 10pt" class=MsoNormal><span style="line-height:115%;font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666"><font size=2>É isso que queremos nas mídias sociais? Isso necessariamente traz retorno financeiro? Nem sempre a fama e a alta visibilidade desses conteúdos se traduzem em dinheiro, diretamente. Mas então, como são medidas variáveis tão subjetivas? Onde iremos parar com estas medidas? Que outras medidas poderemos ter no futuro?</font></span></p>
<p style="margin:0cm 0cm 10pt" class=MsoNormal><font size=2><span style="line-height:115%;font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666">Parece nos que este é um campo muito fértil para inovação. Estamos acompanhando de perto a evolução destes tipos de métricas.<span>  </span>E vocês?</span><span style="line-height:115%;font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666"></span></font></p>
<p style="margin:0cm 0cm 10pt" class=MsoNormal><span style="line-height:115%;font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666"><font size=2>Mariana Tavernari</font></span></p>
<p style="margin:0cm 0cm 10pt" class=MsoNormal><span style="line-height:115%;font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666"></span><span style="line-height:115%;font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666"></span><span style="line-height:115%;font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666"><font size=2>@maritavernari</font></span></p>
<p style="margin:0cm 0cm 10pt" class=MsoNormal><span style="line-height:115%;font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666"><font size=2>Claudio Terra</font></span></p>
<p style="margin:0cm 0cm 10pt" class=MsoNormal><span style="line-height:115%;font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666"></span><span style="line-height:115%;font-family:'Arial','sans-serif';color:#666666"><font size=2>@claudioTerra</font></span></p></div></div></div>
<div><b>Categoria:</b> Web 2.0</div>
<div><b>Publicada:</b> 5/10/2011 19:35</div>
<div><b>Meta Description:</b> reputação, métricas, colaboração, social media, redes sociais</div>
<div><b># Comentários:</b> 0</div>
]]></description>
      <author>TerraForum</author>
      <category>Web 2.0</category>
      <pubDate>Wed, 05 Oct 2011 22:39:01 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="true">http://www.terraforum.com.br/blog/Lists/Postagens/ViewPost.aspx?ID=352</guid>
    </item>
    <item>
      <title>Redes sociais e empresas: modo de usar</title>
      <link>http://www.terraforum.com.br/blog/Lists/Postagens/ViewPost.aspx?ID=351</link>
      <description><![CDATA[<div><b>Corpo:</b> <div class=ExternalClass3528B6CA49A243F99BED4C1762F29CC1><div>Por mais intangível, solta e baseada em noções nem sempre &quot;firmes&quot; do que é certo ou errado, a utilização de redes sociais segue regras mais ou menos consensadas do que é aceitável e o que não é. E também tem a questão do bom senso. Isso pode até funcionar e ser suficiente para o uso pessoal das redes, na pessoa física. Agora, quando estamos falando do uso de perfis profissionais ou quando estes limites ficam tênues, o risco aumenta não apenas para o usuário (funcionário de uma empresa) quanto para a empresa. E aí não dá para apostar apenas no bom senso.</div>
<div> </div>
<div>A consolidação do uso das redes sociais nas empresas é inevitável e é claro que as organizações que querem entrar nessa área precisam passar imperativamente pela elaboração de estratégias de presença, comunicação e ação nas redes, e uma das estratégias deve englobar também uma política de comunicação dos colaboradores nas redes sociais.</div>
<div> </div>
<div>A elaboração de um manual com políticas de redes sociais é uma ótima ocasião para se abrir uma discussão entre dirigentes e colaboradores sobre o papel das redes na estratégia da empresa. Um bom guia ou política de uso pode ser uma forma de aproximar os colaboradores e as empresas, além de se beneficiar e ao mesmo tempo se proteger dos efeitos internos e externos da comunicação nestas redes.</div>
<div> </div>
<div>Uma boa política de uso de ferramentas Web 2.0 deve deixar claro para os empregados os reais objetivos sobre a maneira que a empresa se vê e qual a imagem que ela quer passar nas redes. Outro benefício: a existência dessas políticas é um sinal da consciência empresarial dos desafios 2.0. Mostra um bom nível de a maturidade da empresa e sua vontade de ser ativa nesses espaços de discussões. Este guia deve conter conselhos de utilização que podem ser utilizados inclusive em âmbito pessoal. </div>
<div><br>O importante é ser pró-ativo, utilizando políticas e guias como uma ferramenta de acompanhamento e prevenção de possíveis conflitos, servindo também para reforçar, não só as estratégias, mas os valores e a cultura da empresa.</div>
<div> </div>
<div>
<p style="line-height:10.5pt;margin:0cm 0cm 0pt;tab-stops:28.0pt 56.0pt 84.0pt 112.0pt 140.0pt 168.0pt 196.0pt 224.0pt 252.0pt 280.0pt 308.0pt 336.0pt" class=formalivre0><span style="font-family:'Helvetica', 'sans-serif';color:#4c4c4c;font-size:10pt" lang=PT>Jorgea Figueró</span><span style="font-family:'Arial', 'sans-serif';color:#4c4c4c;font-size:8.5pt"></span></p>
<p style="line-height:10.5pt;margin:0cm 0cm 0pt;tab-stops:28.0pt 56.0pt 84.0pt 112.0pt 140.0pt 168.0pt 196.0pt 224.0pt 252.0pt 280.0pt 308.0pt 336.0pt" class=formalivre0><span style="font-family:'Helvetica', 'sans-serif';color:#4c4c4c;font-size:10pt" lang=PT>@Joqf </span></p>
<p style="line-height:10.5pt;margin:0cm 0cm 0pt;tab-stops:28.0pt 56.0pt 84.0pt 112.0pt 140.0pt 168.0pt 196.0pt 224.0pt 252.0pt 280.0pt 308.0pt 336.0pt" class=formalivre0><span style="font-family:'Helvetica', 'sans-serif';color:#4c4c4c;font-size:10pt" lang=PT></span> </p>
<p style="line-height:10.5pt;margin:0cm 0cm 0pt;tab-stops:28.0pt 56.0pt 84.0pt 112.0pt 140.0pt 168.0pt 196.0pt 224.0pt 252.0pt 280.0pt 308.0pt 336.0pt" class=formalivre0><span style="font-family:'Helvetica', 'sans-serif';color:#4c4c4c;font-size:10pt" lang=PT>Carlos Franco</span></p>
<p style="line-height:10.5pt;margin:0cm 0cm 0pt;tab-stops:28.0pt 56.0pt 84.0pt 112.0pt 140.0pt 168.0pt 196.0pt 224.0pt 252.0pt 280.0pt 308.0pt 336.0pt" class=formalivre0><span style="font-family:'Helvetica', 'sans-serif';color:#4c4c4c;font-size:10pt" lang=PT>@cesfranco</span></p>
<p style="line-height:10.5pt;margin:0cm 0cm 0pt;tab-stops:28.0pt 56.0pt 84.0pt 112.0pt 140.0pt 168.0pt 196.0pt 224.0pt 252.0pt 280.0pt 308.0pt 336.0pt" class=formalivre0><span style="font-family:'Helvetica', 'sans-serif';color:#4c4c4c;font-size:10pt" lang=PT></span><span style="font-family:'Arial', 'sans-serif';color:#4c4c4c;font-size:8.5pt"></span> </p></div></div></div>
<div><b>Categoria:</b> Comunicação Interna;Web 2.0</div>
<div><b>Publicada:</b> 5/10/2011 17:55</div>
<div><b>Meta Description:</b> redes sociais, enterprise 2.0, políticas, governança, social media</div>
<div><b># Comentários:</b> 0</div>
]]></description>
      <author>TerraForum</author>
      <category>Comunicação Interna;Web 2.0</category>
      <pubDate>Wed, 05 Oct 2011 20:59:54 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="true">http://www.terraforum.com.br/blog/Lists/Postagens/ViewPost.aspx?ID=351</guid>
    </item>
    <item>
      <title>Mobile Marketing e SMS: oportunidade ou horror?</title>
      <link>http://www.terraforum.com.br/blog/Lists/Postagens/ViewPost.aspx?ID=350</link>
      <description><![CDATA[<div><b>Corpo:</b> <div class=ExternalClass812B31BC033A4468A3F30F1175DC160F>
<div>
<p style="margin:0cm 0cm 0pt" class=FormaLivre><span style="color:#4c4c4c;font-size:10pt" lang=PT><font face=Helvetica> </font></span><span style="color:#4c4c4c;font-size:10pt" lang=PT><font face=Helvetica>Muitos dizem que a primeira campanha de marketing via SMS foi realizada pela empresa inglesa ZagMe nos anos 2000. Após formar uma base de milhares de números de celulares em um shopping londrino, a empresa enviou via SMS a todos os números uma mensagem que propunha ganhar um tênis Reebok para os clientes que chegassem à loja com seus celulares. Em poucos minutos mais de 50 pessoas saíram com seus tênis da loja. Essa foi a iniciativa que deu origem a milhares de outras em todo o mundo e faz com que os anunciantes não percam tempo em pedir os números de celulares dos seus clientes.</font></span></p>
<p style="margin:0cm 0cm 0pt" class=FormaLivre><span style="color:#4c4c4c;font-size:10pt" lang=PT><font face=Helvetica></font></span> </p>
<p style="margin:0cm 0cm 0pt" class=FormaLivre><span style="color:#4c4c4c;font-size:10pt" lang=PT><font face=Helvetica>Normalmente, as campanhas de SMS possuem uma taxa de conversão de 4% a 8% para uma taxa de recepção de 100%. Parece pouco, mas é considerada uma das mais elevadas no mundo do marketing direto. Lógicamente é difícil ter números precisos sobre os resultados dessas ações tendo em vista que as empresas guardam estas informações a sete chaves, porém é seguro afirmar que uma ação via SMS é mais interessante e melhor vista que uma via mailing tradicional ou online.</font></span></p>
<p style="margin:0cm 0cm 0pt" class=FormaLivre><span style="color:#4c4c4c;font-size:10pt" lang=PT><font face=Helvetica></font></span> </p>
<p style="margin:0cm 0cm 0pt" class=FormaLivre><span style="color:#4c4c4c;font-size:10pt" lang=PT><font face=Helvetica>Apesar deste grande potencial, alguns pontos muito importantes devem ser observados quando se faz o planejamento de ações via celular, principalmente para evitar que se transforme em spams.</font></span></p>
<p style="margin:0cm 0cm 0pt" class=FormaLivre><span style="color:#4c4c4c;font-size:10pt" lang=PT><font face=Helvetica></font></span> </p>
<p style="text-indent:-18pt;margin:0cm 0cm 0pt 36pt" class=FormaLivre><span style="font-family:Symbol;color:#4c4c4c;font-size:10pt" lang=PT><span>·<span style="font:7pt 'Times New Roman'">         </span></span></span><font face=Helvetica><b><span style="color:#4c4c4c;font-size:10pt" lang=PT>A base de clientes</span></b><span style="color:#4c4c4c;font-size:10pt" lang=PT>: A primeira coisa que deve ser pensado quando se quer entrar no marketing mobile é a base de dados. Se a empresa não possui ainda essa base, rapidamente pode ser formada através de cadastro na loja física ou virtual, não esquecendo de sempre ter nesses cadastros um ítem para o “de acordo” dos clientes para receber notificações via celular.</span></font></p>
<p style="margin:0cm 0cm 0pt 36pt" class=FormaLivre><span style="color:#4c4c4c;font-size:10pt" lang=PT><font face=Helvetica></font></span> </p>
<p style="text-indent:-18pt;margin:0cm 0cm 0pt 36pt" class=FormaLivre><span style="font-family:Symbol;color:#4c4c4c;font-size:10pt" lang=PT><span>·<span style="font:7pt 'Times New Roman'">         </span></span></span><font face=Helvetica><b><span style="color:#4c4c4c;font-size:10pt" lang=PT>Plataforma de envio</span></b><span style="color:#4c4c4c;font-size:10pt" lang=PT>: Várias empresas propõem serviços de envio SM em massa, principalmente para o mercado jovem. A diferença entre cada uma está nas funcionalidades de controle e avaliação de campanhas; taxa de SMS enviados, taxa de SMS lidos, e uma grande variedade de estatísticas detalhadas são propostas pelas empresas e qual escolher irá depender do tipo de informação que cada um busca.</span></font></p>
<p style="margin:0cm 0cm 0pt" class=FormaLivre><span style="color:#4c4c4c;font-size:10pt" lang=PT><font face=Helvetica></font></span> </p>
<p style="text-indent:-18pt;margin:0cm 0cm 0pt 36pt" class=FormaLivre><span style="font-family:Symbol;color:#4c4c4c;font-size:10pt" lang=PT><span>·<span style="font:7pt 'Times New Roman'">         </span></span></span><font face=Helvetica><b><span style="color:#4c4c4c;font-size:10pt" lang=PT>O conteúdo</span></b><span style="color:#4c4c4c;font-size:10pt" lang=PT>: o SMS se limita à 160 caractéres, não é muito, assim, a mensagem deve ser clara, resumindo o ação proposta e permitindo a identificação do emissor. Cuidado também com o tipo de escrita, por mais informal que seja o uso de SMS, a comunicação não é com um amigo, mas com um cliente.</span></font></p>
<p style="margin:0cm 0cm 0pt" class=FormaLivre><span style="color:#4c4c4c;font-size:10pt" lang=PT><font face=Helvetica></font></span> </p>
<p style="text-indent:-18pt;margin:0cm 0cm 0pt 36pt" class=FormaLivre><span style="font-family:Symbol;color:#4c4c4c;font-size:10pt" lang=PT><span>·<span style="font:7pt 'Times New Roman'">         </span></span></span><font face=Helvetica><b><span style="color:#4c4c4c;font-size:10pt" lang=PT>A ação</span></b><span style="color:#4c4c4c;font-size:10pt" lang=PT>: Tenha certeza que a mensagem proposta está em acordo com o objetivo da ação e com o público-alvo, visando evitar o cancelamento dos envios por parte dos clientes.</span></font></p>
<p style="margin:0cm 0cm 0pt" class=FormaLivre><span style="color:#4c4c4c;font-size:10pt" lang=PT><font face=Helvetica></font></span> </p>
<p style="text-indent:-18pt;margin:0cm 0cm 0pt 36pt" class=FormaLivre><span style="font-family:Symbol;color:#4c4c4c;font-size:10pt" lang=PT><span>·<span style="font:7pt 'Times New Roman'">         </span></span></span><font face=Helvetica><b><span style="color:#4c4c4c;font-size:10pt" lang=PT>Planejar os envios</span></b><span style="color:#4c4c4c;font-size:10pt" lang=PT>: os SMS chegam aos destinatários em qualquer dia, qualquer hora e qualquer lugar, por isso possui um caráter intrusivo que requer muito cuidado com os horários de envio. Ninguém gosta de ser acordado por uma empresa, ou receber SMS durante o domingo. Horários e dias comerciais são os indicados.</span></font></p>
<p style="margin:0cm 0cm 0pt" class=FormaLivre><span style="color:#4c4c4c;font-size:10pt" lang=PT><font face=Helvetica></font></span> </p>
<p style="margin:0cm 0cm 0pt" class=FormaLivre><span style="color:#4c4c4c;font-size:10pt" lang=PT><font face=Helvetica>Parece fácil, não? Temos certeza que não. Muito erro pode ocorrer, muita mensagem intrusiva, muita definição de target errado. A campanha realmente diz algo para aquele público? Tem muita gente que acha marketing via SMS um horror total. E você?</font></span></p>
<p style="margin:0cm 0cm 0pt" class=FormaLivre><span style="color:#4c4c4c;font-size:10pt" lang=PT><font face=Helvetica></font></span> </p>
<p style="margin:0cm 0cm 0pt" class=FormaLivre><span style="color:#4c4c4c;font-size:10pt" lang=PT><font face=Helvetica>É sempre um horror? Ou é possível ser criativo o suficiente para gerar uma campanha bacana via SMS?</font></span></p>
<p style="margin:0cm 0cm 0pt" class=FormaLivre><span style="color:#4c4c4c;font-size:10pt" lang=PT><font face=Helvetica></font></span> </p>
<p style="margin:0cm 0cm 0pt" class=FormaLivre><span style="color:#4c4c4c;font-size:10pt" lang=PT><font face=Helvetica>Alguma campanha recente que gostariam de compartilhar? Tanto as boas, como as ruins...tá valendo.</font></span></p>
<p style="margin:0cm 0cm 0pt 36pt" class=FormaLivre><span style="color:#4c4c4c;font-size:10pt" lang=PT><font face=Helvetica></font></span> </p>
<p style="line-height:10.5pt;margin:0cm 0cm 0pt;tab-stops:28.0pt 56.0pt 84.0pt 112.0pt 140.0pt 168.0pt 196.0pt 224.0pt 252.0pt 280.0pt 308.0pt 336.0pt" class=formalivre0><span style="font-family:'Helvetica','sans-serif';color:#4c4c4c;font-size:10pt" lang=PT>Jorgea Figueró</span><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#4c4c4c;font-size:8.5pt"></span></p>
<p style="line-height:10.5pt;margin:0cm 0cm 0pt;tab-stops:28.0pt 56.0pt 84.0pt 112.0pt 140.0pt 168.0pt 196.0pt 224.0pt 252.0pt 280.0pt 308.0pt 336.0pt" class=formalivre0><span style="font-family:'Helvetica','sans-serif';color:#4c4c4c;font-size:10pt" lang=PT>@Joqf </span><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#4c4c4c;font-size:8.5pt"></span></p>
<p style="line-height:10.5pt;margin:0cm 0cm 0pt;tab-stops:28.0pt 56.0pt 84.0pt 112.0pt 140.0pt 168.0pt 196.0pt 224.0pt 252.0pt 280.0pt 308.0pt 336.0pt" class=formalivre0><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#4c4c4c;font-size:8.5pt"></span> </p>
<p style="line-height:10.5pt;margin:0cm 0cm 0pt;tab-stops:28.0pt 56.0pt 84.0pt 112.0pt 140.0pt 168.0pt 196.0pt 224.0pt 252.0pt 280.0pt 308.0pt 336.0pt" class=formalivre0><span style="font-family:'Helvetica','sans-serif';color:#4c4c4c;font-size:10pt" lang=PT>Claudio Terra</span><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#4c4c4c;font-size:8.5pt"></span></p>
<p style="line-height:10.5pt;margin:0cm 0cm 0pt;tab-stops:28.0pt 56.0pt 84.0pt 112.0pt 140.0pt 168.0pt 196.0pt 224.0pt 252.0pt 280.0pt 308.0pt 336.0pt" class=formalivre0><span style="font-family:'Helvetica','sans-serif';color:#4c4c4c;font-size:10pt" lang=PT>@claudioterra</span><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#4c4c4c;font-size:8.5pt"></span></p></div></div></div>
<div><b>Categoria:</b> Mobile</div>
<div><b>Publicada:</b> 4/10/2011 07:59</div>
<div><b>Meta Description:</b> mobile, marketing, celular, SMS</div>
<div><b># Comentários:</b> 3</div>
]]></description>
      <author>TerraForum</author>
      <category>Mobile</category>
      <pubDate>Tue, 04 Oct 2011 11:01:25 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="true">http://www.terraforum.com.br/blog/Lists/Postagens/ViewPost.aspx?ID=350</guid>
    </item>
    <item>
      <title>Tablets e smartphones corporativos: quem serão os últimos?</title>
      <link>http://www.terraforum.com.br/blog/Lists/Postagens/ViewPost.aspx?ID=349</link>
      <description><![CDATA[<div><b>Corpo:</b> <div class=ExternalClass44F55BCE20F34507BD09BF14E4A083EE>
<div>
<p style="margin:0cm 0cm 0pt;tab-stops:28.0pt 56.0pt 84.0pt 112.0pt 140.0pt 168.0pt 196.0pt 224.0pt 252.0pt 280.0pt 308.0pt 336.0pt" class=FormaLivre><span style="color:#4c4c4c;font-size:10pt" lang=PT><font face=Helvetica>Centenas de aplicativos mobiles “pessoais” são lançadas a cada dia, mas e os aplicativos mobile para uso corporativo?</font></span></p>
<p style="margin:0cm 0cm 0pt;tab-stops:28.0pt 56.0pt 84.0pt 112.0pt 140.0pt 168.0pt 196.0pt 224.0pt 252.0pt 280.0pt 308.0pt 336.0pt" class=FormaLivre><span style="color:#4c4c4c;font-size:10pt" lang=PT><font face=Helvetica><span></span></font></span> </p>
<p style="margin:0cm 0cm 0pt;tab-stops:28.0pt 56.0pt 84.0pt 112.0pt 140.0pt 168.0pt 196.0pt 224.0pt 252.0pt 280.0pt 308.0pt 336.0pt" class=FormaLivre><span style="color:#4c4c4c;font-size:10pt" lang=PT><font face=Helvetica>Os dirigentes e executivos foram os primeiros a utilizar os smartphones, seja para verificar e-mails, encontrar contatos ou checar a agenda. Agora, os colaboradores, de maneira ampla, reivindicam poder utilizar mobiles e tablets para fins profissionais.</font></span></p>
<p style="margin:0cm 0cm 0pt;tab-stops:28.0pt 56.0pt 84.0pt 112.0pt 140.0pt 168.0pt 196.0pt 224.0pt 252.0pt 280.0pt 308.0pt 336.0pt" class=FormaLivre><span style="color:#4c4c4c;font-size:10pt" lang=PT><font face=Helvetica><span></span></font></span> </p>
<p style="margin:0cm 0cm 0pt;tab-stops:28.0pt 56.0pt 84.0pt 112.0pt 140.0pt 168.0pt 196.0pt 224.0pt 252.0pt 280.0pt 308.0pt 336.0pt" class=FormaLivre><span style="color:#4c4c4c;font-size:10pt" lang=PT><font face=Helvetica>Certamente vocês já viram colegas utilizando celulares em uma viagem, ou tablets no escritório, ou lendo e-mails no taxi. É provável que vocês façam parte desse tipo de profissional sempre conectado. O mundo do trabalho de hoje não é mais composto apenas pelas 40 horas semanais de serviço no escritório, e não é necessário estar fisicamente na empresa para ser produtivo, não importando o quanto se tente, a linha entre vida profissional e vida pessoal é cada vez mais tênue e os colaboradores querem o direito de poder acessar as informações da empresa em seus telefones.</font></span></p>
<p style="margin:0cm 0cm 0pt;tab-stops:28.0pt 56.0pt 84.0pt 112.0pt 140.0pt 168.0pt 196.0pt 224.0pt 252.0pt 280.0pt 308.0pt 336.0pt" class=FormaLivre><span style="color:#4c4c4c;font-size:10pt" lang=PT><font face=Helvetica></font></span> </p>
<p style="margin:0cm 0cm 0pt;tab-stops:28.0pt 56.0pt 84.0pt 112.0pt 140.0pt 168.0pt 196.0pt 224.0pt 252.0pt 280.0pt 308.0pt 336.0pt" class=FormaLivre><span style="color:#4c4c4c;font-size:10pt" lang=PT><font face=Helvetica>Os aplicativos para smartphones, as centenas de milhares dos mesmos, estão cada vez mais simples e fáceis de utilizar, oferecendo mais flexibilidade, não importando o setor de negócios. Graças à popularização dos smatphones e tablets, assim como o desenvolvimento de novos sistemas e ferramentas, os aplicativos parecem ser capazes de satisfazer a uma grande parcela das necessidades das empresas. Será?</font></span></p>
<p style="margin:0cm 0cm 0pt;tab-stops:28.0pt 56.0pt 84.0pt 112.0pt 140.0pt 168.0pt 196.0pt 224.0pt 252.0pt 280.0pt 308.0pt 336.0pt" class=FormaLivre><span style="color:#4c4c4c;font-size:10pt" lang=PT><font face=Helvetica></font></span> </p>
<p style="margin:0cm 0cm 0pt;tab-stops:28.0pt 56.0pt 84.0pt 112.0pt 140.0pt 168.0pt 196.0pt 224.0pt 252.0pt 280.0pt 308.0pt 336.0pt" class=FormaLivre><span style="color:#4c4c4c;font-size:10pt" lang=PT><font face=Helvetica>Então porque tão poucas empresas aceitam e adotam smartphones e tablets como padrão de acesso digital? Quando a consumerização da TI vai se tornar uma realidade? Quais empresas serão as primeiras e quais serão as últimas a adotarem estas soluções que revolucionam o mercado consumidor?</font></span></p>
<p style="margin:0cm 0cm 0pt;tab-stops:28.0pt 56.0pt 84.0pt 112.0pt 140.0pt 168.0pt 196.0pt 224.0pt 252.0pt 280.0pt 308.0pt 336.0pt" class=FormaLivre><span style="color:#4c4c4c;font-size:10pt" lang=PT><font face=Helvetica></font></span> </p>
<p style="margin:0cm 0cm 0pt;tab-stops:28.0pt 56.0pt 84.0pt 112.0pt 140.0pt 168.0pt 196.0pt 224.0pt 252.0pt 280.0pt 308.0pt 336.0pt" class=FormaLivre><span style="color:#4c4c4c;font-size:10pt" lang=PT><font face=Helvetica>Algumas dicas para antever a mudança passam por alguns temas discutidos abaixo.</font></span></p>
<p style="margin:0cm 0cm 0pt;tab-stops:28.0pt 56.0pt 84.0pt 112.0pt 140.0pt 168.0pt 196.0pt 224.0pt 252.0pt 280.0pt 308.0pt 336.0pt" class=FormaLivre><span style="color:#4c4c4c;font-size:10pt" lang=PT><font face=Helvetica></font></span> </p>
<p style="margin:0cm 0cm 0pt;tab-stops:28.0pt 56.0pt 84.0pt 112.0pt 140.0pt 168.0pt 196.0pt 224.0pt 252.0pt 280.0pt 308.0pt 336.0pt" class=FormaLivre><span style="color:#4c4c4c;font-size:10pt" lang=PT><font face=Helvetica><strong>Mudança de cultura</strong></font></span></p>
<p style="margin:0cm 0cm 0pt;tab-stops:28.0pt 56.0pt 84.0pt 112.0pt 140.0pt 168.0pt 196.0pt 224.0pt 252.0pt 280.0pt 308.0pt 336.0pt" class=FormaLivre><span style="color:#4c4c4c;font-size:10pt" lang=PT><font face=Helvetica>Se você pode consultar a timeline do Facebbok, porque não ver como está o andamento dos projetos dos seus clientes? Os colaboradores que utilizam os aplicativos no seu dia a dia esperam que a sua empresa siga essa evolução tecnológica e proponha esse tipo de serviço. É uma mudança cultural gradual que está ocorrendo nas empresas.</font></span></p>
<p style="margin:0cm 0cm 0pt;tab-stops:28.0pt 56.0pt 84.0pt 112.0pt 140.0pt 168.0pt 196.0pt 224.0pt 252.0pt 280.0pt 308.0pt 336.0pt" class=FormaLivre><span style="color:#4c4c4c;font-size:10pt" lang=PT><font face=Helvetica></font></span> </p>
<p style="margin:0cm 0cm 0pt;tab-stops:28.0pt 56.0pt 84.0pt 112.0pt 140.0pt 168.0pt 196.0pt 224.0pt 252.0pt 280.0pt 308.0pt 336.0pt" class=FormaLivre><span style="color:#4c4c4c;font-size:10pt" lang=PT><font face=Helvetica><strong>A redução dos custos</strong></font></span></p>
<p style="margin:0cm 0cm 0pt;tab-stops:28.0pt 56.0pt 84.0pt 112.0pt 140.0pt 168.0pt 196.0pt 224.0pt 252.0pt 280.0pt 308.0pt 336.0pt" class=FormaLivre><span style="color:#4c4c4c;font-size:10pt" lang=PT><font face=Helvetica>Os preços dos smartphones devem baixar cada vez mais. Alguns projetam custos próximos a zero em futuro não muito distante. Mesmo os tablets, que são produtos relativamente novos, já são mais baratos que notebooks Enquanto isso, o custo de desenvolvimento de aplicativos tem baixado rapidamente em função de uma série de facilidades para os desenvolvedores e o mercado global criado pelas “stores”. Outro fator é que os custos de conexão de rede estão diminuindo, permitindo aos aplicativos tornarem-se mais acessíveis.</font></span></p>
<p style="margin:0cm 0cm 0pt;tab-stops:28.0pt 56.0pt 84.0pt 112.0pt 140.0pt 168.0pt 196.0pt 224.0pt 252.0pt 280.0pt 308.0pt 336.0pt" class=FormaLivre><span style="color:#4c4c4c;font-size:10pt" lang=PT><font face=Helvetica></font></span> </p>
<p style="margin:0cm 0cm 0pt;tab-stops:28.0pt 56.0pt 84.0pt 112.0pt 140.0pt 168.0pt 196.0pt 224.0pt 252.0pt 280.0pt 308.0pt 336.0pt" class=FormaLivre><span style="color:#4c4c4c;font-size:10pt" lang=PT><font face=Helvetica><strong>A segurança e suporte às informações.</strong></font></span></p>
<p style="margin:0cm 0cm 0pt;tab-stops:28.0pt 56.0pt 84.0pt 112.0pt 140.0pt 168.0pt 196.0pt 224.0pt 252.0pt 280.0pt 308.0pt 336.0pt" class=FormaLivre><span style="color:#4c4c4c;font-size:10pt" lang=PT><font face=Helvetica>Sempre uma preocupação, a evolução em termos de suporte e de segurança nesses últimos anos permite estender a utilização dos aplicativos para um grupo de usuários controlados, com ferramentas de gestão dos terminais mobiles que reforçam a segurança das informações suscetíveis de serem arquivadas nos celulares.</font></span></p>
<p style="margin:0cm 0cm 0pt;tab-stops:28.0pt 56.0pt 84.0pt 112.0pt 140.0pt 168.0pt 196.0pt 224.0pt 252.0pt 280.0pt 308.0pt 336.0pt" class=FormaLivre><span style="color:#4c4c4c;font-size:10pt" lang=PT><font face=Helvetica></font></span> </p>
<p style="margin:0cm 0cm 0pt;tab-stops:28.0pt 56.0pt 84.0pt 112.0pt 140.0pt 168.0pt 196.0pt 224.0pt 252.0pt 280.0pt 308.0pt 336.0pt" class=FormaLivre><span style="color:#4c4c4c;font-size:10pt" lang=PT><font face=Helvetica><strong>A transformação do trabalho.</strong></font></span></p>
<p style="margin:0cm 0cm 0pt;tab-stops:28.0pt 56.0pt 84.0pt 112.0pt 140.0pt 168.0pt 196.0pt 224.0pt 252.0pt 280.0pt 308.0pt 336.0pt" class=FormaLivre><span style="color:#4c4c4c;font-size:10pt" lang=PT><font face=Helvetica>Os aplicativos permitem que os colaboradores acessem as informações pertinentes ao seu trabalho em qualquer momento e em qualquer lugar. O aumento da mobilidade das pessoas é uma tendência comprovada: os funcionários colaboram e trabalham em equipe; eles executam mais tarefas em diversos locais; as informações mudam constantemente, ou seja, não precisam depender de um local fixo de trabalho para serem funcionais. Equipes de vendas, em particular, devem estar em constante trânsito para visitar os clientes, enquanto funcionários de fábricas precisam estar em vários locais diferentes da empresa.</font></span></p>
<p style="margin:0cm 0cm 0pt;tab-stops:28.0pt 56.0pt 84.0pt 112.0pt 140.0pt 168.0pt 196.0pt 224.0pt 252.0pt 280.0pt 308.0pt 336.0pt" class=FormaLivre><span style="color:#4c4c4c;font-size:10pt" lang=PT><font face=Helvetica></font></span> </p>
<p style="margin:0cm 0cm 0pt;tab-stops:28.0pt 56.0pt 84.0pt 112.0pt 140.0pt 168.0pt 196.0pt 224.0pt 252.0pt 280.0pt 308.0pt 336.0pt" class=FormaLivre><span style="color:#4c4c4c;font-size:10pt" lang=PT><font face=Helvetica><strong>Acesso às informações cruciais para a empresa</strong></font></span></p>
<p style="margin:0cm 0cm 0pt;tab-stops:28.0pt 56.0pt 84.0pt 112.0pt 140.0pt 168.0pt 196.0pt 224.0pt 252.0pt 280.0pt 308.0pt 336.0pt" class=FormaLivre><span style="color:#4c4c4c;font-size:10pt" lang=PT><font face=Helvetica>O Business Intelligence está cada vez mais solicitado para a utilização mobile, principalmente pela vantagem do acesso às informações pertinentes da empresa de maneira fácil e rápida, facilitando a tomada de decisões.</font></span></p>
<p style="margin:0cm 0cm 0pt;tab-stops:28.0pt 56.0pt 84.0pt 112.0pt 140.0pt 168.0pt 196.0pt 224.0pt 252.0pt 280.0pt 308.0pt 336.0pt" class=FormaLivre><span style="color:#4c4c4c;font-size:10pt" lang=PT><font face=Helvetica></font></span> </p>
<p style="margin:0cm 0cm 0pt;tab-stops:28.0pt 56.0pt 84.0pt 112.0pt 140.0pt 168.0pt 196.0pt 224.0pt 252.0pt 280.0pt 308.0pt 336.0pt" class=FormaLivre><span style="color:#4c4c4c;font-size:10pt" lang=PT><font face=Helvetica>Se estas são algumas das tendências e forças que estimulam a adoção dos tablets e smartphones pelas organizações; é importante destacar que existem ainda alguns obstáculos como a proliferação de devices e a insegurança quanto ao acesso aos sistemas corporativos de maneira amigável e segura.</font></span></p>
<p style="margin:0cm 0cm 0pt;tab-stops:28.0pt 56.0pt 84.0pt 112.0pt 140.0pt 168.0pt 196.0pt 224.0pt 252.0pt 280.0pt 308.0pt 336.0pt" class=FormaLivre><span style="color:#4c4c4c;font-size:10pt" lang=PT><font face=Helvetica></font></span> </p>
<p style="margin:0cm 0cm 0pt;tab-stops:28.0pt 56.0pt 84.0pt 112.0pt 140.0pt 168.0pt 196.0pt 224.0pt 252.0pt 280.0pt 308.0pt 336.0pt" class=FormaLivre><span style="color:#4c4c4c;font-size:10pt" lang=PT><font face=Helvetica>Evidentemente sempre que há mudanças de paradigmas (do Mainframe e mesmo máquina de escrever para o PC; ou do PC para notebook) é normal que haja algumas desvantagens e alguns riscos. Mas quando a tendência é tão forte, por que lutar contra ela? Quais serão as últimas empresas a admitir os tablets e smartphones no dia a dia corporativo?</font></span></p>
<p style="margin:0cm 0cm 0pt;tab-stops:28.0pt 56.0pt 84.0pt 112.0pt 140.0pt 168.0pt 196.0pt 224.0pt 252.0pt 280.0pt 308.0pt 336.0pt" class=FormaLivre><span style="color:#4c4c4c;font-size:10pt" lang=PT><font face=Helvetica></font></span> </p>
<p style="margin:0cm 0cm 0pt;tab-stops:28.0pt 56.0pt 84.0pt 112.0pt 140.0pt 168.0pt 196.0pt 224.0pt 252.0pt 280.0pt 308.0pt 336.0pt" class=FormaLivre><span style="color:#4c4c4c;font-size:10pt" lang=PT><font face=Helvetica>Jorgea Figueró</font></span></p>
<p style="margin:0cm 0cm 0pt;tab-stops:28.0pt 56.0pt 84.0pt 112.0pt 140.0pt 168.0pt 196.0pt 224.0pt 252.0pt 280.0pt 308.0pt 336.0pt" class=FormaLivre><span style="color:#4c4c4c;font-size:10pt" lang=PT><font face=Helvetica>@Joqf </font></span></p>
<p style="margin:0cm 0cm 0pt;tab-stops:28.0pt 56.0pt 84.0pt 112.0pt 140.0pt 168.0pt 196.0pt 224.0pt 252.0pt 280.0pt 308.0pt 336.0pt" class=FormaLivre><span style="color:#4c4c4c;font-size:10pt" lang=PT><font face=Helvetica></font></span> </p>
<p style="margin:0cm 0cm 0pt;tab-stops:28.0pt 56.0pt 84.0pt 112.0pt 140.0pt 168.0pt 196.0pt 224.0pt 252.0pt 280.0pt 308.0pt 336.0pt" class=FormaLivre><span style="color:#4c4c4c;font-size:10pt" lang=PT><font face=Helvetica>Claudio Terra</font></span></p>
<p style="margin:0cm 0cm 0pt;tab-stops:28.0pt 56.0pt 84.0pt 112.0pt 140.0pt 168.0pt 196.0pt 224.0pt 252.0pt 280.0pt 308.0pt 336.0pt" class=FormaLivre><span style="color:#4c4c4c;font-size:10pt" lang=PT><font face=Helvetica>@claudioterra</font></span></p></div></div></div>
<div><b>Categoria:</b> Mobile</div>
<div><b>Publicada:</b> 2/10/2011 19:45</div>
<div><b>Meta Description:</b> tablets, smartphones, mobile</div>
<div><b># Comentários:</b> 0</div>
]]></description>
      <author>TerraForum</author>
      <category>Mobile</category>
      <pubDate>Sun, 02 Oct 2011 22:47:07 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="true">http://www.terraforum.com.br/blog/Lists/Postagens/ViewPost.aspx?ID=349</guid>
    </item>
    <item>
      <title>Mobile marketing: friend or foe?</title>
      <link>http://www.terraforum.com.br/blog/Lists/Postagens/ViewPost.aspx?ID=348</link>
      <description><![CDATA[<div><b>Corpo:</b> <div class=ExternalClass9ADD850AE04346C8A3E55B88FB899976>
<div>
<p style="margin:0cm 0cm 9pt" class=FormaLivre><span style="color:#4c4c4c;font-size:10pt" lang=PT><font face=Helvetica>Comunicar através dos smartphones tornou-se lógico se pensarmos que vivemos diariamente ligados aos nossos celulares. Se pensarmos nos celulares como extensão dos braços – quem sabe um dia será de fato - as possibilidades para publicidade e comunicação são imensas.</font></span></p>
<p style="margin:0cm 0cm 9pt" class=FormaLivre><span style="color:#4c4c4c;font-size:10pt" lang=PT><font face=Helvetica>Pensando como um anunciante, qual é o interesse de comunicar através do celular? </font></span></p>
<p style="margin:0cm 0cm 9pt" class=FormaLivre><span style="color:#4c4c4c;font-size:10pt" lang=PT><font face=Helvetica>Podemos começar pelo envio de <b>sms</b>, que é quase certo que sua mensagem será lida, e pelo bom cliente. Quando pesamos nas antigas, mas ainda utilizadas, campanhas através dos e-mailings não se tem uma verdadeira noção de quem está recebendo, espera-se que dentre os milhares de e-mails, alguns sejam recebidos pelo público-alvo, e sem contar o fato que normalmente quando recebemos um desses e-mails, a maioria das pessoas clica sobre “deletar” mesmo antes de ler a primeira frase, afinal, ninguém gosta de ter sua caixa de entrada lotada de <b>spam</b>. </font></span></p>
<p style="margin:0cm 0cm 9pt" class=FormaLivre><span style="color:#4c4c4c;font-size:10pt" lang=PT><font face=Helvetica>Mas se o e-mailing sofre de uma péssima reputação, o marketing mobile não, e torna-se uma oportunidade concreta de encontrar o público-alvo. O mobile marketing é cool, é trendy, é moderno e mesmo conveniente. É como se a marca virasse nosso amigo que nos escreve de tempos em tempos sobre novas coisas, que nos faz querer saber mais e que nos faz pensar em comprar.</font></span></p>
<p style="margin:0cm 0cm 9pt" class=FormaLivre><span style="color:#4c4c4c;font-size:10pt" lang=PT><font face=Helvetica>Tudo bem que o marketing mobile não é novo, o envio de sms promocional existe depois de alguns anos, mas o diferencial é que ele está se renovando, criando novas estratégias e usufruindo das novas tecnologias como o <b>flashcodes</b>, ou a <b>geolocalização</b>.<span>  </span>E é através dessas tecnologias que os consumidores estão procurando cada vez mais informações, seja sobre um lugar, ou comparar preços, ou mesmo consumir, e está cada vez mais comprovado que os mobiles estão revolucionando a relação marca e consumidor.</font></span></p>
<p style="margin:0cm 0cm 9pt" class=FormaLivre><span style="color:#4c4c4c;font-size:10pt" lang=PT><font face=Helvetica>Casos de sucesso sobre esse novo tipo de relação nascem todos os dias. Podemos citar a <b>Starbucks</b> que é destaque no campo do marketing mobile com a criação de dois aplicativos; um que permite consultar seus produtos e outra que propõe uma solução de pagamento mobile. Esse último aplicativo foi uma idéia brilhante da marca porque permitiu melhorar ainda mais sua imagem de revolucionária exatamente por ser uma das pioneiras no mobile marketing. Ela revoluciona porque além de aumentar seu faturamento através do m-commerce, bem como a utilização da geolocalização das lojas, propõe cupons de descontos via celular, gerando um maior tráfego nas suas lojas. A marca conseguiu uma excelente maneira de fidelizar seus clientes sendo moderna e audaciosa.</font></span></p>
<p style="margin:0cm 0cm 9pt" class=FormaLivre><span style="color:#4c4c4c;font-size:10pt" lang=PT><font face=Helvetica>Estudos mostram, por exemplo, que a maioria dos usuários de mobile tem uma posição favorável sobre receber cupons de descontos nos celulares para utilizar em lojas físicas ou mesmo nas lojas virtuais. Resta agora às marcas identificar os consumidores e criar ferramentas de mobile marketing pertinentes.</font></span></p>
<p style="margin:0cm 0cm 9pt" class=FormaLivre><span style="color:#4c4c4c;font-size:10pt" lang=PT><font face=Helvetica>As empresas já estão percebendo as facilidades de realizar campanhas de marketing nos celulares, principalmente por poder estar presente em qualquer lugar ou hora, tornando-se uma ferramenta importante por conciliar os dois mundos, o físico e o virtual, juntos.</font></span></p>
<p style="margin:0cm 0cm 9pt" class=FormaLivre><span style="color:#4c4c4c;font-size:10pt" lang=PT><font face=Helvetica>E vocês o que acham? Incomodam-se ou aceitam publicidade enquanto navegando pelo mobile? Que tipo de marketing ou ações de publicidade terá sucesso no futuro? E quais aquelas que serão rechaçadas por invasão de privacidade? Como isto está mudando?</font></span></p>
<p style="margin:0cm 0cm 9pt" class=FormaLivre><span style="color:#4c4c4c;font-size:10pt" lang=PT><font face=Helvetica>Muitas perguntas. Ainda haverá muitos erros e acertos nesta arena. Mas dá para ficar de fora?</font></span></p>
<p style="text-align:justify;line-height:10.5pt;margin:0cm 0cm 0pt" class=formalivre0><font size=2><span style="font-family:'Helvetica','sans-serif';color:#4c4c4c" lang=PT>Jorgea Figueró</span><span style="color:#4c4c4c" lang=PT></span></font></p>
<p style="text-align:justify;line-height:10.5pt;margin:0cm 0cm 0pt" class=formalivre0><font size=2><span style="font-family:'Helvetica','sans-serif';color:#4c4c4c" lang=PT>@Joqf </span><span style="color:#4c4c4c" lang=PT></span></font></p>
<p style="text-align:justify;line-height:10.5pt;margin:0cm 0cm 0pt" class=formalivre0><span style="color:#4c4c4c" lang=PT><font size=2 face="Times New Roman"></font></span> </p>
<p style="text-align:justify;line-height:10.5pt;margin:0cm 0cm 0pt" class=formalivre0><font size=2><span style="font-family:'Helvetica','sans-serif';color:#4c4c4c" lang=PT>Claudio Terra</span><span style="color:#4c4c4c" lang=PT></span></font></p>
<p style="text-align:justify;line-height:10.5pt;margin:0cm 0cm 0pt" class=formalivre0><span style="font-family:'Helvetica','sans-serif';color:#4c4c4c" lang=PT><font size=2>@claudioterra</font></span><span style="color:#4c4c4c" lang=PT></span></p></div></div></div>
<div><b>Categoria:</b> Mobile</div>
<div><b>Publicada:</b> 1/10/2011 08:27</div>
<div><b>Meta Description:</b> mobile marketing</div>
<div><b># Comentários:</b> 0</div>
]]></description>
      <author>TerraForum</author>
      <category>Mobile</category>
      <pubDate>Sat, 01 Oct 2011 11:27:57 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="true">http://www.terraforum.com.br/blog/Lists/Postagens/ViewPost.aspx?ID=348</guid>
    </item>
    <item>
      <title>Compras: redes sociais, m-commerce e os clientes.</title>
      <link>http://www.terraforum.com.br/blog/Lists/Postagens/ViewPost.aspx?ID=347</link>
      <description><![CDATA[<div><b>Corpo:</b> <div class=ExternalClassCFF4005FCBC44199987261BC1F6DB3AC>
<div>
<p style="text-align:justify;margin:0cm 0cm 0pt" class=FormaLivre><span style="font-family:'Times New Roman','serif';font-size:10pt" lang=PT></span></p><span style="font-family:'Times New Roman','serif';font-size:10pt" lang=PT>
<p style="text-align:justify;margin:0cm 0cm 0pt" class=FormaLivre><span style="font-size:10pt" lang=PT><font face=Helvetica>O papel das redes sociais como meio influenciador de compras está se consolidando. O consumidor utiliza cada vez mais as redes, seja para procurar informações sobre um produto, promoções, mas principalmente, ele busca a opinião dos outros clientes antes de clicar no seu carrinho de compras. Esse novo meio de informações está impactando não só as compras on-line, mas todos os canais de distribuição, inclusive o mobile.</font></span></p>
<p style="text-align:justify;margin:0cm 0cm 0pt" class=FormaLivre><span style="font-size:10pt" lang=PT><font face=Helvetica> </font></span></p>
<p style="text-align:justify;margin:0cm 0cm 0pt" class=FormaLivre><span style="font-size:10pt" lang=PT><font face=Helvetica>Pesquisas apontam que os consumidores seguem as marcas nas redes principalmente em busca de promoções e brindes, e mesmo se a maioria ainda prefere comprar nas lojas físicas, é na internet que eles decidem o que comprar. Nessa dinâmica, as empresas estão vendo que explorar em tempo real as informações do perfil dos clientes requer entender o que se fala sobre a marca nas redes sociais.</font></span></p>
<p style="text-align:justify;margin:0cm 0cm 0pt" class=FormaLivre><span style="font-size:10pt" lang=PT><font face=Helvetica> </font></span></p>
<p style="text-align:justify;margin:0cm 0cm 0pt" class=FormaLivre><span style="font-size:10pt" lang=PT><font face=Helvetica>E o mobile constitui igualmente uma ferramenta importante nessa dinâmica de compra. Os clientes já utilizam seus celulares durante o ciclo de compras, não apenas para consultas de preços, mas também para efetuá-la. A utilização do m-commerce já explodiu na Inglaterra, onde 91% dos ingleses afirmam já terem utilizado o mobile na hora da compra, seja para verificar preços, opiniões dos outros clientes ou comprar diretamente.</font></span></p>
<p style="text-align:justify;margin:0cm 0cm 0pt" class=FormaLivre><span style="font-size:10pt" lang=PT><font face=Helvetica><span style=""> </span></font></span></p>
<p style="text-align:justify;margin:0cm 0cm 0pt" class=FormaLivre><span style="font-size:10pt" lang=PT><font face=Helvetica>As empresas que souberem aproveitar estas tendências e integrarem suas lojas às redes sociais sairão na frente, criando aplicativos mobile que possibilitem ao consumidor obter informações sobre o produto, dando inclusive descontos para os clientes que fizerem check in e recomendarem no Foursquare, Google Places e similares.</font></span></p>
<p style="text-align:justify;margin:0cm 0cm 0pt" class=FormaLivre><span style="font-size:10pt" lang=PT><font face=Helvetica> </font></span></p>
<p style="text-align:justify;margin:0cm 0cm 0pt" class=FormaLivre><span style="font-size:10pt" lang=PT><font face=Helvetica>Mesmo se os números pareçam irrisórios, os exemplos de empresas que investem em m-commerce se acumulam. Segundo dados recentes, no Mercado Livre, por exemplo, 2% do acesso já vêm de mobile. A participação é pequena, mas representa 17 milhões de visualizações de página. O serviço de compras coletivas Clube de Desconto contabiliza 15 mil cupons vendidos por meio deste tipo de equipamento desde que lançou seu aplicativo para iPhone,<span style="">  </span>no total, são vendidos em média 200 mil cupons ao mês. </font></span></p>
<p style="text-align:justify;margin:0cm 0cm 0pt" class=FormaLivre><span style="font-size:10pt" lang=PT><font face=Helvetica> </font></span></p>
<p style="text-align:justify;margin:0cm 0cm 0pt" class=FormaLivre><span style="font-size:10pt" lang=PT><font face=Helvetica>Estamos vendo nascer a união entre m-commerce e as redes sociais, o ciclo de compras baseado não só em marcas, mas em experiências e exigências dos consumidores. E sabemos o que acontece quando um cliente faz uma compra: ele crescentemente conta para amigos, familiares, etc. Enfim, ele divulga. Postar no Facebook ou Twitter é a maneira dele recomendar ou não aos seus amigos um produto. </font></span></p>
<p style="text-align:justify;margin:0cm 0cm 0pt" class=FormaLivre><span style="font-size:10pt" lang=PT><font face=Helvetica>A pergunta que fica é: as empresas saberão se adaptar rapidamente a essas novas oportunidades? Quem serão os líderes aqui no Brasil?</font></span></p>
<p style="text-align:justify;margin:0cm 0cm 0pt" class=FormaLivre><span style="font-size:10pt" lang=PT><font face=Helvetica></font></span> </p>
<p style="text-align:justify;margin:0cm 0cm 0pt" class=FormaLivre><span style="font-size:10pt" lang=PT><font face=Helvetica>Jorgea Figueró</font></span></p>
<p style="text-align:justify;margin:0cm 0cm 0pt" class=FormaLivre><span style="font-size:10pt" lang=PT><font face=Helvetica>@Joqf </font></span></p>
<p style="text-align:justify;margin:0cm 0cm 0pt" class=FormaLivre><span style="font-size:10pt" lang=PT><font face=Helvetica></font></span> </p>
<p style="text-align:justify;margin:0cm 0cm 0pt" class=FormaLivre><span style="font-size:10pt" lang=PT><font face=Helvetica>Claudio Terra</font></span></p>
<p style="text-align:justify;margin:0cm 0cm 0pt" class=FormaLivre><span style="font-size:10pt" lang=PT><font face=Helvetica>@claudioterra</font> </span></span></p></div></div></div>
<div><b>Categoria:</b> Mobile</div>
<div><b>Publicada:</b> 30/9/2011 06:51</div>
<div><b>Meta Description:</b> mobile, ecommerce, redes sociais</div>
<div><b># Comentários:</b> 0</div>
]]></description>
      <author>TerraForum</author>
      <category>Mobile</category>
      <pubDate>Fri, 30 Sep 2011 09:52:45 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="true">http://www.terraforum.com.br/blog/Lists/Postagens/ViewPost.aspx?ID=347</guid>
    </item>
    <item>
      <title>E se sua empresa tirasse o site do ar?</title>
      <link>http://www.terraforum.com.br/blog/Lists/Postagens/ViewPost.aspx?ID=346</link>
      <description><![CDATA[<div><b>Corpo:</b> <div class=ExternalClass83E86D79A19F45198C11CCFFB6CC4158>
<div></div><span style="font-family:'Times New Roman','serif'"><font size=3><span style="font-family:'Times New Roman','serif';font-size:12pt">
<p style="text-align:justify;margin:0cm 0cm 0pt" class=FormaLivre><span style="font-size:10pt" lang=PT><font face=Helvetica>Que a internet se tornou – há bastante tempo - um poderoso canal de negócios, de oportunidades e um meio muito efetivo das empresas se promoverem, divulgarem seus serviços e se posicionarem no mercado, isso não deixa dúvidas, mas é acertivo dizer que todas colhem os frutos de cada investimento de tempo ou dinheiro feito na mesma? O site da empresa ou produto amplamente discutido e pensado em um passado recente é fundamental nos dias de hoje? O mesmo é um recurso comprometido frente a algum objetivo ou é apenas envolvido de forma simplista? Ele tem um propósito definido? Ou está alinhando as diretrizes de negócio da empresa?</font></span></p>
<p style="text-align:justify;margin:0cm 0cm 0pt" class=FormaLivre><span style="font-size:10pt" lang=PT><font face=Helvetica> </font></span></p>
<p style="text-align:justify;margin:0cm 0cm 0pt" class=FormaLivre><span style="font-size:10pt" lang=PT><font face=Helvetica>Alinhar a estratégia de um site com as diretrizes de negócio da empresa é olhar para dentro e pensar em como o site poderia ser uma ferramenta que pode proporcionar benefícios tangíveis e intangíveis frente a diferentes necessidades da empresa, medindo o grau de importância, comprometimento e os resultados esperados.</font></span></p>
<p style="text-align:justify;margin:0cm 0cm 0pt" class=FormaLivre><span style="font-size:10pt" lang=PT><font face=Helvetica> </font></span></p>
<p style="text-align:justify;margin:0cm 0cm 0pt" class=FormaLivre><span style="font-size:10pt" lang=PT><font face=Helvetica>Sobre essa perspectiva, ao planejar, mais do que excelentes fornecedores de tecnologia ou criatividade, é preciso contar com competências que somadas a essas, tragam uma visão de negócios, que saibam trazer o projeto de um novo site ao encontro das necessidades corporativas, agregando valor ao mesmo, justificando sua importância e investimento.</font></span></p>
<p style="text-align:justify;margin:0cm 0cm 0pt" class=FormaLivre><span style="font-size:10pt" lang=PT><font face=Helvetica> </font></span></p>
<p style="text-align:justify;margin:0cm 0cm 0pt" class=FormaLivre><span style="font-size:10pt" lang=PT><font face=Helvetica>É claro que diferentes negócios requerem diferentes soluções e amplitude, ainda mais considerando o dinamismo e a velocidade de mudança da internet e das características de consumo, porém, não comprometer o site e os esforços na internet com resultados nos parece algo que ninguém poderia aceitar.</font></span></p>
<p style="text-align:justify;margin:0cm 0cm 0pt" class=FormaLivre><span style="font-size:10pt" lang=PT><font face=Helvetica> </font></span></p>
<p style="text-align:justify;margin:0cm 0cm 0pt" class=FormaLivre><span style="font-size:10pt" lang=PT><font face=Helvetica>Seu site faz diferença no seu negócio? Tirá-lo do ar hoje, faria alguma diferença? Reflita!</font></span></p>
<p style="text-align:justify;margin:0cm 0cm 0pt" class=FormaLivre><span style="font-size:10pt" lang=PT><font face=Helvetica> </font></span></p>
<p style="text-align:justify;margin:0cm 0cm 0pt" class=FormaLivre><span style="font-size:10pt" lang=EN-US><font face=Helvetica>Thiago Macedo<br>@tmacedo05</font></span></p>
<p style="text-align:justify;margin:0cm 0cm 0pt" class=FormaLivre><span style="font-size:10pt" lang=EN-US><font face=Helvetica> </font></span></p>
<p style="text-align:justify;margin:0cm 0cm 0pt" class=FormaLivre><span style="font-size:10pt" lang=EN-US><font face=Helvetica>Claudio Terra</font></span></p>
<p style="text-align:justify;margin:0cm 0cm 0pt" class=FormaLivre><span style="font-size:10pt" lang=EN-US><font face=Helvetica>@claudioterra</font></span></span></font></span></p></div></div>
<div><b>Categoria:</b> Portais Corporativos</div>
<div><b>Publicada:</b> 29/9/2011 07:39</div>
<div><b>Meta Description:</b> portais corporativos, sites</div>
<div><b># Comentários:</b> 0</div>
]]></description>
      <author>TerraForum</author>
      <category>Portais Corporativos</category>
      <pubDate>Thu, 29 Sep 2011 10:42:57 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="true">http://www.terraforum.com.br/blog/Lists/Postagens/ViewPost.aspx?ID=346</guid>
    </item>
    <item>
      <title>Mobile Payments - quem vai vencer no Brasil?</title>
      <link>http://www.terraforum.com.br/blog/Lists/Postagens/ViewPost.aspx?ID=345</link>
      <description><![CDATA[<div><b>Corpo:</b> <div class=ExternalClassCC3F538BB2974A6FA051AD74565E3B66><div>
<p style="line-height:10.5pt;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="color:black;font-size:10pt"><font face="Times New Roman">Desde a explosão do iPhone e a consolidação cada vez mais notória dos smartphones de última geração, os modelos de pagamento mobile começam a virar realidade, seja pelo NFC (Near Field Communication) ou pelo uso do smartphone como cartão. Pouco a pouco novas estratégias de pagamentos estão surgindo e as previsões são de que até 2015 os celulares vão tomar o lugar das carteiras – aos menos em algumas regiões mais avançadas do mundo.</font></span></p>
<p style="line-height:10.5pt;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="color:black;font-size:10pt"><font face="Times New Roman"> </font></span></p>
<p style="line-height:10.5pt;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="color:black;font-size:10pt"><font face="Times New Roman">Mas o que é o NFC? É uma tecnologia muito simples de ser utilizada tendo em vista que permite conectividade sem fio de curto alcance. Basta aproximar seu aparelho a outro com a mesma tecnologia, que automaticamente eles já trocam informações de forma segura. Essa tecnologia vem para facilitar a vida de todos os usuários de cartões bancários e de crédito para fazer pagamentos.<span style="">  </span>Por exemplo, você quer fazer uma compra, então se escolhe o produto, passa o seu aparelho com NFC na máquina, e ele automaticamente faz o pagamento. Simples.</font></span></p>
<p style="line-height:10.5pt;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="color:black;font-size:10pt"><font face="Times New Roman"> </font></span></p>
<p style="line-height:10.5pt;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="color:black;font-size:10pt"><font face="Times New Roman">Em países como o Japão, essa tecnologia já é realidade em grande escala. O metro lá no Japão já permite a compra de passagens com a mera aproximação do aparelho nos pontos de venda, transformando o celular em um cartão. Assim, em um único aparelho o usuário possui todas as formas de pagamentos do mercado: débito, transferência, pagamento via cartão ou mesmo via internet.</font></span></p>
<p style="line-height:10.5pt;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="color:black;font-size:10pt"><font face="Times New Roman"> </font></span></p>
<p style="line-height:10.5pt;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="color:black;font-size:10pt"><font face="Times New Roman">Outro sistema que inicia sua estratégia de pagamento mobile é o PayPal. Mais do que um sistema de pagamento, PayPal quer propor uma solução completa aos comerciantes, oferecendo uma gama de serviços ao consumidor como promoções, ofertas feitas pela geolocalização, informações de produtos, carta de fidelidade, além dos pagamentos. Tudo feito através dos seus aplicativos. Ainda é protótipo, mas que pode virar realidade.</font></span></p>
<p style="line-height:10.5pt;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="color:black;font-size:10pt"><font face="Times New Roman"> </font></span></p>
<p style="line-height:10.5pt;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="color:black;font-size:10pt"><font face="Times New Roman">O último lançamento nessa nova onda é o Google Wallet. Lançado semana passada, é um aplicativo do Google que permite aos seus usuários realizar pagamentos multibanco utilizando o sistema NFC. Para aderir a este serviço basta baixar o aplicativo, que neste momento lhe dá a escolha de pagar usando um Master Card do Citibank ou os cartões pré-pagos da Google, que podem ser carregados com qualquer cartão de crédito. O serviço só está disponível nos EUA, mas prevê-se que a disponibilidade venha a crescer nos próximos tempos e até a incluir outras funcionalidades, como o acumular de pontos, cartões de oferta, bilhetes de transportes e até chaves eletrónicas.</font></span></p>
<p style="line-height:10.5pt;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="color:black;font-size:10pt"><font face="Times New Roman"> </font></span></p>
<p style="line-height:10.5pt;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="color:black;font-size:10pt"><font face="Times New Roman">E o Brasil nessa tendência? O Brasil é considerado uma promessa, mas o sistema ainda não emplacou. Mesmo se o país apresenta características determinantes para a adesão como um sistema financeiro sólido, moderno e bem distribuído, e a elevada presença de telefonia móvel no Brasil (em torno de 106,9%, o que significa que há mais linhas de celular habilitadas que habitantes), que facilitam a adoção dos serviços oferecidos, o país continua sendo apenas uma promessa devido a dois grandes fatores: a falta consenso entre as empresas que oferecem essas soluções e a ausência de regulação.</font></span></p>
<p style="line-height:10.5pt;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="color:black;font-size:10pt"><font face="Times New Roman"> </font></span></p>
<p style="line-height:10.5pt;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="color:black;font-size:10pt"><font face="Times New Roman">Evidentemente está oportunidade está movimentando big players por aqui também. Sabemos de muitas empresas brazucas desenvolvendo e testando soluções, entre as quais operadoras de celular, bancos, redes de varejo e empresas de tecnologia.</font></span></p>
<p style="line-height:10.5pt;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="color:black;font-size:10pt"><font face="Times New Roman"> </font></span></p>
<p style="line-height:10.5pt;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="color:black;font-size:10pt"><font face="Times New Roman">O que vocês imaginam que vai acontecer? Quem vai liderar este novo pipeline de transações financeiras online e mobile? Quais parcerias fazem mais sentido? Que oportunidades existem para os players de tecnologia brasileiros?</font></span></p>
<p style="line-height:10.5pt;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="color:black;font-size:10pt"><font face="Times New Roman"> </font></span></p>
<p style="line-height:10.5pt;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="color:black;font-size:10pt"><font face="Times New Roman">Difícil responder, mas está interessante assistir o nascimento de mais esta grande novidade de mercado.</font></span></p>
<p style="line-height:10.5pt;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="color:black;font-size:10pt"><font face="Times New Roman"> </font></span></p>
<p style="line-height:10.5pt;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="color:black;font-size:10pt"><font face="Times New Roman">Jorgeá Figueró</font></span></p>
<p style="line-height:10.5pt;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="color:black;font-size:10pt"><font face="Times New Roman">@ Joqf</font></span></p>
<p style="line-height:10.5pt;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="color:black;font-size:10pt"><font face="Times New Roman"> </font></span></p>
<p style="line-height:10.5pt;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="color:black;font-size:10pt"><font face="Times New Roman">Cláudio Terra</font></span></p>
<p style="line-height:10.5pt;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="color:black;font-size:10pt"><font face="Times New Roman">@claudioterra</font></span></p></div></div></div>
<div><b>Categoria:</b> Mobile</div>
<div><b>Publicada:</b> 28/9/2011 13:47</div>
<div><b>Meta Description:</b> mobile, payments, redes sociais, celulares</div>
<div><b># Comentários:</b> 0</div>
]]></description>
      <author>TerraForum</author>
      <category>Mobile</category>
      <pubDate>Wed, 28 Sep 2011 16:48:23 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="true">http://www.terraforum.com.br/blog/Lists/Postagens/ViewPost.aspx?ID=345</guid>
    </item>
    <item>
      <title>Brasil, o país das redes sociais?!</title>
      <link>http://www.terraforum.com.br/blog/Lists/Postagens/ViewPost.aspx?ID=344</link>
      <description><![CDATA[<div><b>Corpo:</b> <div class=ExternalClass96D99942E7034D42B681A30348397C16>
<div><span style="color:black"><font face="Times New Roman">
<p style="margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="color:black"><font size=2>O Brasil é um país que se destaca na utilização da internet, aparecemos no topo da lista de todos os rankings de acesso, tempo de permanência, utilização de redes sociais etc.</font></span></p>
<p style="margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="color:black"><font size=2></font></span> </p>
<p style="margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="color:black"><font size=2>Brasileiros estão envolvidos diretamente na criação das principais redes sociais mundiais, facebook e instagram por exemplo. Tornamo-nos fortes influenciadores de grandes iniciativas que passaram a evoluir suas plataformas para nos atender e assim não desaparecerem, caso do Orkut. Somos um mercado emergente a ser explorado por diversas outras redes que começam a buscar profissionais talentosos para alavancar seus negócios no Brasil: LinkedIn, Facebook e Twitter. </font></span></p>
<p style="margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="color:black"><font size=2></font></span> </p>
<p style="margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="color:black"><font size=2>Temos pessoas famosas apontadas como os mais influentes da twitosfera. Cantores, apresentadores de TV e jogadores de futebol que mobilizam milhões de pessoas no mundo todo. E inclusive, temos os que criam suas próprias redes sociais, como Ronaldo Fenômeno e Zico. Ouvimos histórias de pessoas próximas que tiveram relações comerciais, profissionais, pessoais e amorosas iniciadas ou terminadas em redes sociais. </font></span></p>
<p style="margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="color:black"><font size=2></font></span> </p>
<p style="margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="color:black"><font size=2>Assistimos programas de TV aberta que interagem ao vivo e online com usuários de redes sociais, gerando conteúdo, direcionando entrevistas e lançando desafios para aumentar sua pontuação no ibope. Os anúncios e promoções das grandes marcas, veiculados diariamente, envolvendo redes sociais realmente aproveitam todo esse potencial? </font></span></p>
<p style="margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="color:black"><font size=2></font></span> </p>
<p style="margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="color:black"><font size=2>O que é interatividade? O que é comunicação? <b>O que torna uma rede efetivamente social?</b> É social por que confiamos ou porque podemos espalhar rapidamente e gratuitamente informação?</font></span></p>
<p style="margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="color:black"><font size=2></font></span> </p>
<p style="margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="color:black"><font size=2>As redes sociais potencializam ainda mais o poder dos que há já são celebridades? E o cidadão, usuário comum? Ele de fato tem voz ou entra de gaiato nas redes? Quem são os publicadores e receptores? Qual a proporção destes na prática? Será que uma pequena minoria domina o pensar e as ideias que circulam nas redes? Ou é ela um efetivo mecanismo de democratização?</font></span></p>
<p style="margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="color:black"><font size=2></font></span> </p>
<p style="margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="color:black"><font size=2>Diante de milhões de pessoas, potenciais consumidores, potenciais influenciadores, potenciais parceiros, com interesses tão diversos, <b>como devemos agir?</b> Como podemos <b>nos apropriar</b> de tanta audiência e <b>gerar valor</b> para nossas empresas, nossos projetos? </font></span></p>
<p style="margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="color:black"><font size=2></font></span> </p>
<p style="margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="color:black"><font size=2>Já temos todas as respostas? Parece que não... e você, o que acha? </font></span></p>
<p style="margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><font size=2></font> </p>
<p style="margin:0cm 0cm 0pt;tab-stops:14.2pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Tahoma','sans-serif';color:black"><font size=2>Luciana Braga</font></span></p>
<p style="margin:0cm 0cm 0pt;tab-stops:14.2pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Tahoma','sans-serif';color:black"><font size=2>@luciana_braga</font></span></p>
<p style="margin:0cm 0cm 0pt;tab-stops:14.2pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Tahoma','sans-serif';color:black"><font size=2></font></span> </p>
<p style="margin:0cm 0cm 0pt;tab-stops:14.2pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Tahoma','sans-serif';color:black"><font size=2>Claudio Terra</font></span></p>
<p style="margin:0cm 0cm 0pt;tab-stops:14.2pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Tahoma','sans-serif';color:black"><font size=2>@claudioterra</font></span></font></span></p></div></div></div>
<div><b>Categoria:</b> Web 2.0</div>
<div><b>Publicada:</b> 26/9/2011 20:44</div>
<div><b>Meta Description:</b> redes sociais, web 2.0, inovação, modelos de negócios</div>
<div><b># Comentários:</b> 3</div>
]]></description>
      <author>TerraForum</author>
      <category>Web 2.0</category>
      <pubDate>Mon, 26 Sep 2011 23:47:06 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="true">http://www.terraforum.com.br/blog/Lists/Postagens/ViewPost.aspx?ID=344</guid>
    </item>
    <item>
      <title>Redes Sociais são o melhor jeito para o rabo abanar o cachorro?</title>
      <link>http://www.terraforum.com.br/blog/Lists/Postagens/ViewPost.aspx?ID=343</link>
      <description><![CDATA[<div><b>Corpo:</b> <div class=ExternalClass615B481A120A4E258180B809DE934B7B>
<div>
<p style="margin:0cm 0cm 10pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Times New Roman','serif'"><font size=3>Tá bom, não sou um garotão, nem um geek, nem o mais antenado, mas tb com certeza não sou um neófito. Afinal mais de 16 anos trabalhando no Brasil, Canadá e USA com Internet, em provedores, portais, prestadores de serviço digitais e nos últimos 8 anos aqui na TerraForum me habilitam, creio, a algumas opiniões que remam contra a maré da euforia cega com as redes sociais. Vejamos algumas remadas contra a maré: </font></span></p>
<p style="margin:0cm 0cm 10pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Times New Roman','serif'"><font size=3><strong><em># As redes sociais aumentam a nossa inteligência?</em></strong></font></span></p>
<p style="margin:0cm 0cm 10pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Times New Roman','serif'"><font size=3>Talvez para alguns sim, mas vejo muita, mas muita gente mesmo que simplesmente absorve e repassa informação ou dá um monte de “curtir” e “likes” sem nem mesmo refletir sobre o que está sendo dito, sobre o que está por trás daquele conteúdo.</font></span></p>
<p style="margin:0cm 0cm 10pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Times New Roman','serif'"><font size=3>Não conheço, ademais, ninguém que eu admire muito que mais do que ficar repassando informação não faz um enorme esforço para fazer sentido das coisas ou criar coisas realmente novas, inovadoras, etc.</font></span></p>
<p style="margin:0cm 0cm 10pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Times New Roman','serif'"><font size=3><em><strong># As redes sociais são um jeito fácil de construir uma marca</strong></em></font></span></p>
<p style="margin:0cm 0cm 10pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Times New Roman','serif'"><font size=3>Que bacana: não tem mais que comprar mídia, basta falar algumas coisas engraçadas, fazer umas promoções legais, dar uns prêmios cobiçados e pronto: a marca está construída. Teremos milhares de seguidores e gente que espalha e defende nossa marca! </font></span></p>
<p style="margin:0cm 0cm 10pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Times New Roman','serif'"><font size=3>Sem dúvida as redes sociais é um meio de propagação eficiente, mas quem esquece sua própria essência, de prover algo de valor para públicos bem específicos cai na armadilha do bom, barato, rápido e sem esforço.</font></span></p>
<p style="margin:0cm 0cm 10pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Times New Roman','serif'"><font size=3><strong><em># As redes sociais aumentam a transparência</em></strong></font></span></p>
<p style="margin:0cm 0cm 10pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Times New Roman','serif'"><font size=3>Quem mais usa as redes sociais é mais transparente? Será? Que tal empresas que contratam defensores da marca, ativadores estranhos para cuidar do “seeding” que não tem nenhuma informação relevante sobre os negócios, sobre a marca e sobre os valores da empresa?</font></span></p>
<p style="margin:0cm 0cm 10pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Times New Roman','serif'"><font size=3>Manipuladores de plantão existem com e sem as redes sociais.</font></span></p>
<p style="margin:0cm 0cm 10pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Times New Roman','serif'"><font size=3><em><strong># As redes sociais fortalecem as amizades</strong></em></font></span></p>
<p style="margin:0cm 0cm 10pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Times New Roman','serif'"><font size=3>Agora me acham com muita facilidade: gente que conheci na escola, na faculdade, no futebol, nas empresas, etc. Quanto mais “amigos” no Facebook, no Orkut ou no Twitter são sinais de minha popularidade e do fato de ter amigos. Mas a pergunta que não quer calar: Quando você realmente precisa de um bom amigo é nas redes sociais que você os encontra e se comunica?</font></span></p>
<p style="margin:0cm 0cm 10pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Times New Roman','serif'"><font size=3>Comunicação, mesmo alto grau de interação nas redes sociais não são sinal de amizade ou mesmo respeito pessoal ou profissional.</font></span></p>
<p style="margin:0cm 0cm 10pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Times New Roman','serif'"><font size=3>Well, well,</font></span></p>
<p style="margin:0cm 0cm 10pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Times New Roman','serif'"><font size=3>Estas são apenas alguns pontos de vista. Outros existem e o debate vai muito mais longe.</font></span></p>
<p style="margin:0cm 0cm 10pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Times New Roman','serif'"><font size=3>Para mim as redes sociais <em><strong>são apenas um meio, não um fim em si</strong></em>. As coisas realmente importante continuam acontecendo, ao meu ver, fora das redes sociais: as relações com as marcas, as relações com o conhecimento e as relações com as pessoas. <strong><em>O rabo não pode abanar o cachorro.</em></strong></font></span></p>
<p style="margin:0cm 0cm 10pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Times New Roman','serif'"><font size=3>Twitter: @claudioterra</font></span></p></div></div></div>
<div><b>Categoria:</b> Gestão de Inovação;Gestão do Conhecimento;Web 2.0</div>
<div><b>Publicada:</b> 24/9/2011 11:25</div>
<div><b>Meta Description:</b> redes sociais, colaboração, conhecimento, inovação, transparência</div>
<div><b># Comentários:</b> 2</div>
]]></description>
      <author>TerraForum</author>
      <category>Gestão de Inovação;Gestão do Conhecimento;Web 2.0</category>
      <pubDate>Sat, 24 Sep 2011 14:28:57 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="true">http://www.terraforum.com.br/blog/Lists/Postagens/ViewPost.aspx?ID=343</guid>
    </item>
    <item>
      <title>Yakatag - varejo 2.0 ?</title>
      <link>http://www.terraforum.com.br/blog/Lists/Postagens/ViewPost.aspx?ID=342</link>
      <description><![CDATA[<div><b>Corpo:</b> <div class=ExternalClass174AF079F51B403E84145D0ABF0F113E><div>
<p style="text-align:justify;margin:0cm 0cm 0pt" class=FormaLivre><span style="font-family:'Times New Roman','serif';font-size:11pt" lang=PT>No mês passado (agosto/2011) foi lançado o</span><span style="font-family:'Times New Roman','serif';font-size:11pt" lang=PT> Yakatag. Não sei com certeza, mas parece ser o primeiro aplicativo de social shopping, ou seja, rede social + m-commerce. </span></p>
<p style="text-align:justify;margin:0cm 0cm 0pt" class=FormaLivre><span style="font-family:'Times New Roman','serif';font-size:11pt" lang=PT> </span></p>
<p style="text-align:justify;margin:0cm 0cm 0pt" class=FormaLivre><span style="font-family:'Times New Roman','serif';font-size:11pt" lang=PT>Yakatag utiliza-se de três pontos muito comentados e utilizados nesse momento: o compartilhamento nas redes sociais, a geolocalização e o m-commerce. </span></p>
<p style="text-align:justify;margin:0cm 0cm 0pt" class=FormaLivre><span style="font-family:'Times New Roman','serif';font-size:11pt" lang=PT></span> </p>
<p style="text-align:justify;margin:0cm 0cm 0pt" class=FormaLivre><span style="font-family:'Times New Roman','serif';font-size:11pt" lang=PT>Comecei a usar e a experiência é boa: a interface é convidativa, simples, rápida e intuitiva. </span></p>
<p style="text-align:justify;margin:0cm 0cm 0pt" class=FormaLivre><span style="font-family:'Times New Roman','serif';font-size:11pt" lang=PT></span> </p>
<p style="text-align:justify;margin:0cm 0cm 0pt" class=FormaLivre><span style="font-family:'Times New Roman','serif';font-size:11pt" lang=PT>Seria apenas mais um aplicativo de compras se não fosse por um grande diferencial, poder encontrar e seguir usuários com os mesmos interesses em comum, acentuando assim a relação de proximidade que os usuários têm com as diferentes redes sociais. E evidentemente com gente que compra coisas semelhantes.</span></p>
<p style="text-align:justify;margin:0cm 0cm 0pt" class=FormaLivre><span style="font-family:'Times New Roman','serif';font-size:11pt" lang=PT></span> </p>
<p style="text-align:justify;margin:0cm 0cm 0pt" class=FormaLivre>
<p style="text-align:justify;margin:0cm 0cm 0pt" class=FormaLivre><span style="font-family:'Times New Roman','serif';font-size:11pt" lang=PT></span></p><span style="font-family:'Times New Roman','serif';font-size:11pt" lang=PT>O funcionamento é simples: encontrar um produto, tirar uma foto, classificar por tipo, quais características e o preço. Não precisa digitar endereço ou outras informações. O aplicativo utiliza-se da geolocalização para obter os dados da loja. Após é só compartilhar nas suas redes sociais, permitindo assim, uma difusão viral do gosto do usuário.</span></p>
<p style="text-align:justify;margin:0cm 0cm 0pt" class=FormaLivre><span style="font-family:'Times New Roman','serif';font-size:11pt" lang=PT></span> </p><span style="font-family:'Times New Roman','serif';font-size:11pt" lang=PT>
<p style="text-align:justify;margin:0cm 0cm 0pt" class=FormaLivre><span style="font-family:'Times New Roman','serif';font-size:11pt" lang=PT>Não sei se vai funcionar para qualquer tipo de coisa. Será que vou querer compartilhar que comprei um novo par de meias? Talvez tenha uma grande adesão para coisas e objetos de colecionadores ou aficcionados por artigos bem específicos (ex: &quot;trenzinhos antigos&quot;, escudos de times de futebol do mundo, etc). Não sei, algo nesta linha.</span></p>
<p style="text-align:justify;margin:0cm 0cm 0pt" class=FormaLivre><span style="font-family:'Times New Roman','serif';font-size:11pt" lang=PT> </span></span></p>
<p style="text-align:justify;margin:0cm 0cm 0pt" class=FormaLivre><span style="font-family:'Times New Roman','serif';font-size:11pt" lang=PT>Seria esse o novo tipo de rede social mobile? Vocês acham que vai funcionar? Para que tipo de pessoa? Que tipo de produtos?</span></p>
<p style="text-align:justify;margin:0cm 0cm 0pt" class=FormaLivre><span style="font-family:'Times New Roman','serif';font-size:11pt" lang=PT></span> </p>
<p style="text-align:justify;margin:0cm 0cm 0pt" class=FormaLivre><span style="font-family:'Times New Roman','serif';font-size:11pt" lang=PT>Sds</span></p>
<p style="text-align:justify;margin:0cm 0cm 0pt" class=FormaLivre><span style="font-family:'Times New Roman','serif';font-size:11pt" lang=PT>@claudioterra </span></p>
<p style="text-align:justify;margin:0cm 0cm 0pt" class=FormaLivre><span style="font-family:'Times New Roman','serif';font-size:11pt" lang=PT> </span></p>
<p style="text-align:justify;margin:0cm 0cm 0pt" class=FormaLivre><span style="font-family:'Times New Roman','serif';font-size:11pt" lang=PT>P.S. O aplicativo é gratuito para iPhone e Android.</span></p>
<p style="text-align:justify;margin:0cm 0cm 0pt" class=FormaLivre><span style="font-family:'Times New Roman','serif';font-size:11pt" lang=PT> </span></p></div></div></div>
<div><b>Categoria:</b> Mobile</div>
<div><b>Publicada:</b> 24/9/2011 06:56</div>
<div><b>Meta Description:</b> social commerce, comércio social, m-commerce, mobile commerce</div>
<div><b># Comentários:</b> 0</div>
]]></description>
      <author>TerraForum</author>
      <category>Mobile</category>
      <pubDate>Sat, 24 Sep 2011 10:11:26 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="true">http://www.terraforum.com.br/blog/Lists/Postagens/ViewPost.aspx?ID=342</guid>
    </item>
    <item>
      <title>Web Mobile: sabemos o que é e como fazer?</title>
      <link>http://www.terraforum.com.br/blog/Lists/Postagens/ViewPost.aspx?ID=341</link>
      <description><![CDATA[<div><b>Corpo:</b> <div class=ExternalClassA5F099355C664B20923F88D0666458EE>
<div><span style="font-family:'Times New Roman','serif';color:#262626;font-size:11pt" lang=PT>
<p style="margin:0cm 0cm 10pt" class=FormaLivre>O sucesso das lojas mobiles e seus aplicativos mostrou que os usuários de smartphones estão cada vez mais inclinados a migrar da web tradicional para o mobile e fazem as empresas pensarem cada vez mais em lançar estratégias para esses terminais. </p>
<p style="margin:0cm 0cm 10pt" class=FormaLivre>É importante esclarecer que um site web não é adaptado para os terminais mobiles. A diferença fundamental entre esses dois tipos de sites é a concepção. Nos smartphones, o espaço das telas limita muito a maneira de apresentar o conteúdo, principalmente com imagens e muito texto. <br></p>
<p style="margin:0cm 0cm 10pt" class=FormaLivre>A web mobile ainda está engatinhando, mas já é um espaço que fascina pela capacidade das plataformas de inúmeras possibilidades para as empresas. Sempre que falamos sobre mobile versus web é bom lembrar que um internauta em cinco é um mobinauta e esses números não param de crescer.<br></p>
<p style="margin:0cm 0cm 10pt" class=FormaLivre>Nessa intenção de migrar para o mobile algumas boas práticas para essa estratégia devem ser observadas para o sucesso de um site mobile:<br></p>
<p style="margin:0cm 0cm 10pt" class=FormaLivre>1. <strong><em>Simplificar a interface</em></strong>. Assim como nos aplicativos, uma boa interface é ponto crucial para o sucesso e existe apenas uma regra: fique com o essencial, ou seja, simplifique. Pensar simples, não é preciso várias colunas, apenas uma é suficiente, afinal não tem espaço. Para que tantas imagens? Quanto maiores as imagens, mais carregado ficará o site. Porém simplicidade não é sinônimo de pouco cuidado com a estética, usabilidade e aprazibilidade. Utilize cores de fácil leitura e coordenadas entre si que deixem a experiência usuário agradável e convidativa.</p>
<p style="margin:0cm 0cm 10pt" class=FormaLivre><br>2. <strong><em>Conteúdo adaptado</em></strong>. O conteúdo é o que faz o site mobile e ele também deve ser adaptado para as plataformas, porém nunca corte o texto para reduzi-lo. Os usuários sabem quando os artigos foram cortados e isso transmite desleixo. É melhor ter um resumo de poucas linhas e um link para o texto completo. Outro ponto são as imagens, que assim como interferem na interface, o mesmo ocorre no conteúdo. Diminuir e deixar o mais leve possível é regra e um tamanho máximo de 150 px é o aconselhado. O mesmo é válido para a publicidade que ainda não está totalmente adaptada aos sites mobiles e podem incomodar durante o uso.</p>
<p style="margin:0cm 0cm 10pt" class=FormaLivre>Que outras dicas vocês podem dar? Afinal estamos todos aprendendo</p>
<p style="margin:0cm 0cm 10pt" class=FormaLivre>Sds<br>@claudioterra</p></span></div></div></div>
<div><b>Categoria:</b> Mobile</div>
<div><b>Publicada:</b> 23/9/2011 08:02</div>
<div><b>Meta Description:</b> web mobile, redes sociais, apps, aplicativos, etc</div>
<div><b># Comentários:</b> 0</div>
]]></description>
      <author>TerraForum</author>
      <category>Mobile</category>
      <pubDate>Fri, 23 Sep 2011 11:02:47 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="true">http://www.terraforum.com.br/blog/Lists/Postagens/ViewPost.aspx?ID=341</guid>
    </item>
    <item>
      <title>Os riscos no negócio de compras coletivas</title>
      <link>http://www.terraforum.com.br/blog/Lists/Postagens/ViewPost.aspx?ID=340</link>
      <description><![CDATA[<div><b>Corpo:</b> <div class=ExternalClassB68F9D0B86AF4D5797822036DB671F13><div>O site <a href="http://www.technologyreview.com/blog/arxiv/27150/">Technology Review </a>, vinculado ao MIT, publicou recentemente a seguinte matéria: “A influência oculta do Groupon sobre a reputação”. Segundo o texto, uma oferta no site de compras coletivas citado pode alavancar vendas, mas também pode ter efeitos negativos para o comerciante. Bastaria ver o site de resenhas Yelp. A conclusão é baseada em uma análise feita por pesquisadores das universidades de Boston e Harvard. Eles acompanharam mais de 16 mil ofertas do Groupon em 20 cidades norteamericanas e, paralelamente, monitoraram o volume de vendas e a quantidade de “likes” no Facebook.</div>
<div><br>Não importa o resultado deste estudo específico. Também não devemos ficar presos a um único player ou a um país. Na verdade, o crescimento desenfreado do mercado de compras em grupo com descontos tem causado inúmeros problemas de forma geral e, consequentemente, provoca repercussões negativas para diversas empresas que resolveram apostar no negócio. Não é exclusividade do Groupon nos EUA; acontece aqui também com outros concorrentes.</div>
<div><br>O consumidor de hoje em dia não leva insatisfação para casa. As mídias sociais deram a ele voz, deram poder. Portanto, um contrato não cumprido, um atendimento mal realizado é rapidamente espalhado para a sua rede de contatos. Basta fazer uma breve pesquisa no Twitter, Facebook, Orkut e até YouTube para encontrar reclamações contra ofertas adquiridas que não corresponderam às expectativas. Há casos em que pessoas se sentiram discriminadas por estarem usando cupons de descontos. Muitos relatam que o atendimento, seja em restaurantes, seja em outros prestadores de serviço, foi bem abaixo do padrão e a causa seria justamente o fato de estarem usando os tais cupons. </div>
<div><br>Ou seja, é fundamental planejar e definir uma estratégia de negócios não apenas no mundo on-line, mas também as suas eventuais repercussões no mundo “off-line”. A verdade é que alguns sites entraram no mercado por impulso, acreditando que tinham achado uma mina de ouro. Não estavam bem estruturados e ainda fizeram parcerias com quem não estava preparado para a grande demanda que surge com as ofertas (principalmente de serviços, onde o valor é menos tangível). O cliente acaba pagando o pato, mas a imagem das empresas envolvidas pode ficar bastante arranhada. E, assim, por conta de uma ação promocional de compras coletivas mal planejada e mal executada, a reputação de um negócio pode sofrer sérias consequências.</div>
<div> </div>
<div> </div></div></div>
<div><b>Categoria:</b> Web 2.0;Planejamento Estratégico;Comunidades</div>
<div><b>Publicada:</b> 21/9/2011 13:53</div>
<div><b>Meta Description:</b> e-commerce, comércio eletrônico, compras coletivas, redes sociais</div>
<div><b># Comentários:</b> 0</div>
]]></description>
      <author>TerraForum</author>
      <category>Web 2.0;Planejamento Estratégico;Comunidades</category>
      <pubDate>Wed, 21 Sep 2011 16:57:22 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="true">http://www.terraforum.com.br/blog/Lists/Postagens/ViewPost.aspx?ID=340</guid>
    </item>
    <item>
      <title>Smartphones aumentam a produtividade?</title>
      <link>http://www.terraforum.com.br/blog/Lists/Postagens/ViewPost.aspx?ID=339</link>
      <description><![CDATA[<div><b>Corpo:</b> <div class=ExternalClass4023CCD7EB344BE086966B7FCADF70A4><div>
<p style="margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoPlainText><span style="font-family:'Times New Roman','serif'"><font size=3><span style=""> </span>“Tempo é dinheiro” é uma das regras do capitalismo moderno. Hoje, descobrimos que tempo não é só dinheiro, tempo é vida. Vivemos na era da agilidade, da rapidez, não queremos perder tempo, queremos ganhar, produzir mais gastando menos, ou seja, estamos em busca de produtividade e maneiras para aumentá-la. Quanto mais compromissos assumimos menos tempo temos e mais ferramentas procuramos para nos ajudar. As novas tecnologias trouxeram ferramentas e equipamentos para agilizar as tarefas profissionais, tornando os processos mais produtivos, por consequência: ganho de tempo.</font></span></p>
<p style="margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoPlainText><span style="font-family:'Times New Roman','serif'"><font size=3> </font></span></p>
<p style="margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoPlainText><span style="font-family:'Times New Roman','serif'"><font size=3>Os aplicativos mobiles entraram também nesse pensamento de aumento da produtividade e têm se mostrado grandes aliados dos profissionais nessa equação: muitas tarefas versus pouco tempo.</font></span></p>
<p style="margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoPlainText><span style="font-family:'Times New Roman','serif'"><font size=3> </font></span></p>
<p style="margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoPlainText><span style="font-family:'Times New Roman','serif'"><font size=3>As tarefas no escritório e fora dele estão ficando cada vez mais mobile, afinal quantas tarefas rotineiras do trabalho você pode realizar no seu celular ou tablet? Ler e responder e-mails é a primeira e mais comum nesse aspecto, mas você sabia que fechar relatórios, compartilhar apresentações,<span style="">  </span>editar documentos, desenhar diagramas, até mesmo copiar cartões de visitas são possíveis com os aplicativos? Tudo feito apenas por poucos toques no seu smartphone.</font></span></p>
<p style="margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoPlainText><span style="font-family:'Times New Roman','serif'"><font size=3> </font></span></p>
<p style="margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoPlainText><span style="font-family:'Times New Roman','serif'"><font size=3>Os aplicativos estão cada vez mais especializados em otimizar seu trabalho e ajudar a organizá-lo de maneira simples e rápida. São ferramentas que, quando bem utilizadas, melhoram consideravelmente a rotina das suas atividades, e sabemos o quanto isso é importante pela cobrança constante de melhores resultados nas empresas. </font></span></p>
<p style="margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoPlainText><span style="font-family:'Times New Roman','serif'"><font size=3> </font></span></p>
<p style="margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoPlainText><span style="font-family:'Times New Roman','serif'"><font size=3>Lista de tarefas, planejamento, gerenciamento de projetos, acompanhamento de atividades, brainstorming, pesquisas, tabelas, são atividades que saíram da tela do computador para o alcance dos nossos dedos. Essas são algumas das possibilidades, por exemplo, que o <b style="">Mind Node</b> oferece. O aplicativo possui uma interface simples e de fácil acesso que permite a criação de vários mapas mentais armazenados no próprio aparelho e após ter concluído pode-se enviar por email em diversos formatos. </font></span></p>
<p style="margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoPlainText><span style="font-family:'Times New Roman','serif'"><font size=3> </font></span></p>
<p style="margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoPlainText><span style="font-family:'Times New Roman','serif'"><font size=3>Quem nunca perdeu horas tentando fazer um diagrama para alguma apresentação de trabalho? Já imaginou se ao invés do mouse você pudesse voltar aà infância e usar os dedos? O <b style="">Instaviz</b> cria diagramas com essa proposta, e ainda pode exportá-los para imagem. Você desenha uma forma próxima a um quadrado, e ele monta um quadrado pra você, você dá dois toques neste quadrado e pode editar seu texto, muda a cor, etc. Fazendo um circulo com o dedo o programa automaticamente monta um circulo. Tocando no quadrado e arrastando até o circulo, uma seta será criada.</font></span></p>
<p style="margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoPlainText><span style="font-family:'Times New Roman','serif'"><font size=3> </font></span></p>
<p style="margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoPlainText><span style="font-family:'Times New Roman','serif'"><font size=3>Outro aplicativo muito útil no trabalho é o <b style="">WorldCard Mobile</b> que copia seus cartões de visitas. Através dele, o smartphone capta as informações do cartão pela câmera, que funciona como um scanner, os dados são arquivados e integrados à lista de contatos do usuário. Já com o <b style="">MightyMeeting</b><span style="">  </span>podemos arquivar apresentações e com o <b style="">Documents To Go </b>o usuário abre, edita e salva documentos do Pacote Office, como Word e Excel, direto do aparelho.</font></span></p>
<p style="margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoPlainText><span style="font-family:'Times New Roman','serif'"><font size=3> </font></span></p>
<p style="margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoPlainText><span style="font-family:'Times New Roman','serif'"><font size=3>Apesar de todas estas facilidades dificilmente um profissional que não é produtivo normalmente, irá tornar-se mais produtivo apenas por baixar aplicativos no seu smartphone. O famoso tripé da produtividade requer <b style="">processos</b>, <b style="">ferramentas</b> e, principalmente, <b style="">pessoas</b> <b style="">organizadas</b> e se esse último pilar não estiver alinhado com os demais, dificilmente a qualidade do trabalho aumentará.</font></span></p>
<p style="margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoPlainText><span style="font-family:'Times New Roman','serif'"><font size=3> </font></span></p>
<p style="margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoPlainText><span style="font-family:'Times New Roman','serif'"><font size=3>Uma coisa é certa, as empresas já perceberam esse novo caminho da produtividade pelo mobile e estão começando a acompanhar a nova era. Quanto mais a utilização dessas ferramentas de inteligência corporativa se dissemina, mais as empresas procuram novas maneiras de maximizar esses benefícios e incorporar na cultura empresarial.</font></span></p>
<p style="margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoPlainText><span style="font-family:'Times New Roman','serif'"><font size=3> </font></span></p>
<p style="margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoPlainText><span style="font-family:'Times New Roman','serif'"><font size=3>E você sente que está aumentando sua produtividade com o uso de smartphones? Que apps você indicaria para quem quer aumentar a produtividade?</font></span></p>
<p style="margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoPlainText><span style="font-family:'Times New Roman','serif'"><font size=3> </font></span></p>
<p style="margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoPlainText><span style="font-family:'Times New Roman','serif'"><font size=3>Twitter: @claudioterra</font></span></p></div></div></div>
<div><b>Categoria:</b> Mobile;Web 2.0</div>
<div><b>Publicada:</b> 17/9/2011 15:41</div>
<div><b>Meta Description:</b> smartphones, apps, mobile</div>
<div><b># Comentários:</b> 2</div>
]]></description>
      <author>TerraForum</author>
      <category>Mobile;Web 2.0</category>
      <pubDate>Sat, 17 Sep 2011 18:42:49 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="true">http://www.terraforum.com.br/blog/Lists/Postagens/ViewPost.aspx?ID=339</guid>
    </item>
    <item>
      <title>Conexões virtuais ou reais? Ou ambas?</title>
      <link>http://www.terraforum.com.br/blog/Lists/Postagens/ViewPost.aspx?ID=338</link>
      <description><![CDATA[<div><b>Corpo:</b> <div class=ExternalClass380B18CAF48A4D7F86B30C15ECDDD63A><div><span style="font-family:'Times New Roman','serif'"><font size=3>Uma das grandes discussões quando as redes sociais iniciaram era que talvez as pessoas ficassem presas no mundo virtual e as amizades feitas nesse novo círculo não fossem expandidas para o mundo real. </font></span></div>
<div>
<p style="margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoPlainText><span style="font-family:'Times New Roman','serif'"><font size=3> </font></span></p>
<p style="margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoPlainText><span style="font-family:'Times New Roman','serif'"><font size=3>Quando as redes sociais migraram para o mobile um novo tipo de “amizade virtual” surgiu: a dos check-in. Virou febre se &quot;logar&quot; no local onde estamos e compartilhar essa informação nas redes sociais. Quantas vezes no horário de almoço, ou esperando para começar um filme no cinema não observamos diversas pessoas presas nos seus celulares sem pensar em interagir com as outras que estão no mesmo local?</font></span></p>
<p style="margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoPlainText><span style="font-family:'Times New Roman','serif'"><font size=3> </font></span></p>
<p style="margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoPlainText><span style="font-family:'Times New Roman','serif'"><font size=3><strong>O aplicativo Sonar</strong> utiliza-se exatamente desses exemplos de situações. Localiza pessoas que estão no mesmo ambiente que o usuário através do Foursquare<span style="">  </span>e mostra como você está conectado com as pessoas ao seu redor. Ele analisa as suas redes sociais como Foursquare, Twitter, Facebook e LinkedIn e encontra as pessoas em comum que todos possam ter: amigos e amigos dos amigos, contatos de negócios dos seus amigos, etc.</font></span></p>
<p style="margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoPlainText><span style="font-family:'Times New Roman','serif'"><font size=3> </font></span></p>
<p style="margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoPlainText><span style="font-family:'Times New Roman','serif'"><font size=3>Sonar não é apenas um meio de encontrar pessoas para as horas de lazer, mas amplia consideravelmente as possibilidades de facilitar o networking em conferências, eventos, aeroportos.</font></span></p>
<p style="margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoPlainText><span style="font-family:'Times New Roman','serif'"><font size=3> </font></span></p>
<p style="margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoPlainText><span style="font-family:'Times New Roman','serif'"><font size=3>Depois de logado no aplicativo ele mostra todas as pessoas que possuem contatos em comum e é dada a opção de enviar uma mensagem para o perfil em questão para ver se ele gostaria de realizar um encontro.</font></span></p>
<p style="margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoPlainText><span style="font-family:'Times New Roman','serif'"><font size=3> </font></span></p>
<p style="margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoPlainText><span style="font-family:'Times New Roman','serif'"><font size=3>O aplicativo pretende alavancar as conexões que muitas pessoas já fizeram online para o mundo offline e abrir diversas possibilidades nos contatos, não só pessoais mas profissionais também.</font></span></p>
<p style="margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoPlainText><span style="font-family:'Times New Roman','serif'"><font size=3></font></span> </p>
<p style="margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoPlainText><span style="font-family:'Times New Roman','serif'"><font size=3>Mudanças significativas não ocorrem apenas pelo avanço tecnológico, mas principalmente por mudanças nos modelos mentais, hábitos e comportamentos.</font></span></p>
<p style="margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoPlainText><span style="font-family:'Times New Roman','serif'"><font size=3></font></span> </p>
<p style="margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoPlainText><span style="font-family:'Times New Roman','serif'"><font size=3>Quais os novos comportamentos emergentes? O que será o novo normal? Que hábitos de hoje serão considerados caretas no futuro? Que tal o uso da palavra &quot;careta&quot; (rs.rs.)?</font></span></p>
<p style="margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoPlainText><span style="font-family:'Times New Roman','serif'"><font size=3></font></span> </p>
<p style="margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoPlainText><span style="font-family:'Times New Roman','serif'"><font size=3>@claudioterra</font></span></p>
<p style="margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoPlainText><span style="font-family:'Times New Roman','serif'"><font size=3></font></span> </p>
<p style="margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoPlainText><span style="font-family:'Times New Roman','serif'"><font size=3></font></span> </p>
<p style="margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoPlainText><span style="font-family:'Times New Roman','serif'"><font size=3></font></span> </p>
<p style="margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoPlainText><span style="font-family:'Times New Roman','serif'"><font size=3></font></span> </p>
<p style="margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoPlainText><span style="font-family:'Times New Roman','serif'"><font size=3> </font></span></p></div></div></div>
<div><b>Categoria:</b> Web 2.0;Mobile</div>
<div><b>Publicada:</b> 15/9/2011 15:29</div>
<div><b>Meta Description:</b> redes sociais, mobile, colaboração</div>
<div><b># Comentários:</b> 0</div>
]]></description>
      <author>TerraForum</author>
      <category>Web 2.0;Mobile</category>
      <pubDate>Thu, 15 Sep 2011 18:35:31 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="true">http://www.terraforum.com.br/blog/Lists/Postagens/ViewPost.aspx?ID=338</guid>
    </item>
    <item>
      <title>Novas tendências para potencializar o comércio nas redes sociais</title>
      <link>http://www.terraforum.com.br/blog/Lists/Postagens/ViewPost.aspx?ID=337</link>
      <description><![CDATA[<div><b>Corpo:</b> <div class=ExternalClassA80F9ED7DA994A148E10334EEBB5653D><p style="margin:0cm 0cm 10pt" class=MsoNormal><span style="line-height:115%;font-family:'Times New Roman','serif';font-size:12pt">A 8thBridge, empresa norte-americana especializada em <i style="">social commerce</i>, divulgou neste mês o primeiro relatório preparado a partir da análise das 200 maiores marcas varejistas no Facebook e também de entrevistas com 1.202 usuários da rede nos Estados Unidos. Embora reflita o comportamento dos consumidores deste país, o estudo revela, ao mesmo tempo, importantes tendências do Varejo 2.0. (veja também qual é a opinião da TerraForum sobre essas tendências em nosso <a href="http://www.youtube.com/user/CanalTerraForum#p/a/u/4/Oz5G_Tsp1VU">canal YouTube</a> </span><span style=""><font size=3 face=Calibri> </font></span><span style="line-height:115%;font-family:'Times New Roman','serif';font-size:12pt">e em <a href="http://www.hbrbr.com.br/index.php?codid=476">artigo publicado na Harvard Business Review</a>).<u><span style="color:blue"></span></u></span></p>
<p style="margin:0cm 0cm 10pt" class=MsoNormal><span style="line-height:115%;font-family:'Times New Roman','serif';font-size:12pt">A pesquisa identifica as estratégias usadas pelas empresas em suas <i style="">fan pages</i> e a experiência dos usuários com as respectivas marcas, apresentando, ao final, uma classificação de acordo com três índices – alcance, engajamento e compra. As três empresas que obtiveram maior engajamento por apresentarem ofertas relevantes de forma inovadora são GameStop [/GameStop], Victoria's Secret [/victoriassecret] e Walmart [/walmart]. Elas indicam três tendências emergentes – a importância da personalização de experiências, o aumento do boca-a-boca com venda para fãs e a melhoria de conversão com ofertas direcionadas para pequenos grupos. </span></p>
<p style="margin:0cm 0cm 10pt" class=MsoNormal><span style="line-height:115%;font-family:'Times New Roman','serif';font-size:12pt">Integrar o website com funcionalidades do Facebook é uma das estratégias recomendadas, uma vez comprovado que o uso dos botões “<i style="">like</i>” e “<i style="">share</i>” influenciam significativamente o comportamento de compra dos usuários. Dados importantes do estudo a serem registrados: </span></p>
<p style="line-height:normal;text-indent:-17.85pt;margin:0cm 0cm 0pt 35.7pt;tab-stops:list 36.0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:Symbol;font-size:12pt"><span style="">·<span style="font:7pt 'Times New Roman'">         </span></span></span><span style="font-family:'Times New Roman','serif';font-size:12pt">57% dos “<i style="">likes</i>” partem de compradores do produto e 30% de pessoas que ouviram comentários positivos sobre ele</span></p>
<p style="line-height:normal;text-indent:-17.85pt;margin:0cm 0cm 0pt 35.7pt;tab-stops:list 36.0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:Symbol;font-size:12pt"><span style="">·<span style="font:7pt 'Times New Roman'">         </span></span></span><span style="font-family:'Times New Roman','serif';font-size:12pt">35% dos usuários consultados, que correspondem a 22 milhões de usuários do Facebook, são mais propensos a comprar itens que receberam o maior número de “<i style="">likes</i>” </span></p>
<p style="line-height:normal;text-indent:-17.85pt;margin:0cm 0cm 10pt 35.7pt;tab-stops:list 36.0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:Symbol;font-size:12pt"><span style="">·<span style="font:7pt 'Times New Roman'">         </span></span></span><span style="font-family:'Times New Roman','serif';font-size:12pt">35 milhões de usuários do Facebook já compartilharam um produto na rede</span></p>
<p style="margin:0cm 0cm 10pt" class=MsoNormal><span style="line-height:115%;font-family:'Times New Roman','serif';font-size:12pt">O GameStop é um exemplo que integra de forma simples o website e o Facebook – o usuário pode compartilhar itens do site na rede social e, na <i style="">fan page</i>, encontra uma loja que o direciona para compra no site.</span></p>
<p style="margin:0cm 0cm 10pt" class=MsoNormal><span style="line-height:115%;font-family:'Times New Roman','serif';font-size:12pt">No entanto, para obter um bom resultado é preciso somar essa integração a um conteúdo que estimule o engajamento. <i style="">Updates</i> com menção a produtos são os mais eficazes, pois colaboram para aumentar 30% esse índice.</span></p>
<div><span style="line-height:115%;font-family:'Times New Roman','serif';font-size:12pt">O relatório completo pode ser obtido após um rápido cadastro no <a href="http://www.8thbridge.com/socialcommerceiq/">site da 8thBridge</a>.</span></div>
<div><span style="line-height:115%;font-family:'Times New Roman','serif';font-size:12pt"></span> </div></div></div>
<div><b>Categoria:</b> Web 2.0</div>
<div><b>Publicada:</b> 15/9/2011 13:47</div>
<div><b>Meta Description:</b> varejo 2.0, redes sociais, e-commerce, mídias sociais, facebook, pesquisa</div>
<div><b># Comentários:</b> 0</div>
]]></description>
      <author>TerraForum</author>
      <category>Web 2.0</category>
      <pubDate>Thu, 15 Sep 2011 16:51:45 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="true">http://www.terraforum.com.br/blog/Lists/Postagens/ViewPost.aspx?ID=337</guid>
    </item>
    <item>
      <title>Fazendo a transição do desenvolvimento web para o mobile</title>
      <link>http://www.terraforum.com.br/blog/Lists/Postagens/ViewPost.aspx?ID=336</link>
      <description><![CDATA[<div><b>Corpo:</b> <div class=ExternalClass169F106574A04639BA242C1D0C2900C4>
<div>
<p style="margin:0cm 0cm 10pt" class=FormaLivre><span style="color:#262626" lang=PT><font size=2 face="Times New Roman">Começamos a desenvolver aplicativos para mobiles há algum tempo.  Para quem vem depois de muitos anos de projetos web a transição parece fácil, mas não é. O mobile não torna as coisas menores, mas as torna ou deveria torná-las mais simples. É com esse pensamento de simplicidade que as empresas devem procurar formas de entrar no universo mobile.</font></span></p>
<p style="margin:0cm 0cm 10pt" class=FormaLivre><span style="color:#262626" lang=PT></span><span style="color:#262626" lang=PT><br><font size=2 face="Times New Roman">O sucesso de um aplicativo começa, como quase tudo na vida, por um bom planejamento. É preciso entender o público-alvo, suas expectativas e o que de fato ele valoriza no contexto de uso de um aplicativo mobile. Muitas empresas pecam exatamente nesse ponto, acostumadas com a utilização web elas tendem a apenas migrar o conteúdo de uma plataforma para a outra.<br></font></span></p>
<p style="margin:0cm 0cm 10pt" class=FormaLivre><span style="color:#262626" lang=PT><font size=2 face="Times New Roman">Simples, rápido e prático são as regras para mobile:<br></font></span></p>
<p style="margin:0cm 0cm 10pt" class=FormaLivre><span style="color:#262626" lang=PT><font size=2 face="Times New Roman">- O conteúdo de texto deve ser adaptado, não apenas em tamanho, mas na forma. Na internet os textos são mais longos, usamos a forma da redação com uma introdução, pontos a serem abordados, desenvolvimento e conclusão. Já no mobile usamos a forma de resumo. O usuário procura informações rápidas, mostradas de forma simples. A linguagem utilizada para mobile é sempre mais sucinta, ele busca um texto com poucas linhas que mostre a ideia geral. <br></font></span></p>
<p style="margin:0cm 0cm 10pt" class=FormaLivre><span style="color:#262626" lang=PT><font size=2 face="Times New Roman">- Se o conteúdo é o coração do aplicativo, a interface é o corpo. Projetar e modelar a interface de maneira coerente com o dispositivo a ser utilizado é fundamental. iPhone, iPad, Android, Blackberry, cada uma dessas plataformas possuem características próprias e o que funciona em uma não necessariamente funcionará em outra, isso faz muita diferença no momento que o usuário está interagindo com o aparelho. A interface afeta diretamente a quantidade de tempo e esforço que o usuário irá utilizar para encontrar o que procura e a sua satisfação com o aplicativo.<br></font></span></p>
<p style="margin:0cm 0cm 10pt" class=FormaLivre><span style="color:#262626" lang=PT><font size=2 face="Times New Roman">- Há um número crescente de funcionalidades: GPS, acelerômetro, agenda, câmera, realidade aumentada, etc. Cada smartphone e tablet, no entanto, possui distintas funcionalidades, e muitos aplicativos têm funcionalidades demais, raramente utilizadas, que além de aumentar o custo e o tempo de desenvolvimento, deixam o aplicativo muito pesado para o usuário. <br></font></span></p>
<p style="margin:0cm 0cm 10pt" class=FormaLivre><span style="color:#262626" lang=PT><font size=2 face="Times New Roman">- Para que colocar a realidade aumentada no aplicativo se a rede 3G é baixa em muitos locais do Brasil? Não é melhor usar a função GPS para localizar algum ponto próximo? É fundamental construir aplicativos que terão suas funcionalidades efetivamente utilizadas e concentrar esforços nas que são realmente importantes.<br></font></p></span>
<p style="margin:0cm 0cm 10pt" class=FormaLivre><span style="color:#262626" lang=PT><font size=2 face="Times New Roman"></font></span> </p>
<p style="margin:0cm 0cm 10pt" class=FormaLivre><span style="color:#262626" lang=PT><font size=2 face="Times New Roman">Confesso que sei que tenho muito ainda a aprender nesta arena do mobile. Estes foram apenas alguns pontos – talvez óbvios.</font></span></p>
<p style="margin:0cm 0cm 10pt" class=FormaLivre><span style="color:#262626" lang=PT><font size=2 face="Times New Roman">E vocês: o que já aprenderam?<br></font></span></p>
<p style="margin:0cm 0cm 10pt" class=FormaLivre><span style="color:#262626" lang=PT><font size=2 face="Times New Roman">@claudioterra</font></p></span></div></div></div>
<div><b>Categoria:</b> Mobile</div>
<div><b>Publicada:</b> 14/9/2011 21:47</div>
<div><b>Meta Description:</b> mobile, smartphone, usabilidade</div>
<div><b># Comentários:</b> 3</div>
]]></description>
      <author>TerraForum</author>
      <category>Mobile</category>
      <pubDate>Thu, 15 Sep 2011 00:50:35 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="true">http://www.terraforum.com.br/blog/Lists/Postagens/ViewPost.aspx?ID=336</guid>
    </item>
    <item>
      <title>M-commerce: a nova onda de inovação no Brasil?</title>
      <link>http://www.terraforum.com.br/blog/Lists/Postagens/ViewPost.aspx?ID=335</link>
      <description><![CDATA[<div><b>Corpo:</b> <div class=ExternalClassCF47E1A0A8704F6E9A99F221E9BCDCE3><div>
<p style="margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoPlainText><font size=3><font face=Calibri>O Brasil estará entre os países onde o m-commerce estará decolando em grande escala nos próximos anos? Com mais de 200 milhões de celulares, isto pode significar um dos maiores mercados mundiais no qual os telefones celulares passam a ser utilizados corriqueiramente para realizar pagamentos de serviços de toda ordem. </font></font></p>
<p style="margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoPlainText><font size=3 face=Calibri> </font></p>
<p style="margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoPlainText><font size=3><font face=Calibri>Quais são as forças para que isso aconteça? Rápido crescimento da penetração dos celulares com tecnologias compatíveis, nova oferta de serviços e melhoria da estrutura de rede móvel 3G. Além disso, temos um sistema financeiro muito sofisticado e interligado.</font></font></p>
<p style="margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoPlainText><font size=3 face=Calibri> </font></p>
<p style="margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoPlainText><font size=3><font face=Calibri>Barreiras tecnológicas? Algumas, mas nada de outro mundo. </font></font></p>
<p style="margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoPlainText><font size=3 face=Calibri> </font></p>
<p style="margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoPlainText><font size=3><font face=Calibri>Qual o desafio? Inovação no modelo de negócio. Esta é a essência de modelos disruptivos de inovação no qual se mudam rapidamente os players, a forma como a receita da venda é distribuída entre os atores (atuais e novos) da cadeia de valor, a forma como este serviço é integrado a outros (ex: junto com a conta de celular – que ninguém entende! Rs, rs!), desenvolvimento de novas marcas, explicação do conceito para segmentos bem específicos da população, etc.</font></font></p>
<p style="margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoPlainText><font size=3 face=Calibri> </font></p>
<p style="margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoPlainText><font size=3><font face=Calibri>É por estas e algumas outras razões que trazemos Steve Wunker ao Brasil. Ele traz forte conceituação e experiência sobre como grandes empresas podem entrar e vencer em negócios e mercados emergentes ou totalmente novos, combinando novas tecnologias, novos serviços e novas propostas de valor.</font></font></p>
<p style="margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoPlainText><font size=3 face=Calibri> </font></p>
<p style="margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoPlainText><font size=3 face=Calibri>Confira em: </font><a href="/workshop/default.htm"><font size=3 face=Calibri>http://www.terraforum.com.br/workshop/default.htm</font></a></p>
<p style="margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoPlainText><font size=3 face=Calibri> </font></p>
<p style="margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoPlainText><font size=3 face=Calibri>Twitter: @claudioterra</font></p>
<p style="margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoPlainText><font size=3 face=Calibri></font> </p></div></div></div>
<div><b>Categoria:</b> Mobile;TI;Gestão de Inovação</div>
<div><b>Publicada:</b> 14/9/2011 07:17</div>
<div><b>Meta Description:</b> inovação, modelo de negócios, mobile, celulares, pagamentos</div>
<div><b># Comentários:</b> 0</div>
]]></description>
      <author>TerraForum</author>
      <category>Mobile;TI;Gestão de Inovação</category>
      <pubDate>Wed, 14 Sep 2011 10:18:44 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="true">http://www.terraforum.com.br/blog/Lists/Postagens/ViewPost.aspx?ID=335</guid>
    </item>
    <item>
      <title>Como os americanos estão usando as redes sociais</title>
      <link>http://www.terraforum.com.br/blog/Lists/Postagens/ViewPost.aspx?ID=334</link>
      <description><![CDATA[<div><b>Corpo:</b> <div class=ExternalClass0F9C4B3F20B5405087B3F3B7AB9CCC17><div>O Nielsen Group, referência quase que absoluta em pesquisas de tendências, marcas e usos de ambientes digitais, acaba de lançar o seu estudo quadrimestral de uso de mídias sociais. Apesar de restringir a abrangência deste relatório aos consumidores norte-americanos, os resultados com certeza apontam tendências e comportamentos que irão se refletir no resto do mundo (pelo menos no mundo ocidental) em breve.</div>
<div> </div>
<div>Além de constatar que o uso de mídias sociais continua crescendo (algo quase óbvio), o estudo mostra algumas direções e usos que ajudam as empresas (principalmente nas suas ações e planejamentos de marketing) a entender melhor para onde estão indo seus virtuais (e reais) consumidores. </div>
<div> </div>
<div>Abaixo, uma breve relação de alguns pontos que, na minha opinião, merecem destaque:</div>
<div> </div>
<div><u><strong>Mobilidade:</strong></u> hoje, nos EUA, quase 40% dos usuários de redes sociais acessam as mesmas via celular. O acesso a redes sociais é, inclusive, a segunda funcionalidade mais utilizada pelos americanos (47% fazem isso, contra 49% que usam para download de músicas - e acredito que ambos estão atrás de SMS e falar ao celular, mas a pesquisa não deixa isso totalmente claro). Outro dado interessante: o iPad já é a terceira plataforma com maior percentual de acesso a redes sociais (com 3%), empatado com consoles de games (3% também) e perdendo para celulares (37%) e desktops/notebooks (97%). </div>
<div> </div>
<div><strong><u>Tempo online:</u></strong> a liderança no tempo gasto pelos americanos no mundo online está consolidada em redes sociais e blogs, com 22,5% do tempo. Mais que o dobro do tempo gasto em games online (segundo colocado com 9,8%) e bem à frente do uso de e-mails (7,6%) e portais (4,5%).</div>
<div> </div>
<div><strong><u>Aplicativos móveis:</u></strong> os aplicativos móveis para smartphones mais baixados são games (67%), seguidos de perto por aplicativos relacionados a previsão do tempo (65%) e de redes sociais (60%).</div>
<div> </div>
<div><strong><u>Brasil:</u></strong> a referência ao nosso país na pesquisa dá conta da liderança do Orkut como principal rede social, visitado (segundo o Nielsen Group) por cerca de 30 milhões de brasileiros em maio de 2011, o que representa 11% mais visitantes que o Facebook no mesmo período. Provavelmente não representa mais a realidade, visto os últimos números divulgados por aqui e que dão conta de uma inversão neste quadro.</div>
<div> </div>
<div>A pesquisa apresenta ainda alguns resultados interessantes quanto ao sexo dos americanos que usam as redes sociais e as diferenças nos interesses de cada gênero (mulheres assistem mais vídeos, enquanto os homens assistem por mais tempo) e outros temas, como faixa etária, etnia e novas plataformas de redes sociais que estão se destacando.</div>
<div> </div>
<div>Para conhecer mais a fundo a pesquisa, <a href="http://blog.nielsen.com/nielsenwire/social/">clique aqui</a>.</div>
<div> </div>
<div>Twitter: @cesfranco</div>
<div> </div></div></div>
<div><b>Categoria:</b> Comunidades;Mobile;Web 2.0</div>
<div><b>Publicada:</b> 13/9/2011 14:21</div>
<div><b>Meta Description:</b> Redes Sociais, Pesquisa, Nielsen Group, Mobile, Smartphones, Marketing Digital</div>
<div><b># Comentários:</b> 0</div>
]]></description>
      <author>TerraForum</author>
      <category>Comunidades;Mobile;Web 2.0</category>
      <pubDate>Tue, 13 Sep 2011 17:27:16 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="true">http://www.terraforum.com.br/blog/Lists/Postagens/ViewPost.aspx?ID=334</guid>
    </item>
    <item>
      <title>Aprendendo com as redes sociais - E ainda tem gente que questiona..</title>
      <link>http://www.terraforum.com.br/blog/Lists/Postagens/ViewPost.aspx?ID=333</link>
      <description><![CDATA[<div><b>Corpo:</b> <div class=ExternalClass1574BB3B2E9441A5BE1036A5EAFCE4DA><div>Este final de semana tive algumas experiências que me fizeram refletir sobre como esta nova geração vai chegar muito, mas muito mais longe que a minha (para quem quer saber...fiquei feliz quando meu pai comprou nosso primeira TV colorida!).</div>
<div> </div>
<div><strong>Primeiro caso: </strong>fazendo lição de casa com meu filho. Pesquisar do que é feito e origem de coisas tão simples como azeite, chocolate, hot-dog, etc.</div>
<div> </div>
<div>Querem saber? Aprendi e me diverti muito com ele navegando pela wikipedia, yahoo Answers, youtube e outros sites afins.</div>
<div> </div>
<div>
<div><strong>Segundo caso: </strong>amigo em casa vendo que meus filhos gostam de lego falou que o filho dele - mais velho - também adorava lego e mais ainda fazia - filmes &amp; animação com legos - tipo &quot;stop and motion&quot;.</div>
<div> </div>
<div>E daí puxou um iphone para mostrar animações do filho dele. Daí eu perguntei. Aprendeu na escola? Não. Foi no youtube. Assistiu a um filme sobre como fazer animações. Daí pegou uma câmera e fez. </div>
<div> </div>
<div>Eu não sei quanto a vocês, mas quando me lembro da minha infância me lembro que lição de casa era algo muito mais chato. Também me lembro que era muito mais difícil aprender qualquer coisa além do que meus professores, pais ou familiares mais diretos pudessem me ensinar. </div>
<div> </div>
<div>Antes que alguém diga qq coisa: sim, também fomos andar de bicicleta e na piscina, e no parque, etc.</div>
<div> </div>
<div>Esta moçada vem com tudo! Nossa sociedade, nossas empresas, nosso governo está preparado? </div>
<div> </div>
<div>Sds</div>
<div>Terra</div>
<div>P.S. Espero que as manifestações anti-corrupção do 7 de setembro sejam um prenúncio dos novos caras pintadas!</div>
<div> </div></div></div></div>
<div><b>Categoria:</b> Educação;Gestão de Inovação;Web 2.0</div>
<div><b>Publicada:</b> 12/9/2011 05:37</div>
<div><b>Meta Description:</b> aprendizado, redes sociais, inovação, animação</div>
<div><b># Comentários:</b> 2</div>
]]></description>
      <author>TerraForum</author>
      <category>Educação;Gestão de Inovação;Web 2.0</category>
      <pubDate>Mon, 12 Sep 2011 08:52:27 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="true">http://www.terraforum.com.br/blog/Lists/Postagens/ViewPost.aspx?ID=333</guid>
    </item>
    <item>
      <title>Dispositivos Móveis: Que tal uma alternativa para as Application Stores?</title>
      <link>http://www.terraforum.com.br/blog/Lists/Postagens/ViewPost.aspx?ID=332</link>
      <description><![CDATA[<div><b>Corpo:</b> <div class=ExternalClass293E0FF3E18F4457942CD9477DFF226F><div>Com a atual onda de crescimento do uso dos dispositivos móveis, dissemina-se também a popularidade das &quot;App Stores&quot;. Por um lado, as lojas de aplicativos oferecem literalmente milhares de possibilidades para expansão das funcionalidades originais dos aparelhos móveis. Por outro lado, os smartphones se tornam mais atrativos à medida em que são agregadas novas possibilidades de uso, o que realimenta a tendência de crescimento. </div>
<div><br>O modelo de Application Stores acopladas aos dispositivos móveis é bem assimilado pelos consumidores: basta localizar e adquirir o aplicativo desejado (a preços razoáveis ou mesmo gratuitamente) e instalá-lo. Há dezenas de lojas de aplicativos atualmente em operação, que são dedicadas às diversas plataformas disponíveis, como iOS (Apple), Android, Blackberry e Windows Phone 7.</div>
<div><br>Entretanto, mesmo se tratando de um modelo bastante conveniente, considero que as lojas de aplicativos apresentam algumas questões. Primeiramente, os aplicativos desenvolvidos para dispositivos móveis são vinculados a plataformas específicas, o que obriga os criadores dos softwares a manterem equipes dedicadas a cada uma delas, e a conduzirem projetos de forma independente para cada plataforma. Visto pelo lado dos usuários, será que a instalação de um aplicativo completo é realmente necessária, mesmo em casos em que simples acessos e exibições de dados são realizadas, por exemplo?</div>
<div><br>A situação existente hoje, em que se favorece a instalação de aplicativos diretamente nos dispositivos móveis, se assemelha à situação vivida nos anos 90: naquela época, o surgimento da &quot;web&quot; e dos navegadores fez com que a maioria das aplicações fosse transferida dos computadores pessoais para os servidores. Além da eliminação da necessidade de instalação, outras vantagens, como a facilidade da disseminação de versões atualizadas, foram obtidas. Nos tempos atuais, a transferência dos aplicativos instalados diretamente nos dispositivos móveis pelo acesso direto aos servidores também oferece vantagens. Em particular, permite que uma única versão do aplicativo seja executada em plataformas distintas, como o iOS, Android, e outras.</div>
<div><br>O uso do HTML5 permite a substituição de aplicativos específicos, que requerem instalação, por aplicativos &quot;genéricos&quot;, e está presente em todos os dispositivos móveis. De forma nativa, o HTML5 provê recursos de video, trabalho off-line, gráficos, animações e até geolocalização. Por que não adotar uma plataforma que permita a reutilização de esforços de desenvolvimento, e que seja baseada em técnicas bem conhecidas de programação, como é o caso do HTML, CSS ou javascript?</div>
<div><br>Assim, se seu novo aplicativo não possuir requisitos sofisticados, como uso de sensores, multiprocessamento, etc, possívelmente ele será um candidato á implantação via HTML5. E portanto terá menores custos de desenvolvimento (para uso universal) e estará pronto em menos tempo. </div>
<div><br>Faz sentido?</div>
<div><br>Em tempo, temos a notícia de que a próxima versão do Windows, o Windows 8, deverá incorporar o acesso a uma Application Store própria. Seguindo a tendência já adotada pela Mac App Store, que é dedicada ao Mac OS X. Qual a tendência, afinal?<br></div></div></div>
<div><b>Categoria:</b> Mobile;TI</div>
<div><b>Publicada:</b> 7/9/2011 00:33</div>
<div><b>Meta Description:</b> HTML5 Mobile AppStore</div>
<div><b># Comentários:</b> 0</div>
]]></description>
      <author>TerraForum</author>
      <category>Mobile;TI</category>
      <pubDate>Wed, 07 Sep 2011 03:36:16 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="true">http://www.terraforum.com.br/blog/Lists/Postagens/ViewPost.aspx?ID=332</guid>
    </item>
    <item>
      <title>Os tablets estão chegando!</title>
      <link>http://www.terraforum.com.br/blog/Lists/Postagens/ViewPost.aspx?ID=331</link>
      <description><![CDATA[<div><b>Corpo:</b> <div class=ExternalClass1719A237D20B4783873F5FE27FFB55B3><div>Sim. E isso não é novidade alguma. É cada dia mais comum ver pessoas lendo as últimas notícias ou checando os emails em algum tablet (seja o quase onipresente iPad, da Apple, ou algum outro do sistema concorrente do Google - o desafiante </div>
<div>Android).Enfim, a cada vez mais rotineira a interação com sites de notícias ou de mídias sociais por meio deste </div>
<div>dispositivo, menor que um notebook padrão e maior que um smartphone e unindo (e transformando) características de um e outro.<br>Então o que me levou a escrever tal título para este post? O motivo é simples: logo após chegar &quot;às ruas&quot;, tais tecnologias e ferramentas inevitavelmente entram no dia a dia das empresas e organizações.A diferença é que a velocidade com que estas tecnologias estão sendo adotas está cada dia maior. E não adianta se esconder. <br>A questão é: como tirar proveito para facilitar não só a minha vida pessoal, mas também o meu trabalho? É aí que devemos nos concentrar e procurar oportunidades nas tecnologias e aplicativos que surgem quase que diariamente, de preferência antes que estas nos atropelem. Quem já possui um tablet, muito provavelmente já navegou por alguma loja de aplicativos (ou AppStore ou Market, dependendo da plataforma) e baixou alguns programas para sua produtividade pessoal, para se divertir, se informar ou se comunicar. Mas provavelmente não percebeu alguns (ainda poucos) aplicativos que poderiam ser utilizados no contexto do seu trabalho, para melhorar a produtividade da sua equipe, para melhorar a comunicação ou mesmo para </div>
<div>facilitar o acesso a informações do seu trabalho.<br>O interessante é perceber o contraste entre esta tendência cada vez mais forte de migrar ferramentas de trabalho para </div>
<div>aplicativos móveis e a discussão que ainda existe em várias empresas se é bom ou não liberar o uso de redes socias e </div>
<div>afins.Tudo bem que nem toda empresa precisa ser totalmente voltada a plataformas de colaboração e inovações radicais o tempo todo. Mas fechar os olhos e &quot;torcer&quot; para esta discussão não chegar à sua empresa é não enxergar oportunidade de se diferenciar dos concorrentes. Então, que tal buscar entender a fundo estas novas tecnologias e plataformas e utiliza-las como apoio para resolver problemas de negócio de uma forma barata e criativa?</div>
<div> </div>
<div>twitter: @cesfranco</div>
<div> </div></div></div>
<div><b>Categoria:</b> Mobile;Inteligência Competitiva;Web 2.0</div>
<div><b>Publicada:</b> 5/9/2011 18:09</div>
<div><b>Meta Description:</b> mobile, mobilidade, ipad, android, smartphones, redes sociais, web 2.0</div>
<div><b># Comentários:</b> 0</div>
]]></description>
      <author>TerraForum</author>
      <category>Mobile;Inteligência Competitiva;Web 2.0</category>
      <pubDate>Mon, 05 Sep 2011 21:13:08 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="true">http://www.terraforum.com.br/blog/Lists/Postagens/ViewPost.aspx?ID=331</guid>
    </item>
    <item>
      <title>20 Coisas que Aprendemos sobre Gestão do Conhecimento</title>
      <link>http://www.terraforum.com.br/blog/Lists/Postagens/ViewPost.aspx?ID=330</link>
      <description><![CDATA[<div><b>Corpo:</b> <div class=ExternalClass998EE39570C443B9AFEDA7D2E6978C74><div> </div>
<div> </div>
<div>Inspirados pelo vídeo <a href="http://www.youtube.com/canalterraforum#p/u/0/BOqWiMp1DLY">20 Coisas que aprendemos para Inovar</a>, resolvemos compilar e compartilhar aprendizados sobre Gestão do Conhecimento:</div>
<ol>
<li>É impossível fazer a gestão de todos os conhecimentos da organização; É preciso ser seletivo.</li>
<li>Conhecimento é perecível. Ele ganha valor quando compartilhado e aplicado.</li>
<li>Não dá para “arrancar” o conhecimento das pessoas. Elas têm que compartilhar porque querem.</li>
<li>Quem compartilha o conhecimento de valor precisa ser reconhecido por isso.</li>
<li>A maior parte das pessoas resiste a mudar de ferramentas. As novas ferramentas precisam ser fáceis de usar. </li>
<li>O mais importante é conectar as pessoas; não a informação.</li>
<li>Qualidade de conteúdo é mais importante que quantidade de conteúdo.</li>
<li>Tem que saber como valorizar o informal como estratégia de aprendizado.</li>
<li>Compartilhar conhecimento tem que entrar na rotina; no calendário da empresa.</li>
<li>Os silos, hierarquias e símbolos de status são inimigos da gestão do conhecimento.</li>
<li>A liderança deve não apenas apoiar, mas principalmente dar o exemplo.</li>
<li>Quando Gestão do Conhecimento funciona bem: todos saem ganhando – empresa e funcionários!</li>
<li>Governança funciona bem quando o foco é a articulação e o engajamento da empresa. Não confundir governança com órgão regulador.</li>
<li>Taxonomia tem que fazer sentido para os colaboradores; não para o especialista em classificação.</li>
<li>Proteger informação, conhecimento e ativos intangíveis começa pela ética.</li>
<li>Tão importante quanto os que sabem são aqueles que articulam conhecimentos de dentro e de fora da organização.</li>
<li>O futuro se constrói no presente. Compartilhar não é fazer download é abrir oportunidade para cocriação</li>
<li>Quando se compartilha também se aprende.</li>
<li>As pessoas precisam cada vez mais de redes para enfrentar desafios complexos.</li>
<li>Quem pouco compartilha tende a ficar com seu próprio e defasado conhecimento.</li></ol>
<p>Que lições você acrescentaria?</p>
<div>Sds</div>
<div>Terra</div></div></div>
<div><b>Categoria:</b> Gestão do Conhecimento</div>
<div><b>Publicada:</b> 27/8/2011 18:22</div>
<div><b># Comentários:</b> 3</div>
]]></description>
      <author>TerraForum</author>
      <category>Gestão do Conhecimento</category>
      <pubDate>Sat, 27 Aug 2011 21:30:01 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="true">http://www.terraforum.com.br/blog/Lists/Postagens/ViewPost.aspx?ID=330</guid>
    </item>
    <item>
      <title>Quer integração? Atualize as notícias de sua intranet! </title>
      <link>http://www.terraforum.com.br/blog/Lists/Postagens/ViewPost.aspx?ID=329</link>
      <description><![CDATA[<div><b>Corpo:</b> <div class=ExternalClass2940B59F1B2348CE86EBBAE8F948C0DD><div><font size=3 face=Calibri>
<p style="margin:0cm 0cm 10pt" class=MsoNormal><span style="line-height:115%;font-family:'Arial','sans-serif';font-size:10pt">Você já deve ter percebido na intranet de alguma empresa por aí uma área de notícias. Mas você lembra se o texto mostrava informações novas, gerando valor à organização? Ou será que era uma nota da última reunião da diretoria executiva, realizada há semanas?</span></p>
<p style="margin:0cm 0cm 10pt" class=MsoNormal><span style="line-height:115%;font-family:'Arial','sans-serif';font-size:10pt">Pois bem, esse canal pode ser bem mais do que um apinhado de notas. Ao fazer a manutenção diária desta área do Portal Corporativo Interno, com uma equipe especializada, você terá uma ferramenta capaz de promover a gestão de mudanças, disseminar os valores da organização e permitir a participação dos colaboradores. Veja alguns benefícios das notícias em intranets:</span></p>
<p style="text-indent:-18pt;margin:0cm 0cm 0pt 36pt" class=MsoListParagraphCxSpFirst><span style="line-height:115%;font-family:Symbol;font-size:10pt"><span style="">·<span style="font:7pt 'Times New Roman'">         </span></span></span><b style=""><span style="line-height:115%;font-family:'Arial','sans-serif';font-size:10pt">Praticidade e agilidade</span></b><span style="line-height:115%;font-family:'Arial','sans-serif';font-size:10pt"> na comunicação;</span></p>
<p style="text-indent:-18pt;margin:0cm 0cm 0pt 36pt" class=MsoListParagraphCxSpMiddle><span style="line-height:115%;font-family:Symbol;font-size:10pt"><span style="">·<span style="font:7pt 'Times New Roman'">         </span></span></span><b style=""><span style="line-height:115%;font-family:'Arial','sans-serif';font-size:10pt">Democracia</span></b><span style="line-height:115%;font-family:'Arial','sans-serif';font-size:10pt"> ao reduzir a hierarquia vertical da empresa;</span></p>
<p style="text-indent:-18pt;margin:0cm 0cm 0pt 36pt" class=MsoListParagraphCxSpMiddle><span style="line-height:115%;font-family:Symbol;font-size:10pt"><span style="">·<span style="font:7pt 'Times New Roman'">         </span></span></span><b style=""><span style="line-height:115%;font-family:'Arial','sans-serif';font-size:10pt">Eficácia</span></b><span style="line-height:115%;font-family:'Arial','sans-serif';font-size:10pt"> para divulgar boas práticas, a governança da empresa e prevenir a “radio peão”. </span></p>
<p style="text-indent:-18pt;margin:0cm 0cm 10pt 36pt" class=MsoListParagraphCxSpLast><span style="line-height:115%;font-family:Symbol;font-size:10pt"><span style="">·<span style="font:7pt 'Times New Roman'">         </span></span></span><b style=""><span style="line-height:115%;font-family:'Arial','sans-serif';font-size:10pt">Sustentabilidade</span></b><span style="line-height:115%;font-family:'Arial','sans-serif';font-size:10pt"> em custos e produção, pois não exige a impressão física. </span></p>
<p style="margin:0cm 0cm 10pt" class=MsoNormal><span style="line-height:115%;font-family:'Arial','sans-serif';font-size:10pt">Mas antes de botar a mão na massa é preciso planejamento. Você irá precisar: </span></p>
<p style="text-indent:-18pt;margin:0cm 0cm 0pt 36pt" class=MsoListParagraphCxSpFirst><span style="line-height:115%;font-family:'Arial','sans-serif';font-size:10pt"><span style="">1.<span style="font:7pt 'Times New Roman'">     </span></span></span><span style="line-height:115%;font-family:'Arial','sans-serif';font-size:10pt">Saber o que pode comunicar;</span></p>
<p style="text-indent:-18pt;margin:0cm 0cm 0pt 36pt" class=MsoListParagraphCxSpMiddle><span style="line-height:115%;font-family:'Arial','sans-serif';font-size:10pt"><span style="">2.<span style="font:7pt 'Times New Roman'">     </span></span></span><span style="line-height:115%;font-family:'Arial','sans-serif';font-size:10pt">Conhecer seu público;</span></p>
<p style="text-indent:-18pt;margin:0cm 0cm 0pt 36pt" class=MsoListParagraphCxSpMiddle><span style="line-height:115%;font-family:'Arial','sans-serif';font-size:10pt"><span style="">3.<span style="font:7pt 'Times New Roman'">     </span></span></span><span style="line-height:115%;font-family:'Arial','sans-serif';font-size:10pt">Estudar a linguagem;</span></p>
<p style="text-indent:-18pt;margin:0cm 0cm 0pt 36pt" class=MsoListParagraphCxSpMiddle><span style="line-height:115%;font-family:'Arial','sans-serif';font-size:10pt"><span style="">4.<span style="font:7pt 'Times New Roman'">     </span></span></span><span style="line-height:115%;font-family:'Arial','sans-serif';font-size:10pt">Destinar uma equipe capacitada para o trabalho;</span></p>
<p style="text-indent:-18pt;margin:0cm 0cm 0pt 36pt" class=MsoListParagraphCxSpMiddle><span style="line-height:115%;font-family:'Arial','sans-serif';font-size:10pt"><span style="">5.<span style="font:7pt 'Times New Roman'">     </span></span></span><span style="line-height:115%;font-family:'Arial','sans-serif';font-size:10pt">Determinar quem irá auxiliar a equipe com pautas e informações;</span></p>
<p style="text-indent:-18pt;margin:0cm 0cm 0pt 36pt" class=MsoListParagraphCxSpMiddle><span style="line-height:115%;font-family:'Arial','sans-serif';font-size:10pt"><span style="">6.<span style="font:7pt 'Times New Roman'">     </span></span></span><span style="line-height:115%;font-family:'Arial','sans-serif';font-size:10pt">Buscar cooperação com outras áreas da empresa; </span></p>
<p style="text-indent:-18pt;margin:0cm 0cm 10pt 36pt" class=MsoListParagraphCxSpLast><span style="line-height:115%;font-family:'Arial','sans-serif';font-size:10pt"><span style="">7.<span style="font:7pt 'Times New Roman'">     </span></span></span><span style="line-height:115%;font-family:'Arial','sans-serif';font-size:10pt">Mensurar os resultados por análises qualitativas e quantitativas. </span></p>
<p style="margin:0cm 0cm 10pt" class=MsoNormal><span style="line-height:115%;font-family:'Arial','sans-serif';font-size:10pt">Tudo isso faz parte, ainda, de um fluxo de produção mais complexo. Você precisa conhecer a <b style="">estratégia</b> e o <b style="">público</b> da organização para definir uma <b style="">linguagem</b>. A partir daí, em cooperação com outras áreas, é preciso buscar <b style="">pautas</b> e, também em parceria, realizar a <b style="">produção </b>e a<b style=""> aprovação</b> das notícias. A partir disso, será feita a <b style="">publicação</b> e você poderá, então, mensurar o <b style="">retorno</b> sobre o trabalho.</span></p>
<p style="margin:0cm 0cm 10pt" class=MsoNormal><span style="line-height:115%;font-family:'Arial','sans-serif';font-size:10pt">Para saber como colocar isso em prática, a TerraForum publicou um novo material sobre o tema. Confira <a href="http://biblioteca.terraforum.com.br/Paginas/noticias-em-intranets-alinhe-objetivos-e-aumente-a-produtividade.aspx?page=1">neste link</a> o artigo “<span class=titulo><span style="color:black">Notícias em intranets: alinhe objetivos e aumente a produtividade”. </span></span></span></p>
<p style="margin:0cm 0cm 10pt" class=MsoNormal></font></p></div></div></div>
<div><b>Categoria:</b> Comunicação Interna;Portais Corporativos</div>
<div><b>Publicada:</b> 25/8/2011 19:00</div>
<div><b>Meta Description:</b> Ao fazer a manutenção diária das notícias internas do Portal Corporativo Interno, com uma equipe especializada, você será capaz de promover a gestão de mudanças.</div>
<div><b># Comentários:</b> 2</div>
]]></description>
      <author>TerraForum</author>
      <category>Comunicação Interna;Portais Corporativos</category>
      <pubDate>Thu, 25 Aug 2011 22:26:10 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="true">http://www.terraforum.com.br/blog/Lists/Postagens/ViewPost.aspx?ID=329</guid>
    </item>
    <item>
      <title>Co-criação da cidadania: gestão do conhecimento e participação na esfera pública</title>
      <link>http://www.terraforum.com.br/blog/Lists/Postagens/ViewPost.aspx?ID=328</link>
      <description><![CDATA[<div><b>Corpo:</b> <div class=ExternalClassD8F8A33780CD47BF9761CE457C69E559>
<p><span style="font-family:Arial;color:gray;font-size:10pt">Estamos dando os primeiros (e importantes) passos no que pode vir a ser algo parecido com o que chamamos &quot;democracia participativa&quot;. E as práticas de aprendizagem colaborativa e de gestão do conhecimento (GC) desempenham um papel fundamental nesse avanço. </span></p>
<p><span style="font-family:Arial;color:gray;font-size:10pt">As iniciativas e discussões que se desenrolaram no VI Congep – Congresso Nacional de Gestão do Conhecimento na Esfera Pública, do qual participei esta semana, apontam para esse avanço, ainda que as iniciativas sejam tímidas diante de todo o potencial que o tema abre. </span></p>
<p><span style="font-family:Arial;color:gray;font-size:10pt">A começar pela participação significativa no evento: quase 500 participantes se encontraram por dois dias em Brasília para as discussões promovidas pela SBGC em torno do tema &quot;gestão do conhecimento na esfera pública: desafios e práticas&quot; [mais sobre o evento <a href="http://www.congep.org.br/">neste link</a>]. Os casos apresentados, acredito, também estão permitindo a formação de alguma massa crítica para que possamos evoluir mais no tema. Não sou especialista em gestão pública, mas com base em minha experiência em GC em organizações públicas e privadas – e como cidadão – gostaria de apontar algumas primeiras constatações: </span></p>
<ul>
<li><span style="font-family:Arial;color:gray;font-size:10pt">As organizações públicas estão crescentemente investindo em iniciativas orientadas para melhorar os fluxos de conhecimento relevante. </span></li>
<li><span style="font-family:Arial;color:gray;font-size:10pt">Alguns métodos começam a ser adotados como referência. Exemplo: OKA – Organizational Knowledge Assessment, do Banco Mundial [veja <a href="http://www.consad.org.br/sites/1500/1504/00000740.pdf">apresentação</a>], método de diagnóstico apresentado no evento por Paulo Fresneda (Ministério da Agricultura) e Job Lucio (Embrapa). </span></li>
<li><span style="font-family:Arial;color:gray;font-size:10pt">Graças às plataformas colaborativas relacionadas à chamada Web 2.0, e a algumas iniciativas pioneiras (do setor público ou da sociedade), aos poucos o cidadão começa a ter voz ativa em diferentes níveis da gestão pública (vale conhecer, por exemplo, o <a href="http://edemocracia.camara.gov.br/">E-Democracia</a> e o <a href="http://www.gabinetedigital.rs.gov.br/">Gabinete Digital</a>, iniciativas interessantes apresentados no Congep). </span></li>
<li><span style="font-family:Arial;color:gray;font-size:10pt">Com maior participação direta da sociedade nas discussões sobre cidadania e gestão pública, tendem a diminuir as fronteiras entre a organização e a socidade. A emergência de grupos que antes tinham menor voz no debate público (em comparação com os setores mais organizados) e de novos papeis para atores da sociedade (especialistas e moderadores de debates públicos) são algumas das evidências dessas mudanças. </span></li>
<li><span style="font-family:Arial;color:gray;font-size:10pt">As iniciativas de gestão do conhecimento e colaboração na esfera pública ainda são em grande medida fragmentadas, com baixo aproveitamento das experiências e ferramentas entre os órgãos públicos. </span></li>
<li><span style="font-family:Arial;color:gray;font-size:10pt">Existe um viés que contrapõe o conhecimento individual e o conhecimento organizacional, muitas vezes ignorando ou negando este último, o que limita o potencial das iniciativas de GC. </span></li>
<li><span style="font-family:Arial;color:gray;font-size:10pt">Ainda existe certa confusão entre conceitos como gestão da informação, gestão por competências, educação e gestão do conhecimento. Ainda que todos estejam fortemente relacionados, muitas iniciativas dos três primeiros tipos são tomadas isoladamente como ações de GC. </span></li>
<li><span style="font-family:Arial;color:gray;font-size:10pt">Muitas iniciativas de GC ainda são implementadas com pouca ou nenhuma relação com a estratégia da organização, e sem uma mínima sistematização de processos e papeis, o que também limita fortemente o potencial de sucesso dos esforços. </span></li>
<li><span style="font-family:Arial;color:gray;font-size:10pt">A institucionalização das iniciativas de GC, a estruturação de mecanismos de governança e a definição de indicadores para a gestão do conhecimento continuam sendo uma grande dificuldade das organizações públicas. </span></li></ul>
<p><span style="font-family:Arial;color:gray;font-size:10pt">Diante dos casos apresentados – alguns bastante interessantes –, das boas discussões desencadeadas no evento e das constatações acima, coloco algumas proposições norteadoras para a gestão do conhecimento na esfera pública: </span></p>
<ul>
<li><span style="font-family:Arial;color:gray;font-size:10pt"><strong>Contribuição para a cidadania:</strong> O conceito de cidadania é central para a atuação de qualquer organização pública. A forma de contribuição para a cidadania deve nortear toda e qualquer definição de visão, missão, valores e estratégias dessas instituições, e tem implicações decisivas para a gestão do conhecimento e inovação. Tratei disso rapidamente no evento Brasil Gov 2.0 [veja <a href="http://www.slideshare.net/bvalle/brasil-gov20-cidadania-na-sociedade-20-beto-do-valle-terra-forum">apresentação aqui</a>]. </span></li>
<li><span style="font-family:Arial;color:gray;font-size:10pt"><strong>Visão das redes: </strong>A gestão do conhecimento deve partir de uma visão abrangente da geração de valor para o cidadão, e não restrita às fronteiras da organização. O conhecimento não está apenas dentro da organização, e ainda que as ações de GC envolvam apenas públicos internos, é fundamental entender os fluxos de conhecimento externo e interno. É triste ver a quantidade de casos de iniciativas bem intencionadas, porém entrópicas e voltadas apenas para a capacitação individual dos servidores. </span></li>
<li><span style="font-family:Arial;color:gray;font-size:10pt"><strong>Direcionamento estratégico: </strong>Gestão do conhecimento precisa de estratégia. Simples assim. Iniciativas de GC definidas sem uma discussão séria dos propósitos de GC e das contribuições esperadas para a organização e a sociedade acabam invariavelmente em ações de pouca relevância. Os casos de sucesso de GC invariavelmente têm uma definição clara de diretrizes estratégicas. </span></li>
<li><span style="font-family:Arial;color:gray;font-size:10pt"><strong>Foco nos conhecimentos críticos:</strong> não é possível &quot;gerenciar&quot; todos os conhecimentos relevantes, mas é possível direcionar e alavancar os fluxos daqueles conhecimentos com maior impacto na atuação da organização. Se é preciso começar ou enfatizar algo, essa é a forma de dar foco às ações de GC. </span></li>
<li><span style="font-family:Arial;color:gray;font-size:10pt"><strong>Integração de iniciativas:</strong> uma iniciativa isolada não é gestão do conhecimento efetiva. A aprendizagem colaborativa se dá em múltiplos contextos e lida com conhecimentos em diferentes estágios de maturidade, o que exige a combinação de diferentes práticas de construção e compartilhamento de conhecimentos. Mas ações fragmentadas são muito pouco efetivas: é preciso integrá-las para que se realimentem e gerem fluxos de conhecimento efetivos. Muitas experiências mostram: iniciativas modestas e integradas geram melhores resultados e são mais sustentáveis que iniciativas ousadas porém isoladas. </span></li>
<li><span style="font-family:Arial;color:gray;font-size:10pt"><strong>Continuidade:</strong> quaisquer iniciativas, e particularmente as de GC, implicam em uma curva de aprendizagem. Não se consolidam da noite para o dia e muitas vezes exigem a formação de massa crítica até chegar a seu pleno potencial. Isso exige paciência e muita administração de expectativas. A definição de marcos ou metas intermediários (os famosos &quot;milestones&quot;) pode ajudar bastante a manter a energia para a continuidade. </span></li>
<li><span style="font-family:Arial;color:gray;font-size:10pt"><strong>Governança e indicadores:</strong> quem direciona, quem executa, como mediremos os avanços e com que periodicidade rediscutiremos essas definições? São algumas perguntas básicas a serem claramente respondidas quanto a governança de GC. A definição de papeis e responsabilidades (centralizadas ou compartilhadas), o estabelecimento de compromissos e o acompanhamento de resultados para aprimoramento do modelo são essenciais para o sucesso de GC, particularmente no setor público. </span></li>
<li><span style="font-family:Arial;color:gray;font-size:10pt"><strong>Inovação:</strong> a gestão do conhecimento tem um papel fundamental para a inovação, e não deve se furtar a essa responsabilidade. A participação do cidadão na gestão pública, a criação de contextos de aprendizagem colaborativa derrubando as fronteiras entre organizações públicas, a busca de saltos de qualidade e produtividade, a busca por transparência e a criação de novos canais de relacionamento e serviços são apenas algumas das oportunidades que se colocam para a inovação na gestão pública. </span></li></ul>
<p> </p>
<p><span style="font-family:Arial;color:gray;font-size:10pt">A criação de fluxos de conhecimento com redes internas e externas para a construção da cidadania é talvez a principal questão de gestão do conhecimento na esfera pública no momento e nos próximos anos. As iniciativas apresentadas no Congep são uma amostra de que essa questão está sendo aos poucos abraçada pelas organizações públicas, ainda que estejamos apenas começando. O que você pensa a respeito? </span></p>
<p> </p>
<p><span style="color:gray"><strong>Twitter: @BetodovalleTF </strong></span></p></div></div>
<div><b>Categoria:</b> Gestão do Conhecimento;Gestão Pública</div>
<div><b>Publicada:</b> 24/8/2011 10:25</div>
<div><b>Meta Description:</b> Co-criação da cidadania: gestão do conhecimento e participação na esfera pública</div>
<div><b># Comentários:</b> 0</div>
]]></description>
      <author>TerraForum</author>
      <category>Gestão do Conhecimento;Gestão Pública</category>
      <pubDate>Wed, 24 Aug 2011 13:25:18 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="true">http://www.terraforum.com.br/blog/Lists/Postagens/ViewPost.aspx?ID=328</guid>
    </item>
    <item>
      <title>É fácil: basta mudar a cultura!</title>
      <link>http://www.terraforum.com.br/blog/Lists/Postagens/ViewPost.aspx?ID=327</link>
      <description><![CDATA[<div><b>Corpo:</b> <div class=ExternalClass2342891F32FD4BCFB95EF9B940D1A98E>
<div>
<p style="line-height:normal;margin:6pt 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:gray;font-size:10pt">Você também já deve ter ouvido – ou falado! – algumas vezes em discussões sobre a adoção de iniciativas inovadoras em uma organização: “isso exige uma mudança de cultura!”. </span></p>
<p style="line-height:normal;margin:6pt 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:gray;font-size:10pt">Particularmente, a questão da cultura organizacional sempre surge nas conversas sobre a implantação de estratégias e adoção das práticas de gestão do conhecimento e inovação, seja com a alta administração, seja com a média gerência ou profissionais das áreas de negócio. Será que a empresa está pronta para a adoção de novas práticas de aprendizagem, compartilhamento e inovação? Como mobilizar as pessoas para a participação efetiva nas iniciativas de GC? Como conseguir a mudança de cultura necessária para que a gestão do conhecimento realmente funcione?</span></p>
<p style="line-height:normal;margin:6pt 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:gray;font-size:10pt">Não há dúvida de que a cultura é um fator relevante em qualquer iniciativa de alcance organizacional. Além disso, em muitas empresas a cultura é tão evidente que parece que podemos “apanhá-la no ar”, presente em comportamentos, jargões, modelos mentais e jeito de fazer as coisas. Mas, as pessoas em geral não compreendem muito bem como funciona a cultura de uma organização. Daí a pensar que a é cultura algo inatingível e imutável é um passo. “Ah, mas a cultura aqui é assim ou assado, nunca vai mudar, isso não vai funcionar”; essa é a tônica de muitos comentários.</span></p>
<p style="line-height:normal;margin:6pt 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:gray;font-size:10pt">A cultura organizacional, simplificadamente, é formada por valores e crenças, e se reflete em artefatos simbólicos, rituais e práticas. Aquela frase emblemática do fundador, a forma como o espaço físico é organizado, os costumes de relacionamento entre pessoas e departamentos, o que é valorizado e o que é mal visto, tudo isso são artefatos e rituais que refletem e realimentam a cultura, continuadamente. Estudiosos como o americano <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Edgar_Schein"><font color="#0000ff">Edgar Schein</font></a> e o holandês Geert Hofstede (veja na <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Geert_Hofstede"><font color="#0000ff">Wikipedia</font></a> ou no <a href="http://www.geert-hofstede.com/"><font color="#0000ff">site do autor</font></a>) são autores interessantes para quem deseja entender melhor a questão da cultura organizacional. </span></p>
<p style="line-height:normal;margin:6pt 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:gray;font-size:10pt">Quando se trata de gestão do conhecimento e inovação, invariavelmente estamos falando da intenção da organização de mobilizar conhecimentos e criatividade em novas direções, provocando mudanças que desafiam o “status quo”, a forma consagrada de se fazer as coisas – ou seja, podem “bater de frente” com a cultura da organização. Para exemplificar: de maneira geral, as pessoas:</span></p>
<p style="line-height:normal;margin:6pt 0cm 0pt 35.4pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:gray;font-size:10pt">- não consultam os colegas para aproveitar conhecimento preexistente;</span></p>
<p style="line-height:normal;margin:6pt 0cm 0pt 35.4pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:gray;font-size:10pt">- não trabalham colaborativamente;</span></p>
<p style="line-height:normal;margin:6pt 0cm 0pt 35.4pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:gray;font-size:10pt">- não buscam soluções inovadoras;</span></p>
<p style="line-height:normal;margin:6pt 0cm 0pt 35.4pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:gray;font-size:10pt">- não registram ou compartilham o que aprendem.</span></p>
<p style="line-height:normal;margin:6pt 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:gray;font-size:10pt">Salvo raras exceções, essas características fazem parte da “cultura” da maioria das organizações. Se você pensar na empresa ou instituição em que trabalha, certamente vai se lembrar de outras práticas que fazem parte do comportamento geral, e são tão arraigadas que quase não são percebidas, ou são vistas como imutáveis.</span></p>
<p style="line-height:normal;margin:6pt 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:gray;font-size:10pt">É aí que surge o <b>paradoxo da cultura</b>: as pessoas se apegam a certas práticas porque isso faz parte da cultura, ou isso faz parte da cultura porque as pessoas estão acostumadas a certas práticas? </span></p>
<p style="line-height:normal;margin:6pt 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:gray;font-size:10pt">Pode parecer contraintuitivo, mas nossa experiência mostra que é plenamente possível influenciar a cultura organizacional por meio da mudança de algumas práticas de forma consistente e continuada. Até que uma nova prática seja adotada e com o tempo passe a fazer parte da cultura, é preciso combinar alguns elementos, cuja dosagem varia de uma organização para outra:</span></p>
<blockquote style="margin-right:0px" dir=ltr>
<p style="line-height:normal;margin:6pt 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:gray;font-size:10pt">- conseguir a adesão inicial e continuada de profissionais capazes de servir de exemplo, os “heróis” da organização;</span></p>
<p style="line-height:normal;margin:6pt 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:gray;font-size:10pt">- valorizar a adoção das práticas por meio do reconhecimento aberto, inclusive com “artefatos” simbólicos já valorizados pela própria organização;</span></p>
<p style="line-height:normal;margin:6pt 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:gray;font-size:10pt">- promover o “endosso” das novas práticas tanto por líderes e gestores quanto por profissionais da operação;</span></p>
<p style="line-height:normal;margin:6pt 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:gray;font-size:10pt">- romper claramente com as práticas que conflitam com os novos comportamentos desejados;</span></p>
<p style="line-height:normal;margin:6pt 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:gray;font-size:10pt">- evidenciar e comemorar os avanços e resultados associados às novas práticas;</span></p>
<p style="line-height:normal;margin:6pt 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:gray;font-size:10pt">- institucionalizar as novas práticas por meio de políticas, processos, indicadores e metas, que também podem ser vistos como “artefatos” da cultura. </span></p></blockquote>
<p style="line-height:normal;margin:6pt 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:gray;font-size:10pt">Ou seja: ao invés de começar promovendo a mudança cultural de forma abstrata, é preciso começar mudando as práticas. Se as novas formas de atuar forem adotadas de forma consistente, continuada, fazendo uso de rituais já consagrados na própria organização, elas devem ser adotadas gradualmente, até serem incorporadas pela cultura. </span></p>
<p style="line-height:normal;margin:6pt 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:gray;font-size:10pt">Precisa promover uma verdadeira transformação cultural na sua organização para que uma iniciativa gere resultados? Basta mudar as práticas! </span></p>
<p style="line-height:normal;margin:6pt 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:gray;font-size:10pt"></span> </p>
<p style="line-height:normal;margin:6pt 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:gray;font-size:10pt">Twitter: BetodoValleTF</span></p>
<p style="line-height:normal;margin:6pt 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:gray;font-size:10pt"></span> </p></div></div></div>
<div><b>Categoria:</b> Comunicação Interna;Gestão de Inovação;Gestão do Conhecimento</div>
<div><b>Publicada:</b> 14/8/2011 20:39</div>
<div><b>Meta Description:</b> Mudanças e inovação nos negócios sempre exigem transformações culturais para a geração de resultados. Quando se trata de gestão do conhecimento e inovação, deve-se mudar as práticas para mudar a cultura organizacional.</div>
<div><b># Comentários:</b> 4</div>
]]></description>
      <author>TerraForum</author>
      <category>Comunicação Interna;Gestão de Inovação;Gestão do Conhecimento</category>
      <pubDate>Sun, 14 Aug 2011 23:48:39 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="true">http://www.terraforum.com.br/blog/Lists/Postagens/ViewPost.aspx?ID=327</guid>
    </item>
    <item>
      <title>Enterprise 2.0: Direto de Boston Parte 2</title>
      <link>http://www.terraforum.com.br/blog/Lists/Postagens/ViewPost.aspx?ID=326</link>
      <description><![CDATA[<div><b>Corpo:</b> <div class=ExternalClass138C6770D98749BE9FC51C629A528B85><div>O segundo dia do evento sobre redes sociais corporativas continuou a gerar boas discussões sobre os bons e velhos temas de sempre.Destaco abaixo alguns highlights:</div>
<div> </div>
<div>O que pode dar errado na adoção de uma estratégia de colaboração corporativa? Esta foi a pergunta que abriu a palestra de Andrew McAfee. Entre vários pontos ele destacou a liderança de &quot;chefes fora de moda&quot;, em grandes linhas aqueles que ainda só conhecem baias, desktops e organogramas hierárquicos. O risco maior é o fato de tais chefes gostarem de tecnologia e liderarem projetos que construam ambientes digitais (intranets, portais, etc) que emulem esta estrutura de baias, organogramas e desktops. Excelente ponto!</div>
<div> </div>
<div>E finalmente o tema gestão do conhecimento entrou em pauta. A boa sacada foi observar que social media está mais próxima de knowledge sharing (compartilhar conhecimento) do que knowledge management (gerenciar conhecimento). A diferença é sutil, mas é um ótimo início de conversa para arejar teorias e conceitos de GC.</div>
<div> </div>
<div>Mais um ponto interessante, sobre implementação de uma cultura de colaboração e iniciativas de social media dentro de organizações: é fácil fazer a informação descer (dos executivos para o restante da empresa), difícil é fazer o conhecimento subir (e chegar aos líderes).</div>
<div> </div>
<p>Algumas perguntas muito interessantes foram levantadas sobre métricas e social media dentro das organizações para ajudar a entender o que precisa ser feito:<br>1 - Porque medir?<br>2 - Quem irá analisar as métricas?<br>3 - Que tipos de métricas?<br>4 - Como coletar as métricas?<br>5 - Quando você vai precisar?</p>
<p>Twitter: @cesfranco</p>
<p> </p></div></div>
<div><b>Categoria:</b> Comunicação Interna;Comunidades;Gestão de Inovação;Gestão do Conhecimento;Portais Corporativos;Web 2.0</div>
<div><b>Publicada:</b> 23/6/2011 11:31</div>
<div><b>Meta Description:</b> enterprise 2.0, mídias sociais, governança, web 2.0, métricas, cultura organizacional, portais, intranets</div>
<div><b># Comentários:</b> 0</div>
]]></description>
      <author>TerraForum</author>
      <category>Comunicação Interna;Comunidades;Gestão de Inovação;Gestão do Conhecimento;Portais Corporativos;Web 2.0</category>
      <pubDate>Thu, 23 Jun 2011 14:34:05 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="true">http://www.terraforum.com.br/blog/Lists/Postagens/ViewPost.aspx?ID=326</guid>
    </item>
    <item>
      <title>Enterprise 2.0: Direto de Boston Parte 1</title>
      <link>http://www.terraforum.com.br/blog/Lists/Postagens/ViewPost.aspx?ID=325</link>
      <description><![CDATA[<div><b>Corpo:</b> <div class=ExternalClass1FD17BF8789E4A37A0180F4A22B3D7FA><div>Boston em festa desde sábado passado. Não, não é por minha presença aqui. E nem pela Enterprise 2.0, conferência sobre social media no mundo corporativo que me trouxe até aqui. Por mais interessante (e importante) que seja discutir as oportunidades de uso de ferramentas e iniciativas de colaboração e mídias sociais dentro das empresas, os moradores de Boston estão comemorando mesmo o título de campeão de hóquei da NHL do Boston Bruins. Pelo o que entendi, é meio zebra, como se o Juventus de SP tivesse ganho o brasileirão. Ou algo do gênero.</div>
<div> </div>
<div>Comemorações à parte, neste primeiro dia de palestras do evento uma nuvem de tags dos termos mais importantes teria mais ou menos estas palavras: comunicação unificada, métricas, governança, colaboração, mobilidade, compliance, efetividade. Ou seja, tudo aquilo que sempre queremos saber quando preparamos projetos de redes sociais corporativas. E nem sempre temos respostas.<br></div>
<div>Destaco algumas frases e ideias mais ou menos aleatórias pescadas aqui e ali no decorrer do dia:</div>
<div> </div>
<ul>
<li>Muito do que estão chamando de Enterprise 2.0 são, no fundo, ações de gestão do conhecimento com foco na estratégia de negócios e não em conceitos acadêmicos ou ferramentas.</li>
<li>O primeiro vetor que acaba levando uma empresa a tentar algum projeto de colaboração ou social media é apagar algum incêndio em algum processo ou departamento. Isso é uma ótima oportunidade, mas pode ser um grande tiro no pé.</li>
<li>É preciso parar de tentar fazer com o que o SharePoint se pareça com um site na intranet. O Facebook por acaso se parece com um website? E ele não funciona?</li>
<li>&quot;Don't just retweet the revolution!&quot;. Em outras palavras: pare de ficar fazendo o papel de propagandista de aplicações e benchmarks &quot;cool&quot; sobre o tema e comece a fazer projetos simples e efetivos.</li></ul>
<div>Amanhã mais um pouco de ideias e insights diretamente de Boston. E vocês podem seguir mais pílulas via @cesfranco ou seguindo a hashtag oficial do evento #e2conf</div></div></div>
<div><b>Categoria:</b> Comunidades;Gestão de Inovação;Gestão do Conhecimento;Inteligência Competitiva;Portais Corporativos;SharePoint;Web 2.0</div>
<div><b>Publicada:</b> 21/6/2011 18:46</div>
<div><b>Meta Description:</b> enterprise 2.0, social media, mídias sociais, gestão do conhecimento, evento, e2conf, boston</div>
<div><b># Comentários:</b> 2</div>
]]></description>
      <author>TerraForum</author>
      <category>Comunidades;Gestão de Inovação;Gestão do Conhecimento;Inteligência Competitiva;Portais Corporativos;SharePoint;Web 2.0</category>
      <pubDate>Tue, 21 Jun 2011 21:52:02 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="true">http://www.terraforum.com.br/blog/Lists/Postagens/ViewPost.aspx?ID=325</guid>
    </item>
    <item>
      <title>Diretamente de San Diego: Mobilidade é o Negócio</title>
      <link>http://www.terraforum.com.br/blog/Lists/Postagens/ViewPost.aspx?ID=324</link>
      <description><![CDATA[<div><b>Corpo:</b> <div class=ExternalClass334ECC2E853841208A073E7D8EFCAEA0><div>
<p style="margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><font size=3><font face=Calibri>Diretamente de San Diego (a cidade que se orgulha de ter o melhor clima dos EUA – praticamente a Atibaia americana), participo esta semana da Internet Retailer Conference 2011, a maior do mundo em comércio eletrônico. Entre diversas informações interessantes (não somente para o varejo, devo ressaltar), o que mais se falou aqui foi<span style="color:#1f497d">:</span> mobile, mobile, mobile! Desde o porquê, como, qual caminho seguir e qual plataforma adotar. </font></font></p>
<p style="margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><font size=3 face=Calibri> </font></p>
<p style="margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><font size=3><font face=Calibri>Antes de ir para a implementação em si, é visível as pessoas se perguntando se devem entrar nessa onda. Pesquisas apresentadas falam que aqui no EUA a questão mais importante é o que chamam de <b>conveniência na compra</b>. </font></font></p>
<p style="margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><font size=3><font face=Calibri></font></font> </p>
<p style="margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><font size=3><font face=Calibri>Mesmo que os dispositivos não levem os clientes a comprar, mais da metade deles já estão nas lojas (físicas mesmo) acessando críticas dos produtos, comparando preços com outras lojas (reais ou virtuais), entendendo qual o melhor caminho para chegar na concorrência e procurando descontos. Isso quer dizer: ofereça o máximo possível informações para seus smartphones e tablets que o leve a decidir a ficar lá e efetivar a compra no seu estabelecimento. </font></font></p>
<p style="margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><font size=3 face=Calibri> </font></p>
<p style="margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><font size=3><font face=Calibri>Agora, uma recomendação que todos fazem (de uma maneira ou de outra) para qualquer empresa que pensa em entrar nesse área é: primeiro entenda o seu cliente e o relacionamento com a sua oferta e com o seu negócio. Isso vai determinar o que você pretende oferecer nessa nova plataforma e como você vai viabilizar esses desejos.</font></font></p>
<p style="margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><font size=3 face=Calibri> </font></p>
<p style="margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><font size=3><font face=Calibri>Logo eu volto com mais!</font></font></p>
<p style="margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><font size=3><font face=Calibri></font></font> </p>
<p style="margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><font size=3><font face=Calibri>Post de Carolina Almeida, consultora TerraForum, direto de San Diego</font></font></p>
<p style="margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><font size=3 face=Calibri></font> </p></div></div></div>
<div><b>Categoria:</b> Comunidades;Web 2.0</div>
<div><b>Publicada:</b> 16/6/2011 11:01</div>
<div><b>Meta Description:</b> mobilidade, tablets, e-commerce, comércio eletrônico, varejo, consumo, tecnologia</div>
<div><b># Comentários:</b> 0</div>
]]></description>
      <author>TerraForum</author>
      <category>Comunidades;Web 2.0</category>
      <pubDate>Thu, 16 Jun 2011 14:07:59 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="true">http://www.terraforum.com.br/blog/Lists/Postagens/ViewPost.aspx?ID=324</guid>
    </item>
    <item>
      <title>Qual é a régua?</title>
      <link>http://www.terraforum.com.br/blog/Lists/Postagens/ViewPost.aspx?ID=323</link>
      <description><![CDATA[<div><b>Corpo:</b> <div class=ExternalClassD2965D07B0704A20855CD9D642367506>
<div>Na semana passada li uma notícia no site do IDGNow! que me chamou a atenção justamente pelo título ir na contramão do que se diz e se propaga por aí em relação ao uso das redes sociais: &quot;<a href="http://idgnow.uol.com.br/computacao_pessoal/2011/05/23/redes-sociais-geram-prejuizos-de-milhoes-de-dolares-as-empresas/">Redes sociais geram prejuízos de milhões de dólares às empresas</a>&quot;.Tendo em mente a famosa frase de Nelson Rodrigues de que &quot;toda unanimidade é burra&quot;, cliquei para entender melhor o que estava por trás da manchete.</div>
<div> </div>
<div>A notícia faz referência a uma pesquisa realizada nos Estados Unidos que diz &quot;60% das interrupções no trabalho envolvem o uso das chamadas ferramentas sociais (Facebook, Twitter, e-mail, Messenger...). Por conta disso, 45% dos empregados não conseguem trabalhar nem 15 minutos sem serem interrompidos. E 53% perdem pelo menos uma hora por dia com esse tipo de distração.&quot; E aí os americanos (a pesquisa foi realizada nos Estados Unidos) partem para aquelas projeções estatísticas que tanto gostam (vide beisebol, futebol americano e outros esportes americanos cuja abordagem da mídia gira em torno de estatísticas das mais específicas e malucas - para os padrões brasileiros, claro).O número mágico que eles chegam é de U$ 10 milhões de prejuízo por ano nos EUA. </div>
<div> </div>
<div>Não há dúvida quanto ao fato de que as as interrupções no meio das tarefas realmente atrapalham a produtividade do </div>
<div>profissional. Mas simplesmente proibir o acesso ao Twitter, Facebook, Orkut e outras plataformas resolve? Vigiar e punir? Com certeza não. Fechar o acesso a estas redes no computador do trabalho é medida inócua, pois é cada vez maior o número de usuários de smartphones que acessam estes aplicativos, passando ao largo de bloqueios e firewalls e afins. </div>
<div> </div>
<div>Qual a solução? Bem, ainda estamos longe de uma resposta simples e direto. Mas arrisco dizer que uma delas passa pela régua que mede a tal produtividade dos trabalhadores. Sabemos que qualquer empresa tem diferentes níveis de profissionais trabalhando em diferentes tarefas com diferentes graus de criticidade. Se estamos falando de trabalhadores que atuam em grandes linhas de produção, no chamado &quot;chão de fábrica&quot;, estes realmente têm sua produtividade medida na capacidade de executar tarefas repetitivas e gerar &quot;produtos&quot; no menor tempo possível (estou sendo simplista, mas acho que deu para entender o conceito). Este perfil de profissional, na sua rotina de trabalho, na maioria das vezes não tem acesso sequer ao </div>
<div>computador. Com certeza não será &quot;distraído&quot; pelo uso das redes sociais.</div>
<div> </div>
<div>Então estamos falando daquele profissional que tem acesso a um computador e à internet e fica sentado diante dele boa parte do dia, certo? Certo. Mas e se ele estiver usando as redes sociais para buscar informações que, de alguma maneira, possam servir de referência para que ele execute seu trabalho ou tarefa de uma forma mais rápida e eficiente? Consigo imaginar vários casos onde isso é possível, nas mais diferentes funções e atividades que estes &quot;profissionais do conhecimento&quot; executam. E aí vem a minha pergunta-título deste post: qual a régua? Como medir a produtividade deste novo profissional? Quais parâmetros definem o que é distração e o que é pesquisa e busca de informações relevantes, seja na internet ou por meio de pares ou especialistas? Será que dá para continuar medindo todo mundo por estatísticas da época da revolução </div>
<div>industrial?</div>
<div> </div>
<div>PS: é claro que muitos usam as redes sociais fora do contexto do trabalho, mas para os gestores responsáveis por estes profissionais tenho duas perguntas: o tempo que ele gasta realizando trabalhos fora do horário de expediente é levado em conta também? e não dá para medir a performance do profissional &quot;enrolador&quot; x o &quot;entregador de resultados&quot;?</div>
<div> </div>
<div>twitter: @cesfranco</div>
<div> </div></div></div>
<div><b>Categoria:</b> Comunicação Interna;Comunidades;Segurança da Informação;Inteligência Competitiva;Web 2.0</div>
<div><b>Publicada:</b> 30/5/2011 17:57</div>
<div><b>Meta Description:</b> redes sociais, produtividade, gestão do conhecimento, ROI, web 2.0, mídias sociais</div>
<div><b># Comentários:</b> 0</div>
]]></description>
      <author>TerraForum</author>
      <category>Comunicação Interna;Comunidades;Segurança da Informação;Inteligência Competitiva;Web 2.0</category>
      <pubDate>Mon, 30 May 2011 21:05:55 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="true">http://www.terraforum.com.br/blog/Lists/Postagens/ViewPost.aspx?ID=323</guid>
    </item>
    <item>
      <title>Sustentabilidade: estereótipos empresariais</title>
      <link>http://www.terraforum.com.br/blog/Lists/Postagens/ViewPost.aspx?ID=322</link>
      <description><![CDATA[<div><b>Corpo:</b> <div class=ExternalClass5E1FC72BA2664878B32E6F262CEC8FEE>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';font-size:10pt">Tem sido muito interessante observar na última década a evolução do tema Sustentabilidade na mídia, na academia e nas organizações brasileiras. É um tema de gestão incrivelmente complexo para o qual as ferramentas mais tradicionais de liderança e gestão ainda estão se adaptando. E mais importante ainda: para o qual as lideranças políticas, comunitárias e empresariais têm sérias dificuldades de alinhamento. Nada nesta área é simples, exato ou de resultados imediatos. </span></p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';font-size:10pt"></span> </p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';font-size:10pt">Neste contexto de transformação rápida, tenho observado múltiplos comportamentos empresariais:</span></p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';font-size:10pt"></span></p>
<ul>
<li>
<div style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';font-size:10pt"><strong>“Cabeça de vento”:</strong> Sustentabilidade? Que é isso? Cada vez mais raro em grandes empresas ainda é bastante comum entre médias e pequenas empresas.</span></div></li>
<li>
<div style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';font-size:10pt"><strong>&quot;Bulldog”:</strong> Chamem os advogados e vejam o que esse povo quer. </span></div></li>
<li>
<div style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';font-size:10pt"> </span><span style="font-family:'Arial','sans-serif';font-size:10pt"><strong>“Filantropo”</strong>: Mas já não temos nosso instituto? Não apoiamos as ações da igreja? E a campanha que fizemos o ano passado pelas crianças?</span></div></li>
<li>
<div style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';font-size:10pt"><strong>“Narcisista”</strong>: O que pensam de nós? Precisamos melhorar nossa imagem. Não podemos ficar de fora desse prêmio. Reservem uma boa parte da nossa verba publicitária para divulgar nossas ações. </span></div></li>
<li>
<div style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';font-size:10pt"></span><span style="font-family:'Arial','sans-serif';font-size:10pt"><strong>“Calculista”</strong>: As operações não podem parar. Quais os riscos? Como mitigá-los?</span></div></li>
<li>
<div style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';font-size:10pt"></span><span style="font-family:'Arial','sans-serif';font-size:10pt"><strong>“Profissional”</strong>: Precisamos de indicadores, precisamos das certificações, precisamos de processos.</span></div></li>
<li>
<div style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';font-size:10pt"></span><span style="font-family:'Arial','sans-serif';font-size:10pt"><strong>“Engajado”</strong>: Temos que dialogar, temos que envolver nossos stakeholders, temos que mobilizar nossos funcionários. Temos que mudar nossos comportamentos.</span></div></li>
<li>
<div style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';font-size:10pt"></span><span style="font-family:'Arial','sans-serif';font-size:10pt"><strong>“Metódico”</strong>: Vamos analisar cada detalhe do nosso negócio. Como estamos? Como podemos ser mais eficientes e eficazes do ponto de vista da sustentabilidade?</span></div></li>
<li>
<div style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';font-size:10pt"></span><span style="font-family:'Arial','sans-serif';font-size:10pt"><strong>“Líder”</strong>: Somos todos interdependentes. Nosso futuro é compartilhado. Precisamos mobilizar nossa cadeia de valor, nosso entorno e a sociedade onde estamos inseridos.</span></div></li>
<li>
<div style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';font-size:10pt"></span><span style="font-family:'Arial','sans-serif';font-size:10pt"><strong>“Transcendental”</strong>: Qual nosso propósito como seres deste planeta? Como sociedade?</span></div></li></ul>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';font-size:10pt">Estes comportamentos não são evidentemente puros ou estanques. Na incrível complexidade das organizações o que menos temos são comportamentos uniformes. Mais ainda, dentro de uma única organização presenciamos talvez todos os comportamentos acima misturados em todos os níveis hierárquicos.  </span></p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';font-size:10pt"></span><span style="font-family:'Arial','sans-serif';font-size:10pt"></span> </p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';font-size:10pt">Alguns poderiam ver a lista acima como uma crítica velada e satírica a posturas empresariais. Em parte isto é verdade, mas o que realmente quero chamar atenção é que na prática Sustentabilidade é um dos temas mais complexos no mundo empresarial.</span></p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';font-size:10pt"></span> </p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';font-size:10pt">Indivíduos envolvidos com o tema no dia a dia sabem que as pressões são gigantescas, as consequências potencialmente graves, as cobranças ruidosas e as soluções não triviais. Sustentabilidade seria relativamente mais fácil se não tivesse que ser liderada no contexto de metas de negócio difíceis, concorrência nem sempre leal e interlocutores não habilitados para dialogar verdadeiramente, empaticamente. </span></p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';font-size:10pt"></span> </p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';font-size:10pt">Falar de fora, jogar pedra e criar estereótipos como os deste post são muito mais fáceis: “meus cumprimentos para indivíduos que lideram este tema nas organizações e na sociedade”.</span></p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';font-size:10pt"></span> </p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';font-size:10pt">Twitter:@claudioterra</span></p></div></div>
<div><b>Categoria:</b> Gestão de Stakeholders;Sustentabilidade</div>
<div><b>Publicada:</b> 22/5/2011 08:35</div>
<div><b>Meta Description:</b> sustentabilidade, inovação, liderança</div>
<div><b># Comentários:</b> 4</div>
]]></description>
      <author>TerraForum</author>
      <category>Gestão de Stakeholders;Sustentabilidade</category>
      <pubDate>Sun, 22 May 2011 11:46:01 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="true">http://www.terraforum.com.br/blog/Lists/Postagens/ViewPost.aspx?ID=322</guid>
    </item>
    <item>
      <title>ROI para inglês ver</title>
      <link>http://www.terraforum.com.br/blog/Lists/Postagens/ViewPost.aspx?ID=321</link>
      <description><![CDATA[<div><b>Corpo:</b> <div class=ExternalClassE159870B4BED4D0181B3FF91F8ED568F>
<div>A discussão sobre como calcular o retorno dos investimentos realizados para a implementação ou revisão de um portal corporativo é quase onipresente neste mundo de projetos de portais e afins. Algumas pessoas defendem cálculos complexos e &quot;matemáticos&quot; baseados em tempos de execução de tarefas antes e depois do novo portal (por exemplo); outros defendem a otimização da infraestrutura de TI em uma única plataforma para reduzir gastos de gestão de TI; e existem ainda aqueles que buscam pesquisas qualitativas de percepção de melhoria do clima organizacional e da marca da empresa para justificar estes </div>
<div>investimentos.</div>
<div> </div>
<div>Todas estas alternativas são válidas e bem fundamentadas, mas não é este o ponto que quero discutir neste post. Meu ponto hoje diz respeito aos motivos de se buscar este cálculo do retorno do investimento (ROI, da sigla Return On Investment, em inglês). A pergunta sobre quanto, quando e qual será o retorno do meu investimento na criação e/ou reformulação surge, na grande maioria das vezes, antes mesmo de se iniciar o tal projeto. Acaba virando condição básica para o início do próprio projeto. Ok, isso é realmente importante. Então os responsáveis da empresa pela elaboração do projeto saem correndo atrás de cálculos, metodologias, argumentos e, principalmente, números. </div>
<div> </div>
<div>O problema que tenho percebido ao longo de anos e anos de experiência em projetos de implementação de portais corporativos em grandes organizações é justamente o fato desta preocupação com o ROI existir apenas e tão somente no momento da justificativa para a venda interna do projeto. Em boa parte dos contratos que assinamos somos cobrados em definir parâmetros, indicadores e processos de monitoramento que mostrem se os resultados buscados pelo investimento estão sendo atingidos ou não. E, em caso negativo, quais ações precisam ser desencadeadas para &quot;corrigir a rota&quot; naquilo que não saiu conforme o previsto.</div>
<div> </div>
<div>Tudo muito bom, tudo muito bem. Mas a realidade acaba sendo outra na grande maioria dos casos. Ao finalizarmos estes tipos de projeto, percebemos que o tal monitoramento raramento é feito. Ou, quando acontece, parece ser algo absolutamente pro-forma, para &quot;cumprir tabela&quot;, como se diz no futebol. Acabam virando números e apresentações de resultados que são engavetados e não disparam ações de correção de pontos na gestão do portal corporativo que visem justamente atingir os resultados buscados. ROi para inglês ver, basicamente.</div>
<div> </div>
<div>twitter: @cesfranco</div>
<div> </div></div></div>
<div><b>Categoria:</b> Gestão de Projetos;Portais Corporativos;Planejamento Estratégico</div>
<div><b>Publicada:</b> 19/5/2011 11:57</div>
<div><b>Meta Description:</b> ROI, portais corporativos, intranet, investimento, governança, retorno sobre investimento</div>
<div><b># Comentários:</b> 0</div>
]]></description>
      <author>TerraForum</author>
      <category>Gestão de Projetos;Portais Corporativos;Planejamento Estratégico</category>
      <pubDate>Thu, 19 May 2011 15:04:22 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="true">http://www.terraforum.com.br/blog/Lists/Postagens/ViewPost.aspx?ID=321</guid>
    </item>
    <item>
      <title>A variável TEMPO na gestão empresarial</title>
      <link>http://www.terraforum.com.br/blog/Lists/Postagens/ViewPost.aspx?ID=320</link>
      <description><![CDATA[<div><b>Corpo:</b> <div class=ExternalClassF5F2E03C72264A0C87F72CC7F59D189F><div>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';font-size:10pt">Qualquer um que tem filhos sabe do que estou falando: não é fácil explicar porque é melhor fazer lição de casa do que ir brincar, jogar bola ou algum jogo eletrônico. A recompensa pela lição de casa parece algo muito distante enquanto os prazeres e as recompensas das alternativas são muito imediatos. Tornar a própria lição de casa algo que seja gostoso, que mexa com o orgulho e a vontade de fazer algo bem feito são caminhos a serem seguidos. Nem sempre, é verdade, com sucesso absoluto.</span></p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';font-size:10pt"> </span></p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';font-size:10pt">Esta pequena história e desafio do dia a dia de qualquer família que preza pelo futuro dos filhos também se aplicam rotineiramente no contexto das empresas. A variável “tempo” e a relação das pessoas com a mesma estão no ceio de muito importantes desafios do processo de gestão. Vejamos:</span></p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';font-size:10pt"> </span></p>
<ul style="margin-top:0cm" type=disc>
<li style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';font-size:10pt">Por que investir no aprendizado e capacitação dos funcionários?</span></li>
<li style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';font-size:10pt">Por que investir em atividades de pesquisa e desenvolvimento?</span></li>
<li style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';font-size:10pt">Por que investir tempo com temas e oportunidades emergentes?</span></li>
<li style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';font-size:10pt">Por que investir na marca, na imagem e reputação da empresa?</span></li>
<li style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';font-size:10pt">Por que investir no relacionamento junto às comunidades do entorno?</span></li>
<li style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';font-size:10pt">Por que investir em um processo de gestão de stakeholders?</span></li>
<li style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';font-size:10pt">Por que investir na infraestrutura física e digital da organização?</span></li>
<li style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';font-size:10pt">Por que investir em um processo estruturado de inteligência competitiva?</span></li>
<li style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';font-size:10pt">Por que se envolver em coisas como redes sociais?</span></li>
<li style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';font-size:10pt">Por que evitar entrar em guerra de descontos?</span></li>
<li style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';font-size:10pt">Por que investir no processo de comunicação da organização?</span></li>
<li style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';font-size:10pt">Por que investir em ações que reforçam a cultura e valores da organização?</span></li>
<li style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';font-size:10pt">Por que fazer esforços tão grandes para documentar processos e boas práticas?</span></li>
<li style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';font-size:10pt">Por que se preocupar tanto com o meio-ambiente?</span></li>
<li style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';font-size:10pt">Por que evitar riscos financeiros se o ganho imediato parece tão atraente?</span></li>
<li style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';font-size:10pt">Por que investir tempo na carreira na empresa atual quando ofertas pipocam a todo instante?</span></li>
<li style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';font-size:10pt">Por que desenvolver competência profunda quando podemos aprender um pouco de cada coisa?</span></li>
<li style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';font-size:10pt">Por que investir tempo em entender relações sistêmicas quando posso simplesmente otimizar minha área?</span></li>
<li style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';font-size:10pt">Por que se preocupar com minha cadeia produtiva quando minha empresa está tão bem?</span></li>
<li style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';font-size:10pt">Por que investir em relacionamentos profundos quando posso ter centenas de “amigos” nas redes sociais?</span></li></ul>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';font-size:10pt"><span style=""> </span></span></p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';font-size:10pt">A resposta a quase todas as perguntas acima envolve, em boa medida, expectativas ou apostas sobre retornos futuros incertos. </span></p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';font-size:10pt"> </span></p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';font-size:10pt">Há alguns anos li alguns textos sobre a relação de diversas culturas mundiais com a variável tempo e, em quase todos, o brasileiro aparecia entre aqueles mais imediatistas. A meu ver, as consequências desta nossa característica cultural podem ser nefastas para a criação de valor. Somem-se a isto taxas de juros elevadas e modelos de gestão, recompensa e gratificação ditados por ritmos cada vez mais intensos e períodos muito curtos e temos uma situação bem estabelecida.</span></p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';font-size:10pt"> </span></p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';font-size:10pt">Podemos dizer que as pessoas estão mais aceleradas, que tudo é muito mais rápido e acessível, que as oportunidades são maiores e com muito menos restrições geográficas do que em passado recente. Sem dúvida, novos comportamentos e usos da tecnologia de informação que oferecem um dinamismo muitíssimo interessante. Os efeitos “borboleta” das Teorias do Caos são muito mais evidentes também. Está tudo hyperconectado. Estamos hyperconectados. As decisões e os resultados precisam ser rápidos, etc. Ufa! Será?</span></p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';font-size:10pt"> </span></p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';font-size:10pt">Parece-me um novo mal do século: no afã de não ficar para trás no presente esquecem-se do futuro. Indivíduos, gestores e organizações se influenciam de forma sistêmica, em um círculo vicioso, como crianças que preferem a recompensa imediata versus as recompensas incertas do futuro.</span></p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';font-size:10pt"> </span></p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';font-size:10pt">E você que apostas está fazendo para o seu futuro? Qual seu horizonte de planejamento e investimento pessoal? Quais os trade-offs conscientes entre presente e futuro que está realizando neste momento? E as organizações que você conhece ou trabalha?</span></p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';font-size:10pt"> </span></p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';font-size:10pt">Twitter: @claudioterra</span></p></div></div></div>
<div><b>Categoria:</b> Educação;Gestão de Competências;Gestão de Inovação;Gestão de Stakeholders;Gestão do Conhecimento;Inteligência Competitiva;Sustentabilidade;Web 2.0</div>
<div><b>Publicada:</b> 17/5/2011 07:07</div>
<div><b>Meta Description:</b> presente, futuro, tempo, investimento, inovação, sustentabilidade, capacitação, educação</div>
<div><b># Comentários:</b> 0</div>
]]></description>
      <author>TerraForum</author>
      <category>Educação;Gestão de Competências;Gestão de Inovação;Gestão de Stakeholders;Gestão do Conhecimento;Inteligência Competitiva;Sustentabilidade;Web 2.0</category>
      <pubDate>Tue, 17 May 2011 10:09:45 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="true">http://www.terraforum.com.br/blog/Lists/Postagens/ViewPost.aspx?ID=320</guid>
    </item>
    <item>
      <title>Gestão do Conhecimento: um assunto 'estratégico'</title>
      <link>http://www.terraforum.com.br/blog/Lists/Postagens/ViewPost.aspx?ID=319</link>
      <description><![CDATA[<div><b>Corpo:</b> <div class=ExternalClassEBC57DDF0ADA4657808DEB29AB7D643F><div>
<p style="line-height:normal;margin:6pt 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#5f5f5f;font-size:10pt">O título acima tem um lado sarcástico. ‘Estratégia’ é um dos conceitos mais falados e menos aplicados no mundo dos negócios. E nisso a expressão ‘gestão do conhecimento’ não fica muito atrás. Acontece que são dois elementos importantes demais para serem tratados apenas na base das frases de efeito, e iniciativas nessas áreas exigem uma série de esforços para realmente serem dignas do nome.</span></p>
<p style="line-height:normal;margin:6pt 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#5f5f5f;font-size:10pt">A começar pela estratégia: todos reconhecem a importância de um direcionamento estratégico claro para o negócio e do “alinhamento estratégico” de toda a organização. Expressões como “este projeto é estratégico” ou “este cliente é estratégico”, muito ouvidas nos almoços e nas reuniões, refletem um uso por vezes superficial, por outras totalmente eequivocado do termo. </span></p>
<p style="line-height:normal;margin:6pt 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#5f5f5f;font-size:10pt">Em menor proporção, porém crescentemente, o mesmo acontece com a gestão do conhecimento. Diversas organizações enxergam não só que práticas efetivas de gestão do conhecimento são essenciais para seu desempenho presente e futuro, mas também que isso exige uma estratégia específica. </span></p>
<p style="line-height:normal;margin:6pt 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#5f5f5f;font-size:10pt">Porém, apesar dessa percepção, o que se encontra na prática dessas organizações são:</span></p>
<p style="line-height:normal;text-indent:-18pt;margin:6pt 0cm 0pt 36pt" class=MsoListParagraphCxSpFirst><span style="font-family:Symbol;color:#5f5f5f;font-size:10pt"><span style="">·<span style="font:7pt 'Times New Roman'">         </span></span></span><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#5f5f5f;font-size:10pt">Enunciados estratégicos vagos e pouco mobilizadores na forma de “visão” e “missão”;</span></p>
<p style="line-height:normal;text-indent:-18pt;margin:6pt 0cm 0pt 36pt" class=MsoListParagraphCxSpMiddle><span style="font-family:Symbol;color:#5f5f5f;font-size:10pt"><span style="">·<span style="font:7pt 'Times New Roman'">         </span></span></span><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#5f5f5f;font-size:10pt">Definições de rumos e escolhas estratégicas mal comunicadas e vagamente compreendidas e adotadas pelas equipes;</span></p>
<p style="line-height:normal;text-indent:-18pt;margin:6pt 0cm 0pt 36pt" class=MsoListParagraphCxSpMiddle><span style="font-family:Symbol;color:#5f5f5f;font-size:10pt"><span style="">·<span style="font:7pt 'Times New Roman'">         </span></span></span><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#5f5f5f;font-size:10pt">Atuação das diversas áreas pautadas por agendas pouco ou nada conectadas à estratégia;</span></p>
<p style="line-height:normal;text-indent:-18pt;margin:6pt 0cm 0pt 36pt" class=MsoListParagraphCxSpLast><span style="font-family:Symbol;color:#5f5f5f;font-size:10pt"><span style="">·<span style="font:7pt 'Times New Roman'">         </span></span></span><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#5f5f5f;font-size:10pt">[Deseja complementar esta lista? Contribua no campo “Comentários”, abaixo.]</span></p>
<p style="line-height:normal;margin:6pt 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#5f5f5f;font-size:10pt">Essa distância entre a percepção de importância da estratégia e sua utilização efetiva como método de gestão gera implicações para a gestão do conhecimento:</span></p>
<p style="line-height:normal;text-indent:-18pt;margin:6pt 0cm 0pt 36pt" class=MsoListParagraphCxSpFirst><span style="font-family:Symbol;color:#5f5f5f;font-size:10pt"><span style="">·<span style="font:7pt 'Times New Roman'">         </span></span></span><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#5f5f5f;font-size:10pt">Dificuldade de entendimento sobre <strong>como o conhecimento contribui para o negócio </strong>e para a execução da estratégia organizacional;</span></p>
<p style="line-height:normal;text-indent:-18pt;margin:6pt 0cm 0pt 36pt" class=MsoListParagraphCxSpLast><span style="font-family:Symbol;color:#5f5f5f;font-size:10pt"><span style="">·<span style="font:7pt 'Times New Roman'">         </span></span></span><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#5f5f5f;font-size:10pt">Falta de clareza sobre <strong>como definir uma estratégia específica para a gestão do conhecimento </strong>e definir responsabilidades pela implementação dessa estratégia.</span></p>
<p style="line-height:normal;margin:6pt 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#5f5f5f;font-size:10pt">São dificuldades comuns e sua superação não chega a ser complexa, porém é de execução trabalhosa. </span></p>
<p style="line-height:normal;margin:6pt 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#5f5f5f;font-size:10pt">Como todo trabalho de definição estatégica, a elaboração de uma estratégia de gestão do conhecimento é um processo de <strong>construção</strong>. A estratégia pode ser elaborada de forma linear, montanto blocos até formar um todo; ou ser formada como resultado de um processo emergente (há farta literatura sobre esses métodos). E sempre deve ser considerada uma referência – não uma estrutura rígida, mas sim um <strong>norteador dinâmico e flexível</strong>, que deve deixar espaço para a flexibilidade, para ajustes táticos e para a criatividade.</span></p>
<p style="line-height:normal;margin:6pt 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#5f5f5f;font-size:10pt">Isso vale tanto para o negócio como um todo quanto para a gestão do conhecimento, que para ser efetiva deve contar com direcionadores estratégicos específicos. Isso vai exigir:</span></p>
<p style="line-height:normal;text-indent:-18pt;margin:6pt 0cm 0pt 36pt" class=MsoListParagraphCxSpFirst><span style="font-family:Symbol;color:#5f5f5f;font-size:10pt"><span style="">·<span style="font:7pt 'Times New Roman'">         </span></span></span><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#5f5f5f;font-size:10pt">Estabelecer diálogos estratégicos com lideranças de várias áreas da organização, visando aprofundar a compreensão da <b style="">estratégia organizacional</b> e suas implicações; e a partir daí traduzi-la em <b style="">desafios de conhecimento</b>;</span></p>
<p style="line-height:normal;text-indent:-18pt;margin:6pt 0cm 0pt 36pt" class=MsoListParagraphCxSpMiddle><span style="font-family:Symbol;color:#5f5f5f;font-size:10pt"><span style="">·<span style="font:7pt 'Times New Roman'">         </span></span></span><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#5f5f5f;font-size:10pt">Conduzir novos diálogos estratégicos, a partir dos desafios de conhecimento identificados, visando elaborar <b style="">diretrizes específicas</b> para a estratégia de GC;</span></p>
<p style="line-height:normal;text-indent:-18pt;margin:6pt 0cm 0pt 36pt" class=MsoListParagraphCxSpLast><span style="font-family:Symbol;color:#5f5f5f;font-size:10pt"><span style="">·<span style="font:7pt 'Times New Roman'">         </span></span></span><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#5f5f5f;font-size:10pt">Promover novas rodadas de diálogo para desenhar os desdobramentos dessas diretrizes em <b style="">iniciativas e processos específicos de GC</b>.</span></p>
<p style="line-height:normal;margin:6pt 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#5f5f5f;font-size:10pt">Como todo trabalho verdadeiramente estratégico, não tem atalho. O desenvolvimento de uma estratégia de gestão do conhecimento exige uma <b style="">abordagem sistêmica, visão de longo prazo</b> e participação de pessoas com <b style="">diversidade</b> de pontos de vista, além de poder ou <b style="">influência nas decisões</b> da organização. Simples? Não. Necessário? Sim. Vale o esforço? Não tenha a menor dúvida! Sem sarcasmo.</span></p>
<p style="line-height:normal;margin:6pt 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#5f5f5f;font-size:10pt"> </span></p>
<p style="line-height:normal;margin:6pt 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#5f5f5f;font-size:10pt">Twitter: @BetoDoValleTF</span></p>
<p style="line-height:normal;margin:6pt 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:#5f5f5f;font-size:10pt"></span> </p></div></div></div>
<div><b>Categoria:</b> Gestão do Conhecimento;Planejamento Estratégico</div>
<div><b>Publicada:</b> 13/5/2011 15:39</div>
<div><b>Meta Description:</b> O desenvolvimento de uma estratégia de gestão do conhecimento exige uma abordagem sistêmica, visão de longo prazo e participação de pessoas com diversidade de pontos de vista. É um processo de construção alinhado à estratégia do negócio.</div>
<div><b># Comentários:</b> 2</div>
]]></description>
      <author>TerraForum</author>
      <category>Gestão do Conhecimento;Planejamento Estratégico</category>
      <pubDate>Fri, 13 May 2011 18:44:02 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="true">http://www.terraforum.com.br/blog/Lists/Postagens/ViewPost.aspx?ID=319</guid>
    </item>
    <item>
      <title>Zuckerberg, quem diria, foi parar em Higienópolis</title>
      <link>http://www.terraforum.com.br/blog/Lists/Postagens/ViewPost.aspx?ID=318</link>
      <description><![CDATA[<div><b>Corpo:</b> <div class=ExternalClassE0E8A573459847AFA953787D7B6C38E9>
<div>O título deste post é só uma brincadeira com o nome de uma peça teatral revolucionária montada no início dos anos 70 no Rio de Janeiro: &quot;Greta Garbo, quem diria, acabou no Irajá&quot;. E a brincadeira vem na esteira do maior churrasco já marcado e confirmado pelo Facebook: O Churrascão da Gente Diferenciada. </div>
<div> </div>
<div>Se você é usuário do Facebook, viu este convite sendo compartilhado por milhares de pessoas (o último número era de 47 mil pessoas confirmadas no evento em menos de 24h) e não mora em São Paulo e nem acompanhou os noticiários (on e off line) sobre a construção de uma nova estação do metrô no bairro paulistano de Higienópolis, voltarei duas casas para explicar o motivo deste assunto estar aqui no blog da TerraForum.</div>
<div> </div>
<div>Higienópolis é um bairro de classe alta, na região central de São Paulo. A expansão do metrô paulistano, responsabilidade </div>
<div>do Governo Estadual, prevê a construção de novas linhas e várias estações cortando a cidade e ligando pontos distantes de uma maneira mais rápida e sem congestionamentos. E isso inclui a passagem pelo bairro de Higienópolis. Até aí, tudo bem e tudo ótimo. Mas o que desencadeou a onda de protestos no Facebook foi a notícia veiculada ontem de que uma associação intitulada Defenda Higienópolis teria &quot;pressionado&quot; o governo de SP para mudar de local uma estação prevista para ser construída na esquina da avenida Angélica com a rua Sergipe, praticamente no coração de Higienópolis. O argumento era de que a nova estação iria atrair um fluxo de pessoas &quot;diferenciadas&quot;, que iriam trazer camelôs e caos para a região.</div>
<div> </div>
<div>Não vou entrar no mérito político e social da questão neste post. Apenas isso já daria margem para várias e importantes </div>
<div>discussões sobre políticas públicas, igualdade social, preconceitos, elites brasileiras e outros aspectos sociais e </div>
<div>antropológicos. Quero me concentrar no fato de uma notícia quase de rodapé ter mobilizado de uma forma tão veloz milhares de pessoas em tão curto espaço de tempo, principalmente na rede social criada pelo ex-estudante de Havard Mark Zuckerberg, que muito provavelmente não faz a menor ideia de onde fica Higienópolis.</div>
<div> </div>
<div>Se você viu o filme (ou leu o livro) sobre como foi criado o Facebook, vai se lembrar de uma das principais &quot;motivações&quot; do jovem Zuckerberg: saber quem estava ficando com quem e dando notas para a beleza das alunas de tão prestigiosa universidade americana. Desde então, alguns cientistas sociais criticam o Facebook justamente por este motivo: ser uma experiência online sob a ótica elitista de jovens da classe alta norte-americana. Mas aí é que entra o fascínio das redes sociais, na minha humilde opinião: elas são plataformas, ambientes, que se moldam ao contexto social e político em diferentes sociedades. </div>
<div> </div>
<div>Peguei como gancho este exemplo bem localizado em torno de um bairro paulistano pelo humor e velocidade de </div>
<div>reação, mas poderia ter sido mais globalizado e falar da importância das redes sociais nas quedas de diversos governos autoritários do mundo árabe que vimos recentemente.</div>
<div> </div>
<div>Eu não sei se teremos 24 mil pessoas &quot;churrascando&quot; em Higienópolis no próximo sábado. Mas o ponto que quero ressaltar é a importância de se entender os movimentos sociais e como as redes e ambientes virtuais estão se tornando cada vez mais esta importante caixa de ressonância. Parece que políticos e governos ainda não entenderam que esta via é de mão dupla, que não </div>
<div>é só elaborar estratégias de marketing via redes sociais para ganhar votos e melhorar os indíces de popularidade. A palavra aqui é diálogo, e não discurso.</div></div></div>
<div><b>Categoria:</b> Comunidades;Web 2.0;Gestão Pública</div>
<div><b>Publicada:</b> 12/5/2011 19:00</div>
<div><b>Meta Description:</b> redes sociais, política, sociedade, mídias sociais, comportamento, facebook</div>
<div><b># Comentários:</b> 3</div>
]]></description>
      <author>TerraForum</author>
      <category>Comunidades;Web 2.0;Gestão Pública</category>
      <pubDate>Thu, 12 May 2011 22:03:48 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="true">http://www.terraforum.com.br/blog/Lists/Postagens/ViewPost.aspx?ID=318</guid>
    </item>
    <item>
      <title>Por que gerenciar o” P” em P&amp;D é tão diferente que o “D”</title>
      <link>http://www.terraforum.com.br/blog/Lists/Postagens/ViewPost.aspx?ID=317</link>
      <description><![CDATA[<div><b>Corpo:</b> <div class=ExternalClass8F1016BAD70F462E89C6545452A9871D>
<div>Parece muito óbvio, mas no cotidiano de uma empresa isso nem sempre é tão claro: a Pesquisa deve ser gerenciada diferentemente do Desenvolvimento. Embora seja normal mencionar Pesquisa&amp;Desenvolvimento  conjuntamente, eles são claramente bem diferentes em suas naturezas.</div>
<div> </div>
<div> </div>
<div>Lógico, no final eles fazem parte do mesmo funil de inovação, mas seus objetivos e características são bem distintos. Pesquisa normalmente tem como objetivo a investigação, enquanto o desenvolvimento tem a exploração da tecnologia como objetivo. E diferentes objetivos demandam diferentes:</div>
<div><br> </div>
<div>• Recursos Humanos;<br></div>
<div>• Gestão Financeira e de Riscos;<br></div>
<div>• Financiamento;<br></div>
<div>• Responsabilidades; e<br></div>
<div>• Localizações.<br></div>
<div> </div>
<div>Primeiramente, você precisará de pessoas com diferentes habilidades e diferentes mentalidades. Enquanto que em Pesquisa você precisará de pesquisadores, em desenvolvimento você precisará de gerentes de projeto e staff com conhecimentos de negócios para serem capazes de comercializar a inovação (tudo bem óbvio, certo?)<br></div>
<div> </div>
<div>No caso de risco, por favor, esqueça o cálculo do ROI e do EBITDA das ideias em seus estágios mais preliminares. Se você quiser matar a pesquisa de uma nova ideia, repasse-a ao seu departamento financeiro. Assim como um gerente global de P&amp;D da DuPont uma vez me disse: tenha certeza que seus pesquisadores podem explicar por quê seus projetos fazem sentido para os negócios, e é o suficiente. Riscos em pesquisa são altamente relacionados aos “desconhecidos”, os quais devem ser eliminados um por um. Novamente, ao contrário, o seu gerente de projeto necessita te proporcionar uma visão clara em finanças e em riscos, especialmente quando as ideias ficam próximas da comercialização. Riscos são relacionados à aceitação do mercado e à viabilidade técnica e deveriam ser diminuídos ao máximo por meio de testes, entre outros, com clientes.<br></div>
<div> </div>
<div>As questões acima são razoavelmente bem conhecidas pelas empresas inovadoras, os financiamentos e as responsabilidades ainda apresentam problemas. Muito frequentemente, ouço gerentes de P&amp;D reclamarem que as Unidades de Negócio não querem financiar ou alocar staff para projetos de Pesquisa. Mas tudo isso faz sentido... Gerentes de Unidades de Negócio podem até estar interessados em seus projetos de Pesquisa, mas certamente não querem se envolver tanto. Projetos de Pesquisa geram resultados a partir de três, cinco, dez anos e o gerente da unidade de negócio está preocupado com os resultados do próximo trimestre, do próximo ano ou, no máximo, dos próximos dois anos. Envolva-o, mas não espere dinheiro ou pessoas. Estes devem vir da corporação, que deve se responsabilizar pelo gerenciamento, enquanto o Desenvolvimento deveria ser gerenciado pela Unidade de Negócio que irá lucrar, ou pelo menos contar com intensa participação da mesma.<br></div>
<div> </div>
<div>Finalmente, mas não a última, é a questão de onde alocar as instalações de seu P&amp;D. Geralmente, empresas querem manter tais instalações perto daquelas atuais de modo que o foco do negócio seja mantido. Entretanto, a não ser que você esteja olhando somente para ideias incrementais, esta não é a coisa certa a se fazer. A Pesquisa deveria estar próxima de onde as competências e os clientes estão, e não próximas das operações. Ao colocar a Pesquisa perto das operações, seriam dadas oportunidades ao pessoal das operações para pedir por ajuda aos pesquisadores. Isso tirará a atenção dos pesquisadores. Eles precisam estar próximos de centros de excelência, do “limite” do conhecimento e da pesquisa para assim colaborar e formar parcerias com os melhores. Para o Desenvolvimento, é claro, faz sentido estar próximos das operações e /ou dos clientes. Eles precisam refinar a inovação pela demanda e pela produção.<br></div>
<div>Não subestime o impacto de não utilizar as melhores práticas em sua empresa. Especialmente a Pesquisa sofrerá muito com isso.<br></div>
<div>Twitter: @casparrijn</div></div></div>
<div><b>Categoria:</b> Gestão de Inovação;Gestão de Competências;Planejamento Estratégico</div>
<div><b>Publicada:</b> 4/5/2011 06:14</div>
<div><b>Meta Description:</b> pesquisa, desenvolvimento, recursos, localização</div>
<div><b># Comentários:</b> 0</div>
]]></description>
      <author>TerraForum</author>
      <category>Gestão de Inovação;Gestão de Competências;Planejamento Estratégico</category>
      <pubDate>Wed, 04 May 2011 09:22:02 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="true">http://www.terraforum.com.br/blog/Lists/Postagens/ViewPost.aspx?ID=317</guid>
    </item>
    <item>
      <title>Ainda existe espaço para uma Intranet 1.0?</title>
      <link>http://www.terraforum.com.br/blog/Lists/Postagens/ViewPost.aspx?ID=316</link>
      <description><![CDATA[<div><b>Corpo:</b> <div class=ExternalClass6E6FD46696E14D6BAAB99C30E42EFD9A><div>Felizmente tenho ouvido cada vez mais esta pergunta conversando com os responsáveis e/ou gestores de intranets em grandes empresas brasileiras (sejam estas pessoas de TI, Marketing, Comunicação ou RH). Isso mostra que as ferramentas e funcionalidades 2.0 (ou de mídias sociais, se preferir) estão finalmente chegando às pessoas que pensam e implementam as intranets nas suas respectivas empresas. Sabemos que a adoção de funcionalidades que utilizamos largamente em nossas casas (Twitter, Facebook, etc) pelas empresas no escopo de sua comunicação e gestão interna é sempre mais lenta. Mas também sabemos que é inevitável. E parece que a hora está chegando.</div>
<div> </div>
<div>Mas volto uma casa para responder minha própria indagação no título deste post: existe espaço para uma intranet 1.0? Infelizmente sim. E felizmente não. Confuso? Provavelmente. Mas o que quero ressaltar aqui é que não adianta muito partir para uma intranet totalmente colaborativa e 2.0 sem antes ter uma boa estrutura, seja tecnológica ou de gestão de conteúdos (e aqui incluo uma sólida arquitetura de informação, taxonomias, governança e etc). E se sua intranet ainda não lida de uma maneira madura com estes pontos, sua empresa terá que fazer isso antes de sair implementando soluções mais amplas de redes sociais. Esta é a parte do infelizmente.</div>
<div> </div>
<div>A parte do felizmente, diz respeito direto à inevitabilidade de se utilizar ferramentas mais colaborativas na sua intranet. É uma demanda reprimida, que com certeza alguma área ou processo específico de sua emmpresa tem. Um grupo de pessoas que trabalha de uma determinada maneira ou que tem uma meta ou objetivo específico que irá se beneficiar tremendamente com o uso de ferramentas 2.0. Sentiu o cheiro de piloto? Isso mesmo. Busque encontrar esta demanda em sua empresa para experimentar de forma consistente novos aplicativos para a sua intranet. Com certeza algumas pessoas irão querer participar. E essa é a parte do felizmente.</div></div></div>
<div><b>Categoria:</b> Comunicação Interna;Portais Corporativos;Web 2.0</div>
<div><b>Publicada:</b> 2/5/2011 17:35</div>
<div><b>Meta Description:</b> web 2.0, gestão 2.0, portais, redes sociais, intranet</div>
<div><b># Comentários:</b> 0</div>
]]></description>
      <author>TerraForum</author>
      <category>Comunicação Interna;Portais Corporativos;Web 2.0</category>
      <pubDate>Mon, 02 May 2011 20:39:35 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="true">http://www.terraforum.com.br/blog/Lists/Postagens/ViewPost.aspx?ID=316</guid>
    </item>
    <item>
      <title>A relação “tempo X benefício” na gestão do conhecimento</title>
      <link>http://www.terraforum.com.br/blog/Lists/Postagens/ViewPost.aspx?ID=315</link>
      <description><![CDATA[<div><b>Corpo:</b> <div class=ExternalClass3CC06F0EE08544C1A7D3F0A893F9BF23>
<div><font size=3><font face=Calibri>
<p style="line-height:normal;margin:6pt 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:gray;font-size:10pt">“Mal damos conta das nossas atribuições atuais, como vamos arrumar tempo pra mais essas atividades de gestão do conhecimento?” Dez, cinquenta, cem... Já perdi a conta de quantas vezes ouvi afirmações ou questionamentos parecidos com a frase acima. </span></p>
<p style="line-height:normal;margin:6pt 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:gray;font-size:10pt">Essa tem sido a primeira angústia que surge quando se trata da implantação de iniciativas de gestão do conhecimento e inovação: a conciliação da carga de trabalho existente com novas atividades de aprendizagem, compartilhamento de conhecimento e colaboração é uma preocupação generalizada, da alta administração às equipes operacionais ou de especialistas.</span></p>
<p style="line-height:normal;margin:6pt 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:gray;font-size:10pt">Será que essa angústia se justifica? Há basicamente quatro razões por que acredito que não. Se tiver tempo, faça seus comentários!</span></p>
<p style="line-height:normal;margin:6pt 0cm 0pt" class=MsoNormal><b><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:gray;font-size:10pt">Fator 1: Atividades estruturadas de gestão do conhecimento não são atividades “adicionais”, mas sim uma forma muito mais efetiva de fazer algo que você fazia de forma não estruturada.</span></b><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:gray;font-size:10pt"> Todos nós trabalhadores desempenhamos uma série de atividades, buscamos entender e solucinar problemas, desenvolvemos novas soluções, eventualmente geramos inovações. Para fazer tudo isso, dedicamos algum (ou muito) tempo para a busca, aprendizagem e aplicação conhecimentos, ou mesmo para a criação de novos conhecimentos. Mas o fazemos de forma predominantemente individual, fragmentada e não sistematizada. <b>Atividades estruturadas de gestão do conhecimento (ou seja: orientadas por uma estratégia e organizadas em torno de processos, ferramentas e práticas organizacionais)</b> permitem que essas atividades sejam melhor orientadas e apoiadas por colegas e pela organização, o que garante muito maior efetividade.</span></p>
<p style="line-height:normal;margin:6pt 0cm 0pt" class=MsoNormal><b><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:gray;font-size:10pt">Fator 2: Atividades estruturadas de gestão do conhecimento permitem diminuir o tempo dedicado a atividades repetitivas e problemas recorrentes.</span></b><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:gray;font-size:10pt"> Fornecer a mesma orientação muitas vezes a diferentes profissionais, gerar novas versões dos mesmos materiais e conteúdos indefinidamente, duplicar esforços ou repetir erros do passado desavisadamente, reincidir na famosa “reinvenção da roda”: esses inflacionadores de agenda são um problema típico de organizações que não têm uma gestão do conhecimento efetiva. Pequenos esforços bem estruturados de gestão do conhecimento permitem grandes ganhos nesta área – por meio de mecanismos de reaproveitamento de conteúdos e aprendizados, que vão desde um simples FAQ (perguntas frequentes) até fóruns de discussão, comunidades de prática e murais que possibilitam o registro, busca, resgate e atualização de conteúdos e aprendizados.</span></p>
<p style="line-height:normal;margin:6pt 0cm 0pt" class=MsoNormal><b><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:gray;font-size:10pt">Fator 3: O melhor aproveitamento do conhecimento disponível permite saltos de eficiência, otimizando o tempo e gerando benefícios organizacionais (até mesmo para quem não participa diretamente das atividades de GC).</span></b><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:gray;font-size:10pt"> Práticas efetivas de gestão do conhecimento criam condições para que conhecimentos e práticas adotados em uma região ou departamento possam ser aproveitadas em outros contextos, gerando ganhos de escala que beneficiam várias áreas ou mesmo toda a organização, participantes diretas ou não das atividades de GC. Aqui, além da otimização do tempo há os benefícios diretos.</span></p>
<p style="line-height:normal;margin:6pt 0cm 0pt" class=MsoNormal><b><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:gray;font-size:10pt">Fator 4: Ao longo do tempo as atividades de GC criam condições para melhor desempenho e para inovação, gerando grande retorno para o tempo investido.</span></b><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:gray;font-size:10pt"> Com o melhor fluxo de conhecimento na organização, melhoram muito as condições para a inovação. Um simples programa de gestão de ideias, por exemplo, costuma gerar retornos financeiros muito maiores que o investimento. Esse ciclo virtuoso se realimenta, e os benefícios potenciais – na forma de melhor desempenho, comprometimento, produtividade, qualidade, reputação, diferenciação, novos produtos ou negócios – são tão positivos que justificam investimentos mais significativos de tempo e recursos em gestão do conhecimento. </span></p>
<p style="line-height:normal;margin:6pt 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:gray;font-size:10pt">Simplificadamente, podemos dizer que a adoção da GC pode ser analisada conforme o valor que é capaz de gerar em relação ao tempo investido: </span></p>
<p style="margin:0cm 0cm 10pt" class=MsoNormal>
<table style="border-bottom:medium none;border-left:medium none;border-collapse:collapse;border-top:medium none;border-right:medium none" class=MsoTableGrid border=1 cellspacing=0 cellpadding=0>
<tbody>
<tr>
<td style="border-bottom:black 1pt solid;border-left:black 1pt solid;padding-bottom:0cm;background-color:transparent;padding-left:5.4pt;width:172.8pt;padding-right:5.4pt;border-top:black 1pt solid;border-right:black 1pt solid;padding-top:0cm" valign=top width=230>
<p style="line-height:normal;margin:6pt 0cm 0pt" class=MsoNormal><b><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:gray"><font style="background-color:#ffffff" size=2>DE <br>(sem uma gestão do conhecimento estruturada)</font></span></b></p></td>
<td style="border-bottom:black 1pt solid;border-left:#f0f0f0;padding-bottom:0cm;background-color:transparent;padding-left:5.4pt;width:172.8pt;padding-right:5.4pt;border-top:black 1pt solid;border-right:black 1pt solid;padding-top:0cm" valign=top width=230>
<p style="line-height:normal;margin:6pt 0cm 0pt" class=MsoNormal><b><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:gray"><font style="background-color:#ffffff" size=2>PARA<br>(com processos e práticas esrtuturados de GC)</font></span></b></p></td>
<td style="border-bottom:black 1pt solid;border-left:#f0f0f0;padding-bottom:0cm;background-color:transparent;padding-left:5.4pt;width:90.4pt;padding-right:5.4pt;border-top:black 1pt solid;border-right:black 1pt solid;padding-top:0cm" valign=top width=121>
<p style="line-height:normal;margin:6pt 0cm 0pt" class=MsoNormal><b><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:gray"><font style="background-color:#ffffff" size=2>RELAÇÃO “TEMPO x BENEFÍCIO”</font></span></b></p></td></tr>
<tr>
<td style="border-bottom:black 1pt solid;border-left:black 1pt solid;padding-bottom:0cm;background-color:transparent;padding-left:5.4pt;width:172.8pt;padding-right:5.4pt;border-top:#f0f0f0;border-right:black 1pt solid;padding-top:0cm" valign=top width=230>
<p style="line-height:normal;margin:6pt 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:gray"><font size=1>Busca, aprendizagem e aplicação de conhecimentos não estruturados</font></span></p></td>
<td style="border-bottom:black 1pt solid;border-left:#f0f0f0;padding-bottom:0cm;background-color:transparent;padding-left:5.4pt;width:172.8pt;padding-right:5.4pt;border-top:#f0f0f0;border-right:black 1pt solid;padding-top:0cm" valign=top width=230>
<p style="line-height:normal;margin:6pt 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:gray"><font size=1>Atividades estruturadas de busca, aprendizagem e aplicação de conhecimentos</font></span></p></td>
<td style="border-bottom:black 1pt solid;border-left:#f0f0f0;padding-bottom:0cm;background-color:transparent;padding-left:5.4pt;width:90.4pt;padding-right:5.4pt;border-top:#f0f0f0;border-right:black 1pt solid;padding-top:0cm" valign=top width=121>
<p style="line-height:normal;margin:6pt 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:gray"><font size=1>Otimização do tempo</font></span></p></td></tr>
<tr>
<td style="border-bottom:black 1pt solid;border-left:black 1pt solid;padding-bottom:0cm;background-color:transparent;padding-left:5.4pt;width:172.8pt;padding-right:5.4pt;border-top:#f0f0f0;border-right:black 1pt solid;padding-top:0cm" valign=top width=230>
<p style="line-height:normal;margin:6pt 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:gray"><font size=1>Atividades repetitivas, problemas recorrentes, duplicação de esforços, práticas obsoletas</font></span></p></td>
<td style="border-bottom:black 1pt solid;border-left:#f0f0f0;padding-bottom:0cm;background-color:transparent;padding-left:5.4pt;width:172.8pt;padding-right:5.4pt;border-top:#f0f0f0;border-right:black 1pt solid;padding-top:0cm" valign=top width=230>
<p style="line-height:normal;margin:6pt 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:gray"><font size=1>Registro, busca, resgate, reaproveitamento e atualização de conteúdos e aprendizados</font></span></p></td>
<td style="border-bottom:black 1pt solid;border-left:#f0f0f0;padding-bottom:0cm;background-color:transparent;padding-left:5.4pt;width:90.4pt;padding-right:5.4pt;border-top:#f0f0f0;border-right:black 1pt solid;padding-top:0cm" valign=top width=121>
<p style="line-height:normal;margin:6pt 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:gray"><font size=1>Otimização do tempo</font></span></p></td></tr>
<tr>
<td style="border-bottom:black 1pt solid;border-left:black 1pt solid;padding-bottom:0cm;background-color:transparent;padding-left:5.4pt;width:172.8pt;padding-right:5.4pt;border-top:#f0f0f0;border-right:black 1pt solid;padding-top:0cm" valign=top width=230>
<p style="line-height:normal;margin:6pt 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:gray"><font size=1>Aproveitamento de conhecimentos localizado e limitado </font></span></p></td>
<td style="border-bottom:black 1pt solid;border-left:#f0f0f0;padding-bottom:0cm;background-color:transparent;padding-left:5.4pt;width:172.8pt;padding-right:5.4pt;border-top:#f0f0f0;border-right:black 1pt solid;padding-top:0cm" valign=top width=230>
<p style="line-height:normal;margin:6pt 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:gray"><font size=1>Conhecimentos com alcance ampliado e potenciais ganhos de escala</font></span></p></td>
<td style="border-bottom:black 1pt solid;border-left:#f0f0f0;padding-bottom:0cm;background-color:transparent;padding-left:5.4pt;width:90.4pt;padding-right:5.4pt;border-top:#f0f0f0;border-right:black 1pt solid;padding-top:0cm" valign=top width=121>
<p style="line-height:normal;margin:6pt 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:gray"><font size=1>Impacto positivo</font></span></p></td></tr>
<tr>
<td style="border-bottom:black 1pt solid;border-left:black 1pt solid;padding-bottom:0cm;background-color:transparent;padding-left:5.4pt;width:172.8pt;padding-right:5.4pt;border-top:#f0f0f0;border-right:black 1pt solid;padding-top:0cm" valign=top width=230>
<p style="line-height:normal;margin:6pt 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:gray"><font size=1>Baixo fluxo de conhecimentos, com baixa contribuição para a inovação</font></span></p></td>
<td style="border-bottom:black 1pt solid;border-left:#f0f0f0;padding-bottom:0cm;background-color:transparent;padding-left:5.4pt;width:172.8pt;padding-right:5.4pt;border-top:#f0f0f0;border-right:black 1pt solid;padding-top:0cm" valign=top width=230>
<p style="line-height:normal;margin:6pt 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:gray"><font size=1>Ciclo virtuoso: fluxos de conhecimento realiamentando processos de inovação</font></span></p></td>
<td style="border-bottom:black 1pt solid;border-left:#f0f0f0;padding-bottom:0cm;background-color:transparent;padding-left:5.4pt;width:90.4pt;padding-right:5.4pt;border-top:#f0f0f0;border-right:black 1pt solid;padding-top:0cm" valign=top width=121>
<p style="line-height:normal;margin:6pt 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:gray"><font size=1>Impacto altamente positivo</font></span></p></td></tr></tbody></table></p>
<p style="line-height:normal;margin:6pt 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:gray;font-size:10pt"></span> </p>
<p style="line-height:normal;margin:6pt 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:gray;font-size:10pt">Com base na experiência de muitos projetos, nas mais variadas organizações, sintetizada nas reflexões acima, podemos afirmar sem sombra de dúvida: a adoção de práticas de gestão do conhecimento não significa necessariamente maior consumo de tempo, mas sim a substituição de práticas pouco eficientes por outras muito efetivas. </span></p>
<p style="line-height:normal;margin:6pt 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:gray;font-size:10pt">E ainda que se decida por um investimento maior de tempo e recursos, eis um grande investimento. O fato de estarmos ambos investindo tempo neste post é uma grande prova disso!</span></p>
<p style="line-height:normal;margin:6pt 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:gray;font-size:10pt"></span> </p>
<p style="line-height:normal;margin:6pt 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';color:gray;font-size:10pt">Twitter: @BetoDoValleTF</span></p>
<p style="margin:0cm 0cm 10pt" class=MsoNormal></font></font> </p></div></div></div>
<div><b>Categoria:</b> Gestão do Conhecimento</div>
<div><b>Publicada:</b> 27/4/2011 17:36</div>
<div><b>Meta Description:</b> A adoção de práticas de gestão do conhecimento não significa necessariamente maior consumo de tempo, mas sim substituição de práticas pouco eficientes por outras muito efetivas e que geram aprendizagem, inovação e grandes resultados.</div>
<div><b># Comentários:</b> 5</div>
]]></description>
      <author>TerraForum</author>
      <category>Gestão do Conhecimento</category>
      <pubDate>Wed, 27 Apr 2011 20:42:52 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="true">http://www.terraforum.com.br/blog/Lists/Postagens/ViewPost.aspx?ID=315</guid>
    </item>
    <item>
      <title>Por que as pessoas compram? E por que as redes sociais são relevantes?</title>
      <link>http://www.terraforum.com.br/blog/Lists/Postagens/ViewPost.aspx?ID=314</link>
      <description><![CDATA[<div><b>Corpo:</b> <div class=ExternalClassF4716723239546F28EFEEA5F765D29CD>
<div>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';font-size:10pt">Parece meio óbvio, mas entender as motivações que levam as pessoas a comprar deveria estar na essência e nas hipóteses de qualquer estratégia de marketing digital, e-commerce ou iniciativa de comércio social. Contudo, é incrível como esta discussão passa totalmente ao largo de 99% dos blogs, sites e editoriais sobre o assunto. É como se as pessoas simplesmente fossem um componente da máquina de ações criativas permitidas pelas redes sociais.</span></p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';font-size:10pt"></span> </p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';font-size:10pt">É fundamental, no entanto, compreender que o ato de comprar não é simplesmente uma transação econômico-financeira. Sim, no nível mais básico as pessoas precisam de segurança, abrigo e alimentação. Passado este estágio, no entanto, é evidente que as pessoas compram por inúmeras razões: para competir com os “Joneses”, para mostrar que pertencem a certo grupo, para mostrar que são espertas e boas negociadoras, para aliviar tensão, para entretenimento, para passar tempo, para terapia, para autogratificação, para autoafirmação, para distração, etc e etc.</span></p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';font-size:10pt"></span> </p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';font-size:10pt">Ora, como a Internet e a web 2.0 levam isto em consideração? Como estas motivações intrínsecas potencializam as vendas, por exemplo, nas redes sociais?</span></p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';font-size:10pt"></span> </p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';font-size:10pt">Antes do advento da web 2.0, a Internet era gélida, eficiente e talvez mesmo eficaz. Comprar com raras exceções era visto como um exercício de racionalidade: maior seleção, facilidade de comparação, conveniência e garantia de segurança eram (e continuam sendo) os atributos que dominam as discussões, modelos de negócios e o ato de venda e compra na Era do E-commerce 1.0</span></p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';font-size:10pt"></span> </p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';font-size:10pt">Mas e com o advento das redes sociais? Para mim, tudo muda. De um lado, voltamos a privilegiar relações humanas, gente falando com gente. A diferença do mundo pré-Internet, no entanto, é a <b>escala</b>. No mundo das redes, as opiniões, mensagens e relacionamentos humanos se espalham em grande velocidade e com abrangência quase sem controle. Agora é possível, ademais, se criar modelos de negócio que levam em consideração todos os motivos pelos quais as pessoas compram e acrescentar, além disso, o fato das pessoas gostarem de serem atendidas por gente e que nada melhor do que ter alguém a quem perguntar na hora de assinar o cheque: “Gostou mesmo? Ficou bom? É o melhor mesmo?”</span></p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';font-size:10pt"></span> </p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';font-size:10pt">Gente + Gente + Escala = Internet e negócios mais humanos, maiores e mais rápidos.</span></p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';font-size:10pt"></span> </p>
<p style="line-height:normal;margin:0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><span style="font-family:'Arial','sans-serif';font-size:10pt">Twitter: @claudioterra</span></p></div></div></div>
<div><b>Categoria:</b> Web 2.0</div>
<div><b>Publicada:</b> 11/4/2011 10:42</div>
<div><b>Meta Description:</b> social commerce, varejo 2.0, web 2.0, inovação, marketing digital</div>
<div><b># Comentários:</b> 0</div>
]]></description>
      <author>TerraForum</author>
      <category>Web 2.0</category>
      <pubDate>Mon, 11 Apr 2011 13:44:21 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="true">http://www.terraforum.com.br/blog/Lists/Postagens/ViewPost.aspx?ID=314</guid>
    </item>
  </channel>
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