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ROI para inglês ver

19
mai
2011

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A discussão sobre como calcular o retorno dos investimentos realizados para a implementação ou revisão de um portal corporativo é quase onipresente neste mundo de projetos de portais e afins. Algumas pessoas defendem cálculos complexos e "matemáticos" baseados em tempos de execução de tarefas antes e depois do novo portal (por exemplo); outros defendem a otimização da infraestrutura de TI em uma única plataforma para reduzir gastos de gestão de TI; e existem ainda aqueles que buscam pesquisas qualitativas de percepção de melhoria do clima organizacional e da marca da empresa para justificar estes
investimentos.
 
Todas estas alternativas são válidas e bem fundamentadas, mas não é este o ponto que quero discutir neste post. Meu ponto hoje diz respeito aos motivos de se buscar este cálculo do retorno do investimento (ROI, da sigla Return On Investment, em inglês). A pergunta sobre quanto, quando e qual será o retorno do meu investimento na criação e/ou reformulação surge, na grande maioria das vezes, antes mesmo de se iniciar o tal projeto. Acaba virando condição básica para o início do próprio projeto. Ok, isso é realmente importante. Então os responsáveis da empresa pela elaboração do projeto saem correndo atrás de cálculos, metodologias, argumentos e, principalmente, números.
 
O problema que tenho percebido ao longo de anos e anos de experiência em projetos de implementação de portais corporativos em grandes organizações é justamente o fato desta preocupação com o ROI existir apenas e tão somente no momento da justificativa para a venda interna do projeto. Em boa parte dos contratos que assinamos somos cobrados em definir parâmetros, indicadores e processos de monitoramento que mostrem se os resultados buscados pelo investimento estão sendo atingidos ou não. E, em caso negativo, quais ações precisam ser desencadeadas para "corrigir a rota" naquilo que não saiu conforme o previsto.
 
Tudo muito bom, tudo muito bem. Mas a realidade acaba sendo outra na grande maioria dos casos. Ao finalizarmos estes tipos de projeto, percebemos que o tal monitoramento raramento é feito. Ou, quando acontece, parece ser algo absolutamente pro-forma, para "cumprir tabela", como se diz no futebol. Acabam virando números e apresentações de resultados que são engavetados e não disparam ações de correção de pontos na gestão do portal corporativo que visem justamente atingir os resultados buscados. ROi para inglês ver, basicamente.
 
twitter: @cesfranco
 

ROI para inglês ver
A discussão sobre como calcular o retorno dos investimentos realizados para a implementação ou revisão de um portal corporativo é quase onipresente neste mundo de projetos de portais e afins. Algumas pessoas defendem cálculos complexos e "matemáticos" baseados em tempos de execução de tarefas antes e depois do novo portal (por exemplo); outros defendem a otimização da infraestrutura de TI em uma única plataforma para reduzir gastos de gestão de TI; e existem ainda aqueles que buscam pesquisas qualitativas de percepção de melhoria do clima organizacional e da marca da empresa para justificar estes
investimentos.
 
Todas estas alternativas são válidas e bem fundamentadas, mas não é este o ponto que quero discutir neste post. Meu ponto hoje diz respeito aos motivos de se buscar este cálculo do retorno do investimento (ROI, da sigla Return On Investment, em inglês). A pergunta sobre quanto, quando e qual será o retorno do meu investimento na criação e/ou reformulação surge, na grande maioria das vezes, antes mesmo de se iniciar o tal projeto. Acaba virando condição básica para o início do próprio projeto. Ok, isso é realmente importante. Então os responsáveis da empresa pela elaboração do projeto saem correndo atrás de cálculos, metodologias, argumentos e, principalmente, números.
 
O problema que tenho percebido ao longo de anos e anos de experiência em projetos de implementação de portais corporativos em grandes organizações é justamente o fato desta preocupação com o ROI existir apenas e tão somente no momento da justificativa para a venda interna do projeto. Em boa parte dos contratos que assinamos somos cobrados em definir parâmetros, indicadores e processos de monitoramento que mostrem se os resultados buscados pelo investimento estão sendo atingidos ou não. E, em caso negativo, quais ações precisam ser desencadeadas para "corrigir a rota" naquilo que não saiu conforme o previsto.
 
Tudo muito bom, tudo muito bem. Mas a realidade acaba sendo outra na grande maioria dos casos. Ao finalizarmos estes tipos de projeto, percebemos que o tal monitoramento raramento é feito. Ou, quando acontece, parece ser algo absolutamente pro-forma, para "cumprir tabela", como se diz no futebol. Acabam virando números e apresentações de resultados que são engavetados e não disparam ações de correção de pontos na gestão do portal corporativo que visem justamente atingir os resultados buscados. ROi para inglês ver, basicamente.
 
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