Um dos primeiros projetos que fiz de intranets foi a definição da estratégia de comunidades virtuais para um grande grupo brasileiro. Quando falava pessoas que estava trabalhando com comunidades e colaboração, me perguntavam se eu estava em alguma ONG com índios.
E não faz tanto tempo assim, isso foi há cerca 6 anos atrás.
Hoje em dia, vários profissionais falam que são especialistas em mídias sociais. Grandes empresas correm para criar suas contas no twitter. E não me perguntam mais se trabalho com índios.
Apesar da explosão das ferramentas de colaboração digital nos últimos 6 anos, ainda percebo que as organizações não entenderam que:
Estar web 2.0 não é ter uma conta no twitter.
O maior potencial destas ferramentas é fortalecer os laços comunitários para gerar grandes mudanças, nas empresas, no governo e sociedade.
E para isso é preciso saber como fazer parte das tribos formadas através de laços comunitários. Estar na web 2.0 é muito mais do que ter uma conta no twitter, é saber participar de tribos.
Deu para entender, cara pálida?
@davidkato