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Controle Total versus Anarquia

04
jun
2010

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Uma das (tantas) boas discussões em torno da implementação de sucesso de iniciativas 2.0 dentro das organizações que
tenho acompanhado em blogs, listas, twitters e etc (afinal, estamos em um mundo 2.0) diz respeito ao nível adequado
de controle versus anarquia a ser adotado para apoiar e estimular o uso de tais ferramentas. Devemos encarar como
metodologias de gestão de projeto, com tarefas, prazos e controles muito bem definidos? Ou vale mais uma abordagem
menos controladora e mais aberta, com alguns processos de triagem para "resgatar" boas ideias e insights? Por onde
ir?
 
Bem, antes de mais nada, esta discussão tem relação bastante próxima com outro ponto importante: a governança, seja
ela de portais ou de iniciativas 2.0. Neste caso, governança pode (e deve) ser entendida como a definição de papéis,
responsabilidades, processos e políticas para a gestão de um ambiente web. É isso mesmo. Mas não é só isso. A
governança também precisa ser vista como algo intimamente ligada a iniciativas de gestão de mudança.
 
A simples definição de regras, papéis e fluxos não garante a adoção dos mesmos. Pelo contrário, pode inclusive
inibir o uso efetivo do ambiente: são tantas regras e processos e barreiras que muitas vezes é mais fácil deixar de
lado e continuar trabalhando do jeito antigo (seja por email, telefone, pombo correio, etc). Isso acontece em boa
parte das vezes porque a governança não é encarada de forma evolutiva. Precisa haver uma constante revisão da
governança para que ela esteja adequada ao estágio de evolução da cultura digital da organização. Ou seja:
governança conectada a gestão de mudanças. Aí a questão da anarquia versus controle deixa de ser mera questão de
estilo de gestão.

Controle Total versus Anarquia
Uma das (tantas) boas discussões em torno da implementação de sucesso de iniciativas 2.0 dentro das organizações que
tenho acompanhado em blogs, listas, twitters e etc (afinal, estamos em um mundo 2.0) diz respeito ao nível adequado
de controle versus anarquia a ser adotado para apoiar e estimular o uso de tais ferramentas. Devemos encarar como
metodologias de gestão de projeto, com tarefas, prazos e controles muito bem definidos? Ou vale mais uma abordagem
menos controladora e mais aberta, com alguns processos de triagem para "resgatar" boas ideias e insights? Por onde
ir?
 
Bem, antes de mais nada, esta discussão tem relação bastante próxima com outro ponto importante: a governança, seja
ela de portais ou de iniciativas 2.0. Neste caso, governança pode (e deve) ser entendida como a definição de papéis,
responsabilidades, processos e políticas para a gestão de um ambiente web. É isso mesmo. Mas não é só isso. A
governança também precisa ser vista como algo intimamente ligada a iniciativas de gestão de mudança.
 
A simples definição de regras, papéis e fluxos não garante a adoção dos mesmos. Pelo contrário, pode inclusive
inibir o uso efetivo do ambiente: são tantas regras e processos e barreiras que muitas vezes é mais fácil deixar de
lado e continuar trabalhando do jeito antigo (seja por email, telefone, pombo correio, etc). Isso acontece em boa
parte das vezes porque a governança não é encarada de forma evolutiva. Precisa haver uma constante revisão da
governança para que ela esteja adequada ao estágio de evolução da cultura digital da organização. Ou seja:
governança conectada a gestão de mudanças. Aí a questão da anarquia versus controle deixa de ser mera questão de
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